Poesia Gótica
Nunca foi um jogo está amordaçada,
siga toda as regras do jogo,
tente sobreviver aos meus monstros...
ainda está viva num jogo de amor.
não grite apenas sinta os seus gemidos,
mais um sacrifícios aos deuses,
entenda que todos tem seu monstros;
estou vivo em sua subjugações
sinta todo prazer de nossas almas perdidas.
sinta gosto da morte apenas um aperitivo...
vamos jogar... Olhe no profundo dos meus olhos
não tente compreender tudo será um viajem.
está minha vida entres lamentos do coração.
percorro enumeras coisas que tocam meu coração
está minha vida de sonhos.
como um beijo longo parado no tempo te desejo,
esta notória existência passa na tua beleza,
sinto-me em transe totalmente.
nesta voz ecoa nas estações...
estes são meus sonhos.
minha vida está apenas mudando.
seria madrugada
ou seria noite
te abracei e dormi
e não tive sonhos,
alem do que já sonhei
posso ate imagina
o céu cheio de anjos
assim acordar num mundo vazio
sem dor e lamentação,
apenas acordo vejo nada mudou.
Seresteiro da madrugada
bate porta e sai a dentro...
feito vento rateando pelo chão,
foge vento forte, brando do coração,
ei vem ver o caminho fora noite tardia,
embora numa beira de estrada,
vem chuva caído sobre o telhado
tão fino que se ouve as batidas do coração,
e gosto do vinho, borbulha na alma,
sem querer meu amigo vou indo
que dia está por vir num estouro de uma boiada
vou viver sem meu amor apenas o gosto da madruga,
está por vir e som no coração,
que me diz assim é o amor pela se apaixonou,
bem pouco meu bem quer, estaciona
seus olhos no portão, enquanto gado se encanta com berrante,
meu amor me abrace forte, porquê ainda sois uma lembrança,
saudade marca muito forte ferro em brasa,
então vou olhando o céu no horizonte ate coração se perder,
minha mulher te amo meu coração
o dia vem raiando meu bem tenho ir mais uma vez...
esperando meu coração bate com esperança vou te ver.
Desespero e tormento
desfrute em um único engano,
lapso de tristeza
minha paixão passageira,
sofrimento caos sem arrependimento...
florestas de enganos,
para qual caminhei,
em outras auroras até sonhei,
pequenas e sutis está são palavras
estranhas e tão repletas de fel
que gosto do mel se torna amargo,
neste teor que assombra minha alma,
assim mesmo passageira,
em rubricas estrangeiras declaro meu amor.
nossas almas perdidas em agonia
caminham num mar sem faces,
em prólogo infinito atroz,
magoas revelam-se
sobre a profunda cortesia
minha lágrimas dão contraste,
sua morte prematura
desdém sua alma partida,
entre os sussurros intermitentes...
dá a tempestade um fronteira de felicidade,
dentro do descanso eterno minha amada.
Nessa noite chuvosa seu olhar assombra meu coração,
na escuridão suas lagrimas escorrem pelo seu rosto,
enquanto caminha pela multidão, muitos morreram,
seus lábios frios deixa a madrugada cair, sobre nos...
seu quarto está vazio, mesmo com tantas lembranças,
caminho no escuro, bebo seu sangue.
entre as catedrais, sinto que ainda vou...
ver seus olhos fecharem... quando chegar vou te beijar.
o mundo carregas seus sonhos como pesadelos,
olho luar criaturas grita pelo seu amor.
seu corpo é uma obra de arte,
sua face desaparece no horizonte,
nessa tristeza, tudo está abstrato,
numa sintonia omoplata,
quero abraçar mas está tão frio,
feche os olhos relembre
que musica este na sua vida inteira,
nem tantos desejos seja uma última
brisa que tocou os gritos na escuridão.
Opera...
Tenores da morte
coração sonhador
perplexidade de todos atos.
impuro doce gosto de solidão,
formidável, fugaz terror,
abonável, seja o sonho de um tolo,
paixão, sedução paranoica
de um coração doente pelo teu amor.
amo meus sonhos
entre tantos te amo
sem julgar meus medos
apenas muitos abismos
declaro meus meus pecados,
e adoto seu corpo a minha perdição,
te beijos e bebo um gole de absinto,
estamos vivos até o sonho acabar.
Ar de um superfície
dor sem distensão,
numa mar de marcas obscuras,
vertente em rio disperso,
até ter a surpresa,
nobre amor.
O mundo está acabando
todo mundo busca lucros
sinto toda opressão,
tentou olhar para uma luz no final do túnel,
mas ainda sinto que todos devem morrer,
o dia se passou na falta de esperança,
abracei a morte com dignidade
todos os ratos do congresso
esperam seu lucro em bancos no fundo do mar,
seu gritos são um alivio terrado do qual
ainda espero num sonho.
tudo está no céu
sinta minha emoções
sempre querem jogar
não me diga que bebemos
tudo está no profundo do céu
não escutamos mais as palavras
deixamos a liberdade falar muito mais alto
nunca mais olhamos para o céu
tudo por um premio eterno
tão longe de tudo não olhamos mais
mesmo quanto libertar seus olhos será tarde,
bem alto no teu coração as estrelas são únicas
mesmo que não acredite mais
olhe para o céu nunca mais deixará o profundo
seja uma das luzes que brilha bem alto
sem esquecer já tocou a liberdade.
por celso roberto nadilo
Posso senti tua piedade mais não preciso de migalhas
Caminho por está terra de misérias abandonei
tudo no momento que não valia mais nada...
Me cansei de tantas futilidades e olhar para o vazio,
Tentar sorrir diante suas vaidades depois ser jogado no lixo.
Mesmo assim ainda sentir algo tentar mais uma vez viver.
Aprendi deixa tudo nessa vida ir
pois nada definitivo
ou dourado simples
me desapeguei desse mundo
nem amor nem nada
apenas o vazio imenso.
sinto tua boca molhada
de suor e desejo
penso em cada momento
que amor pode ser real
minha pele não real
mais teu amo minha melhor parte.
As trevas o destino inevitável.
Reato tua alma que se perdeu
Clamei por tantos deuses
Nenhum me ouviu entre as risadas
Lágrima se ouvi em pranto senti
Quem sóis diante tuas lágrimas me perdi.
Agradeço por minha escuridão
A fome não me pertence mais
para que sermos amigos
senão nos pertencemos mais
olho para queles dias
nada mais agora expõem
não compreendo o pelo que
o que dizer em tantos detalhes
obscuros relapsos neste termo
meus olhos famintos de desejo
posso gritar na escuridão
não tem mais um coração
para que sonhar
se nada foi ou será real
nos dias que se passaram nada mais
não compreendo ninguém
olhar para tua felicidade
continuar a sorrir
estranho são essas pessoas
pelo que a dor que causam
reato meus pensamentos
por fim não compreendo
deixo meus sentimentos
abandonados para sempre
vagantes numa fase editorias
ate clamantes no esplendor
ficticioso mero fruto
estranho tantos sacrifícios
nenhum resultado chega ser
um bom partido deixando vagantes
ostentação vertente da podridão
desdenho minhas falhas e faltas
nunca seria satisfatória
em pacto descrente de mútuas
frenesie corriqueiro nunca
fora muitos termos rituais
complicados nessas estações
ativas na escuridão dos meus pensamentos
perdidos numa dor infinita
austeros românticos seria mais fase
descrente de qualquer sentimento
abordado nesta fronteira de pensamento
hediondo ré entre as entrelinhas
perdidas sobre o sentido
nunca teve intensão mais
magoa de forma profunda
então vejo um belo sorriso somos amigos
solitude meus maiores
eternos sentido minha culpa
em todas lados paira
sob ar de mistério sou culpado
não quero mais esta vertente
olho para um futuro estranho
sinto meus olhos mortos...
por Celso Roberto Nadilo
tantas pedras empilhadas nos maiores momentos
tudo deve ser empilhado abandonado
como maiores construções tem ser mortos
nada será divulgado além de um nome me mural
nesta obra teve parte do teu amor...
com a morte me deito
com morte me levanto
com divina trindade
abandonei esta vida para servi la
diante tudo sois maior morte
com teu cajado carrego teu nome
e assim elevo aqueles que devem ser levados
morte sois tudo ate o filho de Deus foi levado
sois soberana entre as asas do teu manto me guardo
nos teus ideais prossigo pois somente ti tem
a voz sentida entre os anjos...
Deus concedeu imortalidade alem da vida
sempre tendo ceifar todas almas para sempre
sou teu instrumento quando me chamar serei
teu diante tuas vontades seguirei sem perguntar
pois morte se cala diante os vivos,
somente os anjos podem saber onde estará
devo ti tuas vontades sempre será única.
