Poesia Livro
Acho que já posso escrever um livro sobre você. Um simples “oiii” mudou tudo: meus pensamentos, meus caminhos e até o jeito de sentir. Em apenas sete dias, você atravessou estados, derrubou barreiras e fez meu coração bater como se já te conhecesse há vidas. Ainda não sei seu cheiro nem o gosto dos seus beijos, mas sei que é você quem mora nos meus pensamentos. Goiânia nunca pareceu tão perto de Minas Gerais.
Diluculum é um livro que envolve ciência, neurociência, psicologia, espiritualidade e Cabala. É uma cartografia do amanhecer: um percurso que desce às dobras do inconsciente e sobe pela Árvore da Vida até o corpo desperto. É autodesenvolvimento — não autoajuda. Entre ensaio e rito, a linguagem gira em espirais para tocar uma verdade anterior à lembrança. O Eu surge como santuário, o tempo como espelho, a alma como código.
O livro de autoajuda é uma dopamina. Não ajuda o leitor, mas ajuda o autor. O leitor que acha que ele ajuda ainda não acordou.
Você surgiu em minha vida como um livro, a capa me encantou e às páginas deram vida aos meus sonhos.
As pessoas abrem um jornal, vão ao cinema, ligam a tevê ou compram um livro para se entreter, no sentido mais ligeiro da palavra, não para martirizar o cérebro com preocupações, problemas, dúvidas.
O meio mais seguro para não possuir nenhum pensamento próprio é pegar um livro nas mãos a cada minuto livre.
O efeito que um livro exerce sobre nós só é real se experimentamos o desejo de imitar sua intriga, de matar se o herói mata, de estar ciumento se está ciumento, de estar doente ou moribundo se ele sofre ou se morre.
O ontem é página virada! E como num bom livro que não se vive uma mesma história duas vezes, na vida devemos olhar sempre adiante. Pois olhando para trás o mínimo que pode nos acontecer é tropeçarmos.
Você não é apenas o melhor capítulo do meu livro; você é a razão pela qual eu decidi continuar escrevendo.
O olhar de uma mulher é um livro aberto para quem sabe ler: ele transborda a luz da maior felicidade, mas também sussurra, no silêncio, os pedidos de socorro que a boca não tem coragem de dizer.
Amar você foi o capítulo mais bonito do meu livro, mas entendi que, para a história continuar, eu precisava virar a página — mesmo que o ponto final não tenha sido escrito por mim.
Se a vida é um livro de escolhas, amar você foi o parágrafo que deu sentido a toda a minha história. O melhor erro, a maior sorte.
Amar você foi o capítulo mais bonito do meu livro, mesmo sabendo que a página virou e a autora decidiu encerrar a nossa história ali.
Amar você foi como ler um livro sabendo o final, mas torcendo a cada página para que o autor tivesse mudado de ideia.
Os pensamentos traduzidos em palavras impressas em um bom livro, é como um dialogo bem elaborado com uma grande mente, é uma escada que te eleva a outro mundo, é uma viagem a outra realidade, é uma conversa com alguém que bebeu diretamente na fonte do mundo.
O sujeito nunca escreveu um livro, nunca resolveu uma equação que não viesse com gabarito, jamais fez uma descoberta filosófica ou científica digna de nota, não produziu uma obra artística sequer, mas anda por aí pavoneando o resultado de um teste de QI como se fosse um prêmio Nobel emoldurado. É o triunfo do potencial não realizado elevado à categoria de identidade: zero obras, zero feitos, zero contribuições, mas um número decorado para compensar o vazio. Um gênio em estado puramente imaginário, cuja maior realização foi preencher um formulário online e sair se sentindo um titã do pensamento.
A imoralidade começa quando um fanático declara que um livro escrito por humanos é a palavra divina!
"O afeto que não se traduz em presença é como um livro de páginas brancas: tem título, mas falta história."
Procurar sinais no céu é como tentar ler um livro a quilômetros de distância, enquanto o autor está sussurrando no seu ouvido. O Criador não se manifesta apenas no que é vasto, mas no que é íntimo.
A passagem do livro de Eclesiástico, capítulo 3, nos ensina sobre a importância do tempo, ressaltando que há um momento oportuno para plantar e um momento adequado para colher. Contudo, a colheita que aguardamos está intrinsicamente ligada ao que temos semeado ao longo de nossas vidas. Muitas vezes, dedicamos anos almejando a felicidade, enquanto semeamos sentimentos negativos como ódio, intriga e inveja, mas desejamos colher amor. Portanto, reflita: que tipo de semeadura você tem realizado ao longo dos seus dias?
