Poesia Infantil sobre Amizade
"O choro infantil deu lugar ao uivo de quem sobreviveu aos invernos da vida. As bofetadas do destino não me derrubaram; apenas moldaram a força que carrego no olhar. Sou o fênix que renasce e a fera que protege o próprio destino. Sou Mulher, mas minha essência atende pelo nome de Loba."
-------- Eliana Angel Wolf
“Antes de ser sintoma, o comportamento infantil é uma linguagem.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A clínica infantil começa quando o adulto deixa de perguntar apenas ‘o que ela tem?’ e começa a perguntar ‘como ela vive o mundo?’”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nem todo silêncio infantil é timidez; algumas vezes, é defesa diante de um mundo sentido como excessivo.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O sintoma infantil pode ser uma tentativa extrema de organização diante de uma dor sem palavra.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O divã infantil não existe para encaixar a criança em uma norma, mas para abrir espaço àquilo que nela ainda busca linguagem.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A infância não pede pressa; pede presença.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Poesia Infantil – “História na Hora da Soneca”
A professora conta baixinho,
com voz de nuvem no ar.
O Bento fecha os olhinhos,
pronto pra imaginar.
No tapetinho macio,
o mundo inteiro aparece:
tem estrela, tem passarinho,
tem sonho que nunca esquece.
Cada palavra é um abraço,
cada rima, um afago no chão.
E o Bento, guardião de sonhos,
ouve tudo de coração.
A paixão pela Pedagogia e pelo universo da Educação Infantil foi a semente que deu origem ao projeto Gotinhas de Amor: Onde a Magia Acontece.... Mais do que uma coletânea de histórias, este livro é a celebração do meu fascínio pela forma como as crianças, diariamente, transformam o simples em extraordinário.
Cada um dos 14 contos aqui reunidos—desde a curiosidade de João em A Descoberta no Bosque até a superação de Roberta em seu Voo Mágico—surgiu da observação atenta do cotidiano na creche. Eles são a prova de que a empatia, o desenvolvimento emocional e a aprendizagem se constroem na intersecção entre a vida real e a fantasia.
Este volume, com lançamento previsto a partir de Março de 2026 pela Editora Frutificando “Projeto Professor”, é apenas o nascimento de uma jornada maior. A visão é que Gotinhas de Amor se torne uma Coleção de Contos Individuais dedicada a explorar a fundo a experiência de cada criança e a sabedoria de cada educador. Se tudo caminhar como o planejado, a Coleção dará continuidade à saga, introduzindo novos personagens e explorando as diversas facetas da primeira infância.
A Educação Infantil é esse lugar onde a vida começa a contar suas primeiras histórias.
É onde cada gesto vira descoberta, cada olhar vira aprendizado e cada criança encontra um espaço para ser exatamente quem é.
EDUCAÇÃO INFANTIL: ONDE O
VÍNCULO COMEÇA E O CUIDAR FAZ A DIFERENÇA
A Educação Infantil é o primeiro espaço social fora da família onde a criança aprende a confiar, a se sentir protegida e a criar vínculos. É na creche que muitos pequenos têm, pela primeira vez, uma rotina, um prato de comida, um colo atento e um olhar que observa além do comportamento.
Ser educador na Educação Infantil é assumir uma responsabilidade que vai muito além do ensinar letras, cores ou números. É cuidar do desenvolvimento emocional, físico e social da criança, garantindo seu bem-estar e sua dignidade. Uma creche comprometida é aquela que observa, escuta e age. Que se preocupa não apenas com o que a criança aprende, mas com como ela vive.
Um Relato de Proteção
UM RELATO REAL (NOME FICTÍCIO
Certa vez, acompanhamos a história de uma mãe em situação de vulnerabilidade, cujos cinco filhos estavam matriculados na creche. As crianças viviam em condição de rua e a equipe, atenta, acionou o Conselho Tutelar e a assistência social, conseguindo um abrigo para protegê-los.
Observamos que, na hora da soneca, eles não tinham seus próprios lençóis ou cobertas. A direção providenciou kits de soneca, mas a mãe muitas vezes sumia com eles. O ponto crítico foi em uma sexta-feira: vi a família no ônibus indo em direção à balsa do Guarujá, caminho oposto ao abrigo. Na segunda, a pequena Clarissa (nome fictício) confirmou que passaram o fim de semana em um ambiente de risco. O Conselho foi novamente comunicado. Nossa missão é essa: cuidar, observar e agir para reescrever histórias.
“A creche não é depósito.
É base.
E base precisa de sustentação.
Gotinhas de Amor que Relatam
O que significa a Educação Infantil para você?
Se me perguntassem hoje qual é a verdadeira missão da Educação Infantil, eu responderia sem hesitar: acolher para transformar. Mais do que preparar a criança para os livros do futuro, a primeira infância é o momento de semear a base de quem ela será para o mundo.
Na minha caminhada como educadora, aprendi que antes das letras e dos números, a criança precisa aprender três pilares fundamentais:
• Empatia – para aprender a olhar o outro com afeto.
• Respeito – para compreender e acolher as diferenças de forma natural.
• Autonomia – para descobrir que suas pequenas mãos e passos têm força e valor.
E como ensinamos tudo isso para os pequenos? A resposta é simples e mágica: através do brincar.
Para mim, a Educação Infantil vem do brincar. O brincar não é um passatempo ou uma distração; é a linguagem universal da infância. É na brincadeira, no faz de conta, no chão da sala e na roda de histórias que a criança experimenta o mundo, resolve conflitos, elabora suas emoções e aprende a conviver.
Através do brincar, nós podemos ensinar tudo. Podemos falar de limites, de sentimentos, de regras e, acima de tudo, de amor. É no lúdico que a mágica acontece.
Sejam muito bem-vindos ao meu blog! Aqui, vamos conversar sobre uma educação afetuosa, inclusiva e viva. Porque o futuro brilha mais bonito no sorriso de quem aprende brincando.
Com carinho,
Rosana Figueira | Educadora & Escritora
ENSAIO MÚSICAL:
Letra infantil. Félix di Láscio.
O TATU E O BURACO.
O Tatu,
Tátu, Tatu...
Roeu o buraco no
Chão,
Ele cavou, cavou
Usando suas patinhas,
Para depois esconder
O seu pinhão.
REFRÃO
{Cava, cava,
Tatu!
Faz uma toca pro Sul,
Esconde o seu focinho Azul.}
O Tatu,
É muito encabulado,
Faz gesto que está
Apressado.
Não para de trabalhar,
Faz túnel pra todo lado
Pra depois descansar.
Corre pra lá
Corre pra cá.
Passa o bicho
Passa a mão,
O tatu sumiu no
Buraco do chão - Bis
Onde está,
Onde está?
Daqui a pouco
Ele volta,
Querendo brincar.
Repetir
A TARTARUGA TUNGA
ENSAIO POÉTICO.
Infantil.
Poema De Félix di Láscio
A Tartaruga Tunga,
Devagar
no seu mundo.
Nem olhou por céu,
Tirou de mansinho ,
Nem contou os segundos.
Tunga, Runga, Lunga ,
Lunga, Runga ,Tunga...
Lá vem ela,
Mastigando os dentes,
Deu para perceber ,
O seu ar,
De contente!
Lá vem ela ,
Tunga, tunga,tunga,
Tunga, tunga , tunga...
Nas pressas ,ela esqueceu
a sua Sunga.
Tunga, Runga, Lunga,
Lunga, Runga, Tunga.
Félix di Láscio ,Poeta e letrista Brasileiro.
O poeta também,escreve para crianças.
ENSAIO MUSICAL INFANTIL
Poema de Félix di Láscio
TIA ZULÚ
Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não ouve,
Ela não escuta.
A vovó ficou biruta.
Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não larga
O penteado,
Nem sabe quem
Está do seu lado! (bis)
Tia Zulú,
Tia Zulú.
Por que todo mundo
está de azul?
Tia Zulú,
Tia Zulú.
Ela não ouve
O canto do peru:
— Glu! Glu! Glu!
— Glu! Glu! Glu!...
Tia Zulú,
Tia Zulú.
(REFRÃO)
Ela não ouve,
Ela não escuta,
A vovó ficou
Biruta.
Não espalha brasas,
Cortaram as
minhas asas.
Félix di Láscio
Poeta e letrista brasileiro.
06/07/2026 – 20h26
Não do jeito infantil que promete o impossível, mas do jeito desesperadamente humano de quem encontra alguém e pensa: é aqui que eu posso repousar a minha alma.
eu queria ser o lugar onde você encosta a cabeça quando o mundo pesa mais do que seus ombros conseguem suportar. queria ser a primeira voz que te acalma depois de um dia cruel e o último pensamento antes do sono vencer seus olhos.
eu queria viver um amor onde a rotina fosse uma forma sofisticada de romance. onde comprar pão numa terça-feira tivesse o mesmo encanto de atravessar oceanos. porque, quando o amor encontra a pessoa certa, até o ordinário aprende a florescer.
eu queria ser indispensável sem que isso parecesse uma prisão. ser a chave esquecida no teu bolso, a música que você canta sem perceber, o perfume que insiste em permanecer nas roupas muito depois do abraço terminar. não por necessidade, mas porque algumas presenças deixam de ser companhia e passam a ser parte da arquitetura da vida.
eu queria que o nosso amor fosse tão íntimo que as palavras se tornassem um excesso. bastaria um olhar atravessando a mesa, uma mão procurando a outra no escuro, um sorriso quase imperceptível para dizer tudo aquilo que o idioma nunca conseguiu inventar.
e, se um dia o tempo tentasse desgastar o que construímos, eu não pediria promessas. pediria apenas que continuássemos nos escolhendo. porque amar, para mim, nunca foi sentir intensamente por alguns meses; sempre foi acordar milhares de manhãs e ainda encontrar beleza no mesmo rosto.
eu não sonho com paixões que queimam cidades. sonho com incêndios silenciosos, daqueles que aquecem uma casa inteira durante uma vida.
eu queria ser teu da forma mais simples e, justamente por isso, da forma mais absoluta.
não para te possuir.
mas para que, quando alguém perguntasse onde mora a paz, você pudesse responder sem pensar:
“nos braços dele.”
O conto infantil dessa geração
જ⁀➴
O suicídio e a esperança
Se encontraram no meio do caminho
De um lado, o precipício, do outro, a cidadania.
Ela, toda otimista, tentando dar motivos para ele continuar.
Se distraiu, olhou para a cidade e viu o povo a brigar.
Uns por dinheiro, outros por política e a maioria por futebol.
A esperança soprou, fé, ela e até acendeu alguns incensos.
Mas o povo nada de bom senso
E o coitado lamentava.
Oh vida, oh céus, que mundo cruel
Então a esperança começou a cantar.
Para o mal afastar
E, quando olharam para o precipício, ele estava lá.
Com mais cara de lar.
Calmo, calado, sem brigas.
Convidativo
E a coragem entrou na história
Para resgatar a esperança.
👾
I. A Origem e o Olhar Infantil
Na luz do eterno desejo primordial,
éramos crianças observando os céus,
reluzindo os sentidos do microcosmo.
A jornada começa na pureza do olhar. O microcosmo da mente humana se alinha à imensidão do universo, enxergando no espaço não um vazio inerte, mas uma simplicidade carregada de significado. É a escuridão que busca, na sua própria solidão, compreender a existência.
II. O Caos, a Lágrima e a Grande Obra
Vórtices dentro do cosmos são expostos nos níveis mais profundos:
achamos sentido no puro caos.
Depois que a órbita elíptica se transformou numa lágrima do universo,
o olho de Deus aprimorou seu brilho.
Numa nuvem que corta os nuances do tempo e espaço,
transcendendo sua própria existência magnânima,
a ópera magnânima se torna resiliência cósmica.
Aqui, o caos não é destruição, mas a matéria-prima do sentido. A figura da órbita que se molda como uma lágrima reflete a dor e a beleza da criação. A resiliência cósmica surge como a grande resposta da matéria e da vida contra a finitude.
III. O Despertar da Primeira Molécula
O degelo do foco num despertar arcaico da ilusão oponente
das falanges momentâneas são fragmentos esquecidos
da primeira molécula criada no universo.
Há um retorno às origens mais remotas. Ao dissolver as ilusões passageiras do cotidiano (as "falanges momentâneas"), a consciência humana reconhece sua ligação direta com a química primordial do cosmos. Somos feitos do mesmo tecido da primeira criação.
IV. O Crepúsculo do Espírito e a Fissura do Tempo
No envelhecer do meu espírito, vejo ventos solares dos sóis binários:
abre-se a subversão do mar do buraco negro,
difundindo numa ponte entre minha decadência,
vendo seus sonhos num buraco de minhoca.
Sendo instável a evolução de sina de outra era,
irrelevante — pois ainda estamos apaixonados
entre as eras do conhecimento.
Quando a literatura infantil também precisa ser olhada com carinho
Como professora, muitas vezes vejo doações de livros e materiais chegando às escolas. E toda doação que amplia o acesso à leitura merece ser valorizada.
Mas também me pego pensando: será que todo livro oferecido às crianças realmente contribui para sua formação?
Nem sempre uma história traz uma experiência significativa. Às vezes, encontramos contos que repetem os mesmos valores, as mesmas fórmulas e as mesmas mensagens, enquanto tantas outras possibilidades de infância continuam esperando para serem contadas.
E é aí que penso nos professores e autores que estão diariamente observando as crianças, ouvindo suas perguntas, percebendo suas dificuldades, seus medos, suas descobertas e suas diferentes formas de aprender.
Há muita gente produzindo literatura infantil com cuidado, pesquisa, sensibilidade e experiência pedagógica — mas que ainda encontra dificuldade para ser vista, publicada e reconhecida.
Talvez o que falte não seja talento.
Talvez faltem oportunidades, caminhos acessíveis, espaços de escuta e, algumas vezes, aquela pessoa que ajuda a abrir a primeira porta.
Também precisamos conversar, com serenidade, sobre o mercado editorial. Publicar um livro pode ser um sonho, mas nem sempre é um caminho simples para quem está começando. Existem modelos de publicação, custos e contratos que podem tornar o autor dependente de estruturas nas quais seu trabalho recebe pouco retorno.
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Versos de Amizade
- Frases de Amizade
- 72 frases de amigos que reforçam o valor da amizade
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Frases de carinho e amizade para expressar gratidão e afeto
- Cartas de Amizade
