Poesia eu sou Asim sim Serei
Queria eu escrever
Um pouco dessa história,
a história desta vida, uma vida completamente tristonha,
cheia de pranto e melancolia,
Queria eu escrever,
a história deste homem sonhador
que a séculos espera por um amor,
queria eu escrever
A tristeza de uma madrugada fria,
O olhar ao céu, onde nenhuma
estrela por ele brilha,
O sentar na esquina
com a esperança de que seja a musa,
Vindo pela aquela rua.
Queria eu escrever
a tristeza de um abraço sem amor, de um beijo sem prazer.
APRENDA COM O AMOR
Fugia toda vez que me via
Dizia pros amigos que não gostava de mim
E eu sofrendo quase morrendo
Com os nãos que recebia de você
O tempo passou a vida me ensinou
Hoje você não faz parte do meu viver
Já tenho alguém melhor que você
Aprenda valorize quem te quer
Porque amanhã sua beleza cai o dinheiro acabar
Somente o amor permanece
O amor sobe e desse o amor faz e acontece no sangue quente
E quando amanhece o amor é amor pra sempre
Você dançou vacilou me perdeu
Ouvi falar que você chorou
Dizendo que eu poderia ser seu
Eu to feliz sem você
Der meia volta no meu coração não tem mais lugar pra você
Aprenda valorize quem te quer
Porque amanhã sua beleza cai o dinheiro acabar
Somente o amor permanece
O amor sobe e desse o amor faz e acontece no sangue quente
E quando amanhece o amor é amor pra sempre
Poeta Antonio Luís
28/06/2015
SONHOS PESADELOS
Eu queria ser o vento pra bagunçar os seus cabelos
Eu queria entrar nos seus sonhos
E te livrar dos pesadelos
Eu queria ser teu pensamento
Eu aí pensar que cara legal estar a me olhar
Eu queria ser seu coração pra se apaixonar
Por mim
Mais tudo tem um jeito
Pensamento positivo é um espelho
Do que agente quer
Hoje sou teu amigo
Mais quem sabe amanhã você será minha mulher
Sonhos pesadelos
Quero dividir com Você o mesmo travesseiro
Vamos fazer amor com imenso desejo
Pense Pense bem
To querendo te amar
Quando você vai me amar também
Sonhos pesadelos
Quero dividir com Você o mesmo travesseiro
Vamos fazer amor com imenso desejo
Poeta Antonio Luís
ME ALIMENTO DO SEU AMOR
Me alimento do seu amor
Me alimento do seu amor
Eu tava quase morrendo
Mais Você chegou e me salvou
Com seu amor
Quando a outra me deixou
Fiquei na solidão quase depressão
Não saia do bar enquanto não fechava
Pra curar a desilusão
Porém um belo dia ela apareceu
Pra dar sentido a minha vida
A os sonhos meus
Hoje é minha amada Contigo sou feliz
Hoje me entrego por inteiro ao amor
Como nunca fiz seu amor é meu alimentoo
Me alimento do seu amor
Me alimento do seu amor
Eu tava quase morrendo
Mais Você chegou e me salvou
Com seu amor.
Poeta Antonio Luís
8:57 PM 6 de julho de 2015
TEMPO...
Quisera eu ter coragem e tempo,
pra dizer pro tempo
que ainda não é tempo de dizer adeus.
Quisera eu ter o dom de mudar o tempo
e mostrar pro tempo que o que passou
pode voltar ao tempo.
Quisera eu ter tempo, de fazer o tempo
entender que, sem tempo, não há como consertar
as palavras ditas fora do tempo.
Mas, aqui estou, brigando com o tempo
que não me deu tempo de mostrar
e dizer quem sou.
Ah tempo...
Lene Torres
Ela tudo "mais" é que... O sorriso largo e o abraço alongado.
Quando eu vejo aquele brilho nos olhos espalhado e o sorriso irradiado, sei que tudo pode dar em tudo...
PARTIDA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Se um dia eu partir...
Nalgum horizonte findar...
Em alguma esquina de amanhã...
Um verso de ilusão quero deixar...
Fascinou-me querer ser poeta...
E é lá que quero estar junto da poesia da vida...?
Nesse último verso que a vida compor...?
Quero deixar meus sonhos e ilusões...
Amém!
ISBN: 978-85-7893-519-1
Palavras que eu não te disse...
Digo-as agora!
No êxodo de meus sentires mais profundos
Escrevo na areia branca... Faço num coração
Enorme teu nome e o meu... Uma seta transpassa
Quase sangrando... Fragmentando...
Inflamam mudas todas as palavras
As que eu te disse... E as que não te disse...
E o que eu não te consegui dizer...
Os poemas que escrevi eram pra ti... Todos!
Sentimentos foi sempre a minha história...
E eu a contei... Pra ti...
Jamais parti sem novamente chegar...
E nunca te disse nada...
Doía muito... E eu apenas chegava...
Via-te... E pra ti corria... Braços abertos...
Sorriso nos lábios...
Deixava a melancolia escorrer pelas pedras...
Que encontrava no caminho... Minha latejante esperança pinta delírios
Voar qual aves de volta ao ninho...Neste Crepúsculo…
Eu sigo calçando
com os meus passos inquietos
alegrias se apressando
e passados secretos
contorno
retorno
revivo
A ânsia que me consome
já fragmenta meus resquícios sanos
minh'alma anorexica, com fome
causa em mim severos danos
enlouquecendo
tremendo
temendo
As mãos que acariciavam
agora estão cansadas
das noites que mutilavam
do depois tão machucadas
naufragando
alucinando
lutando
Há dias de glória em meu olhar
e tormentas na tardia neste sorriso
me equilibro para me livrar
do pavor que tanto esquivo
sentindo
exaurindo
afligindo
Então a culpa se alastra
como um vírus imortal
parecem animais com mordaça
pedante e demasiado bestial
julgada
ignorada
...
...
...
lágrimas de uma invisível.
Me recordo muito bem,
eu, maestro do silêncio sabia te silenciar,
meus métodos impecáveis te jogavam pra longe
lembro da imagem do seu rosto inocente reluzindo
como um cometa e me acertando em cheio,
eu acordava suado no meio da madrugada
e ficava acordado até meu corpo se apagar,
porque minha mente nunca se apaga,
ela está sempre ligada repetindo meus erros
me levando para um passado recente
transbordando minhas lembranças.
O passado é um trem carregado apitando e saindo da linha, eu nunca fui bom corredor e sempre perco essa corrida.
Roney Rodrigues em "Memória Fumaça"
Eu queria ser viajante do tempo,
embarcar nos trilhos da memória.
Queria me encontrar
aos quarenta e cinco anos.
Queria encostar a minha
mão do passado
no meu rosto do futuro,
olhar no fundo dos olhos marcados,
mostrar fotografias empoeiradas,
me abraçar por horas e dizer
que compreendo as cicatrizes.
Eu diria agora e sempre,
eu ainda sou 1% do que posso ser.
Carne e osso é pouco pra mim,
eu quero ser verso e poema,
quero ficar gravado na pele dos muros,
quero ser escrito nas placas de trânsito,
quero ser pichado na mármore dos corações
de cada cidadão dessa nação.
Roney Rodrigues em "Mochileiro do Tempo"
Eu fico triste
por essa geração.
As crianças não jogam
mais taco na rua.
Não tem mais
time da rua de cima
contra time da rua de baixo.
As calçadas
não tem mais marcas de giz.
Ninguém toca mais
campainha pra sair correndo.
Mas ainda brincam
de polícia e ladrão
aqui no quarteirão,
só que ao invés
de cano 'pvc' nas mãos,
a criançada sai armada
de fuzil e “três oitão”.
Roney Rodrigues em "Triste Geração"
Eu sinto medo
Eu sinto medo do que o futuro nos reserva
Eu sinto medo de o sol não nascer para todos amanhã
Eu sinto medo da saudade
Eu sinto medo da distância
Eu sinto medo de amar e não ser amada
Eu sinto medo de sentir medo
Eu sinto medo do meu próprio medo
Por tanto tempo
eu olhei suas fotografias.
Acariciei a pele do papel,
colei sua foto no meu travesseiro
na esperança inserir você em meus sonhos.
A eternidade que passei aqui
fez meus olhos arderem
e desregulou meu coração.
Segurei suas fotos junto ao meu peito
como uma criança faminta
segura um prato de refeição,
como um astronauta aposentado
admirando de longe a lua
que um dia lhe pertenceu.
Roney Rodrigues em "Câmara escura"
Faltou algo no meu céu,
o brilho de estrelas mortas
levando anos luz para me acertar.
Eu fico vagando por aí,
sendo golpeado por meteoritos,
cometas e
olhares apaixonantes.
Em uma noite de céu turvo,
olhei no fundo da sua galáxia,
na profundeza que é você,
eu soube nesse instante:
Seu abraço seria meu:
Seu corpo, minha morada;
Seu carinho, a chave dessa jaula.
Eu vou chegar perto da sua pele,
vou me encostar, vou me perder.
você sempre soube,
estive doente aguardando
a cura cair do céu.
Me tornei dependente desde que
me mudei para o seu sorriso.
Em dor eu sempre ofereço:
Meu corpo ao seu lazer;
Minha poesia à sua memória.
Roney Rodrigues em "Lágrima Láctea"
Eu dirigia na estrada da vida.
Lembro que a tempestade rugia lá fora.
O pavor era vibrante, o medo era palpável.
Eu guiava com cautela e temor
sempre a vigiar o retrovisor,
Lia com atenção as placas.
Ao entrar na curva do teu corpo,
eu virei o volante, o corpo não respondeu.
Os pneus não tiveram aderência, eu capotei.
Os estilhaços, o horror,
a dor de saber tarde demais
que o melhor a fazer era ter esperado
o mau tempo passar.
Roney Rodrigues em "Aquaplanagem"
Nosso encontro sempre é
um início de composição,
as notas que eu tiro ao te tocar,
não cabem em partitura alguma.
Enquanto eu te toco,
feito instrumento desconhecido,
você se entrega a mim,
pronta às descobertas.
Por fim,
é você quem me toca,
é você quem me compõe,
inacabadamente...
Escuta com atenção,aquilo que eu digo irmao,
Enfrenta os teus problemas sem medo da situação.
acredita em ti nas tuas capacidades e para de viver nessa ilusão,
sabes por qué, porque és mais do k isso,és um grande campeão.
Sons do universo
“A canção que o meu coração canta só eu ouço.
O canto que canto é intenso.
Se ele tem alcance, se é áfono ou desligado
não há porque não ofertá-lo.
O importante é o desabrochar da partitura
e cedê-la ao maestro universo”.
Louco gostar...
Poucas palavras de amor... E eu ali já em teus braços...
Com este louco gostar
No teu corpo encontrei meu aconchego... E me sentia sublime...
Nos meus sonhos mais profundos amei...
- E ainda amo-te -
E te dei o melhor de mim até o meu último frêmito
E eu te cobri de flores... De beijos... E te dei meu céu nos dias
Mais ensolarados... Pois era sempre verão... Na minha vida!
Mas tu partiste... Seguiste outros caminhos...
Levando meus encantos... Meu riso e as minhas lágrimas...
E aqui fiquei triste... Com meu coração partido...
Hoje restam as lembranças deste louco gostar
Quando eu fui tua...
