Poesia Felicidade Fernando Pesso
Precisamos compreender que nossa passagem é muito rápida e não nos dá o direito de ficarmos murmurando por coisas que não temos ou não conseguimos obter, na vida tudo tem seu tempo certo e as coisas não dependem só de nossa vontade, as vezes aquilo que achamos ser o ideal para nós na visão divina será uma instrumento para nossa decepção eterna, não trate as coisas com os olhos da matéria que conduz sua alma e sim pelos olhos daquEle que sabe todas as coisas que certamente só quer o seu bem.
O amor é muitas vezes confundido com paixão, mas o amor verdadeiro é aquele que transcende todos os conceitos e atropela os preconceitos, no amor não nos prendemos ao que podemos ver e sim ao que sentimos em nossos corações.
Quando a expressão de palavras tão simples enchem o coração, a alegria reflete no sorriso e faz transbordar o sentimento chamado Amor.
A conexão do coração é algo muito surpreendente em nossas vidas, pois conseguimos compreender o verdadeiro amor!
Se você não está feliz com o que faz, você não conseguirá mostrar o valor do seu trabalho para ninguém.
Para vencermos as adversidades da vida meditar é o melhor remédio, a meditação cura os males da alma
O que destrói a pessoa é o medo: de se frustrar, de errar, de não se superar, de desagradar, de não ser o mais perfeito possível, de cair, de decepcionar, de comentários de pessoas a sua volta, de não atingir as metas, de se perder, de dar opinião, de andar na contramão se necessário, de ser diferente dos demais, disso, daquilo, daquilo outro... Enquanto você deixar o medo te dominar, você será: A bola da vez, o invisível, o último a ser lembrado, o Zé ninguém, o fracassado, o parasita, o coitado, o trouxa, o entulho, o fardo... Vai continuar com medo do que dizem? Do que pensam? Do que te rotulam...? Te aconselho a ser feliz! Vá viver.
O mundo só precisa mesmo é da bandeira da fraternidade. Chega de patriotismos idiotas e regimes de apharteid.
Há momentos na vida em que precisamos nos desligar de algumas coisas, de algumas pessoas, nos afastar de toda essa agitação e correria sem fim deste mundo moderno. O excesso de barulho, interações, conversas e distrações reais e virtuais nos desconecta das boas energias que precisamos ter para estar bem. É preciso filtrar, é necessário não absorver, é importante saber o que trazemos, deixamos, deletamos e arquivamos em nossa mente. Um tempo de vez em quando é preciso. Uma cabeça aliviada deixa a alma descansada. Um coração leve, deixa o sorriso doce. Um sentimento de paz, trás calma ao olhar. Desapegue do que não lhe traz benefícios espirituais e abrace mais as coisas que você sabe que só lhe fazem bem. De perto, de longe, sinta o amor das pessoas que lhe fazem sentir a plenitude do amor e da existência de algo maior no Universo. Tem dias que é preciso se desligar do mundo, para que surja um momento somente entre você e Deus. É nessas horas que nos reconectamos. É nessas horas que a alma agradece e o coração se alegra. É nessas horas de silêncio e solidão que nos reencontramos com nós mesmos.
Mais um dia que o Senhor nos oferece, como se fosse um eterno recomeçar. Cada raio de sol tem a força de cicatrizar as feridas, fazendo de tudo alegria. Cada brilho que adentra a janela é como um toque santo na face, a nos acordar. Mais um dia que o Senhor nos oferece, como se fosse um eterno abençoar.
Ser “amável” não é uma questão de “valer o amor que você tem”, mas de “demonstrar aptidão para ser amado”.
A seletividade do amor pode ser explicada, mas não justificada: para aquilo que não apreciamos no amor, nos tornamos voluntariamente cegos, distorcendo a percepção até que ela silencie ou nos agrade, e esta aposta na melhora espontânea do desencanto parece ser uma das maldições mais longevas de nossa espécie.
Morremos por amor, sofremos por amor, nos calamos por amor, choramos por amor, enlouquecemos por amor e nos sentimos sós porque amamos.
A Paixão é um caldo fervente de interdependência emocional que despejamos sobre outra pessoa. Ingeri-lo implica em uma perda no mínimo parcial de si mesmo.
A paixão é uma Deontologia baseada na vítima, onde a vítima é o sujeito que diz estar amando: ele deseja para si todos os direitos, inclusive o de sequestrar e parasitar o outro como uma filial, transformando-o em uma franquia externa de suas angústias destinada a trabalhar incessantemente para quitar os débitos de sua própria miséria emocional.
Ao colocarmos o amor no centro de toda expressão emocional do imaginário popular, o transformamos em uma tela utópica onde estamos sempre projetando nossas querelas sentimentais e construindo dramas vívidos, sufocantes e muitas vezes inúteis que chamamos de “romance”.
Intimidade é convidar o outro para conhecer um pouco do seu “eu” mais interior, tornando-o uma mistura de consultório médico e confessionário.
Sempre que o Amor é vivenciado como uma resposta imunológica a uma delicadeza que nos fragiliza, ele deixa de ser aconchego e elegância e se converte em uma batalha cruel em um charco de flagelos.
O objetivo da vida é conhecer-se a si mesmo - e o Amor é um dos mais nobres caminhos para esta meta.
Hoje viver é mais que estar, é sim escolher um lugar para chamar de seu. Hoje amar é bem mais que ficar, é escolher um alguém para ser feliz sem precisar chamar de meu.
