Poesia Estrela
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Seja como uma estrela cadente, um evento raro e inestimável, que deixa brilho por onde passa.
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Na sua história não seja o coadjuvante
Tome o controle, Faça o papel principal
Você é a estrela! Não desista! Persista!
A mocinha pode até sofrer, mas no final do roteiro vem a felicidade.
AMOR SÓ EXISTE UM
Por ele vivemos e morremos com ele.
Dois cometas de uma mesma estrela.
Deus cuida de nós...
POETA NILO DEYSON MONTEIRO
Não nasci para ser estrela
O céu e a constelação são o limite
Não nasci para ser rios
O oceano é o limite
Não nasci para ser luz
O sol me apraz com sua ampla cobertura
Não nasci para ser árvores
O verde da floresta me contempla com sua clorofila
BELEZA NO INFINITO DISTANTE
Certa vez, numa noite de brandura.
— Uma estrela de fulgir deslumbrante.
— Fitou-me como enternecido amante!
— Em contemplação à formosura
Creio jamais ter visto tão pura
Beleza no infinito distante.
— Deus, disse eu translumbrante
E com olhar comovido de ternura.
— Que estrela é esta a pulsar como artéria?
— É uma estrela de especial fulgência
Reflete no hemisfério, chamam-na Valéria!
— Ao anoitecer, ela exibe sua opulência,
Tão meiga, pura e bela quanto Egéria
Ninfa de Numa, que chorou por dolência!
Natalicio Cardoso da Silva
ESTRELA D'ALVA
Sorriso que dança com a lua
Atraente e bela
Como estrelas cintilantes que lampejam raios de beleza
Sua presença viaja na velocidade da luz
Meus olhos com filtros capta cada partícula deixada por ti
Serena como madrugada
Destaque no céu tu és
Vem como sol após a chuva, e consigo a sua presença em forma de arco íris
Seus olhos é um amanhecer em meio a primavera
Arte bela, pois sois a própria tela pintada por Deus
Que sejas em meu céu, seu próprio universo.
" Eu queria morar numa estrela!
Não; participar desses giros que a terra dá, fazendo ( com ) que, tudo o que nela exista envelheça, num contínuo movimento.
...causando um efeito o qual chamam de tempo! "
#ESTRELA #SOLITÁRIA
Estrela perdida no fim da noite...
Brilho furtivo tal qual ladrão...
A sorte final lhe abandonara...
Enquanto lhe beija a solidão...
Tudo ilusório...
Ao som das músicas e cânticos...
Não se deixa burlar nesse sonho...
Noite sem lua...Vida sem amor...
Nem respiração de anjos...
Em labirinto de olhares se perde...
O que sobra de sua imagem...
Na taça que se esvazia à sua frente...
Antes da aurora novamente...
Nessa terra que nos rouba cada pedaço...
De nosso tempo e espaço...
Segue adiante seu destino...
Sonhando pela eternidade...
A ilusão de um encontro...
Seu lugar...
Não é entre os mortos...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria
A você, minha amada MULHER.
Na longitude do Tepeyac,
A Virgem coroada de estrela visitou,
Com brilho ardente mais que o fogo,
No manto sua imagem calcou.
De uma ebúrnea neve,
Flores mais lindas fez brotar,
Com pétalas cintilantes,
Ao índio veio dar.
Ó! Pequeno servo,
Aos altares elevado,
Sua santidade é tão airosa,
Que fiéis a ti recorrem de bom grado.
Quanta glória é dada a Deus,
Pelas mãos daquela que ao pecado corrói,
Afinal foi concebida,
Sem a malícia que me destrói.
Seu rastro inefável,
Cá na terra deixaste,
Com a mais bela Imagem,
Qual ácido que há de manchar-te?
Ó olhar tão profundo,
Ainda traz o relato,
Do dia da glória magnífica,
Que em meu coração eu oblato.
Qual pincel tão digno,
Do mais belo temor,
Nenhuma cerda tocaste,
O Teu manto de ígneo esplendor.
Guadalupe do meu coração,
A ti consagrado até a morte,
Minha vida entrego,
Para no mundo não depender da sorte.
Foi a mando de Cristo que vieste,
Para Ele ser glorificado,
E em teu nome elevar a fumaça,
Que do incenso dissipa pelo prado.
Minha Mãe da beleza morena,
Sou tão fraco longe de tua presença,
Mas Tu da pureza infinita,
Eleva a Minh 'alma à ficar longe da descrença.
Não tenho medo da morte,
Pois rejeitei ao pecado,
Respondendo a este chamado,
O sacerdócio a ti consagro.
Interjeições Noturna
Sempre mirei a lua, mas se de fato errá-la poderei acertar uma estrela. Porém, ainda que não atinja-la, eu sei que, mesmo no escuro, sempre mirei o céu.
Pensamento do dia:
Se a sua estrela não brilha, vai se fudê pra lá e não enche o meu saco.
Edson Ricardo Paiva.
De tanto querer
possuir brilho de estrela
Em vez de ser
Apenas gente
Fez brilhar
Seu brilhar mais ruim
E de tanto querer
Navegar ou voar
Afogou-se
No ar que respirou
Em vez de viver
A vida que trouxe
Na própria bagagem
Assim que desceu do Céu
Foi querer navegar
E voar para Céu
Pra ser mais uma estrela
E depois olhar de lá
descobrir
Que tão bela era a vida
da qual declinou
E tão boa era a pessoa
Que podia ter sido
e não quis.
Edson Ricardo Paiva.
Vejo a estrela cadente
Na viagem que o universo abrange
Pelo tempo que o infinito, se o souber
Há de apenas te dizer que é longe
O lado mais bonito disso tudo
É que a passagem pela minha vida
Só perdura um breve instante
Me convida ao pensamento
Às vezes conclusivo, embora conflitante
Tão confuso quanto o amor baldio e mudo
É dor pra qual não tem remédio
O nada inexistente, ao arrepio do sentido
Se tudo que vejo é o momento presente
A chuva aumenta, lenta e tristemente
Deus alegra a vida, evoca a arte
Parte a luz à esguelha
A cor da rosa em sustenido; vermelha
Espelha o céu no chão
Põe pássaros à telha
Saudade, que morreu de velha
Dizem que foi desde ontem
Não há como o saber nem alcançar
Calou, deixou passar, consente
Estrela, leve em ti
O nosso breve olhar veloz, sem voz
Leve mormente
Nem que morra em alguma neve
Se tens mesmo que partir
Leve esse olhar
Guarda pra ti.
Edson Ricardo Paiva.
Hoje, ainda
muito cedo me chamou
Eu atendi e a vi
Brilhava linda no Céu
A Estrela da Manhã
Minha mística irmã
Reluzente em sua imagem
Trazendo
Uma holística mensagem
Procurei em mim
Aquilo que me liga a ela
E encontrei
A luz que brilha internamente
Aquilo que a gente
Abre a janela e não enxerga,
ignora, manda embora
e durante o resto da vida
Chora
Por não ouvir
A voz interna
Bonita
Que grita
No Fundo dos Mares
Nas cavernas
Nas entranhas das Montanhas
Na relva das colinas
No coração da gente
Nos cascalhos de corais
A enfeitarem,
As tranças dos cabelos das meninas
Rituais de danças pagãs
Entendi
Que estava tudo interligado
E a luz que brilha no espaço
Brilhava também
Do lado de dentro de mim
E assim eu procurei alguém
Que quisesse me ouvir
E também
Compreender tudo isso.
Estava todo mundo ocupado,
Cumprindo seus compromissos.
E eu não encontrei ninguém
Edson Ricardo Paiva
Ontem, em algum lugar
deste imenso Universo
Uma estrela se apagou
Extinguiu-se antes que a sua luz
chegasse a nós
E iluminasse
por ao menos um segundo
Este nosso mundo atroz
Dela, nem tomamos conhecimento
Nossas vidas não passam de momento
Momento em que sonhamos
vislumbramos, crescemos e concluimos
Nosso direito
De sermos algozes
de nós mesmos
As estrelas partem
Nós partimos
Olhando a nós mesmos do cimo
Sem perceber
As luzes que não nos atingem
Outros fingem
Interpretam perceber
E nem mesmo após o dia
Em que todas as estrelas
já houverem se apagado
Terá percebido um sorriso
Que brilhou a vida inteira
e porventura luziu
Bem ali, ao seu lado.
Estradas de Pedra.
Enquanto a chuva cai
A noite passa e vai pela janela
Pra perto da estrela distante
Na mesma velocidade
Pensamento, instante, vagam
Pedra lisa, estradas sem destino
Que se aprumam
Indiferentes, se acostumam
Vai durar uns meros séculos somente
Durante as tempestades
Quais relâmpagos colidem
Que se agridem pelos ares
Olhares idem pela escuridão que espero
Pra depois, durante as calmarias
Vir buscar-me em sonhos
Pois, durante a madrugada
Não serão jamais pisadas
Vão nascer de novo, sempre vão
No primeiro desvão, por onde invade o sol
Da primeira manhã de alguma infância
Há de ser nova
A primeira manhã de todas as manhãs
Traz consigo o gosto verdadeiro
Do primeiro sol que arde n'alma nascitura
Pensamento, instante, invade
Vai durar uns poucos séculos somente
Indiferente às estradas de pedra
Que foram feitas só pra ser pisadas.
Edson Ricardo Paiva.
Eu vi cair do Céu
Uma Estrela cadente
Eu tinha lido
Num pedaço de papel
Que algumas delas
Atendem pedidos
Mas que o pedido
Precisava ser sincero
Mais sinceridade
Que meu desejo exprimia
Não pode existir
Pedi que ela deixasse
Que o vento levasse
Um pensamento assim
antigo
distante
flutuante
e trouxesse na volta
Qualquer tipo
de resposta
Mas que ao menos
respondesse
Se nesta vida
eu ainda teria
A imensa alegria
de ver brilhar
na escuridão
da noite fria
A tocha do fogo
Que o fogo acendeu
A chama na noite
Que no tempo
se perdeu
E me deixou assim
Sem saber se eu
Sou mesmo Eu
Se meu próprio
coração
Jamais me pertenceu.
Estrela
Linda estrelinha
Que brilha no firmamento
Te peço, por favor, não vá
Nem apague ilusão tão pura
Que trago em mim nesta hora
por favor, não vá embora
Te rogo que permaneça
Porém, se estás decidida
A outras coisas ver em vida
Que vá
Não há de me ver chorar
Mas, antes de partir, te digo
Que hoje, para mim
Não há brilho que te ofusque
Não há saudade que sempre dure
Portanto
Se tens que partir, pois que vá
busque...procure
Durante algum tempo
Não haverá dia em que eu me deite
Sem antes olhar para o Céu
Toda noite
Vai buscar teu horizonte
Seja feliz, vá
Mas não espere me encontrar aqui
Quando voltar
Depois que descobrires
Que não há no Universo
Amor Igual ao meu
Que tanto a ti se dedique
Me deixe aqui na tristeza e vá
Porém, se não há certeza
Então
Te suplico que fique
Estrela do Ócio
Estaria, tal insígnia,
estrela do ócio,
que floresce, espalha e acalenta,
vagueando docemente
pelos jardins em poesia.
Um sentimento ardente,
de expressão ávida
e toque cálido,
onde reside o calor,
de velada ousadia.
Seus registros,
impressos com certa polidez
no papel carbono,
acalentam os dias,
apesar do sopro,
constante e contumaz,
de um sereno frio de outono.
A estrela que ilumina a vida
Um novo tempo
Um novo ano
Iluminado pela estrela que todos os dias reflete sua luz radiante por todo o sistema solar, inspirando esperança, transformação e renascimento de tudo o que é maravilhoso para a evolução da vida no universo.
