Poesia os Dedos da minha Mao
História de um amor
Era uma vez um grande amor que não resistiu a razão, no coração dele não se sabe o que restou desse sentimento, no coração dela,marcas profundas,saudades, certezas e incertezas que horas alegram, horas entristece.
A verdade é que ela chora silenciosamente, escondido,passa horas relembrando os momentos que viveu.
Até hoje não se sabe desse amor, somente ela e ele, ninguém mais, nenhuma lembrança restou, nada... nada que se possa ver, pegar, guardar...
As lembranças estão dentro do coração, são marcas que o tempo não apaga jamais.
Insensatez
Despe da tua sensatez
veste do meu amor
derrama do teu prazer
sacia meus desejos
me enlouquece
deixa sua marca
travada na minha alma
para que eu possa te sentir
quando o tempo te levar
para distante de mim!!!
A sede do teu amor
consome-me em labaredas
solveja-me o corpo
aquece-me a alma
sacia meu desejo
entoa-me com carinho
e que pare o tempo
para que eternize
o momento mágico
em que somos
Adão e Eva no paraíso!
Sem palavras para expressar meu amor...
só uma vontade louca
de te amar agora
a noite toda
até o amanhecer...
E perdida nos seus beijos
no seu toque
ser sua
eternamente sua!!!
Saudades
Saudades de você
Saudades de nós dois
Das nossas aventuras
Dos nossos momentos
Saudades da sua voz
Do "eu te amo"
Do seu jeitinho discreto
De querer saber de mim
Estou com saudades
De amar você!!!
RETALHOS
Em pedaços se encontra
Feito colcha de retalhos
Uma parte faz que brinca
E nas outras ganha espaço
Canta, chora, sorri
Rima, pensa e trabalha
Nos retalhos se encontra
Em multitarefas ganha a vida
Toca, lida, pinta,cede
Cedo, de tarde e a noite
Medos loucos, risos frouxos
Pouco a pouco vão surgindo
Com ares delicados
Se fantasia, sonha e se alegra
De tristezas e vitórias
De derrotas, de avisos
Conta, chora, cisma
Chora, conta, canta e encanta
Chega a noite
Não se acalma
Continua a batalha
Cada parte do dia
Se resume em um sonho
Que não quer parar
Leva, parte e clama
Clama, vai e adormece
E assim...
Como colcha de retalhos
Mulher, mãe, esposa
Guerreira, profissional, vitoriosa
Cada retalho, uma história
Cada história, um sonho
Cada sonho, sua vida
Sua vida, presente de Deus.
Sempre sua...
Sou sua...
sempre sua!!!
Ainda que nossos corpos não se toquem
ainda que você se perca longe de mim
e eu não te encontre mais
ainda assim
em meus pensamentos
rasgo-te a roupa
e provo do teu amor
ainda que não sinta o seu gosto
eu posso sentir-te
dentro de mim
da forma que eu quiser
e então serás meu
e eu para sempre
SUA!!!!
Ahhh mas se a tristeza vem, a gente manda passar.
Ficar triste é inevitável, agora deixar ela fazer morada no nosso coração é burrice.
Quando falo no amor de Deus, eu falo do que sinto, do que vivo e da certeza que tenho.
Deus é tudo na minha vida.
FILOSOFIA D VIDA
"Meu destino eu moldei
Qualquer um pode moldar
Deixo o mundo meu rumar
Para onde eu quero ir
Dor passada me dói
E nem curto nostalgia
Eu só quero o que preciso
Pra viver meu dia a dia
Pra que reclamar de algo que não mereço
A minha razão é a fé que me guia
Nenhuma inveja me causa tropeço
Creio em Deus e na Virgem Maria
Encaro sem medo os problemas da vida
Não fico sentado de pernas pro ar
Não há contratempo sem uma saída
Pra quem leva a vida devagar
Que o supérfluo
Nunca nos falte
Básico para
Quem tem carestia
Não quero mais do que necessito
pra transmitir minha"
Amor I
Sinto por ti, amor sobre-humano,
Amor que estas palavras não descrevem
Amor de sentimento mais que profundo
Amor que o próprio Deus desconhece.
Sinto por ti, amor!
Amor cá de dentro...
Amor de loucura e sofrimento
Num campo de força intransponível.
É tão grande o meu amor, amor!
Que não admite o teu sofrimento
Amor que fala tão alto e sem orgulho
Que é incapaz de deixar-te sem alimento.
Sinto por ti, amor!
Amor acima do meu tormento
Acima da dor que o meu corpo recente
Sinto por ti, amor! Amor cá de dentro...
Amor II
Seu amor, amor!
É amor frágil
Amor possessivo
Amor pequeno demais.
Seu amor, amor!
Não é amor de luta
Amor consistente
É amor de pouca labuta.
Seu amor, amor!
É amor para as "Helenas"
Pessoas pequenas
Com pequenos dotes que lhes interessam.
Seu amor, amor!
É amor arranjado
Amor dependente
Amor de boteco.
Seu amor, amor!
É amor passageiro
Amor de agradecimentos
Não é amor das Marias
Meu amor, amor!
É amor que suplanta as suas baixas ideologias
Que perdoa a sua insignificância
É amor cá de dentro.
Para o seu futuro amor, amor!
Não serão os haveres aos quais pertence
Que superarão as suas dores
Sempre serei eu, que estarei aí dentro.
Silêncio perverso
Ações são acontecimentos naturais,
São as previsibilidades conforme as assimetrias
Que quando passados algum tempo
Tornam-se plausíveis.
Quando a fala articula argumentos
Extravasam-se inquietudes perturbadoras
Entra-se ao final em cooperação mental
Num entendimento consensual.
A voz deve dizer o que não se quer escutar
Ao anunciar muitos dissabores
Mas, pior é o mistério e inação,
Que prepara golpes aniquiladores.
Atormenta muito, o mundano silêncio,
Feito, integro por perversão,
Porque quem cala, consente a alguém imaginação,
E nessa calada, escuta-se golfadas de intenção.
Amor, é difícil apenas continuar sorrindo.
Temos medo do instante, medo de fazer um instante perdido...
E nos deixamos levar! Um dia sem amigo se fez ontem...
E continuamos caindo, e caindo em nós... Esquecendo todo resto, e não levando em conta que, a vida foi feita para amar, e sem o amor não samos nada!
Os sinos balançam
e reçoam suas badaladas
pelo horizonte.
Como a voz
que há muito tempo
proclama a "boa nova",
dissipa- se seu som
ao sabor do vento.
O dia nasceu
há pouco,
mas seu azul
amanheceu
vazio
e já se faz
cinzento.
O mar cessou
suas ondas,
e no silêncio
da aurora
faz sua prece
para acalmar
o tormento.
Ainda assim
a chuva pende
e desaba o céu
numa poça d'água.
Memórias.
Mesmo na tempestade,
as igrejas
arrebanham uma multidão
de fiéis.
Professam o credo.
Mas comungam
a hipócrisia.
Por isso,
por eles peço perdão,
pois
viver sob o sígno
da cruz
não é pregar
por aí
algumas minguas
palavras.
Pois,
Viver sob o sígno
da cruz
é deixar respalandecer
a luz
que ilumina
as pegadas
deixadas na escuridão.
Teatro e liberdade
Sob um céu azul
a vida segue...
As pessoas caminham sem pressa
pelas ruas...
As crianças brincam distraídas
nas praças.
O espetáculo começa
e as cortinas
se abrem.
E tudo é alegria,
e tudo é calmaria,
até que se revela
a verdadeira trapaça
e a hipocrisia
que se esconde nos sorrisos,
nos abraços,
Enfim, no passar
constante
dos nossos dias.
No sertão urbano
mais uma criança chora
de fome,
que já perdura
por uma semana.
A sociedade
segue indiferente.
Silêncio das
horas mais
agudas da noite.
A desigualdade
faz vítimas inocentes.
A periferia
alimenta
rostos sem formas,
gentes sem nome.
Mas outras crianças,
gulosas e
inconscientes
se empanturram
descontraidamente.
A alegria
burguesa
contrasta
com a tristeza
dos olhos cinzentos
e das bocas sem vozes
da vizinhança.
O choro desperta
o condomínio.
Nasceu mais um João
que ninguém esperava.
Mais um no meio
dessa multidão,
que calada,
ordinariamente
vive.
Mais um
sem esperança.
Crianças vendem bala no farol.
O garoto engomadinho
passa dentro do seu carro
e nem enxerga o sinal.
Seu pai na direção,
está atrasado
para mais uma reunião
da presidência.
Sua empresa,
fatura milhões.
Mas uns poucos trocados
para aquelas crianças carentes,
ele não pode dar.
E pensar
que esses poucos trocados
seria o próximo jantar
de uma família...
Esse bem e esse mal que sou eu
É melhor abir a janela do tempo
e tentar respirar um pouco de ar puro
antes que a poluição dos meus assuntos
consuma de vez os meus tormentos...
Mas para que fingir
todo esse conservadorismo?
Mas para que preferir um pseudo moralismo?
Saiba que o normalismo
não me convêm,
e nem contém
a medida certa de loucura
que me faz viver assim
como sou,
para mim tão bem...
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