Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada

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Minha dor é a tua liberdade?
Longe de ti, padeço de todo tipo de efermidade emocional
Mas com isso, com isso tu consegues paz e tranquilidade.
Saudades e a consciência me arrastam para a tempestade.
Será minha dor a tua liberdade?
Acho que finalmente encontrei um jeito de me perdoar, dos erros que cometi no passado.
Esse é o primeiro passo, certo?
Se me recompor; será a minha felicidade a tua efermidade?⁠

Inserida por zongadas

⁠Hoje eu lembrei, o coração aperto palpitou.
Mas não chorei, um sorriso me brotou.
A saudade da falta se vai indo embora,
cedendo lugar ao amor de outrora.
Essa calma que a mim regressa,trazendo paz a minha pressa.
É você, que eternizada em minhas mais doces lembranças.

Inserida por nillgoterra

⁠Boa sorte com seus amores de cada, Estações!



Será que este gostar
E um desgosto de estar
Enquanto bate, arde
Por gostar de você!
Ou e meu ego em desgosto
De sentir o desconforto
De você simplesmente nunca ter me amado?
Apenas me fez acreditar
Mas na verdade foi temporário!
Assim como outros relacionamentos
Foi de momento!
O incrível que sendo seu passatempo
Eu aprendi amar Você.
Agora você atravessa a rua como fez com outras.
Me evitando como se fosse, pouca!
O ruim deste ciclo vicioso
E que você faz sua própria coleção!
Uma hora vai chegar em um momento
Que vai ter tantas !
Em cada lado da esquina
Que ou você enfrenta !
Ou passa no meio da rua
Sem encarar suas decisões
Ou decepções!

Inserida por olhabruxa

Você já se perguntou quantas lágrimas podem ser esconder dentro de um sorriso?
Ou quantas dúvidas se ocultam por trás de um olhar….
Por isso compreenda mais, questione menos, seja gentil sempre, porque a gentileza não esconde lágrimas, ela as impede de cair.
Hoje quando me perguntarem…
- o que você vai fazer, hoje?
Responderei…
-Serei gentil!
-E você?

Inserida por AndresaCallegari

O tempo e abstrato,
Como um rabisco enfim.
A gente sabe onde começa,
Mas não sabe quando chega o fim.

Inserida por AndresaCallegari

⁠Funesto inapetente

Ácido que dilacera de cima a baixo Venda que cola em tecido tácito
Ser que se põem em oceano abaixo

Vermelho que se contraí em coagulação
Cores que se distorcem em coalizão
Indivíduo que se dilui em conglomeração
Dor que se refugia em omissão

Falas que se põem em provocação
Arte que se impõem a alienação
Hipocrisia que reina em desinformação

Indivíduo que aos olhos faz-se, indulta
A loucura dilacera a condulta
Dispara, perversiva, como fruta abrasiva
Quando culpa a disputa, invulga

Não fecha a calada da noite
Se abre poente para entrada ardente
Ilumina à ação remanescente
Quando se diz aos olhos ardentes

Inserida por BeatrizSPontes

⁠Deixe escapar sorrisos que te fazem amar! Todas às vezes, poeme-se! Permita-se ser...
Autêntica poesia.
Infinitamente, poeme-se!
Permita-se, transbordar.

( Adriana Corrêa Benedito)
Em, 15/10/2022

Inserida por DricaPoetizando

⁠As mulheres intensas possuem um enigma secreto,
um frisson, um carisma escondido em sua essência
que poucos conseguem enxergar.

Quando você esbarrar em uma, vai saber:

Não é pelos seus belos olhos,
não é pelas curvas capazes de causar nosso mais prazeroso acidente,
nem pelos brilhos que adornam seus cabelos.

A beleza de uma mulher intensa jaz em sua alma.

Inserida por FelipeAzevedo942

(...) A vida é muito supervalorizada.
Olhe pra nós...

Nem mesmo conseguimos sobreviver ao amor que criamos...

Me faz perceber quão inútil é nos agarrarmos às coisas,
se sabemos que um dia elas morrerão.

É como tentar segurar uma flor com muita força após retirá-la do solo,
na ingênua tentativa de que, com isso, impeçamos a sua morte.

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠teu corpo não precisa
ser sempre despido

teu corpo não precisa
ser apreciado
apenas em plena nudez

tua beleza é
um diamante bruto
que é melhor lapidado
por aquele que despe tua alma
te apreciando por completo

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠nada é concreto
tudo é tijolo

tudo é parte
soma
paredes e pontes
que erguem-se e se desfaz

hoje somos sólidos
amanhã seremos líquidos
e logo gasosos feito pó

somos construções
em constantes demolições

emoções e razões
cimentadas em dissoluções

hoje estamos
logo, fomos

Inserida por FelipeAzevedo942

se olhar de perto
vai ver que nada é certo
que nada é absoluto
que somos seres repletos de lutos
das coisas que perdemos
e ainda não sabemos

se chegar mais perto
verá que tudo é frágil
que somos substituíveis
até das coisas que não são visíveis
e só aproveitamos a festa
quando já temos de ir

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠dentro dela já havia morrido tanta gente
que seu coração virou um cemitério,
e os fantasmas dos amores anteriores vagavam
em todas suas relações

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠não me sinto desconfortável em estar só.
não me sinto desconfortável chegando numa festa desacompanhado, ou ir a um restaurante e pedir um café, enquanto todos a minha voltadesfrutam da presença de alguém.

não me sinto desconfortável caminhando sozinho no parque numa tarde fria de outono, me sentar num banco de praça ouna areia da praia em pleno verão.

desconfortável eu me sentiria em estar rodeado, e mesmo assim, me sentir só.

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠o amor arranca nossas vestes
e nos deixa nus
desmitifica nossos achismos
revira nossos tabus

é no corpo que ele nos toca e deixa marcas
cicatrizes
e digitais
é no toque que ele nos envolve
nos deixa vulneráveis
e iguais

é vento etéreo que sopra em nossos cabelos
nos desejando livres
e aceitando nossas diferenças

é cachoeira que bate em nossos corpos
livra-se dos títulos e dos status
e mesmo em sua grandeza pede licença

se faz nos versos e estrofes de um inacabado poema
sem pontuações
com muitos fins e recomeços

nos tritura em mil pedaços
em muitos restos e cacos
nos devora
dilacera
e engole por inteiro

é a explosão que nos desfaz em estilhaços
adentra pelos poros e termina na saliva
e no beijo

e quando faz doer
o que machuca no fim não nos faz morrer

ele sempre retorna das cinzas
e se refaz em calmaria
verso
canção
poesia

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠assistir uma mulher desabotoar suas inseguranças,
descalçar seus medos e despir suas fragilidades
é o prazer voyeurístico que mais me excita.

Inserida por FelipeAzevedo942

⁠À DISTÂNCIA DE UM OLHAR

Sinto que já amanheceu
O sol ainda não nasceu
As paredes consigo sentir
Meu caminho tento descobrir

Do lado de fora posso ouvir
Os pássaros a cantar
Das flores, seu perfume sentir
Suas cores apenas imaginar

Com cuidado vou me guiando
Em cada movimento pensar
Uma leve brisa no rosto
Com muitos obstáculos a superar

O mundo não foi feito para mim
Com todos os seus desafios a vencer
Desde o início até o fim
Do amanhecer ao anoitecer

Sonho um novo amanhecer
Do sol, um belo nascer
Sua luz poder enxergar,
À distância de um olhar.

Ivan F. Calori

Inserida por ivanklori

⁠ASAS VITORIOSAS

Foi dada a largada
Asas pude ganhar
Decidida e preparada
Nada vai me atrapalhar

De forma silenciosa
Corro, não há tempo a perder
Quero ser vitoriosa
Vejo o que ninguém mais vê

Tantas flores para visitar
Mas sozinha não estou
Multidões ao meu lado
Correr até o fim eu vou

Obstáculos no caminho
Preciso me concentrar
O prêmio está logo ali
Com foco, vou conquistar

Tocar a linha de chegada
O prêmio vou receber
Uma alegria compartilhada
Que jamais vou esquecer.

Ivan F. Calori

Inserida por ivanklori

⁠...
Tão bom quanto ruim
Saber que sou tanto
Para tão pouco
Tão bom quanto ruim
Saber que meu canto
Vai me deixar rouco
Tão bom quanto ruim
Saber que seu espanto
Vai me deixar louco
Tão bom quanto ruim
Saber que meu acalanto
Embala tampouco

Tão pouco
Tão rouco
Tão louco
Tampouco

Tão poesia quão prosa
Saber que meu pranto
Regou sua rosa
Tão poesia quão prosa
Saber que seu manto
De linho airosa
Tão poesia quão prosa
Saber que, no entanto
Tem mente invejosa
Tão poesia quão prosa
Saber que, entretanto
A inveja é onerosa

Meu pranto
Seu manto
No entanto
Entretanto

Inserida por andre_villasboas

⁠nos rompimentos o digerimento quase nunca é fácil.
a dor causada ainda está entalada, as feridas ainda estão expostas.

você verá a impulsividade assumir as rédeas, palavras em tons ríspidos sendo atiradas ao vento, e bater de portas rompendo qualquer possibilidade de contato, restando apenas a amargura e ressaca moral.

o que é normal. faz parte do sentimento que ainda está machucado,
e isso só não ocorre quando a indiferença já havia assumido o seu lugar,
ou quando já se bebeu demasiado do cálice do próprio amor.

Inserida por FelipeAzevedo942