Poesia Morena Flor de Morais

Cerca de 113014 frases e pensamentos: Poesia Morena Flor de Morais

⁠Angela, meus versos

Morena bonita
Quem aguenta o tanto que agita
Manda em tudo, se precisar, apita
O jogo, a ordem do dia, ordena
Anda por rodas, fogueiras, rezos e danças

- De onde surgiu, me perguntam
- Quem te seguiu, quem te formou?

Escreve para ser lida, não esquecida
Por janelas azuis, às vezes cinza
Se espelha sua alma, minha alma

Eu estou aqui nestes versos
Que gostaria de ter recebido,
Mas não fico sem homenagem
Eu mesma me dedico esta mensagem

Inserida por Angelamafram

Os beijos daquela morena eram simplesmente envolventes.

Quando a boca dela tocava a minha, era como se todo o restante do mundo desaparecesse.

Era uma sensação única, quente e excitante que me consumia de uma forma totalmente alucinante.

Mas não era somente a sua boca que me fascinava. O calor do corpo dela era inebriante. Cada toque, cada roçar de pele era uma explosão de sensações que me hipnotizava.

Quando estávamos juntos, eu me sentia abraçado por um fogo intenso e intenso, que só a sua presença poderia me proporcionar.

Era impossível não se entregar àquele magnetismo, àquela força irresistível que a morena emanava.

Tudo nela parecia tão perfeito, tão delicado e selvagem ao mesmo tempo.

Seus cabelos ruivos caíam sobre a pele morena, realçando ainda mais a sua beleza natural.

E quando a morena se movimentava, o mundo parecia girar em torno dela.

Ela era o sol, o norte, o tudo. E eu, seu orbitador fiel, sem pensar em nada além de ficar ainda mais próximo, ainda mais embriagado pela sensação única que seus beijos envolventes e o calor do seu corpo me proporcionavam.⁠

Inserida por PauloDamasio


A sua pele.



A sua pele morena
Mulher me deixa doidão
Não sei se é amor
Ou uma louca paixão.

Inserida por COMPOSITOR

⁠SEM RESPOSTA

Te salvo, princesa morena,
Aquela dos olhos tristes,
Diz-me, porque resistes
À minha triste novena?

Nove dias sem te ver...
Ou vens ter comigo
Aos quereres
Dos nossos apeteceres
Fatais,
Ou então já eu te digo:
Não acreditarei jamais
Nos infiéis juramentos
E no feitiço do teu olhar,
Nos cheiros de embriagar
Dos perfumes de enfeitiçar,
Que me trazem sofrimentos.
Não respondes?
Oh, não precisas de o fazer...
Basta-te só compreender
Que mais esse teu açoite
Não evita que o meu dia
Mesmo sem o teu querer,
Já começa à meia-noite,
Na luz que a lua irradia.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 17-02-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Morena que Paralisa

Cabelos pretos e lisos forjados na chapinha;
Olhos esverdeados e bem desenhados com um toque oriental;
Nariz tão perfeito quanto os de uma princesa de desenhos animados;
Boca carnuda com traços perfeitos, feitos sem cópias apenas para sensualizar o seu belo rosto;
Uma imagem esculpida por Deus e dada de presente a natureza, pronta para ser apreciada e recebida de joelhos pelos frágeis mortais.

Inserida por Ricardossouza

E aí o príncipe virou sapo e a princesa,chorou, chorou, depois em um breve silêncio, tirou ele da história...... E sorriu...

Lhe ficava bem melhor o sorriso!

E ela viu que o mundo real é bem mais mágico do que se pensava,nele os sonhos são palpáveis, têm cheiro,gosto,cor,se pode caminhar de mãos dadas olhar nos olhos, beijar na boca

Sonhar é bom mais viver é melhor!

Poesia De Tecla

Entre Cicatrizes e Flores
Entre cicatrizes e flores a vida seguiu seus rumores nem dor foi embora mas cada pétala agora é memória não fere mais é força que o tempo traz florescer depois da queda é o milagre que a alma herda

Sonho de Voar
Carrego asas no pensamento
mesmo preso, sigo o vento
no peito, um céu a chamar
ninguém pode me impedir de sonhar

Medo de lembrar porque a memória não avisa ela chega traz seu nome seu riso o que fomos lembrar é abrir o que tentei fechar
porque algumas lembranças não querem ser lembradas querem ser sentindas

Coração Acelerado
Basta um olhar teu passar e o peito começa a gritar sem toque sem aviso você já é meu paraíso

Começo a chorar,
a saudade está me matando.
Não sei o que fazer
pra você me perdoar.
Você se foi,
me perdi…
e não sei como continuar

Menina borboleta
nunca percebeu
que o jardim morava dentro
carregava primavera nos olhos
vento nos cabelos
e um silêncio cheio de cor
aprendeu que crescer
não é deixar pétalas pelo chão
é criar asas
mesmo com medo
menina borboleta
abrindo o mundo devagar
sem pressa
só luz

O Amanhã ainda vive
Se hoje pesa respira o amanhã ainda vive há sonhos que demoram mas não morrem Há caminhos que se escondem só para te ensinar a confiar⁠

o Beijo que você me roubou
Não foi da boca foi do que eu guardava desde então carrego teu gosto na parte de mim que nunca mais voltou ⁠

⁠as estrelas contam histórias
que a noite guarda em silêncio


cada brilho distante
é um segredo antigo
viajando pelo céu


há sonhos perdidos
morando entre constelações
há amores que o tempo não levou


quem olha para o céu
não vê apenas luz


vê lembranças
que aprenderam a brilhar ✨

toque de mágica

às vezes a vida muda
não com barulho
mas com um pequeno gesto

um olhar que encontra o nosso
uma palavra que chega na hora certa

e de repente
o peso vira leveza

como se o mundo
tivesse encostado na alma
com um toque de mágica ✨

Volta pra cá
Eu sei que errei, as palavras doream. O silêncio cresceu mais a amizade não morreu. Volta pra cá, sem medo, sem pressa Quero teu risos de volta, e te dá meu ombro outra vez.⁠

A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.

Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.

Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.

A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.

Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.

Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.

Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.

Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.

O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.

Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.

nunca ter estado num lugar não é nunca lá ter ido
...
nunca ter estado é nunca ter sentido
...
sem ter estado há o sentido mais sentido
...
ainda mais sentido é o sentido de nunca ter estado tendo estado
...
é estar-se sentido
...
sentir-se estar-se
...
des-sentido
...

Inserida por O_Carpinteiro

Nós, os poetas, olhamos para as palavras como se nelas não se pudesse conter a essência das coisas, depois, limitamos a vida ao significado do verbo que não
pronunciamos, no segredo desvelado, rebelamos a alma que não se orienta na pedra filosofal do entendimento, nós os poetas olhamos para o poema como se ele não existisse e por isso tornamo-lo absoluto, o que há de sublime no sentido é o que não percebemos, nós, os poetas não falamos com Deus porque já nascemos no eterno, o que de nossa ãnima permanece é o símbolo do corpo, um caráter, um som, uma aliteração e mais qualquer coisa que não comunicamos com a poesia, nós, os poetas, sentimos o desconhecido como se já o compreendêssemos, pois temos a alma sem um conceito, somos vagas nebulosas, rastos estrelares, poeiras cósmicas, em nosso poetar.

Inserida por O_Carpinteiro