Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
“A deterioração cultural, a desvalorização do tecido humano e o relaxamento da moralidade no seio social, são fatores pertinentes em um país […] em que os absurdos tornaram-se uma constante.”
Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue.
“Não confunda meu silêncio com aceitação ou fraqueza mediante o que você diz. A verdade é que os anos já me pesam, e não tenho mais tolerância para desperdiçar tempo tentando explicar o óbvio.”
"Meu silêncio é a convicção de que o tempo é valioso demais para ser desperdiçado em discussões inúteis."
"O silêncio de um mestre é a quietude de um lago profundo, que guarda em suas profundezas a sabedoria de séculos."
“A perfeição exige paciência, pois somente aqueles que possuem consciência de si e de suas ações podem aprimorar essa virtude.”
Porque a sabedoria deste mundo é loucura aos olhos de Deus. Pois está escrito: "Ele apanha os sábios na astúcia deles";
Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.
"Tenho plena consciência de minhas limitações. Posso não ser o melhor, mas, sem dúvida, farei a diferença."
Dentro do racionalismo puro irracional, envolvido no egocentrismo psicossomático e no pragmático fanatismo selvagem indomável, encontramos a tricotomia antropológica da impiedade humana.
Aquele que é puramente racional subirá ao ápice da insensibilidade e o outro, que é puramente emocional, descerá à profundez da insensatez.
Abominação é, para os justos, o homem iníquo; mas abominação é para o iníquo o de retos caminhos.
Você não tem noção de quão extraordinário é te olhar, beijar, observar, abraçar, amar... você é, sem dúvida, a melhor poesia que já pude admirar.⁽ᴷᵛ⁾
Todo gole amargo de cerveja carrega a triste história de um trigo que poderia ter sido um doce e delicioso pão...
“Aprendi a ter o respeito como escudo e o medo como espada. E sei que a espada só deve ser usada em último caso.”
"A fé em Jesus Cristo", Rm 3.22 em grego é "πιστεως Ιησου Χριστου". A palavra grega para fé tem o sentido de fidelidade ou lealdade. A fidelidade de quem? Do homem ou de Cristo? Não do homem. Porque o homem pecou: "Porque todos pecaram", Rm 3.23. "Não vem das obras, para que ninguém se glorie", Ef 2.9. Mas a fidelidade de Jesus Cristo a Deus Pai: "O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano", 1 Pe 2.22. A fidelidade de Jesus Cristo é recebida pelo homem pecador para a salvação eterna como dom ou presente de Deus: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus", Ef 2.8.
“A águia, ao voar de forma majestosa, nos ensina que o conhecimento nos leva a novos níveis de compreensão, ao passo que a ignorância nos mantém presos à superfície.”
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