Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
(...) O pedido emergente que não para de suplicar ao meu coração que você seja quem meus olhos e coração conheceram ao primeiro impacto de nós dois. Sinto falta do seu desejo iminente que sempre dava voltas e parava em mim.
(...) Tenho saudade de quando ela me desdobrava do avesso. Seu olhar me golpeava por todos os lados. Ela me nocauteava com sua face teatral e oculta de sacana.
Agora tento ficar o mais sóbrio possível para não sentir a embriaguez do seu perfume. Já que minha alma fica tão tonta quando meu pensamento se põe a vagar em você. (...)
Minha alma fica tão tonta quando meu pensamento se põe a vagar em você, que agora tento ficar o mais sóbrio possível para não sentir a embriaguez do seu perfume.(...)
(...) Essa saudade me dá vontade de sentir de novo o gosto e o cheiro que deixa em mim. Do devaneio que deixa em minha cabeça.
(...) "Algumas pessoas simplesmente não conseguem se tornar reticências e tampouco conseguem entrar nas aspas e parágrafos da vida da gente."
"Sempre gostei de te provar, mas a melhor parte é quando eu adoço todo o seu sal, ai você vem lateralmente me sugar um pouquinho. Dando vida e luz aos meus olhos novamente. Seus olhos estão sempre me chamando..." (...)
No zelo de sua ignorância eles permanecem vivendo rascunhos, aproveitando retalhos apenas daquilo que convém, na ilusão de um dia chegar ao final que tanto buscam.
(...) “Você é igual eu queria, apenas por ser diferente de todas as igualdades que encontrei por ai..."
[...] Gosto da não exatidão entre nós dois, que faz, com que tenhamos sempre algo para rever, refazer, multiplicar...
[...] Você aceita eu ser tão eu, que deixo de ser o que eu quiser e me transformo em tudo que você queria que eu fosse...
[...] Eu só encontrava nas pessoas mínimos e diminutivos. Você é máximo, múltipla e incomum. Eu encontrava só igualdades, subtrações e divisões, mas você é sempre a soma... A soma de tudo que eu queria...
Somos a história: poetas, meninos, meninas, contadores de HISTÓRIAS, fazedores da HISTÓRIA. Podem escrever: a poesia está solta, na rua, ninguém mais consegue prendê-la em pedestais, em estantes polidas, está na boca do povo!
Como se sabe quando o amor é real? Existe alguma coisa que identifique quando o sentimento mais sublime realmente está presente? Uns dizem que ele é como uma bomba atômica explodindo dentro da gente e, para desencadear a explosão, basta um olhar, um toque de mãos, um sorriso. Outros dizem que ele é algo sensível, suave como uma brisa que vem e balança os cabelos, trazendo uma sensação de plenitude e conforto como nada mais pode fazer. Quem tem a verdade? Os que falam do fogo consumidor ou os que defendem a brisa mansa? Haveria, talvez, uma terceira via para amar, onde nem fogo nem vento, onde nem terra nem água, nem sentimentos e nem palavras possam estar presentes? Quem saberá definir o incompreensível ou dizer onde o invisível estará, ou ainda, explicar o que o inexplicável é? Por que existem tantas perguntas para amar e tantas respostas por se dar? Porque ao fim das quatro letras "a", "m", "o", "r", sempre existe um ponto de interrogação e nunca um ponto final? Por que amor tem apenas duas vogais e duas consoantes, se nem todo nosso vocabulário o pode abranger? Por que o porquê de amar? E por fim, por que o porquê do por que de amar?
Amigo, contar mentira e inventar história qualquer idiota consegue. O difícil é viver o presente e fazer dele poesia.
SONHEI COM VOCE, O SONHO ESTE QUE ME ME FEZ SOFRER, POIS VOCE ESTÁ LONGE DE MIM, E EU NAO POSSO TE VER, DE UMA COISA TENHO CERTEZA! QUE NASCI PRA TE TER, VOLTA LOGO, EU TE AMO E QUERO VOCE, MEU AMOR.
Eu sou ar e você a terra e todos esses clichês de opostos, queria lhe agradecer por estar aqui mesmo quando eu não mereço que esteja. E por ser algo fixo no meio de tanta coisa aéreas.
Busque o improvável, desafie a si não para reconhecer-se ou triunfar; isso é desfecho, mas para ativar e motivar sua rotação e o seu energético potencial, sua luminescência.
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