Poesia eu sou Asim sim Serei
“Eu não prometo vencer todos os dias, mas prometo não trair quem estou me tornando, nem quando o mundo inteiro tentar me fazer desistir de mim.”
“Meu guarda-roupa não guarda roupas, guarda identidades que ficaram penduradas no tempo; hoje eu visto roupas novas, mas só as que não me puxam de volta para a dor que um dia me ensinou a sobreviver.”
“A maioria das pessoas passa a vida tentando ser entendida; eu passei a minha tentando não me trair — e foi assim que descobri que a solidão também pode ser uma forma de vitória.”
“Eu aprendi que entregar não é oferecer o que sobra — é ter coragem de se despir das defesas e colocar o próprio coração na linha de frente, mesmo sabendo que o mundo nem sempre sabe cuidar do que é verdadeiro.”
"Se eu não tivesse estudado Matemática, dificilmente conseguiria adaptar-me aos desafios e resolver os problemas do quotidiano. A Matemática não ensina apenas números; ensina-nos a pensar com rigor, a tomar decisões conscientes e a encontrar soluções para a vida." (FURUCUTO, P. D., 2026).
"Certa vez me perguntaram: Como medir o imensurável? Eu respondi de forma simples, dizendo que se você quer saber o tamanho de tal coisa, olhe para o céu a noite, veja como é repleto de milagres sem fim. Medir o imensurável é conhecer unicamente uma coisa, O Cosmos".
"Quando eu não pertencer mais a esta dimensão, a única certeza que quero levar comigo é a de que aqueles que amei e cuidei estarão bem."
"Se eu soubesse que isso ia acontecer, teria feito de outra forma. Mas será que isso me torna culpado? Ninguém vê o futuro. Julgar uma decisão pelo resultado é fácil; difícil é lembrar que, no momento da escolha, ninguém conhece o que ainda vai acontecer."
So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorância... se expõe a virtude a tristeza não é clara...
A narrativa do eu para o eu diante do meu ser a história do relativismo do eu infinito para eu no coletivo.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
Ela só deixa ver o que permite; não é preciso um 'deixa eu entrar'. Basta perceber e entender seu coração, sua alma e suas ações. Daí em diante, o acesso é livre.
Sonhei passando em frente a um lugar, onde estava lá, um rapaz que eu gostava muito, ele estava igual quando éramos na adolescência e hoje, temos mais de 30 anos, ele me olhava firmemente, mas não nos falavamos e havia uma Hilux ao lado dele. A Hilux era dele
Sonhei com uma amiga minha em um sonho, eu estava na casa dela e havia outra colega nossa que sentia inveja de mim e saiu de perto de mim, nesse mesmo sonho, havia um primo da minha amiga que pediu um autógrafo meu e ele ria muito, nesse sonho, eu e minha amiga do sonho, éramos bem famosas nas redes sociais.
Eu estou fechada em meu mundo. Encontrei a serenidade que eu precisava, o universo disse que eu precisava encontrar...
Em 2026 eu renasci. Um renascimento saudável, consciente. Os desafios dos últimos três anos me ensinaram muito e mostraram que ainda estou no campo de batalha, aprendendo, resistindo e seguindo em frente. Mas agora carrego algo diferente dentro de mim: a certeza tranquila de que, passo a passo, tudo vai se ajustar e ficar bem.
Não importa quão alta seja a escada. Se houver um corrimão, eu subo. Porque, às vezes, o que precisamos não é de facilidade, mas de um ponto de apoio, algo que nos dê equilíbrio enquanto seguimos. A vida é assim: cheia de alturas e desafios, mas sempre existe uma forma de continuar avançando.
Na escola, eu era chamada de bruxinha, simplesmente porque eu não tinha recursos financeiros para ir bonita para a escola, era tudo doado pelas colegas da minha mãe. Então, eu ia vestida de menino, anos 90. Tudo muito difícil, era o que tinha. Raider do Seninha, blusa regata com carrinho da hot Wheels!! Bom, na adolescência, meu uniforme era camisa de vereador, com um número e um nome bem grandão!! Escrito NATAN! Era o que tinha pra usar. Quando fiquei jovem... Todos viraram meus amigos.
Nenhum ressentimento. Um dia era prova de português, na esquina da escola, a tal raider que eu usava, quebrou. Eu fui descalça mesmo assim. Enfrentei a fila do pátio, para entrar na classe, todos me olhavam e riam. Eu não voltei para casa, lá não tinha nenhuma outra sandália para eu calçar. Nem minha mãe tinha dinheiro para comprar. Ela quebrava pedra brita o dia inteiro, para ganhar 0,50 centavos por lata. Mal dava pra comprar arroz que era também na época, 0,50 centavos o quilo. Eu nunca reclamei, eu sentia vergonha? sentia. Mas desde aquela época, sempre soube que nunca seria fácil.
