Poesia Felicidade Fernando Pesso
Tua falas que falo com poesia,
digo que aprecias com o coração,
trazendo-me uma euforia
que aumenta a minha satisfação.
Um pouco de poesia e vida
Exposição da mulher, drogas, arruaça e tal.
É incompatível e chega a ser imoral.
Edificar uma nação, com título de carnaval.
Riquezas tantas, dividendo irreal.
É incompatível e chega a ser imoral.
Artistas de um milhão de real.
As famílias famintas, nem ovo e nem bolacha de sal.
Liberdade, expressão direito geral.
É incompatível e chega a ser imoral.
Voto livre, balela, coagido da necessidade trivial.
Se falar é perseguido, gritar verdade é denegrido.
Constituição que não se pratica.
Como se edifica.
Nação com injustiças, interesses de status social.
Insensatez, incapacidade.
Seria o povo ou a liderança total.
Só um desabafo, uma oração talvez.
Nesse jogo, a bola da vez.
Oh Senhor, o sobrenatural.
Giovane Silva Santos
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Todo setembro canta poesia
e me convida ao agradecimento
olhando a vida quase sem lamento
encontro Deus em todos os momentos
O amor é poesia que se lê
com os olhos d'alma.
É sentimento que floresce
mesmo quando não para de chover.
É sol que inunda a gente,
faz o coração crer que quando se tem amor, se é amado, vale a pena viver.
Minha riqueza é a vida
A família é minha luz
Meu esporte é poesia
Meu trabalho é minha cruz
A fé é o meu partido
Meu candidato é jesus
Por amor
Acreditei em cada palavra
Em cada poesia
Em cada canção
Por amor
Aceitei o seu tempo
Ou a falta de tempo
Contratempo…
Passatempo…
Por amor
Não havia hora
Dia, noite ou madrugada
Estava sempre ali
Por amor
Me dispus a ouvir
Compreender, defender
Me aliar, sempre auxiliar
Por maturidade
Não desisti
Perdi o interesse
Virei as costas
E parti...
Conselhos,
de gente idosa.
Experiência.
Poesia.
Eu já errei nisso,
não erre também;
pois se errar,
vai ser ruim.
DNA EM POESIA
A poesia é meu dna mais profundo...
um mundo particular e secular...
vivo “carregada” pela poesia...
Uma ponte a me (re)ligar a mim mesma...
a esmo me procuro...
sou caleidoscópio em espiral...
uma tal mania de me perder
dentro e fora de mim..
A busca é fulga... me escondo nas palavras...
entre o dito e o não dito...
repito: bendito todos os dias em que a poesia me
possui e intui...
Bendita a tal mania de dizer o “não dito”...
o proibido... poesia com libido pelo não dito...
... inventa ditos escondidos na profundeza
de palavras vazias... mentiras...
“De mentirinha” vou me fazendo
verdade dita e bendita...
Você me lê nas entrelinhas.
Me transforma em poesia.
Nosso amor é assim.
Pura inspiração.
Eu por outro lado desnudo sua alma.
Mostro sua melhor faceta.
E te faço revelar o que tentas ocultar
O que o coração não aguenta mais calar.
E insiste, persiste em afirmar.
Que sempre e para sempre irá te amar.
PROFECIA POESIA
Um “outro mundo” é onde estamos...
outros mundos estamos inventando
um tempo quântico...
energia e ondas outras
vibram em (re)configuração...
De repente, “a terra parou”, né Rauzito?
profecia poesia tua...
“homem de outros mundos”...
a arte e o poeta...
esferas multidimensionais...
entre assombrados e assustados
vamos “enxergando” o invisível...
sentindo a estesia do momento
voltada para “os sentidos” da vida...
profundeza essência...
Atônit@s e de “corações tocados”...
ouço a música que vem de dentro
Iluminando os caminhos, atalhos...
becos, horizontes na linha
dos nossos olhos famintos...
NOSSA ESTÉTICA POÉTICA
o amor vai se fazendo verbos...
adjetivos, substantivos...
prosa e poesia...
carícia nos ouvidos enamorados!
a morada é sonhada paraíso...
Paraíso vislumbrado...
o céu é de parreira forrado
as uvas são candelabros alados
as poltronas são asas
uma ao lado da outra...
uma em frente à outra...
para “um dedinho de prosa e poesia”...
e o corpo, o coração e a alma inteiros
na arte e melindres do amor!
amor iluminado pela lua... estrelas...
amar à luz do céu e de parreiras...
oferendas e rendas
coração em oração!
santificados em carne,
pão... vinho...
Caminho rumo ao nosso cantinho!
Chico e Gisa no seu éden...
Amém!
AMBROSIA E POESIA
Na cozinha ambrosia
aroma doce canela cravo
Na janela roseira cheira
cheiro saudade
exala jabuticabeira roseira
Mãe estrela doceira
confere se a filha
chegou de suas andanças
pelos quintais e pela vida
percebe calmaria serena
Pela casa poesia
filha protegida e benzida
o “calvário” findou
lágrimas emocionadas
o Rosário contas benditas
(Re)brilha nos olhos mãe filha
Inventário oráculo cumprido!
Amém!
QUENTURA E TERNURA...
Minha poesia é laço a abraçar-te...
é elo a ligar o nosso ar... ar quente...
Refrigério em nosso “rio”...
o ar condicionado é alado...
é mar “mareado”...
Ao lado do outro lado...
só com o ar ligado...
Palmas voltou a ser Palmas...
na “quentura” e na literatura...
Quem atura?
Temperatura nas alturas...
ELISA...
Na imensidão dos teus olhos,
navego em todos os mares...
sou “poesia a vela”...
No teu riso, todos os “rios”...
sou toda risos... sem riscos...
Em teus bracinhos, todos os abraços e laços...
em tuas pernas, todos os meus passos...
Na sua doçura, toda a literatura se aninha...
Na tua ingenuidade, não temos idade...
Na tua inocência, toda essência...
magia... poesia...
No teu incessante faz de conta,
todas as contas e elos a desenhar e amar...
No teu coraçãozinho,
somos todos
“coração”... em oração...
Elisa, és céu
no chão das nossas vidas....
Teu pai Gregório ri no teu riso
e vive e revive no teu universo
cheio de versos...
MANIA DE POESIA...
Da janela do meu coração, espreito o mundo...
Com direito à (re)invenção...
à fabulação com ação e direção do coração...
A coloração escolho eu...
quer seja luta ou “luto”
o tom... o meio tom e o
sobre tom é vermelho...
De pôr do sol eu me visto...
e invisto no nunca visto...insisto e persisto...
Na utopia que nunca larga a minha nuca...
quase caduca, ela me empurra para o devir...
vir a ser poesia e profecia... mania minha...
O Poeta e os pássaros
Em minh'alma a poesia canta,
Como mágica se transforma em ternuras,
Os pássaros descem para eu ouvir os seus cânticos,
Meus olhos de menino ficam fixados na beleza dos beija-flores,
Meu coração dispara,
Tudo se torna belo e colorido,
A felicidade aumenta,
Mesmo tímido tento agracia-los com pequenos versos,
Mas eles não se contém com pouco,
Querem mais,
E muito mais,
Me incentivam e acabo compondo,
Para cada um faço uma melodia,
Assim são minhas infinitas horas,
Em doces mistérios,
Em doces martírios,
Na mesma hora que dói em mim,
Ao mesmo tempo me faz sentir vivo e livre como eles....
Destino único,
Pássaros e o Poeta juntos,
Em um cenário que nem eu mesmo sei descrever....
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Poesia da Solitude
A solidão é a mais cruel dos sentimentos
Nem sequer leva em conta os entes
Abraça quem está próximo dos semelhantes.
Do amor faz sentir saudades
Como um pássaro enlaça seus filhotes
Assim é a soledade.
A solitude é o mais selvagem das sensações.
Ignora quem está ao redor; toma o seu lugar.
Ao seu lado está. Propínquo permanecerá
A ela, quem vencerá ?
A solidão da crueldade toma forma
Às tuas vestes se amolda.
Aos ouvidos declama a mais sombria poesia:
- Estás contente ? À cercania estou.
- Estás descontente? Amplexo ardente.
Onde estás, lânguido gladiador ?
Ermo desértico é o âmago daquele solitário.
Da sua alma dá risadas.
Do coração triste, sai palavra desolada
Os pés do coração ao lugar inóspito o arrebata
As mãos ao encontro do seu peito o agasalha.
De longe o trouxe. Perto o deixa.
A natureza do mais temível sentimento é a soledade.
Intensa como calor glacial é a calmaria do coração isolado.
Frio que derrete as geladas montanhas da Felicidade.
Essa é a solidão.
Essa é a soledade.
“O amor é como uma ventania
e uma brisa levemente
levando a poesia ao teu coração”
― Michael Vlamis
Poesia em Rodeio
Todos os sons da minha
cidade de Rodeio formam
a poesia em explícita
sonoridade que põem
a inspiração para dançar
e escrever versos que
encorajem a continuar a viver.
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