Poesia de Medo
Nesse mundo é assim: a o medo do sábio e o medo do burro; descubra o certo, sinta o necessário e responsabilize-se apenas pelo que lhe cabe a atos e fatos dos fardos.
Ficou com medo de me beijar, e, em simples palavras, não poderias nos levar, de leve porque é tão bom te encontrar.
Não tenha mais medo de respirar já sabem das proteções de seu estado (èles) também merecem às responsabilidades dos fatos por seus atos.
Que toda inteligência disposta pelo universo, não seja jamais, retalhada pelo medo da humilhação de terceiros, todos em paz primeiro.
Ficou com medo que não dava conta, tentou ajudar ou, roubar, à lousa das questões e dos fatos que já viram com previsões.
Nos direitos das locomoções, alguns se perdiam pelo medo das locuções que, ainda, não podiam integrar.
Há, pra quem se serve com tanto medo de não ser aceito, é uma imaginação direcionada pra outros meios, que normalmente não é o nosso.
Muitos tem medo do nosso certo, porque estão errados, pra decifrar livramentos de maus tratos que nada servem nem pra ratos.
O que em mim repugna, já te dei espaços pra resolver, não tenhas medo, não há subverter, já que estou simplesmente por ti ao escrever
Medo existiu pelo vazio que se achavas cheio e já sabemos que és infinito das partículas criativas acolhedoras.
Os abismos existentes na criação foram causados pela ruptura da sábia competição, onde o medo sugeriu sempre a repetição.
Vítimas do medo, esconderijo de dons sufocados pelo egoismo, visto dá sabedoria de trato no tempo, dê vida em fatos.
Detinha.s as vergonhas do expressar, pelo medo de não poder amar, por essas e, outras, fizeram até festa, com a grandeza da misericórdia de vossa esfera, donas impostas aguardando falsas eras.
Postar in verdade liberas, mentiras e os enganos, onde o medo programava vírus e, melhor do que seguir em bandos, faz o teu dia belos em sofistícados planos.
Tudo é tão perfeito que o medo se dispersou, e, pelas mentiras, um dia cravadas, com que carregavas, nos dar de ombros, do não saber dos porquês, e é claro não nivelando pra ti (ao) desfazimento, aguardando por eras a integração dos complementos, resolvendo mal sustento.
Podes abrir pra você, era só medo do perfeito em ti, não nascer e, agora, podes compreender, o que se pode realmente fazer.
Não tinhamos medo, minha coragem cuidava de suas fragilidades, faltavam opor t unidades de two templos, pra darmos risadas, nossas loucuras nunca foram falhas e agora conjugamos fonemas espelhísticos.
Nossa sensibilidade jamais seja confundida com o medo, temos alicerces solidificados, nos dando firmeza por reverenciar com sabedoria o tempo certo de todas as coisas.
Faça sempre bom uso das larguras e comprimentos, não tendo medo da dor de carregar os sacos, alguns dizem: sacros.
O eu não sou carente, muito menos você arrogante, é o falso medo querendo tornar nossas vidas busca incessante.
