Poesia eu sou Asim sim Serei

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Quando vc se vê sobre o mar da vida...


Há dias em que não é o mundo que me engole — sou eu que me afundo em mim.
A superfície parece perto, mas é como vidro: vejo o sol lá em cima, sinto o calor à distância, e ainda assim não consigo atravessar.


Seria simples nadar, se o peso não estivesse costurado nos meus ossos.
Seria fácil pedir socorro, se a voz não se dissolvesse antes de chegar à boca.
E assim fico, boiando no sal da minha própria tristeza,
enquanto os outros, da praia, acenam como se fosse só mais um mergulho.


Dizem para nadar até a areia, mas não sabem que a areia já não existe para mim.
Que a ideia de “voltar” é tão distante quanto um porto que nunca conheci.
O mar é fundo, frio, e tem o mesmo nome que eu.


E no silêncio submerso, percebo:
às vezes não é que a gente queira se perder.
É que o cansaço de tentar se salvar
parece mais letal do que simplesmente deixar-se afundar.

Ao olhar pra esse mundo... Tentando ver o mundo com o olhar de Deus ( nem sou digna disso) mas, eu estaria enojada, esgotada, arrependida de fazer algumas pessoas conforme a minha própria semelhança.
Aí, eu volto e penso! Não temos capacidade de ter o olhar de Deus, pois somos humanos e só Deus é o único que em meio a uma criação caótica, ainda consegue ter amor, piedade e misericórdia!
Uma coisa sei... Jesus hoje é o nosso advogado de defesa, Ele é amor. Perdoa e tem misericórdia!
Mas quando Ele se tornar juíz, Ele passa ser a própria justiça, ou seja, fogo consumidor! Aí eu quero ver!

Contos sobre mim parte 44 - A beleza do envelhecer…

Sobre quem eu sou, de marcas latentes, forjado em batalhas, com choro e dores, sorrisos que atraem, certeza de ir quando não mais quero ser, solitude de mim e do que quero fazer, sou cheio de graça, sinceros abraços, sou tido por muitos de poucos eu sou, nascente poente, ouvir o som das águas e aqui me encontrei.

Sobre quem quero ser, não mais água ardente, um pouco de tudo, não tudo de vez, quero andar entre as águas, cria brio e coragem pra nascer e crescer, quero ouvir som de pássaros, andar em seus braços, jamais perecer, a paz das montanhas, amores me ganham e vim pra vencer. Vencer meu passado, vencer o outro lado, vencer, só vencer, e aqui já me basta, se lá estarei, terei a certeza de que entre belas as feras desceu e eu flor que nasce, desboto entre laços pra ser cor de vida, naturalidade me encontro em meus passos pra ser quem eu sei.

Sobre quem eu fui, não sei, não recordo, só sei que discordo, pois, não o quis ser, encontro outro mundo, desvio, vagabundo, ali não sou eu, a fé me abraça e eu todo dela sou feito de luz, prazer que me toma, cintila, retoma, me enche de risos por ter bem crescido sabendo que sou, quem eu quero ser, mas, profundamente quem fui não me lembro, se fui já não sou e isso me basta, pra ter um abraço “do eu que tornou”, de tudo um pouco, calado, translouco, fadado e romântico, me torno galante sem lembrança alguma do ser que eu fui.

Márcio Ribeiro

Meu parceiro tá ligado mando no improvisado,
Eu sou rei e pra mim você é só mais um otário,
Meu mano aqui no beat minha rima é certeira,
E tu tá decorando essas rima a semana inteira!

Personalidade


Eu sou instinto, visceral
Eu sou impulsividade
Eu sou pele, carnal
Eu sou intempestividade


Eu sou fogo que arde
Eu sou chuva que sente molhar
Eu sou paz no fim de tarde
Eu sou luz que faz brilhar!


Eu sou consciência que te faz pensar
Eu sou amiga que te acolhe
Eu sou abrigo no abraçar
Eu sou genuína, pode acreditar!


Eu sou loucura para te alegrar
Eu sou brinquedo quando quero brincar
Eu sou responsabilidade sempre que precisar
Eu sou séria quando a vida me cobrar.


Eu sou mansa, basta não me provocar
Eu sou uma louca tempestade
Eu sou sossego, se você não me irritar
Eu sou bondade e não maldade!


Eu sou intensa, sou amor
Eu sou tranquila, não provoque minha ira!
Eu sou alegria, mas tambem posso ser dor
Muito prazer, eu sou Palmira!

Entre o que seca
e o que germina,
há um intervalo
onde eu respiro.


Alguns dias sou raiz cansada,
outros, vento recente
Há presenças que me pedem
com os olhos de antes,
e outras que me buscam
como se eu fosse abrigo


O tempo se dobra,
e eu, estou no vinco
tentando não rasgar
para dar conta de tudo

Eu sou abrigo pra quem quer abrigo,
sou teto em dia de tempestade,
sou silêncio que acolhe o grito,
sou presença quando falta verdade.


Sou a paz pra quem busca descanso,
sou colo pra quem já cansou de lutar,
sou ponte onde só havia abismo,
sou luz mesmo sem me deixarem brilhar.


Sou o ombro que não cobra retorno,
sou escuta que não exige voz,
sou inteiro mesmo sendo quebrado,
sou muitos, mesmo quando estou a sós.


Sou o que fica quando todos vão,
sou raiz em solo que não me quer,
sou amor sem manual de uso,
sou força que ninguém vê de pé.


Mas também sou limite, sou freio, sou fim, alguns me chamam de doido e o sem noção quando querem me manipular,.
sou o não que aprendeu a dizer sim pra si.
Porque ser tudo pra todos me fez quase nada, e agora sou tudo pra mim.
E sou sim pra quem quer ficar ao lado do respeito e da dignidade .


Evans Araújo

Às vezes eu sou bobo com você
Às vezes tenho medo de ser bobo com você
Às vezes eu quero ser bobo por você.
E tudo isso não adianta pensar muito, pois não há uma fórmula de dar certo ou errado.
Eu estou buscando o equilíbrio nisso tudo.

"Ilícito"
Queria te pedir desculpa,
e ser o que queria.

Sei que no fundo, eu não sou,
mas não falamos disso.

Mas é que, na realidade,
o meu sangue é sujo,
e não são todos que aceitam isso.

Mas porque, desde pequenininho,
respiro desse ar,
vivi de tudo,
entendo as coisas apenas pelo olhar.

É que esse fardo de louco
sempre andou comigo.

Sempre tive ciência de que
não são todos que aceitam isso,
mas essa angústia que sinto
nem é sobre isso.

É por te olharem mal
ao te ver comigo.

E, pra falar a verdade,
eu não gosto disso,
te ver mal,
e eu ser o motivo.

Te amo tanto,
sinto e sei que você é diferente.

E pelo fato de, indiferente das ocasiões,
você sempre me entende.

Eu te daria o mundo,
e você sabe disso.

Só não quero ser o motivo
do seu acabar.

Por isso que eu repito,
desculpa.

"Amor"
Vejo amor como um monstro,
e eu sou apenas um soldado,
vice-versa a gente se encontra,
e nem sempre ele quer papo.

Lembro, que na nossa primeira luta,
sai derrotado.
Por ter sido desnorteado,
pensei que havia perdido.

Mas sempre que me recordava dessa batalha,
retia um sentimento contínuo.
Por mas que me sentisse indigno,
sabia que aquele final era incerto.

Voltei me encontrar com ele,
e dessa vez fiz certo,
apanhei feito bastardo.

Porém conquistei
o que tanto havia almejado.

Minha dor me fere, mas minha decisão me move,
não deixo a sombra ditar quem eu sou.
Com fé, atravesso o que meus olhos não alcançam,
minha identidade se ergue mesmo entre escombros.
Cada queda revela minha resiliência, cada ferida, impulso.
Tudo em mim aponta para um propósito maior,
sou instrumento de força, mesmo quando sangro.


–Purificação

Não há corrente mais pesada que a opinião alheia, e nenhuma delas me conduz, porque eu sou o leme das minhas próprias escolhas.






Marcilene Dumont

Mar.
_por Vitória Leonel_


Eu sou quem sou,
Por tudo que passei.


Eu sou quem sou,
Por passar tanto tempo calada.


Eu sou quem sou,
Pela minha luta de cada dia.


Quem sou?
Eu sou mulher.
Eu sou filha, eu sou mãe.


Sou tudo que posso ser;
Tudo que quero.


Sou _mar_ —
Às vezes calma, às vezes tempestade,
Mas nunca deixo de ser imensidão.


Eu sou luz,
Luz na qual ninguém pode apagar.


Por tudo que passei,
Eu sou quem sou.


Quem sou?
_Mar_.cela

Se apaixonar por mim?

Eu sou como segunda-feira de manhã,

como aula de matemática,

como domingo à noite,

como o silêncio em resposta a uma declaração de amor.

Difícil de amar, fácil de doer,

mas impossível de esquecer.

Fiuza, M

Redias


Eu não sou que nem você.
Eu não consigo ser assim.
Eu não posso aceitar tudo
como você —
sem questionar,
sem bater o pé.


Essa vida não é pra mim.
Você apenas aceita,
aceita,
e aceita…
e nada mais.


Eu sou diferente.
Sou mais que isso.


Odeio a sensação de não escolher o que quero,
de conviver com a verdade de outro
na minha vida,
de viver algo que não escolhi
porque alguém por aí
achou saber o que seria melhor pra mim.


Mas eu sei.
Apenas eu sei
o que é melhor pra mim.


Se eu me arrepender, tudo bem —
eu escolhi isso.
Escolhi cair,
escolhi o caminho mais difícil,
até escolhi a pessoa errada.


Mas eu decidi.
Tomei rédia da minha própria,
única vida.


E no final do dia,
eu durmo em paz.
Porque posso afirmar:
foi escolha minha,
para mim⁠


Mimira (^w^)

Eu sou o resultado das minhas crenças, minhas decisões e de todos os momentos que optei em seguir e não desistir!
Insta: @elidajeronimo

Quem se livrou de mim foi você!
E agora quem não quer sou eu 🙋🏽‍♂️...
Mas isso não quer dizer que nossa amizade não vá continuar. Muito pelo contrário!
Sua amizade eu vou levar para sempre.... Mas seu amor, não!

Olá. Não sei o propósito disso, esse texto é só um teste, e eu não sou ninguém.
Antes de ir, quero deixar esse pequeno poema, de uma série deles que fiz:


"Invistam vosso dinheiro
em cachaça, prazeres, igreja
e conhecimento pré-pronto."

"A DOR DE SER EU"
"Eu sou eu, com todas as minhas falhas
Com todas as minhas dores, com todas as minhas batalhas
Eu sou eu, com todas as minhas dúvidas
Com todas as minhas incertezas, com todas as minhas lutas


Eu sou eu, com todas as minhas cicatrizes
Com todas as minhas marcas, com todas as minhas feridas
Eu sou eu, com todas as minhas fraquezas
Com todas as minhas forças, com todas as minhas conquistas


Eu sou eu, imperfeito e completo
Um ser humano, com todas as minhas imperfeições
Eu sou eu, único e singular
Um ser que sente, que pensa, que vive e que ama"
Autoria "Márcio silva "

ANTES QUE EU DEVANEIE DE VEZ


​Sou poeta de múltiplas vidas e emoções
Umas vividas e outras inventadas
Amores que nunca cheguei a ter
E jazem em mim, sufocadas, por não desabrochar.

​Devaneio dia e noite nas obscuras
Profundezas da escrita — pela dor
Tão intensas nas vidas que criei
Dar-lhes vida? Que audácia tamanha, a minha!

​Fui apenas fantasma na estrada e vaguei
Sem que o mundo notasse a minha presença
E afastei-me, sem que sentissem a minha falta


​Neste círculo de irrealidade onde me encontrei
Oh Poema! Oh Deus! Beliscai-me, uma última vez!
E traga-me à terra firme, antes que eu devaneie de vez


​Por: Anilya Atsoc