Poesia eu sou Asim sim Serei

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Solidão

Mais um dia cansado passou...
Não o culpo de está comigo
Mas hoje és o melhor amigo
Que realmente me sobrou
Pode não acreditar, mas sou
Alguém ainda de compaixão
Independente da ocasião
Só nos sobrará um ao outro
De longe, pareço até solto
Mas vivo preso a ti, Solidão.

(Jefferson Moraes)
Olinda, Pernambuco
20/05/201

"A Beleza vai com o tempo. E você? Quem você é? Por dentro?"
O resumo da vida, não se define em quantos elogios você recebeu, ou quantas pessoas você conquistou, e chamou de amigo ou de amor, nem em quanto dinheiro você tem ou o seu status na sociedade. - A vida se resume no que você deixará de bom; no que você deixou marcado nas pessoas que passaram pelo seu caminho, no que você aprendeu e ensinou. Nos erros que assumiu e nas conquistas que batalhou com seu suor. Nas idas e vindas do amor, no que você achava belo, no que você se decepcionou. Nas expectativas certas com pessoas erradas. Também no momento em que você somente descobriu um amor, após perdê-lo. Resume-se no amor familiar, em que você aprende que precisa sim do afeto infinito de seu pai e sua mãe. Que não vale a pena passar por cima, nem discutir o que é óbvio, relevar o ser ignorante, dar valor ao que tem valor em sua vida. Porque mesmo que você se importe e dê valor, existem pessoas que não aproveitam a chance de se sentir valorizado. Mas nem por isso você deve criar frieza sobre outras pessoas. A vida se resume na confiança que você pôs nas pessoas que tem por perto, a anos, e a consciência de que essa confiança pode acabar a qualquer momento, em segundos. Sim, você fará coisas que se arrependerá para resto da sua vida, e que no momento mais forte da sua coragem, você não terá forças, e irá chorar. Resume no que você deixou no tempo em que esteve aqui e pode aproveitar cada momento, no simples gesto de ser lembrado com sorrisos, talvez por fotos antigas, ou por um texto gigante que você acabou de ler. A vida é um milagre, aproveite se for da sua forma ou não. Não há problema, o importante é ser feliz e fazer feliz a quem te faz feliz. Fim.

Bateu-me um besouro na testa
e me contou o segredo da festa:
_ Não esperes da menina o sorriso,
vá dançando a valsa da loucura,
que dela iras roubar o desejo obtuso
de tratar um apaixonado sem cura.

Domingo Sombrio

O domingo é sombrio
As minhas horas sem sono
Queridas as inúmeras sombras
Com as quais convivo
Pequenas flores brancas
Não te acordarão
Não onde o treinador negro
Da dor te levou
Os anjos não pensam
Em te devolver jamais
Será que eles ficariam zangados
Se eu me juntasse a ti?

Domingo sombrio

O domingo é sombrio
Passados nas sombras
O meu coração e eu
Decidimos acabar com tudo
Daqui a pouco haverão flores
E orações que dizem saber
Mas não os deixem chorar
Deixem saber
O quão feliz estou por partir
A morte não é um sonho
Pois na morte eu te acaricio
Com o último suspiro da minha alma
Eu te abençoarei
Domingo sombrio

Sonhando
Eu estava apenas sonhando
Acordo e te encontro dormindo
No fundo do meu coração
Querida, eu espero
Que o meu sonho nunca te persiga
O meu coração está te dizendo
O quanto eu te quero
Domingo sombrio
Domingo sombrio.

ALMA DE POETA

Quão deleitoso é
deparar-me com essas delícias da vida,
essas almas encantadas,
presenteadas com tão lindo dom
que regadas pela inspiração,
fazem brotar do âmago do ser
essa cantiga linda chamada poesia
acompanhada pela dança das letras,
a brincarem, formando palavras
que encantam o coração.

AVE MARIA PÓS-MODERNA

A luz que passa pelo cristalino
dos olhos chega ao fundo cerebral
recomposta em elétrico sinal
diverso do universo extra-tino.

A taça diz que “veritas in vino”,
em forma inversa, imagem espectral
vertendo na retina uma anormal
verdade aceita por qualquer menino...

Talvez o impulso elétrico reflita
externamente apenas algo novo
e tão antigo quanto a luz bendita

no céu de cada qual de cada povo
cujo drama tem sido a mãe aflita
dos elétrons por quem eu me comovo.

Li

Mulher de igual valor não há
Tu és bela, formosa e esplendida
No seu jeito natural de ser.

Seus olhos castanhos são como hipnose,
Seus lábios deixa a fruta mais doce com inveja,
Seu abraço leve trás paz e conforto ao meu coração.

Ele ali, perfeito...
Dizendo me amar
Mas o coração arredio
Disse não acreditar
Que no coração do poeta
Eu pudesse estar.

Bom dia

suas palavras ontem, me foram como calmante
me fizeram dormir tranquilo...e acordar mais confiante
me fizeram dormir pensando, me fizeram acordar sonhando
sonhando com um futuro, de vitórias e alegrias
de dormir e acordar com você todos os dias
com você quero viver, em felicidade plena
sem porque, sem pra que, sem dúvidas, sem dilemas
não sei como vai ser...mas sei que vai acontecer
foi assim que você falou...eu não duvido de você
pois acredito no amor!!!
bom dia minha querida...bom domingo minha flor!!!

Ridícula Paixão

Já dizia o poeta que todas as cartas de amor são ridículas.
E que, se há amor, tem que ser ridículas.
Ridícula é a paixão!
A paixão é uma das formas mais desarmadas de se entender o amor.
Ela sim é ridícula!

Ridícula porque não se explica,
Se cativa em poucos segundos e não se liberta tão fácil.
Ridícula pelos seus sentimentos anexos:
Uma mistura de dor, de constante presença e vontade de estar perto...

Ridícula pela incessante busca de alguém
E pela cegueira que incapacita a razão.
A paixão é ridícula!
Sentimo-nos saciados sem alimentos, bêbados sem estarmos alcoolizados,
Vislumbrando horizontes a cada momento... é ridícula!

Pergunto-me: “O que é ser ridícula?”
É provocar escárnio dos outros. A paixão é ridícula!
Ridícula porque é uma completude e independe dos risos de indivíduos secos por dentro...
A paixão é ridícula e sua maior sensação é: Apaixonar-se! Ridicularizar-se!
Deixemo-nos pois, expor ao ridículo de uma paixão! Ela sim é ridícula!

Na infinita graça e perfeição de existir,
diariamente recebemos como presentes de Deus,
possibilidades inúmeras de bem-viver, bem-servir
e avançamos, mesmo crendo estar inertes.
O pensamento a tudo influencia e um pensar sadio,
aliado a vontade criadora, lança um novo olhar
sobre o mundo em que vivemos e realiza prodígios.

Visitas

A casa está cheia
Ecoam risos, sorrisos
resquícios de felicidade.
Até o relógio bater às 22:00 e todos decidirem ir
E eu então voltar a vida efêmera de poeta solitário.

Estamos num tempo de alterações aceleradas e a mulher contemporânea se transforma na velocidade da luz. Estamos na era da mulher cometa e ela anuncia um rastro de importantes transições semióticas de sua figura.

O símbolo da mulher frágil que caminha docemente até o altar, onde à espera um príncipe idealizado, sinaliza sua reconfiguração. Esta mesma mulher acena que está com um pé no altar e outro no acelerador do carro e do coração.

Luzes, câmera, ação. Travessia. A mulher questionou, tirou o gesso, escafedeu-se do forno e do fogão. Ou não. Não importa. O que importa é a consciência do poder de decidir e transformar.

É jogar pela janela o lema: parar pra pensar, nem pensar, pois é preciso pensar para recriar-se. A mulher comunica através das pontes que ergueu e ainda desenhou um mapa para a interpretação de sua mensagem.

Ei-la: a que conseguiu construir ao longo do tempo um novo significado que atualizou a evocação de sua figura. Recriou a semiose de sua imagem. A mulher de grinalda e guirlanda de flores do mês das noivas dá o tom, acerta o passo e o compasso de sua vida.

Ela comete, descompassa e passa se quiser. Com cor, ação e de coração. Ousa, avança e assusta. E o homem fica sem saber se grita, aplaude ou abre a porta do carro.

Estamos diante da imagem feminina que semióticamente evoca o quê? Flor de laranjeira, macieira e poder de decisão. Que faz eira; inventa beira, de salto alto ou simplesmente descalça de pé no chão.

Saudades de mim

Ai que saudades de mim!
Dos dias felizes
Ai que saudades de mim!
Dos dias mais leves
Quando o riso era solto
Quando o sonho era o alimento
E tudo era motivo de contemplação
Quando as coisas mais simples
Causavam-me emoção
Saudades de outras horas...
Saudades como doem agora!

O amor caía do céu, envolvido numa garoa fina de verão.
A moça dos cílios compridos não percebeu e mais uma
vez abriu o guarda-chuva ao invés do coração

Tem gente que vê mais não consegue enxergar
Escuta mais não consegue ouvir
Existe mais não consegue viver
E morre mesmo sem morrer
Amando sem conseguir amar

Queria tanto ter alguém pra chamar de AMOR
Você não sabe a falta que você me faz
Mesmo que talvez eu ainda não te conheça, saiba que não paro de pensar em você

Solidão é quando a mente esta cheia
Mais o coração está vazio
É conversar consigo mesmo
É se isolar em meio a multidão de pensamentos

Sometimes


I tear a stamp inside me
And I annihilate the words that consume my soul...
To scream, what for?
You really know I tell about you
When I am all alone and I murmur for the distance
That there is always between us .

A long kiss lost in the silence Of an eternal night is enough to make my soul calms down.
But even so I am all alone Lost inside myself Always in the search for an impossible dream, That delays in coming.

Sometimes, so many times I interrogate myself
In the morning and in the falling of the night
If everything is worthwhile.

If the reason of my existence had any middle or a purposed end, after all we are so many That feel and see life like this and the rest is the whole that we will never understand.
I tear inside me an Inexplicable border, so that my life starts to make any sen .

Then I repeat so many other things...
itAnd you who think you are a woman, but you are not You are just a lost poem inside me since I was born to love you And suffer as nobody else suffers As I do it suffer for you.

Art, love and pain

They are the reason of all my suffering।
Who knows one day, even if it's late,
The world recognizes all the things that are hidden from the men's eyes today.

The color and strange lines are everything I leave you
As notes of a music
That has a form of a nymph or an angel
The mystery of life and the occultism that there are
When it seams to be so strange.

Lateness is just a moment inside the infinite...
Late when I even leaving forever, here I stay.

Era um domingo tépido,
Sem apetrechos nem delongas,
Mas o sol, ah, o sol,
O sol se fez presente
E todos abriram janelas.