Poesia eu sou Asim sim Serei
A vida em um ano!!
Deixem-me ser eu, ver o tempo passando como o céu, minha mota minha vida em seus peneus;
Valorizar o que eu sou,ser feliz como o Sol, viajar e descobrir lugares que nunca ninguém encontrou;
Fazer o futuro valer a pena, deixar a vida mais serena e lembrar-me de como na sua imperfeição foi perfeita.
Ultimamente, tenho me sentido tão feliz.
Não que eu não fosse feliz antes — mas com você, tudo se tornou mais.
Mais leve. Mais bonito. Mais intenso.
Nos nossos momentos simples, descubro o que é genuíno.
Nos sorrisos partilhados, nos cheiros que ficam na pele, nos beijos que acalmam.
Na troca de olhares que diz mais que mil palavras.
Nos gestos de carinho que falam de amor sem precisar de voz.
Tudo em nós é doce, deslumbrantemente doce.
E eu sei que é por causa do seu amor.
Hoje, vejo melhor as cores das flores.
Sinto a leveza do vento com mais gratidão.
E me maravilho com a sorte imensa de te amar.
Do chão sofrido, a poeira batendo na cara, eu lembro de cada gemido do velho pau de arara.
Era sede e dor, fome e desespero, em meio a tudo um sorriso, que durava quase o dia inteiro.
Todos me negam a culpa
eu mesmo me nego a culpa
Mas em meu âmago a culpa nasce
Nasce em cada erro
Nasce naquele dia de dor
Nasce naquele fim
Existe um começo após fim?
Nos conhecemos no dia em que o destino decidiu brincar de poeta,
meu aniversário. Eu resolvi sair de casa sem nem saber o motivo, talvez meu subconsciente soubesse, era a tua chegada.
Olhares se cruzaram e o tempo parou,
como se nós já soubéssemos a qual caminho nos levou.
Paixão avassaladora, daquelas que não se explica,
pele que encaixa, beijo que justifica.
Teu cheiro no meu, feito promessa selada,
um vínculo de alma, uma dança entrelaçada.
Disseram: “Você parece emocionado.”
E eu apenas sorri com coração acelerado.
Emocionado? Não. Apenas reconheci o amor no teu sorriso —
simples, certeiro, como quem sempre soube que ali achara abrigo.
Agora somos dois que se sabem, sem máscaras, sem talvez.
Como abrigo, como fé, como paz que contagia.
Encontrei em ti o que nem eu mesmo sabia que queria.
E se me perguntarem o que sinto com verdade,
eu direi: é sentir proteção mesmo na tempestade.
É saber que entre tantas, era pra ser você —
e que esse momento tinha cheiro, pele, alma e nome. Só tinha que ser com você.
Eu e o Pai somos um.
(João 10:30)
Responderam os judeus: "Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus".
(João 10:33)
Quando falamos de amor, eu falo de você...
Do que estamos falando
quando falamos de amor?
Eu falo de ti, Bárbara,
e o mundo inteiro se curva em silêncio
para escutar meu sussurro.
Amor,
não como palavra,
mas como língua que aprendi com os teus olhos
na tarde em que disseste sim
sem precisar dizer nada.
Teu nome acende em mim
um poema que nunca acaba.
Tu és Sagitário —
brasa indomável, flecha em riso,
promessa do amanhã num passo firme.
E eu, Escorpião —
abismo terno,
silêncio fundo onde tua luz mergulha
e não se apaga.
Somos antítese que dança,
sintonia que desafia astrologias,
dueto que não coube nas estrelas
porque o amor que nos envolve
foi escrito com fogo e verdade
num plano que nem o destino previa.
Teu amor, Bárbara,
é o que me salva do excesso de mim.
É a casa que nunca tive,
o livro que ainda escrevo
nas entrelinhas do que sinto por ti.
É o Eat que alimento com teus gestos,
com tua ausência que grita e tua presença que consola.
Quando falo de amor,
falo do teu cheiro,
do teu jeito de existir sem pedir licença,
do teu riso que desarma meu medo,
do teu toque que me reconstrói
sem mapas, sem pressa.
Falo do que somos
quando nos deitamos lado a lado
em pensamento,
mesmo que a quilômetros,
há sempre um gesto teu me tocando a alma
como se já soubesse o caminho.
Amor, Bárbara,
é o que nomeio quando calo.
É o que escrevo quando fujo.
É o que tu és:
a resposta que não cabe em pergunta nenhuma.
E se um dia alguém perguntar
do que falávamos
quando falávamos de amor,
direi teu nome
com todas as letras que me habitam.
E o mundo entenderá.
"A morte já não me assusta mais, o que me assusta é o tempo que passa sobre meus olhos e eu não o vejo passar"
18/06/2025
Enquanto o Sol brilhar
A gente vai viver até o fim
E nesse sonho tão vulgar
Eu quero me encontrar
E me perder
- "O Que Te Faz Bem"
O passado não me condena
O futuro não me pertence
Tudo o que eu tenho
É um novo dia pela frente
- "O Medo Se Vai"
De dentro para fora
De: SOS
Para: Vitoria
As coisas desapareceriam se eu estivesse mais atento, distraído tudo parecia tão presente, como estar em um casulo, vendo tudo do lado de fora, era como me sentia, em dias sejam eles frios ou quentes, tardes que nunca acabavam quando ela estava ao lado, mas o sol parecia ir embora tão cedo, não tive tempo de acompanhar cada sorriso tão lentamente, reparava detalhes tão pequenos não poderiam ser suficientes a preencher meus olhos.Tinham uma variedade de coisas que queria que fosse postas sobre uma mesa e separadas, para que ela acompanhasse bem de perto, mas sempre achei mais interessante saber sobre ela, do que aquele mundo tão atrativo tinha para me oferecer, e então já estava totalmente apaixonado, não como obcecado por ela, mas totalmente louco, por cada par de palavras que são desenvolvam diante toda confusão daquela mulher, então me sentia poeta. Um poeta que observava a própria poesia se descrevendo em ser humano.
Poderia passar horas, até mesmo dias escrevendo somente sobre ela, me pareciam tão vivos os olhos dela, e ao mesmo tempo um corpo tão cansado de tudo, só queria ser o sustento daquela doce alma, doando a ela tudo de mim, como sempre fiz para conquistar tudo, o meu principal objetivo era chegar a lugares dentro da própria alma e destrinchar tudo aquilo, entender e simplesmente ser parte daquele anjo, partes se dividem, mas o que aconteceria se me tornasse uma? Solidificaria ou me dissiparia do corpo??? Era uma completa interrogação tudo o que me rodeava. Aquele hábito de leitura, mal sabe ela o quanto queria ser eu o leitor e ela o livro, com certeza devoraria cada página que compunha aquele belo livro capa dura.
Se um dia te permitir ler isso, saiba que você é o motivo do meu sorriso diário, o motivo de mover forças para que o colégio não seja apenas a chatice do meu dia, mas o motivo de manter-me feliz.
Eu não sei em que parte da vida errei,
Eu não sei de que erros da vida sustentei,
Eu não sei qual erro me fez,
Eu não sei se meu erro é ser rei.
De tantos erros que pus em minha cabeceira velha de granolas, lembrarei sempre dos que cometi antes de achar você, minha senhora, ainda que tivesse lhe conhecido, sei que errar foi ter lhe feito parte do meu espirito. Somos uma unha sem as carnes que prendem, somos um só desenho em um sol, somos a sós. No meu muro dobrador de pensamentos, destruiu-se ao levantar da noite, nos açoites que flagelam a todo tempo pra que eu esqueça dos erros, escuto a tua voz pintando os destroços do muro; erre homem, erre em coragem, porque de acertos e falsas verdades, esse mundo se completa por covardes.
( Musica versão samba- Wesley Nabuco.)
Me conheceu ainda como pesadelo.
Não esperava que eu fosse virar sonho.
Na calçada onde escrevi seu nome.
Se apagou com lágrimas do céu.
Ó amor, me dê ti razões para não te fazer feliz.
Ó amor, sou belo homem, tão belo que não enxergo mais meus medos.
Essa beleza que vem chegando tem cheiro e suor do teu sorriso.
Ó meu bem, me dê um beijo! pois teu mel adoça a minha vida.
( Eu sei ) Faz muito tempo, que não enxergo o amor, mas descobri que amor é para cegos.
E o coração bate no peito com teus segredos esparramados pelo chão.
Veja bem querida, descobri minha felicidade nas dobras desse seu amor covarde.
(ou, ié, ié, ou, iaia, lara lara lara lara lara lara, lá) 2x
Me deixe ficar mais um minuto no cantinho do teu peito, sem fazer barulho.
O borbulho do teu corpo já venho sentindo dentro de ti
Sou mais que surdo para ouvir aquelas vozes que diziam que nunca iríamos ser felizes.
Como pude assim me apaixonar?
Eu sei que dentro desse seu olhar,
mora mil histórias que eu não sei contar.
Quando se foi o vazio veio me encontrar,
juntei os cacos para esperança de ter você comigo sem me preocupar com horário, nem com celular.
Já faz um tempo e não vou negar...que quero sorrir, beijar e curte, essa tua vibe que me deixa assim!
Linda demais, uma arte pincel, me faz viajar na coisa louca que é me apaixonar, por você!
Me entorto, me jogo,
Te arranho e refaço!
São tantas coisas que me levam ao fundo de ti, minha
sota manhã! Flor de uma noite, o nascer do crescer.
Tão gostoso, um jeito dengoso, meio manhoso,
quando não se irrita por te perturbar.
Me deixa ficar aqui com você,
Me deixa morar na luz do olhar, renascer em ti.
Vitória minha aurora, um ser que namora um viver de um tempo onde a tristeza não é passa tempo.
Tudo pra ficar bem,
colar nesse teu beijo me faz delirar.
Já posso falar... .
Preta, deixa eu morar nesse refugio que esconde nessa calcinha de renda
Ler sem legenda a canção do falar.
Não posso negar, tenho dois corações um bate entre as pernas o outro só sabe pulsar
Tem que gritar pro mundo inteiro saber que você ta no braço do amar.
Amor, olha chuva e como ela cai
no calor
Não sei porque me apaixonei mas esse teu sorriso é lindo.
Eu sei que quando a noite cai acende a luz da falta.
Sem você aqui me da medo da caminhada ( minha gata)
Prende esse cabelo e vem,
quero te curte um pouco.
Agora vem,( vem cá, meu bem, vou te mostrar que sou feliz, mesmo sendo louco.
Ver você é como por sol,
namoro sem lençol,
frio sem ter coberta.
Com você é beijinho melado,
recado amassado, café sem ter caneca.) 2x
Me faz bem, tiver tão bem, depois de uma soneca.
Descansa esses olhos pra noite então chegar.
Te contar mil e uma histórias que guarda na memória, só pra você se apaixonar.
Vou pedir, não liga pro horário se cê ta comigo tua mãe não vai ligar.
Agora vem vem cá
Meu bem,
vou te mostrar que pode ser feliz mesmo com um louco.
Ver você é como por sol,
namoro sem lençol,
frio sem ter coberta.
Me dá beijinho, tem que ser melado,
um pouco lambuzado, não tem hora certa. 2x
Meu bem, vem cá, deixa eu te cuidar.
Vamos ser feliz, sem ter hora certa.
Música- ( Par com a solidão) segunda versão.
Só dá tu
Da eu.
Fico em ti,
em mim.
Faço lar, meu par.
Com você a "sós"
Com você sou nós
Solidão, então, coração na mão.
Faz (assim) 2x
Me deixa só ( sozin),
mas fica aqui (pertin),
de mim, amor. 2x
Só dá tu,
Da eu.
Com você a sós.
(Fica nós) aqui. ( Assim.) 2x
Vem pra cá meu bem!
Fica aqui, ali.
Diz pra mim (que quer) (ficar a sós.) 2x
Que quer ficar a nós.
( Aaaaaaa nóóóoooooooooooooooh nós.)
Me deixa só ( sozinha.),
mas fica aqui ( pertin),
de mim, meu bem.
Te deixo só ( sozinha.)
Mas fico aqui ( pertin.)
de tu, amor.
Ficamos só ( sozinhos),
fazendo par com a solidão.3x
Se eu te amo? Se eu soubesse o que é o amor eu te diria que lhe amo, meu amor.
Me encanto por saber que cada riso seu demonstra para mim ode corre e como rir as razões de ser feliz.
Você é arvore menina !
Cheia de frutos
Cheia de tudo que eu quero
Cheia de si mesma e pouco do amor que te dou
Cheia de magia
Como as notas musicais você me apareceu
E eu ainda nem aprendi tocar esse violão!
Te pedi um pouco do que tu não guarda no bolso, mas guarda no coração
Fiquei sem saldos, sem teu caldo
Apenas com teu riso, fez miragem no deserto do meu ser
No brilho dos teus olhos vi lucidez, era como Isaac Newton criava suas proprias leis
Me sentia como um rei sem coroa, tinha em minha riqueza somente tuas palavras
Que como sementes germinavam em meu consciente
Minha cachola ficava cheia de granolas, pensando em um eu e você
Em um ringue disputava, meu cérebro e meu coração
Cérebro puxava seus impulsos, coração pulava no peito todo alegre e sem jeito
Amava te ver, mesmo sem enxergar, só bastava aparecer e ele disparava
Como um atleta correndo em direção a linha chegada
Após tanta corrida, esse atleta se cansa e descansa na saudade de algo que não viveu com você.
