Poesia os Dedos da minha Mao
Se fosse julgar o mundo começando pela família, eu poderia afirmar:
Alegria das mães em relação ao lar, é chegar e não ter louça pra lavar, já os pais é chegar torcendo para não tem ninguém de fora pra encher o saco.
A maioria das pessoas demonstram ter uma felicidade plena e absoluta.
Muitas pessoas compartilham em redes sociais mensagens de superação e conquista. Poxa, estou começando a sentir inveja e acreditando que sou um dos fracassados.
Tenho sido um fraco, pouco tenho daquilo que almejo ter, até acho que muito quero e que pouco me contento, será que minha insatisfação não tem limites?
Será eu o problema da minha tragédia e do meu pessimismo?
Será eu a força negativa da minha felicidade e otimismo?
Sou tão fracassado que sinto inveja, e isso me parece decadente e contra minha moral.
Sinto saudade do futuro, que de certo nem o conheço!
Sinto falta daquilo que ainda não tive, pois sou condenado a querer ter. E minha prisão é perpétua. Essa é minha liberdade!
Arco-íris
O vento me toca, diz que vai chover.
A brisa se choca, medo de se perder.
Os pássaros correm, fogem pra não molhar.
A gente se espanta, a pressa faz não olhar.
A chuva nos tranca faz franca buscar abrigo
O cabelo molha e agora: “Se alguém me ver?”
A gente destranca, percebe não ter perigo.
Se molha e implora, dilúvio acontecer.
O sol vem surgindo, quase que deprimido.
A chuva estanca e ao vento os algodões.
As gotas e os raios trazem o colorido
Aplausos ao “íris” e suas emoções.
Sentei-me no cordão e fiquei a observar as flores
Vez ou outra uma abelha vinha buscar um pouco de doce
De repente uma moça arranca uma flor
Bem me quer, mau me quer e ela logo está no chão.
As pessoas pisam em suas pétalas sem nem notar
Sequer percebem a beleza que está sob seus pés
Elas ficam tão mais bonitas sem serem arrancadas. – Pensei.
Caminhei até uma floricultura
Observei os apaixonados presenteando suas amadas
Margaridas, rosas, violetas...
Um dia elas murcharão e as pessoas sequer lembrarão
Mas talvez se alguém as plantasse em um quintal qualquer
Deixasse num canto para embelezar
Pra que eu parasse pra fotografar
Um dia ela sairia em uma revista
Milhões de pessoas se emocionariam.
Observei a floricultura uma última vez
Caminhei a largos passos e pensei:
Seriam tão mais bonitas se não fossem arrancadas!
Eu conto piadas se quiser sorrir
Eu viro abrigo se a chuva cair
Eu molho os cabelos se quiser correr
E vivo contigo se quiser viver...
Eu planto uma árvore se quiser maçãs
Eu seguro o sol se quiser manhãs
Escrevo uma música se quiser dançar
Eu arrumo asas se quiser voar.
Não me solta, fica aqui comigo, já te fiz de abrigo pro meu coração.
Não tem volta, tá aí o perigo, não sei se consigo perder tua paixão.
Eu te vejo, descendo a ladeira, saindo do banco que a gente sentou.
E me esqueço de olhar as estrelas pra te ver partindo pra onde ficou.
Me seguro nas flores inteiras e nas brincadeiras que a gente brincou
Me desabo na poça d’água, na foto rasgada que a gente tirou.
Só te peço, fica aqui comigo, pelo infinito ou até o fim.
Ou por pena, pra me ver serena, para me acalmar, fica perto de mim.
Não me esquece na tua penteadeira junto da revista que a gente posou
Me aquece naquela geleira que a solidão me transformou.
Não me solta, fica aqui comigo, já te fiz de abrigo pro meu coração.
Senta, calma, eu vou contar uma história.
São flashes falhos que se estancam na memória
Uma menina que transbordava amor
E um amor que respirava solidão.
Um dia ambos se esbarraram no caminho
Devagarinho, os flagras de uma paixão.
Moraram juntos numa velha quitinete
Encontrada num jornal como manchete
Fruto de liquidação.
Viveram dias no torpor do paraíso
Nas madrugadas se livraram do juízo.
De transbordar o amor foi se evaporando
E os dois pararam de tentar se confortar
Um dia ela sussurrou considerando:
“Se a gente separa, com quem a arara, vai ficar?”
Então soltaram a arara aos quatro ventos
Se separaram e tornaram a caminhar.
E caminhando novamente sob a lua
Um esbarrão na chuva que molhara a rua
Foi transbordando novamente o coração
Daquela gente que vivia de paixão
Destranca a tranca que tranca teu peito
Dá um jeito de se reorientar
Admita que nada é perfeito
E depois de tudo feito, comece a gargalhar.
Gargalhe pro tempo, pro vento e pra quem quiser mudar
O teu jeito de se apaixonar.
Pela vida, pela rua, pela chuva,
Pela gente que de repente vem urgente
Aqueles olhos que transpassam o instigante
Do faz de conta que se entende por viver.
A gente corre apressado pelo vento
E se esquece de olhar todo o passar
Passar de tempo, de rostos, de apresso.
A mudança de endereço, que isso tudo vai gerar.
Então, destranca a tranca e encosta.
Daqui a pouco a hora certa vai chegar.
Em determinado momento o Rei Davi pendurou a funda. Têm gente pendurando as botas, outros pendurando as chuteiras.
- Será que eu posso pendurar minhas legítimas havaianas?
Você esta bem?
- Ah! Sei lá...
Você quer comer algo?
- Ah! Sei lá...
Você quer conversar?
- Ah! Sei lá...
AQUI! TIRA O TUBO QUE EU QUERO MORRER!!!! Caraca Meu...
Você chega pálido e fala para seu amigo: Cara! Acabei de presenciar um acidente horrível!!! E ele te diz:
- Ah! Você ta falando sério???
Não! Eu passei pó de arroz na cara para parecer real...
PELAMORDEDEUS!!!
Quando dia 18 anos pensei: Acho que vou morrer antes dos 25.
Depois tive que alterar o prazo. Antes dos 35, então? Novamente tive que rever a estimativa. Vai ser antes dos 45!
Pô! Parei com esse distúrbio neurótico; CHEGA!!! Mas, aos 55 não chego não. Rs rs rs.
Muitas vezes criamos nossos desertos,plantamos a semente errada e esperamos colher flores, nem sempre somos bom moço, boa moça, temos nossas fraquezas...
Brigamos com outras pessoas enquanto na verdade, deveríamos brigar com nosso maior inimigo- nosso ser interior- nós mesmos.Mas não é fácil reconhecer o erro, voltar atrás,recomeçar, trocar o caminho...
É preciso construir o nosso "eu," reconhecer- ser, respeitar-se, nada de querer ser o (a) dono, (a) da verdade absoluta, pois não existe a verdade absoluta, tudo é passageiro, mas deixa marcas profundas em nosso ser, é preciso cuidado consigo e com o outro, afinal somos todos inclassificaveis. Não podemos jamais esquecer de nossos valores, eles precisam ser preservados.
Gente tem que ser gente...
Gente que espalha gentileza, solidariedade, se compadece, ama...
Gente que vive, constrói valores, amizades...
Gente que se reconhece, se respeita, se valoriza...
É gente assim que eu quero ter comigo!
Gente que eu posso chamar de amigo(a).
Simples assim!
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Eis o ensinamento do Mestre Jesus.
Impossível amar ao próximo sem amar a si mesmo, quem não sente amor próprio não sabe amar outra a pessoa, vive a reclamar, sentir -se inferior, incapaz,julga, condena e se culpa e culpa o outro.
O amor sublime por si, é livre de egoísmo, não se humilha, não se culpa, não se submete as facetas do ego.
Amar é um ato de entrega, de doação, de transparência, é se aceitar para aceitar o outro como ele é,sem disfarces, completamente desprendido de sentimentos que esvaziam a alma.
Deus espera que nosso coração esteja aberto e livre de mágoas, rancores, falta de perdão, egoísmo, ambição doentia...
Os milagres de Deus acontecem quando nos permitimos viver os planos de Deus para nós.
Quando nos despimos da nossa arrogância e nos rendemos ao Senhor da glória.
Sou mulher valente, não desisto de acreditar na força do amor que move o mundo,sou silêncio, luz,encanto e ternura, tem dias que sou tempestade, meu silêncio é o grito da alma que desperta a minha consciência.
Assim sou eu, mulher de fé, não temo mal nenhum, Deus esta acima de todas as coisas, por isso eu vivo o plano mais lindo que Deus traçou para mim.
LOUCO APAIXONADO
Você me conquistou
com o silêncio das suas
palavras, com fulgurante dos
seus olhos, com apenas um
pedaço do seu sorriso...
Me conquistou numa
linguagem "silenciosa"
agora sou um louco apaixonado.
Louco pelos seu beijos
seus abraços inergéticos
louco por certos desejos
E pelo seu amor franético.
Louco de loucura,
loucura sem cura
louco com postura
e com um feto de
paixão madura.
Gritarei nas ruas, nas
praças públicas,
no portão das cidades
gritarei com todas as forças
dos meus pulmões.
Até parecendo um drogado,
mas direi a toda gente que sou
apenas um louco apaixonado.
Emanuel da gama.
O QUE FAZER?
QUANDO a dor de ter perdido um
amor no passado reflecte-se
no presente
QUANDO o beijo perde o seu
sabor
QUANDO a alma esfria e
coração fica desnebriado
de amor
QUANDO o caminho que
percursamos para
açambarcarmos os nossos
objectivos está revestido de
mentes desumanas com os
corpos cingidos de impureza
olhares incrédulos e línguas
falsas
QUANDO descobrimos que
os sonhos e desejos
maravilhosos adornados
de forma exagereda
pelo programa utópico
da nossa consciência,
não é a mesma coisa
que a realidade
QUANDO não se ouve a voz
dos humildes
QUANDO os pobres têm o
"silêncio" como a única
arma para sobrivivência
ao invés do "pão"
QUANDO são guiados pelo
espírito do "silêncio"
compulsivo, ao invés
do espírito revolução
espírito da não aceitação
da gerência
gorvernamental
QUANDO o pobre descarrega
a vontade acoplada
de gritar, contestar,
reivindicar,
mudar determinadas
situações, ser reconhecido
como "pessoa", no brotar
de uma lágrima salgada
QUANDO até as paredes
depois de construidas
clamam pela ausência
de tintas
QUANDO até os insectos
sentem o calor da pobreza
O QUE FAZER...? QUANDO já
não há nada a fazer...
QUANDO o "fazer" já não se
faz sentido...
QUANDO não fazemos por
intermédio do medo de morrer
EU poderei desfazer o feito
e seguir o rumo dos
grandes poetas e arquictetos.
Emanuel da gama.
Muitas vezes dia bom, é aquele ensolarado com calor de 39 graus.
Muitas vezes dia bom, é aquele chuvoso e com aquele
friozinho gostoso.
Para todos dois, existem ótimas opções prazerosas...
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