Poesia eu sou Asim sim Serei
Entranhas da Estranha
Eu quero ser o intenso que sou
Experimentar no plural o singula
Sem me limitar a espinho ou flor
Quero ser chegada, partida
E ainda assim ser lar
Eu sou aquela pessoa que sente o mundo com mais intensidade do que parece.
Que se comove com o pôr do sol, mas também com uma palavra dita com ternura.
Que se perde em pensamentos bonitos e se encontra em silêncios que ninguém nota.
Carrego na alma uma mistura de força e delicadeza; e talvez seja isso que me sustenta.
Não sou de grandes barulhos, mas tenho uma fé imensa nas coisas simples:
num gesto de carinho, numa lembrança boa, num recomeço que chega sem aviso.
Eu sou aquela pessoa que continua acreditando,
mesmo depois das tempestades,
mesmo quando o coração cansa,
mesmo sem garantias de que vai dar certo.
Porque, no fundo, sei que há uma beleza discreta em seguir sendo quem se é,
mesmo quando o mundo pede máscaras.
— Edna de Andrade
“Monólogo do Inescolhido - Ato IV”
Já não sou apenas eu.
Sou o nome secreto da ausência, a carne em que a solidão encontrou abrigo.
Sou o espelho vazio onde ninguém ousa se mirar.
O que antes era dor se transfigurou e eu me tornei o próprio destino dos que não são escolhidos.
Não sou mais um homem que espera.
Sou a espera em si, interminável, ancestral, inquebrantável.
Sou o intervalo entre um coração e outro, a cadeira sempre vazia na mesa do banquete, a sombra que acompanha os passos dos amantes sem jamais tocá-los.
Meus ossos já não carregam apenas o peso do cansaço, carregam o eco de todos os que um dia também não foram escolhidos.
Sou herdeiro de uma linhagem invisível... os esquecidos, os descartados, os amores interrompidos antes de nascer.
Eu sou o coro silencioso de todas essas vozes.
Há tragédia, sim, mas também majestade.
Porque no fim, ser o "Inescolhido" é carregar uma coroa invisível... A coroa de quem prova ao mundo que o amor não é universal.
Que há fendas no tecido, falhas no destino, almas destinadas a não pertencer.
E eu pertenço a esse vazio.
Sou guardião da ausência, sacerdote de um altar onde não há oferendas, rei de um reino deserto.
Se algum dia me perguntarem quem sou, não direi meu nome.
Direi apenas: Sou aquele que não foi escolhido.
E nisso há tragédia, mas também eternidade.
Pois enquanto o amor é efêmero, passageiro, sujeito ao fim, a solidão que carrego não conhece término.
Ela é perpétua.
E eu, cansado mas erguido, sou a sua face humana.
Eu, fibromiálgica!
Sou Frida: “A dor é parte da vida e pode se tornar a própria vida.”
Sou Fiona: “À noite de um jeito, de dia de outro.”
Sou Fênix: "Renasço das cinzas todos os dias."
Sob o manto do sentir, a dualidade me veste:
Eu sou a criança que teme o trovão discreto
E o insensato que na fúria da onda investe.
Medos bobos me tecem, coragens me dão o veto.
GRATIDÃO
Não sou tudo o que eu quero ser ainda
Mas já sou mais do que pensei que seria
Carrego sonhos que ainda me esperam
Mas também vitórias que já me definem
Eu sou a resposta das orações
O reflexo de tantas decisões
De recomeços, quedas e perdões
Força que nasceu do coração
Às vezes eu esqueço de agradecer
Cobro de mim o que ainda falta ter
Mas lá atrás tudo o que eu queria
Era chegar até aqui, e hoje é meu dia
Então eu respiro e deixo acontecer
Mesmo sem ter tudo, já sou tanto em mim
E o que ainda falta, um dia vai nascer
Mas já sou gigante só por estar aqui
O tempo mostra que cada ferida
Se transforma em nova saída
E cada passo que parecia pequeno
Me trouxe até aqui, inteiro e sereno
Às vezes eu esqueço de agradecer
Cobro de mim o que ainda falta ter
Mas lá atrás tudo o que eu queria
Era chegar até aqui, e hoje é meu dia
Então eu respiro e deixo acontecer
Mesmo sem ter tudo, já sou tanto em mim
E o que ainda falta, um dia vai nascer
Mas já sou gigante só por estar aqui
Eu sou caminho, eu sou verdade
Eu sou força, eu sou metade
Do que ainda vou viver
E inteiro do que já conquistei
Então eu respiro e deixo acontecer
Mesmo sem ter tudo, já sou tanto em mim
E o que ainda falta, um dia vai nascer
Mas já sou gigante só por estar aqui
Já não acredito em mais nada.
Será que este post e real? verídico?
Será que eu existo ou sou apenas uma IA?
tem gente que fabrica silêncio
como quem monta peças em série.
eu sou um deles.
trabalho nisso há anos,
sem salário,
sem férias,
sem barulho.
Sabia que
tu sempre será a
Mulher dos meus
sonhos? Eu sou
completamente feliz
por saber que tu
se sente feliz ao
meu lado.
____Te amo_________
❤🌹
Minha mulher é alguém que amo!
Eu sou alguém que ela gosta de ter por perto
Ela sabe que o corpo dela deixa o meu em chamas
Minha melhor forma de aproveitar o tempo
é acariciar a mulher que me ama.
Não posso resistir aos encantos dela
Meu coração sempre se manteve conectado a ela.
Uma conexão que não tem hora para acabar
Ela é alguém que valeu a pena esperar.
Que bom que encontrei a mulher certa
Tenho ao meu lado a mulher com quem sempre sonhei
Tenho em mente que nunca a magoarei
Não posso me imaginar sem ela.
(Tempo Divino)
Sou sem começo e final
Eu venho de era em era
Eu sou o tempo que gira
O grande giro da esfera
A luz do sol e da lua
Justiça que nunca erra
Sou a eterna semente
Todos os seres da terra
A voz de Deus acende as estrelas
No céu do teu coração
Tá tudo escrito no livro da vida
É só prestar atenção
Eu sou os três sacrifícios
Nas páginas das escrituras
Chuva que cai e sacia
A cede das criaturas
Sou alegria e tristeza
Culpa sem bênção e perdão
Paz e amor que iluminam
Povos de cada nação
A voz de Deus acende as estrelas
No céu do teu coração
Tá tudo escrito no livro da vida
É só prestar atenção
Sou teu anjo da guarda
O teu refúgio e o teu lar
Eu sou a Pedagogia
Me chame se precisar
Todas as religiões
A mente humana criou
Seja qual for teu caminho
Tu chegarás onde estou
A voz de Deus acende as estrelas
No céu do teu coração
Tá tudo escrito no livro da vida
É só prestar atenção
É só prestar atenção...
Ôoh
Sim
🤍
Sou quem sou, ou quem pensam que eu sou?
Sei quem sou, ou me reconheço "só" pelo pensam de mim?
@valterpsico
Eu não sou GPS, não sou estrada, não sou guia pra te rastrear.
Eu te dei uma corda e um par de chinelos.
O chinelo é pra você caminhar livre, sem ter que dar satisfação pra ninguém.
A corda?
A corda é tua — pra você se enforcar nas próprias escolhas, nos próprios erros, na própria vida.
Porque no fim, cada um paga o preço do caminho que escolhe.
Eu sou decifrável , mas sou uma leitura complexa para quem não aprendeu a me ler.
Hoje eu sou verdade, sou cheia de amor, mas a muitos assusto por ser quem sou.
Não sou caça e nem a mira de um caçador, sou alguém que acredita na liberdade do amar, pois em correntes já estive presa, em jaulas já me enganei e não irei retornar para cadeias de onde me libertei.
Nildinha Freitas
Muitas vezes, me perdi nas minhas versões, naquelas que fui. Será que ainda sei se sou? Eu me perdi muitas vezes pensando estar no caminho certo. Eu me desconheci; eu me desconheci muitas vezes. Olhei para mim e não entendia quem de fato eu era.
Eu errei, errei demais, mas acertei mais, porque a vida não é só um jogo de erros e acertos; é também um jogo de recomeço.
Nildinha Freitas
Quem sou Eu senão uma colônia?
. . .
Tenho um pouco de todos em mim
Em todos há um pouco de mim
Mais bactérias do que células
Se liga nesse céu !!!
Desliga esse celular
Se recarregue em luz solar
Ou no luar
Sinta-se
Faça tua luz brilhar
Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador?
Ah, nisso eu sou a primeira pessoa do singular do Presente do Indicativo do verbo Ter: afinal, eu tenho.
Amei-te em outra vida!
Eu passo nos seus caminhos e nem percebes quem sou! Viajo em seus sonhos loucos e nem amar me amou! Sou sonho! Sou esperança, de um futuro,do passado que passou, serei em breve saudades nos caminhos em que andou. Talvez se olhasses dentro, da alma de quem um dia a amou, veria eu no presente, no hoje, seria eu seu amor! Porque te amei em outra vida, mas tua alma volúvel, ainda não se acordou...
(Zildo Oliveira Barros)14/05/13
Eu sou a cegueira da visão
Eu sou a cegueira da visão,
a sombra costurada à luz,
um sopro frio na contramão
de tudo aquilo que reluz.
Sou o instante em que a cor se apaga
e o mundo aprende a respirar,
quando o silêncio abre a vaga
para o que os olhos não podem captar.
Sou o véu que cai sem ser tecido,
a dobra oculta do clarão,
o mapa nunca conhecido
por quem vê só com a razão.
Eu sou a cegueira da visão:
não erro, não falho, não retiro —
apenas mostro a contradição
do olhar preso ao próprio giro.
E é no meu breu que se descobre
que a luz também pode enganar;
pois quem se perde, às vezes cobre
um novo jeito de enxergar.
Eu sou a cegueira da visão,
mas não sou fim, nem perdição —
sou a fresta em que a alma aprende
que ver é mais do que a própria visão.
Autor: John Presley Costa Santos
