Poesia eu sou Asim sim Serei
As vezes nos apaixonamos
Por pessoas que não deveríamos...
As vezes nos sacrificamos...
Por quem nunca nos amaria.
As vezes somos fracos
Mas as vezes vale a pena
Porque mesmo com lágrimas nos olhos
ainda assim, da tristeza; se faz vivo o poema
AS MÁSCARAS DA VIDA
Encobrem os rostos
com máscaras de várias fantasias
os que transfiguram na vida
a recíproca antipatia !
Ocultam suas faces de perversão
tapada por máscaras de várias fantasias.
que regozijam ao impudor
das suas almas carnavalescas !
Vibram gritos de alegria escondidos
na máscara de mostras falsas
de uma aparência enganosa de hipocrisia
São caras ... São máscaras que se despem e vestem
ao longo da vida….
São rostos ignotos do dia-a-dia!
Enfim: o carnaval está aí!
Dá-se alegria e fulgor
Às máscaras da vida
Esperança é a palavra chave
Para se firmar na persistência.
Não desistir de tudo.
E abraçar o que parece ter carência.
Fora criada para ser
a personificação da liberdade,
de olhos acinzentados
como boas manhãs
nubladas de domingo.
E se tivéssemos a certeza
de que tudo fosse dar certo,
o que você faria
com a sua indecisão de hoje?
Sempre acreditei
na relatividade do tempo,
e quando me abraçou
e me sorriu com os olhos,
o tempo parou,
e lá ainda estou.
toda memória guarda um instante
que talvez tenha ficado perdido
por não aguentar mais aparecer
por não aguentar mais arder
por fazer sofrer.
"Peço desculpas a muitos, pois perdão só peço a Deus"
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"A fortaleza do fraco, é tentar enfraquecer o forte, utilizando sua fraqueza para tentar se fortalecer".
"Sementes lançadas em lajedos, só nascem pedregulhos"
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"A dificuldade maior para a caminhada, é quando nos achamos incapazes de dar o primeiro passo".
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A minha ignorância está no desconhecer. Aquilo que não sei o que é (E por não sabê-lo) torna-me um ignorante. Mas depois que fico sabendo o que é, posso fazer uso daquilo e ajudar alguem, que como eu ainda é um ignorante em busca do aprendizado.
Carlos Silva
No caule macio de uma pequena árvore
palavras escritas ao léu, ao céu,
da pequena que sob sua sombra nascera
coberta pela poética e seu inspirativo véu
sentimentos, ideias e ideais, os quais
realmente nem sabia o que eram,
versos ainda poucos, alguns roucos,
vindos de dentro do coração,
murmurando a poética pela tapera,
quimeras em metáforas de ilusão
Vejo a lua,
pequena e branca
pálida em sonhos
divagando em luzes
que esmaecem na madrugada fria
percebo essa lua,
assim em fascínio,
como mulher
frente ao sentimento puro
do amor e ao da ternura,
és mulher, ó lua!
entendes do coração
e pela noite leva sonhos
aos que prestam em ti
toda atenção.
Indiana, ela é
Indiana Nayana, vossa é.
Da Índia ela é.
Seu criador a fez linda,
da cabeça aos pés.
Pele caramelo, cabelos de tâmara com ondas.
Destaque para os olhos, de cor âmbar.
Move-se ao dengo e graça,
maravilhando qualquer um que passa.
A mais bela ela é.
A mais magnífica indiana sim, ela é.
Canela, páprica, seda e mel.
A mais preciosa especiaria de sua vó, Cléo.
A amizade é igual uma flor.
Tem tempos que murcha.
Que morre e que perde a cor.
Raras às vezes que fica de pé.
Sabe quando isso acontece?
Quando uma amizade fortalece e não se fecha.
Soube que Sois poeta.
Escrevo poemas.
Não sei como se é poeta.
Li alguns. Agradam-me.
Alteza, não sei que dizer.
Apreciai o banquete.
Sois tão bem vindo aqui como o anjo Gabriel.
Alguns acham que devíamos ir para o paraíso em colchões de pena e taças da realeza cheias de vinho.
Mas não é assim.
Excelentes notícias!
Temos de comemorar!
Ele nem trata você tão bem.
Mas o seu medo de ficar solitária,
te faz se sentir sozinha
mesmo acompanhada.
Te machuca como uma tesoura sem ponta.
Inofensiva, praticamente indolor;
enquanto te pintam de qualquer cor
(que jamais escolheu ser).
O único problema foi você me ver como uma cura.
Algo que tomaria de seis em seis horas
pra tentar esquecer o que tinha dado errado.
Desigualdade humana
Penso, penso, repenso
E não chego a conclusão
Pais com desigualdade e sem inclusão
Muitos esbanjando um montão
Outros não tem nem um tostão, e na boca, as vezes não chega nem um pão
Sem dinheiro e sem direito
Morador de rua virou um sinônimo perfeito
Mora na rua = a não merecer respeito
E o monstro não é o que está lá fora
Ta dentro da sua mente e é o que mais te mata
E essas pessoas ainda se denominam pacatas
Mas por dentro a gente sabe da sua mente opaca
Que só desacata
E julga de montão
Não sabe a história por trás mas, não, eu prefiro julgar, prefiro te xingar
Se eu tô vazio, vazio vou te deixar.
