Poesia de Trabalho e Familia
A saudade é cúmplice do poeta, A saudade faz verso,prosa e poesia, A saudade produz sinestesia, semeia e melhor do que ninguém - sintetiza.
A saudade é companheira determinada a reencontrar o teu olhar, A poesia é alimento para que eu viva a sonhar, E jamais desista de te amar...
Sem rigor métrico a poesia encurta as distâncias sendo flecheira no coração, Sou tua doce seiva, Sou tua faceira fascinação...
Eu posso tudo com você, Eu posso tudo no limite que só a poesia de amor pode fazer, Estando sempre na tua companhia...
Os ares da poesia do sertão, Fazem brilhar os meus olhos, Para alguém que carrega um sutil poder de sedução.
A poesia digital também é poesia, é a manifestação poética livre do papel e que conta com os recursos disponíveis no mundo digital. A poesia digital faz parte da nossa cultura e da mesma forma da cultura de outros países, é não é menos poesia do que a poesia impressa, e vem se tornando alvo de investigação acadêmica.
A poesia digital também é poesia. Acho de um cinismo crasso, a transcrição entre aspas de um poema inteiro sem mencionar o autor. Transcrição de trecho ainda vai, mas transcrição na íntegra, não acho correto. Respeitem os autores da modernidade.
Vida interior eu tenho bastante para viver até no deserto. Quem escreve poesia não padece de solidão e nem de falta de distração.
Uma pequena curiosidade poética sobre o nosso Brasil que muitos estudam pelo menos uma poesia dele no Ensino Médio sem saber que se trata do nosso poeta nacional, vocês sabem qual é o nome dele? Gonçalves Dias.
Poesia gera poesia. Quanto mais poetas e poetisas haverá uma chance de mudança de pensamento neste mundo
Uma oração, uma boa reflexão, poesia e água não se negam a ninguém: todas devem ser compartilhadas com generosidade e gratuidade.
"Entre versos, sou prisioneiro das minhas próprias palavras; poeta, cativo da poesia que me habita."
A poesia é o ato de fato, que falo, faço ou escrevo do jeito próprio que se quer com rimas perfeitas ou palavras inventadas.E o poeta é todo aquele ou aquela que se incomoda ou pela própria natureza das incertezas já nasceu e cresceu incomodado.O poema não é triste nem alegre o tempo inteiro mas existe e persiste por que há um incomodado.
A poesia surge de uma conversa sem fim entre aquele curioso e insensato que fala com ele mesmo, outras vezes com um ser maior na divindade antropomorfizada ou mesmo com a natureza enquanto energia pura da criação.O curioso que até aqui a grande tríade está presente.Como só fosse possível começar a falar com alguém o que for, seja ele quem for, se for de outra coisa real ou imaginária, ou alguém que seja conhecido ou desconhecido de pelo menos de um, dos dois, ou de nenhum dos dois mas que no momento da fala, esteja ausente.Daí deságua a trinca mais que perfeita para à " fofocação ".Parece mesmo que a boa poesia é um hiato perfeito entre o drama e a comédia, mas vamos deixar isto tudo para os poetas mais confusos do que eu que hão de vir por aí.
A arte fala sobre os sonhos, da poesia e da divina harmonia entre todas as coisas mas quando ela grita e chora está comunicando e profetizando os possíveis mais terríveis pesadelos.
Palavras brincando em rima, poesia. Pontes de versos, poderes diversos, sonhos, cores, noites e dias.
Corpo marcado
Meu corpo está marcado
Marcas que o tempo não irá apagar
Mas nenhuma delas, diz tanto como o seu olhar.
Meu corpo está marcado
Pelo sentimento dos teus lábios
Pelo dedilhar dos teus desejos
Pelo simples fato de nos amar.
Alexandre C.
Poeta de Libra
Eu não te ordeno, te peço,
Não é querer, é desejo;
São estes meus votos - sim.
Nem outra cousa eu almejo.
E que mais posso eu querer?
Ver-te Camões, Dante ou Milton,
Ver-te poeta - e morrer.
Ela! minha estrela, viva e bela,
Que ameiga meu sofrer, minha aflição;
Que transmuda meu pranto em mago riso.
Que da terra me eleva ao paraíso...
Seu nome!... Oh! meus lábios não dirão!
Nas Praias do Cuman / Solidão
Aqui na solidão minh'alma dorme;
Que letargo profundo!... Se no leito,
A horas mortas me revolvo em dores,
Nem ela acorda, nem me alenta o peito.
No matutino albor a nívea garça
Lá vai tão branca doudejando errante;
E o vento geme merencório - além
Como chorosa, abandonada amante.
E lá se arqueia em ondulação fagueira
O brando leque do gentil palmar;
E lá nas ribas pedregosas, ermas,
De noite - a onda vem de dor chorar.
Mas, eu não choro, lhe escutando o choro;
Nem sinto a brisa, que na praia corre:
Neste marasmo, neste lento sono,
Não tenho pena; - mas, meu peito morre.
Que displicência! não desperta um'hora!
Já não tem sonhos, nem já sofre dor...
Quem poderia despertá-lo agora?
Somente um ai que revelasse - amor.
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