Poesia Livro
Ler um livro não é apenas ver o que nele contém, é mergulhar na fantasia do conto, é se casar com personagens, além disso tudo, é ter o poder de transformar os rabiscos de uma página em palavras no coração.
Em um país desnutrido de VALORES, famulento de CULTURA e inanimado de esperança, LIVRO deveria ser refeição principal na MERENDA escolar e ALIMENTO indispensável da CESTA básica.
Uma vez tentei escrever um livro que continha páginas em branco. Mas infelizmente as minhas palavras foram marcadas sozinhas pelo tempo, sem nenhuma resposta. Assim como eu me senti só, as minhas palavras se perderam. Enquanto vcs vivem no futuro, eu fui deixado no passado. As folhas caem 🍃, vc fecha o livro e diz a deus...
Se você pode escolher quais regras seguir de um livro de regras, você não precisa de um livro de regras.
Hoje, novamente abro o livro de minha vida, a página seguinte está em branco, com a caneta de minhas ações, descrevo letra por letra a minha existência, futuramente este livro será lançado nas livrarias de cada um que fez parte desta linda história.
Se julgares um livro pela capa não conhecerá seu conteúdo, lembre-se da bíblia que a capa é simples, mas com conteúdos extraordinários, assim é uma pessoa, o que ela transmite em primeira impressão não é a essência de um grandioso universo que habita dentro dela!
“....o livro tonifica o gramado de aprender, reviça turnê do planeta e emenda banca de conhecimento que abrilhante a existência ‘denti casa’, agora.”
A Bíblia é o livro por excelência. Suas informações ultrapassam os limites do tempo. Ela revela o amanhã eterno.
Empatia não significa sorrir para todos, falar demais ou ser um livro aberto, sem timidez. Empatia não é medida em likes, comentários ou reações simbólicas. Empatia está em desuso. Se não te cabe a dor do outro, não julgue-o, se acredita que teu sofrimento sempre será pior, vitimado pelo coitadismo, não estenda seu amparo, pois de boas intenções o inferno está cheio. De hipócritas já bastam-se, e convenhamos a empatia é uma virtude dos altruístas.
Toda vez que eu leio um livro, eu costumo deixa-lo aberto na última página que li, não por preguiça de fecha-lo, mas para lembrar-me de onde eu parei, a última frase que li e por onde eu devo continuar. Assim deveríamos ser; sempre abertos. Abertos a ouvir outras perspectivas de vidas, dos caminhos que cada um levou a chegar até onde. Atentos ao que é dito e que muitas vezes deixamos passar. Aberto a novos desafios, às lições que nos ensinam, nos inspiram e nos motivam a continuar de onde paramos.
Vivemos em um mundo onde trocamos a educação pela televisão, e o livro pelo celular. O resultado é uma valorização da ignorância, e um desprezo do conhecimento.
A vida é um livro aberto, você pode escolher o capitulo mais interessante, porém é preciso ler todos os capítulos para entender a história. Então, não pule nenhum capitulo do livro.
Quando a noite da lugar ao dia, uma página do livro da sua história foi virada, lembre-se, você é o principal autor, pense bem no que vai escrever, pois teu livro tem muitos personagens, principalmente os da sua família!!!
"Todo livro que você lê foi um dia uma vaga idéia na cabeça do autor, depois um longo trabalho de construção, destruição e reconstrução até consolidar-se em obra pronta, depois uma carreira editorial seguida de longos debates entre leitores, críticos e escritores em geral, até formar uma certa imagem relativamente estável na constelação dos fenômenos culturais e multiplicar-se em reedições e traduções."
Acredito que sempre é possível aprender algo novo lendo um livro, assistindo um filme, escutando uma música ou conhecendo pessoas.
«A obra - O Escutismo - de Jacques Sevin, este livro é "altamente perigoso", uma espécie de espada de dois gumes: uma fonte de bênção para quem quer viver o Escutismo à maneira de Jesus Cristo - para quem deseja um escutismo autenticamente católico - e, por outro lado, "uma pedra de tropeço" para quem não tiver altos ideais na procura da realização da vontade de Deus, para quem procura viver o Escutismo católico à sua medida, segundo os seus critérios, assentes no relativismo do nosso tempo...»
Eu sei, nós sabemos que é um livro saturado de cuidado, carregado de carinho, eu sei que a duplicidade não se restringe a nós, que o livro é duplo em cada linha.
Cada um carrega um livro dentro de si, alguns abertos, outros fechados. As lembranças, os segredos do passado, o presente e o futuro que se chocam como pequenas letras de um completo e complexo poema. Uma vida inteira é o conjunto de vários momentos.
Parece que o famoso escritor do livro da vida cansou. Talvez ele, ou ela, esteja vivendo num eterno bloqueio criativo.
