Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu comparo “gosto” com a “arte”… parece bizarro? Não seie nem me preocupo, pois, eu adoro Soju, gin&tônica e cerveja! Adoro e acho meu gosto bem eclético, tanto na bebida, assim como na leitura, na música e assim vai… Mas essa minha pureza alcoólica e seu significado, tudo vai da visão e sensibilidade de cada um!
Houve um tempo em que eu estava plenamente consciente e experimentava dentro de mim um sentimento poderoso, intenso e indescritível. Parecia prestes a explodir; não tinha nome, forma física ou rosto. Era apenas um profundo sentimento e uma energia contagiante. Com o passar do tempo, atitudes, amadurecimento e sentimentos se revelando, esse intangível se transformou em um ser humano, aquele que um dia chamei de “meu amor”. Vidas foram geradas, e sou grato ao ser supremo por esse presente.
Certo dia, alguém me perguntou se eu tinha noção do tamanho do universo. Após ponderar, respondi: é uma dimensão tão vasta que mal conseguimos conceber, mas e se considerarmos o universo contido dentro de cada ser humano? Imaginem só, com mais de 8 bilhões de pessoas, será possível imaginar a magnitude desse universo individual? Ou seria mais sensato contemplar apenas o meu próprio universo? Sinto-me imenso, rindo dessa loucura cósmica!
Estou envelhecendo e minhas expectativas estão se diluindo com a velocidade do tempo. Aqui estou eu, pensando: Tempo, me dê um tempo! Apenas um pouco mais de tempo.
Quando eu digo que você apagou minha vida, destruiu meu coração e matou minha alma, é porque seu amor era minha luz. Você era meu alicerce. E com certeza, você não é um assassino de almas, até porque a alma não se destrói; o corpo morre, e a alma retorna intacta ao Pai Supremo.
No espelho da vida, não vejo sua figura refletida, e isso faz com que apenas meu eu traduza essa anomalia, pois sei que sua imagem não tem mais luz. Entro em um estado quase de transe ao lembrar do momento em que o vi partir.
O ser humano é curioso. As pessoas me perguntam: “Como você está?” Eu respondo: “Estou velha.” Elas se espantam, e eu caio na risada. A velhice é isso: você vai deixando de ser prioridade, se tornando uma opção secundária, depois terciária, e assim por diante. Acho que é o curso natural da vida. É passar de ser notada para se tornar quase invisível. A verdade é que a roda da vida não para; a humanidade segue seu caminho. A vida é feita de ciclos — gerações nascem e morrem. A evolução é inevitável. Não adianta romantizar a velhice, embora, claro, existam exceções. Muitas, com certeza. Tudo isso é apenas minha visão, sem base em pesquisa; hoje estou apenas refletindo. No fundo, ser idoso é carregar uma caixinha cheia de limitações e medos, tudo parte daquele famoso combo da vida. E, ainda assim, sigo rindo disso tudo.
Você partiu, e eu tive que colher as lembranças contidas na árvore do tempo. Até hoje sinto frio, porque não nos vemos mais. Nas mãos, o suor secou; nos olhos, a tristeza se instalou. Persistente, visto minha armadura, avisto o horizonte, respiro fundo, olho para os meus pés e sei que eles precisam continuar a caminhar. Ainda assim, penso: viver é ser ativo. O que houve foi tão pouco! Foi tão breve, no entanto, eternizou-se.
Não é que você é minha segunda opção, é só que eu não preciso de uma segunda opção quando você é minha única escolha.
Eu escolhi trilhar meu próprio caminho, guiado por escolhas conscientes e não por acasos. Prefiro ser impulsionado pela motivação interna, não controlado por mãos alheias. Quero ser útil pelo que sou, não usado pelos interesses de outros. Escolho destacar-me pelas minhas ações, não pela necessidade de competir. Cultivo amor-próprio em vez de me prender à autopiedade. Ouço minha voz interior, não os ecos das opiniões externas. Decido ser fiel à minha essência, não às expectativas alheias. Enfrento batalhas com coragem, sabendo que cada derrota é aprendizado. E a felicidade? Não é um destino, mas o jeito que escolhi viver.
À medida que nos conectamos com nosso eu mais profundo, o despertar interior nos guia para além das ilusões.
No lugar onde eu moro, cultivo um lindo pomar, que me dá frutas saudáveis e gostosas, purificando o nosso ar. Bom demais!
Companheiro e amigo Antonio Falchetto, minha esposa Leonice De Cássia Santolin Reis, eu, Luiz Maria Borges Dos Reis e nossa filha caçula, Lívia San, agora, mestranda do PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES – PPGA, ficamos um bom tempo olhando o seu Álbum de Fotografias antigas, as quais nos remetem a um passado brilhante de sua família italiana oriunda do interior de Venda Nova do Imigrante, ES, cuja trajetória de sucesso é bastante louvável e recomendável inclusive, haja vista a dificuldade pela qual provavelmente você passara para chegar até aonde chegou, graças a Deus e aos seus esforços, os quais não foram poucos com certeza, o que é bastante louvável. Merecendo assim, os nossos parabéns! Parabéns pelo sucesso e pelo espírito de luta que sempre norteou os seus projetos e modo de vida, um verdadeiro exemplo de como vencer na vida sem perder o equilíbrio e o bom humor, o que não é comum nos dias de hoje. Abraços fraternos.
Descobri que eu te amo! Eu te amo prá valer, para sempre te amarei. Leonice o amor da minha vida. — com Leonice De Cássia Santolin Reis.
Até eu queria poder dormir neste lugar quentinho e limpinho, qual seja, na cuba da minha doce e querida amiga.
Você sabe conjugar o verbo amar?... Então, vamos conjugar juntos: Eu te amo; tu me amas; ele te ama; nós amamos; vós amais e eles amam. Se você gostou da ideia, vamos curtir e compartilhar com os demais amigos e amigas. Abraços fraternais.
Ai se eu pudesse ser esse cachorrinho pelo menos por um dia! Com certeza seria muito bem cuidado e amado por uma pessoa muito especial! Beijos.
Amiga querida e amada por todos nós, fulana de tal, você é muito chique e por isso eu te adoro! A música é inconfundível! Linda demais!!! Beijos do amigo de sempre.
O que eu posso ou devo falar desta moça tão linda?... Ah, já sei: você é simplesmente divina! Beijos.
Você está muito linda! Ah, se eu tivesse uma filha assim! Ei, pera aí, essa é a minha filha caçula Lili? Graças a Deus essa é a minha caçulinha Lívia San. Beijos, gatinha.
