Poesia eu sou Asim sim Serei
...mesmo assim o sorriso bonito permanece no rosto
nao é seu amor que eu quero de volta
é a saudade do que foi bom que dói
dói pq nao posso mais, nao devo mais, nao necessito mais, DE VOCE
Eu mal sei o que dizer
A cada momento me sinto mais apaixonada
Tenho duvidas sobre tudo
Mas mal sei como posso ser amada
Você é meu ponto seguro
Minha luz no fim do túnel
Me acolheu entre teus braços
E me fez um bem inimaginavel
Desde o primeiro momento
Soube que seria algo importante
E que marcaria de alguma forma
Mas fora mais do que imaginei
Mudou tudo em instantes
A vida sem você já não faz sentido
Minhas noites são regadas por sonhos com você
Meu mundo gira em torno do seu
E agora mal sei o que fazer
E eu me pergunto:
E se um dia você sumisse?
Se simplesmente desaparecesse?
O que seria de mim?
É uma dor intensa, inexplicavel
Apenas de pensar em tais coisas
É um desespero que invade minha coração
E enegrece minha alma
E o que eu quiz dizer
É o que eu digo a cada momento
O quando você significa
O que digo sobre este meu sentimento
ei Te amo
Diga que o que eu quero, é o que você quer.
Diga que isto existe, e que você acredita nele.
Diga que quando eu penso nele você também pensa.
Diga que ele quebra todas as barreiras e nos mantém aquecidos no inverno e frescos no verão.
Diga que é o amor.
O sentimento tão misterioso que pode ser bom, ou ruim.
Que nos leva as alturas como se tivéssemos assas como os pássaros, mas que derretessem, pois o amor tem altos e baixos, quando quebrado, causa uma depressão, causa uma raiva e se chora pela sua perda.
Então, conclua que o amor é um sentimento confuso, pois ele é a alegria, a tristeza, a felicidade, o ódio, o medo, a dor, a adrenalina, ele é simplesmente o amor...
Quando tá escuro e ninguém me vê
Quando tá escuro, eu enxergo melhor
Quando tá escuro, te vejo brilhar
É onde eu fico à vontade, sem medo da
claridade
Passo o dia inteiro esperando a noite
chegar
Porque não há mais nada que eu
queira fazer
Quando tá escuro tanto faz que cor
tem
Quando tá escuro só valem as palavras
Quando tá escuro ninguém repara as
minhas meias
É onde eu abro as minhas asas, onde
eu me sinto em casa
Passo o dia inteiro esperando a noite
chegar
Porque não há mais nada que eu
queira fazer
Só no escuro!”
Eu posso até ter feito você infeliz
mas sei que eu fiz você bem mais feliz
pois eu cinto que ainda, você gosta de mim
talvez não do geito que eu gostaria !!
Aquela Voz
(R. Bento)
Aquela voz me dizendo
Abra a janela para poder me ver
Eu ouvindo aquilo
Digo não abro, pois, não tenho porque
Ligo o radio bem alto
Essa maldita voz não me deixa dormir
Em tom suave ela diz:
Não adianta querido eu não vou desistir
Agora vê se entende
Eu só quero ficar sozinho no meu quarto
Mas vai ser impossível
Se você não consegue se manter calado
Só consigo pensar
Quem será o cretino e o que quer falar?
Com tristeza ele diz:
Só se abrir a janela conseguirá escutar
Refrão
Então com raiva eu abro e não vejo ninguém
A rua deserta e a brisa gelada
Me tocam o rosto me dão arrepios
Quando eu olho pra cama onde eu estava
Me vejo deitado com os olhos fechados
Com uma paz que há tempos havia perdido
Então eu percebo que a voz que eu ouvia
Era eu mesmo querendo entrar no paraíso.
Bento.
http://bentoolico.blogspot.com/2010/04/aquela-voz.html
CATIATCHA
Maria quis dar-me um amor eterno, sem limites
Quis pôr-se a serviço do Senhor Eu
Renunciou a todos os sonhos
Para ter os meus
Os meus sonhos seriam os seus
Maria quis dar-me o seu leito de bálsamo
O seu colo abrasante
A sua simpatia eterna
A sua compreensão imensa
A sua alegria perene
Quis santificar meus defeitos
Mas não quis
Não quis. Acreditem!
Não quis !
Quis a Madalena
Ordinária
Que me pisou com sapatilhas de prego
Imergiu minha cabeça em baldes de gelo
Jogou-me de ponta na sarjeta
Chafurdando
Nem Maria. Nem Madalena
Hoje lamento não ter querido Maria
Maldigo ter desejado Madalena.
Fiquei com a catia
Perambulando em meus infortúnios
Cambaleando
Vou sorvendo até a última gota
O entorpecente líquido de catia
Bendita seja
Maldita catia
Garçom, mais catiatcha!
Essa... essa mulher que eu não encontrei ainda, essa que será a minha grande amada; não sei a razão da minha preocupação ainda, porque antes de encontrá-la, estou eu perdendo o meu tempo com outra mulher, perdendo meu tempo com emoções que desaparecerão, perdendo meu tempo porque a minha amada ainda está por vir.
É estranho esse fato. Vivo normalmente sem a minha amada, sem nenhuma dependência, mas quando encontrá-la, certamente vou pensar: como perdi tanto o meu tempo sem conhecê-la? Como a ausência dela me faz falta; não quero perder os momentos que possa ficar com ela.
E se por consequência a minha amada se for e não voltar, a minha vida não terá o mesmo sentido. Mesmo que esse sentido tenha 5, 6 meses de existência.
E o círculo segue...
Quando eu era criança
Eu sentava na janela
Via escorrer as gotas
Da cachaça e da panela
Tinha medo de crescer
De assim poder morrer
Como morria no céu
As estrelas de papel
E os versos do meu ser
O Amor que eu sinto,
não é como um Amor pobre;
Porque o Amor pobre
É aquele no qual se pode medir;
Mas o que eu realmente sinto,
Nem a infinidade de números pode contar!
Dedicado à Matheus O.
Filha: Pai eu estou apaixonada.
Pai: Desapaixona, não quero ver você por aí sofrendo pelos canto igual como eu fiz com muitas por aí. Agora você não vai entender, mais quando crescer mais um pouco vai entender o que eu estou falando.
Eu choro
Com saudades de você
De não poder ti ver
De não poder te sentir
De não ter você pra mim.
Quando penso em ti perder
E nunca mais poder te ver
Arrependo-me amargamente, pois não serei feliz como era antigamente.
De você poder estar com outra
E que esconde de mim que ama outra.
Meus pensamentos me levam
Há um mar de duvidas
Você diz que me ama..
Mais ainda me deixa com muitas duvidas.
Não tem como voltar
Talvez se tivesse como voltar eu não
faria muita questão, embora eu te espere,
eu espero não te esperar nunca mais, pois
não faria sentido viver loucamente a sua
espera .
Eu bem queria te esquecer... Mas... Eu não consigo.
Perdem-se as forças, e não se deixa dizer não...
Eu bem queria sair correndo daqui... Mas... Algo me prende.
Eu olho pra minha geração e vejo a decadência dela em tudo
Eu olho o tudo e vejo o nada. Aqui, ali, em todos os lugares os vejo.
Eles estão agora em tudo. Eles estão agora em nada.
Eles todos estão aqui. Eles todos então em nada.
Estão aqui e ali, ali em nada.
Prisioneiro de mim mesmo
Liberdade eu procurei,
Liberdade eu precisava,
Liberdade eu encontrei,
Comprada, inalada, aspirada, injetada, limitada, passageira, mentirosa e traiçoeira.
Liberdade eu procurei,
Na liberdade que encontrei, me isolei, me entreguei, me viciei, me perdi, me escravizei.
Liberdade eu procurei,
Liberdade eu precisava,
Liberdade de verdade,
Liberdade eu não achava.
Busquei em diversas fontes, subi no mais alto monte, lá de cima eu me dei asas, voei até os céus buscando romper o véu que escondia a liberdade, o que havia por trás do azul?, a liberdade estaria ali?, quem escondeu-a de mim?, eu preciso encontrar o sabor da liberdade, eu preciso sentir o que é ser livre de verdade.
Cansado e sem encontra-la, desisti de procurar, resolvi aterrissar, me encostei pra descansar, fechei meus olhos tentando dormir para aliviar meu cansaço, foi então que me vi olhando para dentro de mim, e que havia algo ali, onde eu nunca pensei em procurar, me encontrei com a verdade, ela me disse que ali, dentro de mim, morava a felicidade e que se eu a encontrasse seria livre de verdade.
Viajei por tanto tempo, gastei energia, vida e talento, procurei nos quatros ventos, o que eu só encontrei quando me olhei por dentro.
A verdade me ensinou o endereço da liberdade, antes porém me avisou que eu só a encontraria se acreditasse que era a liberdade que eu queria de verdade.
Deveria eu esconder a saudade que eu sinto de você...
Como uma forma de me defender, de um possivel final...
Ou devo extrapolar aos quatro ventos, que você e importante pra mim, e sem você não posso...
Por mais que eu tente fugir...
Eu nao consigo escapar...
E acabo me apaixonando...
Assim é a vida...
Ou melhor...
Assim é a minha vida!
Sabe por que eu odeio a humanidade?
Porque eu tenho medo da vida,
Eu vejo como as pessoas vivem,
E tenho medo de vivenciar.
Decisões erradas,
Situações extremas,
Medo excessivo,
Angustia nos consumindo.
Porque temos que sofrer?
Não poderíamos viver em paz?
Ou pelo menos respeitar o espaço do outro,
Para vivemos dignamente.
Quando eu era criança não queria crescer porque achava todos os adultos chatos e monótonos.
Com o passar do tempo percebi que o que sentia era na verdade uma inveja inconsciente. Eu queria ser livre para fazer de tudo sozinho. Quando tive consciência disso, ainda era apenas um adolescente, cheio de desejos e utopias, foi daí que veio a revolta.
Depois de uns anos de castração virei o típico adulto frustrado. Já podia ser livre, fazer o que sempre desejei e finalmente ser feliz... No entanto, a única coisa que faço é reclamar de tudo e culpar o mundo inteiro. Mas no fim das contas, escrevendo isto, percebo: A culpa é toda minha!
