Poesia de um Coração Apaixonada

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É feroz
e quase desumano,
é dor
que desatina
tudo que creio;
Sem rodeio
o coração
bate no peito,
num tic tac desordenado;
Minha sede
seca a boca
como palavras
que não se encaixam
ao teu vasto
cotidiano. ⁠

"Muitas vezes, quando o coração mais se dói de solidão e ingratidão, é que está mais próximo de Deus."


Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.

" Eis que vem a tristeza deitando-se em minha mesa, que este coração se apresente e se cale...
Mais me vela o doce do veneno que o amargor de uma mente que em mim nada vale! "
Marcelo Caetano Monteiro.

por mais que meu coração queira dizer o contrário, minha razão entende que chegamos ao nosso limite. Adiar o adeus tem sido nossa forma de tentar segurar algo que já não conseguimos proteger.
​Nosso sentimento é real e profundo, mas fomos cercados por barreiras que hoje pesam mais do que a nossa vontade de ficar juntos. Percebi que, ao tentar manter esse amor vivo, estamos arriscando o bem-estar de quem nos cerca e a nossa própria paz. Não quero que as lembranças do que vivemos sejam marcadas por dor ou culpa, mas sim pelo carinho que sempre tivemos um pelo outro.
​Dói aceitar o "momento errado", mas preciso ser forte por nós dois agora. Desejo, do fundo da alma, que você encontre a felicidade e a leveza que merece. Quem sabe o futuro, em algum outro tempo ou circunstância, guarde um reencontro onde não existam impedimentos.
​Com todo o meu carinho, despeço-me de você.

A humildade é a chave que abre a mente e o coração para a reflexão, não apenas analítica pelo intelecto, mas a reflexão com bom senso e discernimento intuitivo.


Sebastian Striquer

São a abertura da mente e do coração que permitem ampliar o conhecimento além da convicção cética intelectual do cientista e do condicionamento emocional que leva à fé cega do religioso.


Sebastian Striquer

Sentir saudade é tão gostoso, não tem por que evitar que o coração sinta mais uma vez as emoções do passado. Ela nos permite reviver aqueles momentos que marcaram nossas vidas.
A melhor maneira de apreciá-la; é permitindo o toque do passado.
Escutar mais uma vez as mesmas palavras, o mesmo toque, ambiente , cenário...
Seja um clima frio ou calor. Siêncio ou o ruído da chuva.
Reviva o que você quiser!
Absolutamente tudo pode acontecer no pensamento.

Seus olhos me encantam..


Quando vejo o teu sorriso, meu coração se energiza da mais pura paixão


Amar você é a mais bela das emoções


"Caio Camara Cesar"

A ti..


A ti, pertence o meu coração
Em ti, estão concentrados os meus pensamentos
A ti, pertence o meu amor
Por ti, tenho a paixão mais pura
Por ti, todo o meu querer
Em ti, fixo o meu olhar, o olhar de quem ama sem querer parar


*Caio Camara Cesar*

⁠Em 42 anos, meu coração só soube de amor uma única vez. Não há passado onde ela existe, pois o tempo, diante desse sentimento, perde o sentido. A lembrança de seu sorriso se confunde com o presente, como se estivesse aqui, ainda agora, acendendo em mim algo que o mundo não apaga.

Você foi, e ainda é, o que define o raro. Em meio a tantas vidas que cruzei, foi no seu olhar que encontrei o infinito. E por mais que os anos tenham desenhado sua ausência, meu amor não conhece o esquecimento. Amar você foi como encontrar a essência de todas as minhas buscas — e mesmo que o destino tenha seguido seu curso, você sempre será minha verdade mais profunda.

O que é raro nunca se desfaz, apenas se eterniza em silêncio.

O que é a saudade, se não o amor que perdura?


Ela nasce quando o corpo se afasta, mas o coração permanece. É a chama que não se apaga mesmo diante da distância, o eco de um abraço que ainda vibra na memória, o perfume que insiste em morar na pele mesmo depois da ausência.


Saudade é o amor vestido de silêncio, é o olhar que procura no vazio um reflexo que já não está ali. É o diálogo que continua dentro de nós, ainda que os lábios do outro não respondam. É a eternidade escondida em pequenos instantes que nunca se repetem, mas que insistem em viver dentro da alma.


Se o tempo tenta levar, a saudade guarda. Se a ausência tenta apagar, a saudade escreve em letras de fogo. Porque, no fundo, ela é apenas a prova de que o amor é maior do que a presença... é a sobrevivência daquilo que o coração não permite que morra.


E talvez seja isso: a saudade não é dor apenas. É também o privilégio de ter amado tanto, a ponto de sentir falta. É a lembrança que acaricia por dentro e nos faz entender que amar é, inevitavelmente, também saber esperar.

A morte está na próxima batida do coração. Silenciosa, paciente, invisível, ela se esconde entre os intervalos do sangue, entre o suspiro que não percebemos e o instante que chamamos de agora.


Cada pulsar é um aviso, uma lembrança de que somos passageiros, fragmentos de luz que dançam por tempo incerto, que respiram, amam e sofrem, sem garantias.


E, ainda assim, é nesse compasso efêmero que a vida floresce. É no saber que a morte nos observa de perto que cada gesto ganha intensidade, cada olhar, profundidade, cada abraço, a eternidade contida em segundos.


Porque viver é isso: sentir o frio da presença do fim enquanto o coração, teimoso, insiste em bater. E na próxima batida… talvez sejamos eternos, talvez sejamos nada, mas, até lá, somos tudo aquilo que ousamos ser.

O amor é uma prisão sem muros que eu possa ver, mas cujas correntes sinto em cada batida do coração. Ele me prende a você desde os meus vinte anos, e mesmo após dezenove invernos separados, nenhuma distância conseguiu enfraquecer sua força. Pelo contrário, ela cresce dentro de mim, feroz e silenciosa, como um fogo que queima e ilumina, me mantendo vivo e, ao mesmo tempo, aprisionado.


Cada lembrança sua é um sussurro que ecoa pelos corredores dessa cela invisível, cada memória um muro que nunca consigo transpor. A dor é intensa, mas nela há uma lição escondida: aprender a amar sem possuir, a sofrer sem me quebrar, a sentir sem esperar reciprocidade, a existir plenamente mesmo na ausência. É um aprendizado cruel, mas sagrado, e a prisão se revela como uma escola silenciosa.


O destino inscrito nas estrelas nunca quis que estivéssemos juntos; ele quis que eu me confrontasse com minha própria alma. Saturno me ensina a esperar, Plutão me força a me transformar, Netuno me revela a beleza de um amor que transcende a razão. E assim, lentamente, a dor se torna consciência: o amor que me prende também pode me libertar, desde que eu aprenda a aceitá-lo tal como é.


Aceitar que não posso tocá-la, que não haverá reencontro, que não há espaço para a posse. Aceitar que este amor eterno é também uma lição eterna, que ele existe para me ensinar sobre mim mesmo, sobre a intensidade, sobre a profundidade de sentir sem limites, e que, paradoxalmente, a maior liberdade se encontra dentro desta prisão.


O amor é uma prisão que me prende a você, e, ironicamente, é nela que me descubro inteiro. Mesmo carregando um sentimento que nunca será correspondido, mesmo sentindo a ausência como um abismo, percebo que posso viver, que posso crescer, que posso me transformar. A prisão não me destrói; ela me revela. E assim, aprendo que amar para sempre, mesmo sem ter, é a forma mais pura de eternidade.

Continue me procurando em seu coração, em sua pele, em sua alma…

Você pode fugir das lembranças, mas não daquilo que ainda sente. Alguns amores acabam; outros se tornam maldições: deixam de ser vividos, mas nunca deixam de existir.

E talvez essa seja a nossa condenação: seguir caminhos diferentes, sabendo que uma parte de nós continuará pertencendo àquilo que nunca pudemos viver por inteiro.

Tá guardado...


Tá guardado no coração,
Através dos meus beijos já quis te dizer tantas coisas,
Quantas vezes te apresentei os meus sentimentos e você nem percebeu?
Foram incontáveis gestos e ações entregues nos teus dias de bandeja e mesmo assim, você sentia fome,
Depois de muito querer em vão, depois de sentir que não estava valendo mais a pena jogar sem cartas, preferi guardar o que restou do meu amor em poucas folhas de rascunhos para mostrar apenas a saudade quando ela quiser me visitar.

O melhor dos sentimentos é aquele que fica subentendido em nosso coração, sem despertar a vontade de demonstração.
E quando, ao demonstrar, parece que ninguém mais existe no mundo.
É sentir-se bem-vindo.
É não ter vontade de ir-se, e ter a certeza da reciprocidade do que sente.
É respeitar a individualidade, sem inseguranças.
É ser transparente e desfrutar de transparência, igualmente.
É quando rimos juntos de tudo e de nada.
É quando pressentimos o momento exato em que o celular vai tocar (já sabendo quem é).
É quando, ao estarmos longe, compartilhamos um telefonema de horas, sem sono e sem fome, por todo o dia e toda a noite.
É cozinhar juntos. É sonhar juntos. É ter o prazer da companhia. É não rotular o relacionamento. É não haver "meu isso" nem "minha aquilo", mas apenas nomes.
É enxergar, nos olhos do outro, o carinho que inunda o coração.
É sentir-se em paz, bem e feliz.

O mortal caminhava pelas trilhas escuras da densa floresta com o coração acelerado, apertando contra a palma da mão o pedaço de metal escuro que Íris lhe entregara antes de partir.


Ele sabia que voltar ao café seria uma perda de tempo preciosa; Emanuel não deixaria rastros tão óbvios.


A resposta para encontrar a Ordem do Prisma tinha que estar ali,
naquele objeto misterioso.


Parando sob a luz fraca da Lua,
em uma trilha antiga e deserta,
o pai colocou suas ferramentas de lado por um instante e examinou o pingente com o olhar aguçado de quem passou a vida lidando com engrenagens e mecânica no casarão.


O símbolo da engrenagem entrelaçada à asa de luz parecia estático, mas ao aplicar uma pressão exata nas bordas do metal,
como faria com um mecanismo oculto,
ele ouviu um clique sutil.


O pingente abriu-se ao meio,
revelando sua verdadeira natureza: não era apenas uma joia,
mas uma relíquia que unia tecnologia e magia antiga.


Do interior do objeto, pequenos feixes de luz holográfica projetaram-se no ar, desenhando linhas douradas idênticas às que Íris costumava ver com seu dom.


As linhas flutuantes começaram a se mover e a se alinhar sobre a palma da mão do mortal,
formando um mapa tridimensional interativo,
cujo amontoado de montanhas se mostrava.


No centro do mapa, uma coordenada pulsava em um tom azul-celeste profundo, apontando para o subsolo de uma antiga caverna desativada na zona histórica aos arredores da cidade antiga.


Era ali o quartel-general da Ordem do Prisma.


Com a pista em mãos e o mapa gravado na memória,
o artefato se fechou novamente.


O mortal recolheu suas ferramentas,
ajustou o casaco e apertou o passo em direção às ruínas da entrada da caverna, sabendo que cada segundo que passava era um segundo a menos para salvar sua filha Aurora das garras daquela sombra misteriosa!

Mulher proibida


Você virou um perigo bom,
daqueles que fazem o coração disparar,
confesso que cansei de tentar controlar o que sinto, o bom mesmo seria deixar a minha boca falar na tua,
o que meu corpo deseja, dentro do teu!

⁠Obrigado, por permitir chegar até a TI,
Sinto meu coração derreter desmanchando por Ti

As lágrimas tocam o coração de Deus, mas a fé move a mão d’Ele.


A mulher do fluxo de sangue não precisou chorar diante de Jesus, ela precisou crer. E ao tocar na orla do manto, pela fé, ela recebeu cura (Mc 5:34).


Lázaro estava morto, Marta chorava, Maria chorava… mas foi a fé na palavra de Jesus que trouxe vida novamente (Jo 11:40-44).