Poesia de Perdão
Perdoar é seguir em frente. Não é esquecer a ofensa como se nada tivesse acontecido, mas é ser conhecedor de que ninguém é perfeito. De que todos estamos no caminho da evolução. É perdoar a si mesmo, antes de dirigir esse sentimento a quem te feriu. É dar-se a chance de recomeçar, limpando sua aura de ressentimentos. Porque assim, na verdade, estarás beneficiando a ti mesmo.
“Que possamos ser abundantemente abençoados, perdoando e dando carinho a todos os seres do universo, e assim reverenciando o Cristo de Todos os Tempos.”
Recordo-me dos meus erros, da dor que causei àqueles que mais me amavam. A carga da culpa passada ecoa no presente, moldando os dias de hoje dentro do meu lar. É um reflexo doloroso da responsabilidade que carrego e da necessidade de reparação. É tempo de enfrentar as consequências e buscar redenção, pois só assim poderei encontrar paz e reconciliação comigo mesmo e com os que amo.
No amor não são sempre risos e dias ensolarados, mas também lágrimas e dias nublados. E quem realmente ama é capaz de superar as crises nos tempos difíceis. Ao invés de jogar fora, recicle.
“Nós meditamos e fazemos silêncio para encontrar o Divino e a única forma de saber se realmente estamos no caminho certo é quando conseguimos olhar o outro, perdoar, esquecer e amar.”
O olhar nos diz muitas coisas: fala no silêncio, sofre na alegria e mata quando se diminui. Teu olhar enxerga a alma, penetra no coração e nos absorve com a esperança de que sempre iremos acertar.
Quem disse que os sintomas foram feitos para serem sentidos? Eles são apenas erros antigos, aguardando perdão. Em vez disso, sinta gratidão pela vida dos seus sonhos.
Buscar um novo caminho, uma palavra fresca, um alívio. Mas como encontrar isso, se carregamos em nós a bagagem do ego ferido e do orgulho inquebrável? Pedir perdão é uma confissão de fraqueza, pensamos. Aceitar o perdão alheio é deixar que a pele queimada seja tocada. Que ironia: queremos a redenção, mas tememos a vulnerabilidade que ela exige.
E se o que buscamos não está fora, mas dentro? Talvez o conforto que procuramos em palavras de outros seja apenas um espelho — não para refletir, mas para distorcer. Porque é mais fácil culpar o outro ou a condição humana do que admitir que, no fundo, a miséria que nos prende tem raízes na nossa incapacidade de domar o ego, de calar o orgulho. Talvez sejamos apenas fragmentos partidos de um todo que nunca entenderemos, eternamente a oscilar entre a dor de ser e o desejo de transformar.
O amor não carrega consigo uma raiva incapaz de ser perdoada, mas o orgulho impede que ele liberte o perdão.
Afrouxando o nó da gravata e refrescando por debaixo dos vestidos, o "nada a ver" começa como doce brisa; rápido, avança para envolvente bola de neve, rolando até terminar num lago de fogo.
Se uma pessoa pede desculpas, mas não revê os paradigmas que deram origem ao problema, a tendência é de que ele se repita.
Para os ingratos reforce as ações que o beneficiam, para os mentirosos credite à eles verdades não negociáveis, para os interesseiros morra em favor deles como demonstração da verdade recebida na forma de perdão que resgata, cura, liberta e transforma
Perdoe-me. Perdoe-me, pois sou um ser confuso e ingrato. Tanto amor recebi de quem amo e ainda assim tenho dificuldades em demonstrar esse amor para quem tanto fez por mim.
Deus é o único capaz de quebrar muralhas na nossa mente que nos impedem de perdoar, mudar e seguir em frente.
Provavelmente você chegou neste texto pois pesquisava algo sobre mim, já que chegou aqui, ore por nós, somos perfeitamente imperfeitos! E meu nome carrega apenas lutas e sorrisos!
"Arrepender-se é quando um nó aperta o coração num laço forte, contorcendo os pensamentos, a ponto de ficar de joelhos pela dor do remorso. Só assim, o perdão se faz."
Discipline a sua língua para falar palavras de amor. Quando estiver em dúvida, diga a coisa mais amorosa que puder, e você não estará errado.
A melhor escolha para nos libertarmos da própria culpa é aceitarmos os resultados e as consequências de nossas falhas e, também, não cometermos mais os mesmos erros.
Pedro acreditava que perdoar sete vezes seria um grande ato de generosidade, superando a tradição judaica de três. No entanto, Jesus nos ensina a perdoar como Deus nos perdoa: sem limites. O sacrifício de Cristo na cruz é a medida do perdão que devemos oferecer.
