Poesia eu sou Asim sim Serei

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Eu sou Como Fénix!
Muitos tentam me destruir, entretanto, renasço da cinzas para derrotar meus inimigos!

Se com amor eu nada sou.
Sem coragem eu paralizo, sem fé não existo.
Pratico beleza.
Pratico fé com coragem.

Eu sei quem eu sou.
O que as pessoas pensam de mim não passam de teorias e especulações.
Se todos procurasse entender a sim mesmo, o mundo já estaria 50% melhor!

Já te disse que eu preciso de você?
Já te disse que eu te quero?
Oh, se eu não disse eu sou um idiota, sabe?

Quem sou eu para te julgar!
Quem sou eu para te condenar!
Me tornarei injusto ao te julgar e cego ao te condenar, pois não estarei enxergando os meus próprios terríveis erros ao ser hipócrita a tal ponto? Quando eu um ser imundo e dependente do perdão Divino me sentires límpido para te condenar, isso significa que estarei louco e insano...

EU SOU........

Acho que eu seria feliz se soubesse que posso viver sem pensar no amanhã. Se eu soubesse que o tempo que tenho é curto e que tenho que aproveitar o máximo de cada momento, sem precisar depois lidar com as conseqüências das escolhas.

Acho que eu seria feliz se aprendesse a dançar tango e ficasse trabalhando em cruzeiros... Não precisaria de mais nada...

Eu seria feliz com tão poucas coisas, mas ao mesmo tempo sei que não sou uma pessoa feliz. Eu tenho momentos felizes, mas não sou feliz.

Acho que seria feliz com um olhar de carinho, com um abraço bem apertado, com um beijo.

Eu sei dar risada, falar palavrões, chutar as cadeiras, mas não sei ficar sozinho. Ficar um pouco comigo mesmo. E eu odeio a solidão. Poucos sabem o quanto me sinto sozinho, porque não é o que eu demonstro. Talvez eu não esteja dissimulando, talvez eu realmente seja a pessoa que vez ou outra aflora em mim. Mas quem sou eu?

Eu sou a menino autoritário, impulsivo, rebelde, forte, obstinado, de humor negro, que não tem medo de nada, que grita mais alto, que não tem paciência, que vai atrás do que quer, que tem raiva de se sentir frágil, que quer salvar o mundo, que quer carregar os outros na costas, que não se apaixona... Heartless...

Eu sou a homen frágil, feito de porcelana, que chora até entorpecer a mente, que se sente só, que precisa de atenção, que precisa que segurem sua mão, que escuta os outros com paciência e se sente triste por não poder fazer muito a respeito, que fica deprimido, que adora os animais, que coleciona coisinhas , que guarda canudos coloridos torcidos, que guarda todos os papéis, cartas, guardanapos etc escritos pelas pessoas que ama, até pelas que não ama, eu sou a pessoa q te perdoa sempre pq
TE AMO

QUEM EU SOU ...

Sou sagitariana de 23/11, me guio pelo instinto.
Impulsiva, faço coisas sem pensar, as vezes me arrependo depois.
Me entrego de corpo e alma, sou única.
Vivo cada dia como se fosse o último deles, amo, choro, aprendo, sorrio
Me dôo demais a quem gosto, amigos, família.
Tenho a mania do sorriso, vivo rindo a toa.... hahhahahahhahahahhaha
Haaaa também tenho a mania do incomodo, não gosto de atrapalhar as pessoas.

Minhas amigas dizem sou iluminada, gosto de fazer bem às pessoas, dar presentes, carinho, sentir-se querida é muito bom.
Gosto de ser lembrada.
Sou mimada, faço charme, sou caçula.
Cresci com a vida, aprendi o valor das coisas através da perda.

Descobri que não sei perdoar algumas coisas tão facilmente, mágoa dói, dor faz chorar.
Lembranças são conforto da saudade.

Faço o que gosto, sou feliz.
Amo minha profissão, mas não sei ao certo o que quero
Estudar e aprender é o alimento da alma.
Trabalho muuuuito.

Não sou fotografa
Tenho uma câmera digital, as vezes tremo para tirar fotos
Vou fazer um curso de fotografia um dia.
Fotos são recordações, momentos, são espontaneidade, paixão, criação.
São sentimentos que tocam nossa alma

Gosto de fotografar, sinto que cada um tem uma visão,emoção, sensação...
Sei lá!!!

Amo o mar. No verão sou mais feliz.
Inverno é frio

No seu abraço que me encontro,
nos seus braços sou mais eu
seu amor é minha vida,
sem você, minha vida se perdeu!!

- Eu não choro tão fácil assim, sou um
pouco melancolico mas prendo esse meu
choro e sustento a minha voz. Se eu chorar
é no meu quarto trancado pra que apenas o
meu suspiro de agonia emocional, alivie e
depois um sorriso apareça contornando
meu rosto minha feição muda e só assim
apareço ao mundo pra que todos me vejam
que não chorei!

Sou bastante criticado por ser sério, calado e observador.
É que eu aprendi que o sorriso e as palavras enganam,
O olhar não.

Eu sou um eterno escravo,
Escravo da minha liberdade,
Escravo da minha vontade,
Escravo da minha servidão,
Escravo de tudo,
Escravo da vida,
Escravo de mim mesmo.
Rogerio Germano

Sorriso metálico


Seu sorriso já não me pertence. Eu já não sou o motivo das suas gargalhadas.
Não escuto mais a sua voz, e aos poucos vou esquecendo como ela soava.
Seus beijos, que tanto me aqueciam, já não os sinto mais.
Sigo assim, sem você. Apenas com a nostalgia do que existia antes de você desaparecer.


Será que um dia isso realmente já me pertenceu ou era apenas ilusões que você me deixou acreditar?

Me elogiaram falando que eu só vejo o lado bom e que sou tão alegre que contagio.


Sabe por que eu vejo o lado bom das coisas? Porque eu sempre penso no lado ruim quando estou sozinha com as vozes da minha cabeça, e esse elogio me faz olhar o que eu estou transmitindo para a sociedade.

Metamorfose


Era eu, agora quem sou?
O que sou é quem eu era?
Carrinhos, ciranda o “era”
adiante, um velho adaptado por consequência.
Menino se foi...
Rugas e falta de memória “predominam”
Quem escapa?
Há um rio que nos leva...
Às mentes, outrora ingênuas
o mundo deu seu “trato”
Do casulo da vida
(metamorfose é certa).


OLIVEIRA, Marcos de. Metamorfose da vida. In: OLIVEIRA, Marcos de.
Tristeza por Borboletas. Porto Alegre: Alcance, 2012. p. 11.

Sou uma criança que envelheceu


Eu sempre quis meus brinquedos
mesmo que velhos e quebrados fossem.
Sou apenas uma criança
num corpo exausto de velho
que não resiste a uma boa gargalhada
sou assim mesmo...
(uma criança cheia de sonhos)


OLIVEIRA, Marcos de. Sou uma criança que envelheceu. In: OLIVEIRA,
Marcos de. Tristeza por Borboletas. Porto Alegre: Alcance, 2012. p. 16.

As pessoas dizem que eu sou poeta; às vezes eu acredito.
Mas aí olho para a minha escrita e duvido.
Ela é simples e direta, sem a beleza dos grandes poetas, daqueles textos que despertam até inveja.
A minha escrita tem rima, tem honestidade — é a minha verdade, nua e crua.
São versos cheios de sentimento, alguns bons, outros ruins.
É arte de rua: sem frescura.

Acho que sou uma eterna sonhadora.
Mesmo às vezes mergulhada na dor ...
Eu consigo enxergar a vida
com a cor
da fé ,
da paz ,
da esperança ,
do amor...

Não temo Nada !
Sou Guerreira!
Todas as lutas travadas até aqui ...
Sempre as Venci!
Eu sei que dentro de mim há uma Força
e uma Fé tamanha que me
permite jamais Desistir !
E é isso que me faz sempre Forte !
Eu sempre Ouso
e Voou de encontro a um
novo Luzir !

Sou eu quem rabisco e pinto o
meu céu.
Aqui dentro não reside fel
e muito menos escuridão !
E a cada dia ...
Vou colorindo um lindo arco íris
dentro de mim .
Aqui tem :
O branco da paz
O vermelho do amor
O amarelo da fé
O verde da esperança
O lilás da amizade
O azul de Deus ...
Eu adoro enxergar o lado
colorido da vida !
É o que me salva e me cura
de tantos pesos e feridas !
Eu sou assim ...
Feito criança que jamais
desiste de sorrir e
sua felicidade
florir
E tem dias ...
Que eu pinto e bordo.

EU SOU A CONSCIÊNCIA PRETA RESILIENTE

No dia vinte de novembro, eu reflito a minha própria travessia. A jornada de uma mulher preta, de identidade quilombola, corpo-território que fez da formação uma ferramenta potente de luta.
Penso nos caminhos que trilhei, caminhos marcados por enfrentamentos, muitas vezes solitários, onde resistir era a única forma de seguir viva. Onde cada barreira erguida pela estrutura racista exigiu de mim esforço desigual, preparo, coragem, competência…
Mas nunca houve uma mão estendida, nunca houve um atalho. Eu tive que romper sozinha os bloqueios que queriam impedir minha passagem. E, nessa travessia, sempre a mesma contradição: de um lado, uma estrutura inteira dizendo que eu não deveria avançar; do outro, vozes repetindo que eu era forte demais para cair, forte demais para parar, forte demais para sentir.
A verdade é que, muitas vezes, minha humanidade foi sacrificada para que eu pudesse sobreviver. Ainda assim, nos momentos mais duros , quando a dor era insuportável e quase me desviou de mim foi a ancestralidade que me tomou pelos braços. Foi ela quem me restaurou, quem me recolheu do chão, quem me envolveu em cuidado e me lembrou quem eu sou. Foi ela quem me empurrou de volta para a vida, com afeto, para que eu continuasse não apenas reexistindo, mas existindo com dignidade.
E é assim , em nome dos que vieram antes e vingaram, e, sobretudo, pelos que estão chegando que eu sigo. Porque minha consciência, escrita em resistência. E resistência, em mim, é sempre caminho.