Poesia do Preconceito Vinicius de Morais

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O nosso sorriso é a porta do nosso coração
A janela do nosso corpo é um sopro de vida
- Sorria sem medo com os olhos da alma

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

“MÁGOA”

Muitas vezes as pessoas que amamos
É que nos magoam, deixam feridas que
Custam a curar, a dor faz-nos chorar
Faz-nos sofrer, faz-nos querer parar de viver
Até que algo simples toca o nosso coração
Como a beleza do mar e do pôr- do -sol
Como carregar no ventre os filhos muito
Desejados e amados numa noite ao luar
E estrelada como esta, a simplicidade do vento
Ou da sua brisa, a bater no nosso rosto
Descobrir nas pessoas que pareciam ser sinceras
E que receberam a nossa confiança foram desonestas
Temos de dar graças à força de Deus que nos chama
Para a vida, para o amor, para esquecer a mágoa.

Inserida por IsabelRibeiroFonseca

Amo tudo que é teu
Porque tudo de mim
Amara sempre tudo em ti
Nas tuas imperfeições
Já talvez tão perfeitas

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Preciso de ti
Esta noite fica comigo
Não te vás embora
- Preciso
Do calor do teu corpo
Adormecer nos teus braços
Perder-me nos teus lábios
Acariciar o teu corpo
Com um toque suave do meu

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

SEDE ORVALHADA

Sede orvalhada com o sabor da tua boca
Fixa nos meus lábios, sabor perfumado
Da tua pele, onde brilha a minha pele em ti
Suspiros ao nosso encontro das nossas bocas
Como se de uma trovoada se tratasse lá fora
Onde os meus seios são uma colina de fogo
Os teus olhos são labaredas ardentes de paixão
Sussurras nos meus ouvidos doces palavras
É nos teus braços que gosto de estar, de amar
Agarraste-me nesta noite à minha cintura, a navegar
Tu és o comandante deste navio, do meu corpo
Enquanto a lua se ausenta no verbo amar
Nós somos o santuário consagrado de Deus
Onde os teus lábios, o teu carinho, o teu amor
Fizeram-me esquecer por horas o mundo lá fora
Quero derreter o gelo em fogo da nossa paixão
Em sentimentos que nos fazem ser um só corpo
Amanhecer com o teu sorriso, com as tuas dores.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Tu és o comandante deste navio, do meu corpo
Enquanto a lua se ausenta no verbo amar
Nós somos o santuário consagrado de Deus

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Nunca permita que a sua vida
Adquira uma amarga aparência
Rude de afetos, infeliz miserável
De uma vida mal amada, ame..

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Existe uma prosa lírica em cada sílaba, em cada palavra
Ligada ao coração como uma oração de esperança
De louvor ao amor (---)

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Tu que moras no meu seio
Na carne rasgada do meu corpo
Feitiço do meus lábios à procura da tua boca (...)

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Senhor
Obrigado por seres quem és
Obrigado por estares quando preciso
Obrigado por tomares conta de mim.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

ÁGUAS TÉPIDAS

Nas tépidas águas onde nasce a canção
Vozes roucas de névoas em segredo
Terra seca que espera um só degredo
No sono, sonho ciprestes já impostos

Desperta aquilo que em si já se preste
Espanto castigado de mágoa endecha
Queixa de um silêncio em letras tardias
Dias, noites de tardes noturnas sem fim

Ilibado esquecido utopia do desesperado
Néscio sem porto no horto já esquecido
Desconforto desvão de ilusão na quimera
Sombra que espanta a dor que se embala

Noite espessa, espasmo que bate no vento
Aquilhado que passa, rompe o forte embate
No cravo de uma canção feitas pelas ondas
Do mar de vozes roucas, empatia assassina

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

MÁGICOS MOMENTOS


Os nossos momentos são mágicos

No meio do meu, do teu silêncio

Entre os lábios que dormem de ternura

No teu corpo punido pelo meu

Os risos da alma gostam de fluir no ar

Do nosso desejo sentido de amar

Toca o silêncio que chora de alegria

Suores quentes no coração, na alma

Para afogar os nossos desejos de felicidade

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

FRAGAS NA SERRA


A ecos de frias fragas em mim em delírios
Mar martírio do que sou, serei ou talvez não
A escuridão cerca-me a alma constantemente
No caminho que traço, preciso tanto de luz

De fé, mas a minha mente nega-me tal desejo
Castiga-me, como um fantasma assombrado
Que já foi, morri num espectro sem orgulho
Cadáver frio moribundo do próprio destino

No amargo deste sabor que tenho, gosto a fel
Que flutua no meu palato, perturbando o sabor
De ti no esquecimento que me cerca a morte
Não almejo tal destino mas aceito por me ser

Imposto na lama de argila em foi feito o meu
Corpo, ergástulo sem esperança vida mortal
Delírios nos ecos das fragas na serra de neve
Tento caminhar com a fé que já tanto almejo.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Rasguei todos os pedacinhos de mim.
Escritos no tempo plantados em momentos.
Onde desejei tantas vezes o teu olhar, a tua boca!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Não confunda...
A minha inocência como ignorância
O meu silêncio como fraqueza
A minha calma como resignação.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Não é preciso bater para ferir.
- A palavra dói.
- O silêncio dói.
- O desprezo dói.
- A indiferença dói.

Faz bem amar alguém na vida.
- Ame.
- Com esperança.
- Com gestos sinceros,
Desprovidos de qualquer resquício de medo.
Ame.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

À vida é uma prisão perpétua
A mente é uma prisão sem grades
O corpo é uma prisão da alma
Nós somos a prisão de nós próprios
- Mas -
Só o pensamento voa livre
- Livremente " Com o amor"

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Inserida por IsabelMoraisRibeiro

FADOS E BECOS

O corpo adivinha as sensações já vividas
Experimenta as dores profundas e velozes
A carne tem um fraco pelas orgias da noite
Sou levada pela saudade cravada em mim

Sente-se dor nos ossos, tudo que não vivi
Vislumbrei-me em fado nos becos noturnos
De tramas, de mentiras, de olhares já tóxicos
Lua de desejos sob a penumbras madrugadas

Saudade da solidão, noturnas noites diluídas
Gelo esgotado nas gandaias dos sonhadores
Raiadas nos olhos, sono pelo avesso espelho
Luzes frias, som em fúria, de um sino tocado.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

É A SOLIDÃO


A solidão é ouvir o ranger dos dentes
No próprio sangue entre a carne crua
É ouvir o som quente a correr nas veias

A solidão é sentir o vento no rosto
O seu perfume no ar acariciar a pele
Como se o ópio penetra-se no corpo

A solidão é sentir a carne já devoluta
Num deserto sem pudor, rasgar a pele
Sem, sem nome, sem carne, sem sangue

É a solidão que toma emprestado o corpo.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Que eu envelheça feliz
E quando na minha pele
Surgirem as rugas, os vincos
Que o meu coração não fique
Amargo, indiferente
A um simples gesto de ternura.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro