Poesia os Dedos da minha Mao
MINHA CECÍLIA
Quão forte é essa mulher
Fui presenteado por Deus
Minha professora primeira
Minha Cecília tão mãe
No “visseiro” teu cheiro me assegurava
Um dia inteiro de sonhos e rios
De poesia, contos e beleza
Dos passeios no “quente e frio”
Dizem-me: criado por avó
Ah se soubessem dos encantos de sê-lo
Não seriam pejorativos na fala
Talvez por um momento só
Se todos pudessem percebê-lo
Não calariam o que não me cala.
Pra não vairar minha cabeça é cheia de perguntas que eu mesmo faço e qual eu mesmo sei a resposta.
Mais mesmo assim meu coração ensiste em palpitar... sei que isso é bobo, mais estou convivendo com isso!
Coração tão bobo e inocente que mesmo sabendo que não vai acontecer tem esperança.
Tenho pensado muito, muito mesmo, me amo, mais não o suficiente pra tirar essas dúvidas e colocar as minhas respostas em pratica. Mas me amo o suficiente pra ser eu mesma, com todos os defeitos e qualidades julgados por uma sociedade que diz o que é correto e o que não é... ninguém sabe de fato o que em relação a isso é certo...
Dúvidas? Respostas?
Oh, vida.... entendi uma unica coisa... que passar por isso irei passar, e que todos que um dia julguei que amei de uma certa forma me amou, mesmo sendo da maneira mais estupida, mesmo não percebendo que me amou... me amou pelo simples fato de fazer com que eu consiga passar por mais um obstaculo, passar por mais conclusões, e ter mais dúvidas... fazendo que eu pense em todas as respostas...
Me apaixono sim, a cada momento a cada instante... amo com todas as forças do meu coração, nem que seja por alguns intantes...
Por que
Tua nuca,
teu cheiro,
minha memória guardando teus trejeitos
(para onde vão tantos detalhes?)
Dá até pra sentir o sangue correndo nas veias
quando toco embaixo do queixo,
lado esquerdo,
perto daquele meu sinal
(daqueles tantos outros sinais
que você quis contar
e cansou)
Não sei se de saudade
ou de felicidade
agonia, talvez
Mas sinto bater,
cansado,
(e rápido!)
o não tão velho coração
Penso tanto antes de dormir
que acabo colocando reticências em tudo
e deixando sem fim
desde o começo
A noite quer dormir
mas eu não deixo, não
Primeiro tenho que ver a rua,
ouvir o silêncio,
perceber que tudo muda de lugar,
menos você
Em três pontos cabem muitas coisas...
principalmente aquilo que nunca se acaba
Será que era de amor?
Ai meu amor como sinto a falta tua.
Sinto minha alma desfalecer dentro em mim pela falta de você.
Sem você meu destino é a inexistência.
Aguem disse certa vez:
“a poesia não pertence a quem escreve, mas sim a quem dela precise”.
Sendo assim tomo posse de uma parte da poesia de Djavan e te digo:
“tudo o Deus criou foi pensando em você...
E sem pensar em nada fez a minha vida e te deu.”
É justamente assim que me sinto.
Como se existisse somente para ser teu.
Sem isso ela perde o sentido e a razão.
O filosofo disse: “penso, logo existo”.
Parafraseando-o digo: amo-te, logo existo!
É como se minha existência estivesse condicionada a te amar.
E apavorado pela verdade aterradora
De que é essa minha real condição,
Entrego-te minha existência.
Anseio para que possas vir a entender
E corresponder tamanha devoção
Que de minha parte sem nenhuma opção ofereço-te.
Sim o que sinto é vazio.
Solidão gelada, densa e escura.
Em minha alma há furiosa tempestade, onde o norte se perdeu
Ai meu amor como sinto a falta tua.
Sinto minha alma desfalecer dentro em mim pela falta de você.
Sem você meu destino é a inexistência.
É como se minha existência estivesse condicionada a te amar.
E apavorado pela verdade aterradora
De que é essa minha real condição,
Entrego-te minha existência.
Ajoelhei-me e caí diante da realidade que vivia meu coração decepcionado...
Descia pela minha face uma lagrima de tristeza.
Minha voz ecoava como um violino desafinado.
Era o momento que eu temia, mas já havia me preparado!
Como um outro pode rouba-la de mim
É tão infinitamente incompleto
Julgar que minha mente se resume
Ao que se pode ver
Através da minha aparência física.
Sinto minha alma fatigada em esperar de ti
Alguma reciprocidade em relação ao que sinto.
Vejo-me como um miserável mendicante
A suplicar por um pouco de carinho de ti.
Por que tanta agonia ó minha alma?
Por que definhas e desfaleces
Trazendo-me tal desconforto e
Descompassando-me o coração?
Por que tanta agonia ó minha alma?
Por que definhas e desfaleces
Trazendo-me tal desconforto e
Descompassando-me o coração?
O que te envenena, diga-me?
Será que vês algo invisível a mim?
Ou pressentes de alguma forma imaterial
Algo do qual tentas avisar-me ou proteger?
Quem está causando esta agonia?
Serei eu?
Por que não sossegas e se deita
em um leito de paz e quietude?
O que te aflige ó existência minha?
Até o apetite me foge.
Alimento-me o suficiente pra manter vivo este corpo
Já que minha alma definha de tristeza.
Nem o alimento me é prazeroso como foi outrora.
Ó Deus ouve-me este lamurioso clamor e ajuda-me.
Tu que sondas o profundo do meu ser
E conhece-me melhor que eu próprio.
Socorre-me!
Dá-me remédio que revigore esta minha alma desfalecida,
Pois encontro-me entre a vida e a morte.
Vivifica-me a alma.
Veni creator
Veni ruah.
"Minha mente não será saciada por livros e fotos... Por mim mesmo tenho que adquirir cultura, prazeres e lembranças.
Tenho que andar nesse chão de terra batida, nadar em cachoeiras, sentir a liberdade e o cheiro do café coando...
Minha alma precisa de coisas novas, minha mente precisa se libertar, pois sou filho do mundo, criado numa babilônia de pedras e por estar cercado por desconhecidos e influenciado por ganância meu interior está como um prisioneiro, mas agora vejo que a PAZ que sempre procurei só irei encontrar andando, pois andando meu presente se torna passado e meu futuro é totalmente incerto. Se vierem novos amores só depende de mim para fazê-lo ser INESQUECIVEL.
Pois sempre serei um andarilho, serei sempre um apaixonado com a vida”
Já amou alguém? Sim, esbarrei com o homem da minha vida há algum tempo, mas ele me viu como realmente sou: imperfeita, e resolveu rodar o mundo em busca da perfeição que tanto lhe encanta. Passei anos sem encontrá-lo. Até outro dia, quando nos esbarramos em uma rede social qualquer. Pensei comigo, "Já deve ter encontrado uma boneca de porcelana por quem se apaixonar." E realmente era verdade, ele se apaixonou, mas ela era tão perfeita que o viu como ele realmente é: cheio de defeitos, como eu, e o largou.
O que passou pela minha cabeça? Pena! Assim como doeu amá-lo com suas imperfeições, mesmo sabendo que não me considerava boa o suficiente pra ele, deve ter sido excruciante encontrar a "perfeição" e perceber que ela não é capaz de amá-lo...
E quem disse que o Amor é brega?
- E, se for assim... Que minha vida seja de uma breguice incomparável.
Odeio quando sorrir, e não e por minha culpa
Odeio quando se irrita, e eu não tenho o poder de te acalmar
Odeio mas ainda quando diz que me ver como apenas seu amigo já que você sabe que desejo ser mais que um amigo
Odeio ainda quando ta feliz e eu não só o motivo da sua felicidade
Odeio não fazer parte da sua vida, já que a minha não existe sem você
odeio... não não sinceramente não consigo te odiar mas uma coisa que eu odeio de verdade
E não ter sido bom o bastante para você não me odiar.
Jamais te odiei, gosto de tudo em você, odeio somente por você não gosta de nada em mim.
Mas espero que sejas feliz seja com quem for, pois me odiaria para sempre se você não fosse já que comigo não foi possível
Felicidades pra você deixa o ódio para mim, já que essa palavra nunca vai combinar com você e em nada que faça
Apareceu a vida: Aparecida
Minha senhora,
velhinha Aparecida,
transpassara os tempos
e os relógios da matéria
não mais medem tua vida.
Senhora velhinha,
minha Aparecida,
durma em paz e te descansa
e vou cantar este poema
que te lembra em minha vida.
Minha velhinha,
senhora Aparecida,
te ofereço este poema
e melhor que feito em morte
é a homenagem feita em vida.
E sempre, sempre que eu quiser,
uma rima com a vida
faz-se eterna
minha senhora,
minha velhinha Aparecida.
Crueldade
A minha fragilidade,
da longa infância que
corriam com tanto sofrimento,
antes que o dia fosse menos
do tamanho de uma face.
Esta dor que incede o meu coração.
A crueldade rompeu no meio,
Amigo do diabo leva-me num,
lugar escuro onde ninguém,
possa encontrar-me.
Quero quero descansar, deixa-me
cair num sonho profundo,
estou neste mundo onde não,
consigo respirar tranquilamente.
Nasci num canto errado,num
canto de crueldade,
durmo sem saber, realmente
se estou a dormir.
A tristeza ocupou os meus pensamentos,
a vida deixou-me para o poço vazio,
cheio de pedradas.
Não tenho ninguém que me salve,
e que me faça esquecer.
Que vida triste, vida sem sentido,
sem razão de ser.
Vida que não sei viver,
mas vivo por castigo.
Desde o dia que eu nasci,
embora nem sei se estou a viver.
Nesta vida silenciosa,
não há sol que me aquece a alma.
Perde esperança e hoje em dia,
respira o sabor da amargura.
Quero voltar,já não me apetece viver
Amigo do diabo leva-me contigo,não me deixe sofrer mais.
Vila Velha
Oh minha bela Vila Velha
vila nova,terra bela.
Pôde ser nova ante bela
pois escolheu ser velha.
Desde os tempos da manivela
encantou caravela
És mais formosa dentre as vilas,
dentre as vilas que se vela.
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