Poesia Felicidade Fernando Pesso
Mundinho perdido, onde putas dá por dinheiro, hoje em dia putas nem tem mais salário, tem muita meninas novas dando de graça.
Acordo pensando em você, pareço um idiota, você nem tá nem aí pra mim, mas eu sonho e acordo pensando em nós juntos. É idiotice, né? Não, isso é AMOR.
Quando a noite cai eu fecho os olhos vejo você, me sinto tão feliz vendo nois dois juntos sorrindo felizes sem brigas sem ninguem pra se entromenter na nossas vidas, sem querer abri os olhos vi que era minha imaginação, pois você nem tava ao meu lado, pessoas fez que nosso amor desabace, pena que o mundo que nos vivemos e cruel, invejoso e destruidor so fico lembranças e imaginação de EU e VOCÊ.
A solidão começa quando você acha que não podes ser feliz sozinho e começar a caminhar com quem te faz se sentir só.
A conclusão de ser algo só limita a sua concepção de que não é ninguém, um tolo continuará sendo um tolo enquanto não perceber sua insignificância.
Eu gosto de ler gostando,
gozando a poesia,
como se ela fosse
uma boa camarada,
dessas que beijam a gente
gostando de ser beijada.
Eu gosto de ler gostando
gozando assim o poema,
como se ele fosse
boca de mulher pura
simples boa libertada
boca de mulher que pensa...
dessas que a gente gosta
gostando de ser gostada.
Eu estive na Bahia
terra santa de Caetano
do Soteropolitano
onde o canto é poesia
do batuque da folia
do sabor do acarajé
deste povo abençoado
do museu de Jorge Amado
ouvi o som candomblé.
Um poeta
Encontra na natureza
A essência pra poesia
Eu encontro em seu sorriso
O brilho do amor.
Carlos25#0;82011
Não escrevo poesia
Dou elogios que já sabia
Não pinto coisas belas
O impossível entre escreve e pintar
Deus me deu
O meu olhar
???? Dúvida ????
O que é a poesia?
Uma amiga que me faz companhia
Nesta noite fria e vazia!
De onde vem o poeta?
Se esta noite
Não está completa...
Os versos surgem em minha mente;
Acompanhados
Por esta brisa envolvente...
Suave como um beijo amoroso
Fico surpreso...
Fico ansioso...
Que momento gostoso;
Para refletir...
Enquanto o poeta
Não decidir partir...
[Poesia da Derrota na Revolta]
... E se piedade vos sobrar, Senhor
tende piedade de mim.
Tende que eu estou sozinho,
que eu vos recusei
como Judas que vos traiu.
Tende que eu sou cego
e levantei minha mão contra vós.
Tende,- chega de eu mesmo tentar me tapear –
que eu preciso realmente
de piedade, que não sou forte.
Que sou apenas um perdido
vos procurando, curioso e ansioso.
Tende piedade que me separei de meus irmãos
e já não compreendo mais sua linguagem.
Mas... tu me entendes, Senhor?!
E a Poesia virou Prosa
Nasce mais um dia e morre mais uma noite. Mário acabara de acordar, tomou um café forte se arrumou e saiu para trabalhar. Todo dia pegava o ônibus na mesma hora e no mesmo lugar.
Foi quando sua rotina mudou.O elevador de seu prédio quebrou e ele teve de descer do 15° andar de escadas. Belo atraso de 8 minutos. Tão belo que chegou no ponto e nem viu seu ônibus passar.Teve de esperar outro, por mais 7 minutos. Depois, fez o sinal e subiu. Sentou-se na janela esquerda da segunda fila. Apoiando a cabeça contra o vidro cochilou, mas logo uma freiada brusca seguida de uma forte buzina, o despertou. Olhava ,nesse instante, para calçada onde passeava uma graça feminina com uma calça de lycra. Era uma deusa numa bicicleta. Ficou estarrecido, pasmo e torcia para que o sinal jamais se abrisse. Ela andava devagar, todavia quase não dava mais para acompanhar. Ela já dobrava a esquina e sua visão, discreta.
Não sei como, mas por um momento trocaram um olhar penetrante.Era hora. Pulou do assento e foi atrás do gracioso par de pernas pedalante. Porém ao descer na rua, sua pele ficou crua. O atraso antes despercebido se mostrava doloroso, agora. Ela estava com outro. Então, sentou-se na praia aspirando a maresia e viu ir embora a sua diva sinuosa, da mesma forma que esta poesia virou prosa.
Meia garrafa e uma poesia.
Outra noite no mesmo bar,
aquela garota com uma tatuagem
tocava em sua guitarra
Ódio, Amor e Coragem
Aqueles velhos acordes
ainda soam perfeitos,
ainda contam a minha vida
e também cantam meus defeitos
A onda fria queimava na minha garganta.
A guitarra chorava e a garota sorria
que nem minha tristeza já parecia tanta
Todo homem naquele bar sofria,
sendo por ouro, mulheres ou ganas.
A bebida gelada descia
e ainda queimava na minha garganta.
"Quem não encontrou o amor, anda perdido nos vícios".
Ouvi de um velho ao meu lado
que mesmo choroso mostrava um sorriso.
Pergunto a todos aqui
e a quem souber, agradecerei.
Como querer largar este vicio,
se meu amor eu já encontrei?
Meu vicio não é bebida,
nem drogas posso lhes dizer !
Eu só bebo para amenizar,
a dor que venho a sofrer
Viver longe de quem se ama
eu afirmo, não é viver!
Assim como a lua precisa do sol,
eu preciso te amar,
mesmo que do outro lado do mundo
Sem você, eu não sei brilhar.
Meu vicio é querer estar perto
e também é, querer amar
alguém que está longe de mim,
mas sei que um dia irá voltar.
Nunca é uma causa perdida
quando se ama, de verdade
e a distancia é só um degrau
entre a tristeza e a felicidade!
INFANTE
A minha poesia é
Infante feito criança...
Mas a vida é um carrossel
Brincando com a esperança!
Sair de si mesmo!
Um poeta escreveu uma triste poesia sorrindo...
E depois logo em seguida chorou
e escreveu um poema de felicidade
Não pense que o poeta quando triste só fala de lágrimas
Ou quando alegre só fala de alegria
Escrever poesias muitas das vezes é sair de si mesmo,
para chorar ou sorrir e assim demonstrar
os sentimentos de outro alguém!
a pampa é pop
o país é pobre
é pobre a pampa
(o PIB é pouco)
o povo pena mas não pára
(poesia é um porre)
o poder
o pudor
VÁRIAS VARIÁVEIS
o pão
o peão
GRANA, ENGRENAGENS
a pátria
à flor da pele
pede passagem...PQP
A Poesia bombeia os versos pelas artérias da vida,
Para que não morra,
O Amor e a beleza no Mundo...
Angústia
Há uma estranha beleza na noite ! Há uma estranha beleza !
Oh, a transcendente poesia
que verso algum traduz...
A via-láctea, inteiramente acesa
parece a fotografia
de um tufão de luz !
- Quem seria,
quem seria
que pregou lá no céu aquela imensa cruz?
Que infinita serenidade...
Que infinita serenidade misteriosa
nesse infinito azul dos céus e em tudo mais:
nos telhados, nas ruas, na cidade...
( Só os gatos gritam na noite silenciosa
sensualíssimos ais !)
Meu Deus, que noite calma... E aquela trepadeira
feminina e ligeira
veio abrir bem na minha janela
uma flor - como uma boca rubra e bela
que não terei...
- E ainda sinto nos lábios um travo nauseante
do amor que faz bem pouco, há apenas um instante,
paguei...
E o céu azul assim... E essa serenidade!
Silêncio- A noite, o luar ... Tão claro o luar lá fora...
Juraria que há alguém, não sei onde que chora...
Oh, a angústia invencível que me prostra
invade
e me devorar ...
