Poesia os Dedos da minha Mao
Sabe quanto tempo fazia que meus dedos não procuravam palavras pra decifrar alguma coisa que eu realmente estava sentindo? Você tem idéia? Eu me acostumei tanto a escrever o sentimento alheio, garoto. Que desaprendi a sentir os meus.
Havia uma vontade que escorria por entre os dedos feito água, em derramar alegria por onde passava. Não cabia nada mais que levezas em suas peças de roupa, o que combinava perfeitamente com sua alma. Era chegada a hora de dar início à verdadeira vida, aquela provinda de grandes mudanças. Nada repentino, tudo calculado, como mandava o figurino. A organização também sempre fora uma forma de proporc...ionar calmarias. Tudo se encaixava, feito quebra-cabeças, e tudo transpirava maravilhas. O dia de abandonar medos bobos e dar adeus aos ontens que não serviam para contar uma história bonita. O dia de abrir portas, uma atrás da outra, feito criança abrindo presentes no seu aniversário. O dia em que tudo aquilo que sempre quisera estava bem na sua frente, inclusive Deus, que sorria-lhe com saúde e aconchego de mãe. Era chegada a hora das coisas darem certo, de um jeito que a razão por ainda estar vivo tornava-se mais clara. O Quem Sou Eu e o Pra Que Eu Existo estavam postos sobre a mesa, e agora faziam todo o sentido. Quase que a mesma coisa, mas o fato era quem se encaixavam, destino e presente. Perdera a noção do tempo. Abrira a última porta, com uma graciosidade que nunca se viu. Havia somente uma carta, jogada ao chão. Nela dizia: O melhor ainda está por vir. Como, se sentia-se completo? Então desejou com fervor o tal melhor. E até hoje vive de esperas.
Sinto falta dos meus dedos entrelaçados aos seus. Sinto saudade do beijo que virou um adeus, das poucas palavras, do pouco sentido, de todo sentimento guardado para ser dito em um momento certo que nunca chegou. Eu sinto falta do sorriso que acalmava meu dia, do calor que sentia do corpo que um dia foi meu. Eu quero viver, eu quero sentir… mas sem você, dono dos meus sentidos, esse coração não vai bater.
A Educação deveria estar além do alcance dos dedos sujos da politicagem. Deveria ser o meio para aqueles que não conseguem vislumbrar o fim.
Assim ela também pintou os cabelos, mudou o guarda-roupa e cruzou os dedos. cruzou para que tudo desse certo.
Tempo é areia, se não se aproveita escorre entre os dedos, ai nunca mais? Não, ela pode ser apanhada outra vez, mas jamais será tão "limpa" como antes...
Foi estranha a sensação sentir entre os dedos o esfacelar de um sentimento ,más o apertar entre dedos, fez tudo se transformar em cinzas,é como se em um sopro tudo o que restava virasse pó que vão aos ventos,que estranho sentir o murchar de um sentimento que foi Tão nobre....
“A aliança nos dedos pode até parecer uma simples coisa; mas ela protege o casamento das cantadas do Alain Delon e das olhadas de Jezabel."
Quando contemplo a beleza desta obra,vejo nela os dedos de cada um de nós, esta maravilha que só foi possível ser levantada com forças juntas, renovando a autoestima e nos impulsionando para novos desafios.
Barrerito, o cantor das andorinhas que atraia multidão, enquanto seus dedos tocavam as cordas do violão, sua voz tocava a alma do coração, Barrerito um amigo, um irmão. Prossiga Eliane, cumpra sua missão, homenageando o nosso Rei da canção.
Por mais que insistas em comandar o mundo, a água te escapará por entre os dedos, o vento entrará por tuas frestas, e a luz invadirá a tua escuridão!
Transforma meu corpo em relicário do teu toque. Me marca com teus dedos, com tua pressa, com tua ausência depois. Que eu seja cicatriz e não lembrança — algo que dói, mas não se apaga.
A cura para qualquer doença pode estar latente em nossa mente, na emoção, nos dedos ou na nossa voz...
“Vão-se os anéis e ficam os dedos”, diz o ditado popular. Mas em se tratando de política, para se ter um casamento perfeito essa lógica precisa ser invertida: a lealdade tem que ser prometida aos anéis, e não a quem os usa.
Apegarmo-nos ao Status Quo é o mesmo que reter a água entre os dedos das mãos, contrariando sua natureza renovável. Não é sensato apegar-se à qualquer etapa de uma jornada, que cumpre seu papel num dado momento, para em seguida revelar outras que se sucedem indefinidamente, e sobre as quais não se possui qualquer controle. Cada uma dessas infinitas etapas tem suas próprias regras, e nenhum compromisso com as das anteriores. As mudanças que introduzem são a única coisa que nunca muda! E aí está você, acreditando ser possível contrariar essa lei que não foi ditada por qualquer senhor além do próprio universo! A igualdade será sempre um estágio. Acorda, portanto: a diferença é a regra onde, amanhã, nada será como antes.
O amor corre pelo dedos abraça o corpo desliza no cabelo, brlha nos olhos úmidos enfeitiça a cabeça vai embora e volta por você.
E quando se apagam as luzes com os olhos aberto no escuro desenho seu rosto com os dedos só para te acariciar no meu intimo silêncio...
Que a brisa suave da noite acaricie suas portas, e entre os dedos do amor passem toda esperança de um novo amanhecer, carregando em suas asas os raios de um sol dourado colorindo aos teus olhos a canção da vida.
"Onde não há vida não há tempo; o tempo é semelhante ao espaço, maior que o poder. Os dedos de duas mãos ensinam que: sem o tempo, o espaço não atrai o poder; sem o espaço, o tempo fica sem o poder; sem a vida não há conexão entre tempo/espaço, isso torna o poder inexistente. A vida é o que conecta o tempo no espaço, e vice-versa. Os anéis ficam no espaço, os julgamentos ficam no tempo, e a vida fica com aqueles que são inexoravelmente capazes de adaptar-se. É preciso muita inteligência para ver nos dedos de duas mãos aquilo que é expressão universal de algo tão antigo quanto a conexão entre feminino e masculino. É preciso plantar flores para amar as flores em outros jardins, aquele que não é jardineiro(a) em seu intrínseco ser não cultiva as flores em seu extrínseco ser. Somente, a compreensão do âmago forja a compreensão do externo essencial; o ser que cultiva vida em sí, cultiva no outro! E seu oposto destrói a vida em sí, para destruir no outro. A vida é núcleo, tempo é guardião, espaço é divino e o poder é a energia. Aquele que usa sua inteligência para germinar a vida nunca terá ausência de tempo, será lembrado no espaço e terá o poder necessário para completar sua individual tarefa. Duas mãos não escondem um segredo daquele que adapta-se para viver; elas ensinam como um generoso Deus sábio."
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