Poesia os Dedos da minha Mao

Cerca de 120499 frases e pensamentos: Poesia os Dedos da minha Mao

Há dias queria te encontrar...
A saudade estava grande e
parecia não mais terminar
Eu te buscava em todos e
em cada lugar.
O que eu não sabia era que você
também sentia saudades.
Mas hoje o acaso me levou pra você
Sem combinado, e sem nada ensaiado
Pudemos nos encontrar.
Somente seus olhos e sua voz podem me acalmar.
Então não demores a voltar
Você sempre saberá onde me encontrar
Eu estarei aqui quando quiseres voltar.
Até breve...

Inserida por Diariodeumabaixinha

São seis horas da manhã, não tenho nada pra te dar,
Talvez uma ressaca breve e o desejar.
Então deita aqui na cama, fica mais de uma semana.
Veja um filme bom, enquanto eu toco violão.
Talvez a gente se ame ou a gente se engane,
Mas não deixe em vão, não sucumba à razão.

Inserida por letsti

Moço

Moço me desculpe se quebrei teu coração
Mas na verdade nunca tive a pretensão

Deixe -me em retratos quebrados
Só me esqueça sem saber pra onde vou
Prometo não deixar vestígios do passado
E nunca saberá quem hoje sou.

Dou-lhe a palavra que jamais virei
Onde quer que esteja eu desviarei
E do teu coração desaparecerei.

Agora moço, me diga sinceramente
É isso o que realmente
Vai querer?

Inserida por letsti

Sentei-me em um banco da praça já vazia. As pessoas em suas casas vivem as emoções de uma trama fictícia, sem cogitar as tramas reais.
Observo atentamente o movimento das nuvens no céu já escuro, a noite caiu e todos estavam ocupados demais para perceber. Só eu consigo ver?
O vento arrepia minha pele descoberta, chego à conclusão de que logo vai chover se não sentisse frio, talvez nem fosse perceber.
Os carros andam apressados de um lado para o outro, me pergunto se essas pessoas sabem para onde exatamente estão indo, ou aquele ato não passa de uma pequena circunstância da rotina e dessa vontade desenfreada de repetir a mesmíssima coisa do contexto social. Como deveria ser, corre tudo normal.
Afago o acento vazio ao meu lado, deveria haver alguém ali?
Aspiro o ar puro pela última vez, antes de cair nas previsões de que faria tudo outra vez. Levanto-me e retorno para a realidade, esperando que ao menos aquele segundo de lealdade, continue por alguns dias em meu coração.
Queria ter a coragem insana que faz os leigos acreditarem em uma felicidade nem tão feliz, porque sim, é preciso coragem para não sorrir.

Inserida por letsti

Queria ser.

Eu queria ser uma borboleta
E enfrentar os ventos sul e norte
Pousar numa flor de cor violeta
E beijar margaridas se tiver sorte.

Eu queria ser um gigante azul
E ter um brilho quente de acessório
De noite desfilar o cruzeiro-do-sul
E ver o rosto límpido ilusório.

Eu queria ser um peixe boi
E nadar nos mares gélidos do ártico
Pensar que o que passa já foi
E sorrir para quem parecer apático.

Inserida por letsti

Eu nunca sei quando as estórias acabam. Por isso sempre fico preso entre uma e outra, ou entre nenhuma e nenhuma outra; entre um recomeço sem fim e um fim sem término.

Talvez por ser mais espectador ou coadjuvante, do que protagonista da minha vida, tenha essa enfermidade de não dar conta de quando baixa o pano.

As luzes apagam, o público sai, os colegas limpam a maquiagem e eu continuo lá: com a fala na cabeça, o texto decorado, aguardando a deixa.

A deixa que nunca vem.

Sempre tive medo das coisas e das pessoas. Um pavor e uma falta de fé. Talvez por isso eu tenha criado minha própria companhia teatral, onde sou diretor; contra-regra; atores e público.

Enceno só para mim uma tragicomédia.

A realidade me faz tão mal e me deixa tão fraco que fico, no fundo do palco, muitas vezes, a sussurrar o texto a mim mesmo.

Às vezes não ouço.

Quase sempre não ouço, porque sussurro baixo e minha voz é trêmula...

O público não entende a peça, logo, não aplaude. Eu, furioso, demito a todos: ao autor; ao diretor; aos atores...

Expulso o público do teatro e ateio fogo a tudo.

E ali dentro fico eu, junto às cortinas e aos holofotes, incandescentes; queimando, queimando, queimando...

Inserida por mahmag

Sem saber da tua defesa,
Eu te julguei , Eu te condenei e Eu decidi a tua sentença! Ahhhhh...Como estou carente de Amor e de Senso de Justiça !!!

Inserida por ElisabethCarneiro

ONDE SOU FELIZ!
Atualizado: há mais de um ano
EU SOU FELIZ! Vivo uma vida maravilhosa, sim! uma vida que tem que ser vivida com muita alegria! Pois os milagres de Deus florescem aqui! Eu sou feliz! Porque sei quem sou! E de onde vim! Eu sei porque estou vivendo aqui! Eu quero ser o melhor que eu puder! Eu gosto de ver o milagre da vida florescer! gosto do cheiro da terra! do cheiro do mato! do azul do céu! do céu estrelado! da lua brilhante da madrugada! do canto das aves ao amanhecer! gosto desse canto! onde cada dia é um encanto! E da paz que reina nesse nosso recanto!

NINA OHASHI

Inserida por NINAOHASHI

ONDE SOU FELIZ!

EU SOU FELIZ!
Vivo uma vida maravilhosa, sim!
uma vida que tem que ser vivida com muita alegria!
Pois os milagres de Deus florescem aqui!
Eu sou feliz, Porque sei quem sou, E de onde vim, Eu sei porque estou vivendo aqui!
Eu quero ser o melhor que eu puder!
Eu gosto de ver o milagre da vida florescer, gosto do cheiro da terra, do cheiro do mato, do azul do céu, do céu estrelado, da lua brilhante da madrugada, do canto das aves ao amanhecer!
gosto desse canto, onde cada dia é um encanto!
E da paz que reina nesse nosso recanto!

NINA OHASHI

Inserida por NINAOHASHI

Afaste-se, do verbo não se apaixone.

Na inquietude de uma noite tórrida
Fico me policiando para não pensar em ti
As conclusões de uma mentira sórdida
Visto assim que até enfim não desmenti.

Eu sei que olhar vai arrancar pedaço
Sinto o tempo que ainda passa
E em cada vestígio de descompasso
Mais o coração devassa.

Eu queria saber onde desligar
O vagar de angústia e sentimentos
Agora não sei se muito servirá
Já és notícia para os pensamentos.

Inserida por letsti

Que não seja coveiro os meus pecados,
nem o tempo sem cor e sem medida,
se a vida não quer mais os meus dizeres
eu lhe furto o amor e os prazeres
e enterro com a pá de algum passado.

Que não seja escusável, todavia,
sua culpa tão grande que desprezo,
nem rezo que Deus, que tanto prezo,
perdoe sua audácia e perfídia .

Pois mesmo que acabe o meu pranto,
não ligo pro amor e pro encanto,
pois fez- se de amargo o veneno
nos lábios, tão rubros e pequenos,
que ainda despertam meu silêncio.

Dizer, isso tudo sempre eu quis,
já disse, contudo, não ouvis,
pois o canto que agora tanto quer
enegrece na noite que vier
as palavras jogadas a qualquer custo...

Inserida por dohrds

Hoje eu quero
me embriagar de noite
e esquecer
que o açoite
dos meus tormentos
é fruto da minha ilusão.

Mas não se pode
culpar de amor
bêbado um coração.

A incorrespondência
de alguns sentimentos,
que orbitam corpos diferentes,
machuca, fere e aprisiona
num mendigar sem valor.

Mas o que contravenha
aos meus costumes,
nem ligo.

Suspiro em silêncio
os meus algozes,
e terei sorte
se me faltar pudor.

Inserida por dohrds

Dentre muralhas montanhosas alguém faz pedidos aos deuses a unir duas nações em pé de guerra enquanto uma linda princesa dormia.
Ao acordar em plena madrugada depois de levitar sobre a face de um sonho. Victoria se enche de esperanças e logo pela manhã procura Debreth, um sábio intérprete de visão profunda.
-Do que se trata a ilustre visita de Victoria?
-Pergunta Debreth, já num aspecto de reflexão. Victoria então resolve contar as boas novas. Mas não sabia ela que o parecer de Debreth fora tão péssimo, tão enigmático quanto o seu próprio sonho. À ponto de ir a um encontro que sempre às escondidas com o seu amado, cujo nome Missim, o destemido soldado.
Às margens de um rio esta Missim colhendo flores para a sua amada, que desce do cavalo com a ajuda de seus braços fortes e se amam apaixonadamente como nunca.
Victoria diz a Missim o que havia então se passado e ao ouvi-la Missim aspira mais uma vez aos deuses. E os gritos de socorro já tiniam pelos campos.
Victoria morreu a caminho de casa e Missim flechado na batalha...

Uma vez você.
Outras vezes você.
Por tantas vezes eu fiquei.
Até onde os olhos podem ver ?
Eu te amava sem limites.
E a ainda te amo a cada despedida.
Por tantas vezes eu voltei.
Numa plena falta de amor.
Algo que não sei como descrever.
Uma porta se abre.
Foi quando disse adeus
E pra você nunca mais voltei.

Feito uma flor lançada ao mar que a onde levou, tão pálida estava quando uma linda sereia a encontrou e a pôs em seus cabelos.
Feito uma garrafa lançada ao mar que a onda levou, levou para o infinito meus versinhos de amor.

Assim e muito mais me sinto
quando distante de você.

Quando se brinca de ser criança, se sente jovial ao sorrir, a Inocência é um espetáculo a parte.
Estou muito a lhe esperar, enfeitei a cama o nosso lar, pus flores na varanda e no quintal, é fevereiro é quase carnaval. No rádio escuto uma canção que lembra você ho meu sertão, com aquele jeitinho dançarina de frevo, conquistou meu coração.
Nossa vida sempre foi uma peça, dentre uma cortina entre outros papéis, num verso detalhes da nossa paixão no jornal.
Personalidade de Inocência espero, à luz do luar palco do nosso amor. Sob tons clássicos das estrelas sua presença é face do céu em ópera de Beethoven.
O circo da vida era divertido, a Inocência veio a amadurecer e o palhaço nas calçadas a mendigar, sempre discordando com um anúncio na tv.

Que preciso para ser feliz
Liberdade sem fronteiras
Amor sem disciplinas
Me ensina a domar a fera
Ferida de espinhos

Por causa do bem que há em mim
o mal de mim se perdeu
Por causa do mal que não há em mim
o meu bem prevaleceu
Entre o bem e o mal ruínas
escombros do que florescia

Beija-flor quer beijar as flores, as mais intocáveis de todas. Brilham num jardim suspenso, deslumbram à luz do luar.
O céu é um jardim, a lua, o sol e as estrelas são flores, rosas de diversas essencias que o arco-íris rega da imensidão do horizonte.
Para fugir da concorrência que a natureza lhe propôs, o Beija-flor bate asas a procura de refúgio, um lar que seja tão doce quanto o néctar das flores. Mas quando dá por si, paira num deserto de espinhos.

Quando eu estou sozinho
O velho barreiro me acompanha
Com limão espremidinho, e torresmo frito na banha

Inserida por Vilia

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