Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
(...) "Fora do eixo, mas cada vez mais dentro de mim mesmo... Eu parei naquele trecho que é você..."
O mundo não é só o nosso mundinho: casa, família, amigos, escola, trabalho, cineminha, salão de beleza, mercadinho, supermercado, hipermercado, lojas, costureira, barzinho, restaurante, viagenzinhas, aqui, ali e lá, carro do ano... Não, o mundo não é só o nosso mundinho...
[...] Na versão charmosa de despertar para escrever. Escrevo até para o silêncio. Escrevo até onde não tem palavras...
"E o amor não anda de porta em porta como um menino distribuindo panfleto, o amor é o panfleto, e de repente ele aparece sabe-se lá da onde, quem o traz e pra que veio, estenda o braço.
(...) Em tudo, apenas levando levemente...Vamos brindar ao nosso contrato de almas, que meu sorriso esta vindo de bandeja por ai...
[...] Sei que somos pose. Nossos retratos foram tão retratados no compasso do meu coração, que entraram em inércia e agora somos "AS FOTOS"
Aí faremos assim marcamos de nos encontrar lá no acaso e se por acaso der certo não vai ser nem planejado nem sorte, nem coincidência nem destino. Vai ser amor.
"Percebi que tava tudo errado quando achava bom conversar 40 minutos com um estranho que sentava na cadeira ao lado no ônibus, enquanto amava não ter que falar com a pessoa que dormia à noite toda no outro lado da cama".
[...] Meu coração é tão leve que ele não tem peso. Ele esta sempre se elevando e preenchendo outros espaços. A gravidade nunca conseguiu leva-lo ao chão...
(...) Não me desconcerto fácil. Vivo me revisando e estou sempre me consertando... Me fechei para balanço.
[...] Como tudo que toca, adoro quando há uma discussão muito inteligente daquelas em que se deixa as palavras, ficando apenas o silêncio.
A vida vem... Voa na sua cara, passa diante de seus olhos e você fica ai preso ao chão, como se estivesse numa camisa de força. Respire novos ares. Não se sufoque na fadiga olfativa de sentir sempre o mesmo cheiro da mesmiçe de sua vida. Ei! Condicione sua alma. Dê um duplo twist carpado. Tente planar nos ventos que sopram de outros horizontes. (...)
[...] Minha vida esta tão monótona que estou sempre me plagiando. Estou sempre me nocauteando, antes que eu caia de maduro.
Nessa atmosfera de paixão vem sempre uma brisa soprar no meu rosto. Nesse vendaval de sensações todo um microclima é feito no entorno desse encanto. Se seu coração estiver frio. Se aqueça e entre no clima do brilho dos meus olhos. [...]
Quando estamos apaixonados a vida nos eleva como plumas. Não que estejamos leves. A vida é que nos leva levemente, pois não há o peso de não amar. (...)
O que diferenciam os humanos dos outros animais é o fato de que estes possuem razão social para serem selvagens.
Quando carregamos o amor todos os fardos caem. Quando estamos apaixonados a vida nos eleva como plumas. Não que estejamos leves. A vida é que nos leva levemente, pois não há o peso de não amar. (...)
“Sinto falta até de quando você estava tão aqui, que só por você estar tão aqui, eu não te amava quase nada.” (...)
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