Poesia de Medo
O homem verdadeiramente livre não organiza sua existência em torno do medo da morte; procura compreender a vida com intensidade suficiente para não desperdiçá-la.
Quando uma sociedade proíbe a dúvida, ela não protege a verdade; protege o medo de descobri-la falsa.
A coragem não consiste em desconhecer o medo, mas em compreender quais temores merecem respeito e quais apenas governam a consciência pela ignorância.
Muitas coisas parecem impossíveis não porque excedam nossas forças, mas porque o medo as torna maiores antes mesmo que tenhamos coragem de enfrentá-las.
A dignidade começa quando o medo de perder alguém deixa de ser maior que o medo de perder a própria integridade.
Não tenha medo de mudar quando necessário, aprenda com o passado, valorize o presente e não permita que o apego ao conhecido impeça você de descobrir tudo o que ainda pode realizar e conquistar no futuro.
Com advento da internet e das mídias digitais por uma esquizofrenia coletiva entre a dor e o medo temos bem mais a construção de personagens belos e sedutores do que seres humanos com personalidades generosas e saudáveis.
Agradeça o livramento e aceite o seu destino sem medo. Lá na frente você terá todas as respostas que não teve no momento.
Não tenho medo de pensar e nem de errar. Tenho medo de não ter olhar atento para me corrigir, e ter compromisso com o erro sem com que eu perceba.
Não tenho medo de me expressar sob as regras da Liberdade de Expressão do meu país, mas evito falar tudo o que penso porque estou cansada de gente chata, imatura e fanática política.
“Existem dois tipos de medo. Um é positivo e o outro negativo. O medo positivo, é o gerado pelo instinto de proteção a vida. Esse é o mais comum, tendo como consequência a impossibilidade de viver grandes emoções. O medo negativo, é o que paralisa corpo, mente e alma. É o medo de sair da zona de conforto, medo de arriscar e medo de perder. Qual é o seu medo?”
Sem medo de olhar fundo nos olhos da sedução, Mergulho de braços abertos nesse amor que é mais do que entrega total, ele é a nossa sideração.
“A Verdade nunca esteve escondida; quem sempre esteve escondido foi o ‘eu’ que tinha medo de sobreviver sem as próprias certezas.”
“O último medo do homem não é deixar de existir; é perceber que o ‘eu’ que ele passou a vida inteira tentando proteger era justamente a prisão que o impedia de existir.”
“O maior medo do ser humano não é descobrir quem é; é descobrir que passou a vida inteira defendendo a máscara que o impediu de ser.”
“O ser humano não tem medo de descobrir quem é; tem medo de descobrir que tudo aquilo que chamou de ‘eu’ foi apenas uma mentira bem construída para não encarar a verdade que sempre esteve dentro dele.”
“O maior medo do homem não é perder a vida que construiu; é perder a mentira que construiu para suportar uma vida distante de quem verdadeiramente nasceu para ser.”
“O maior medo do homem é o encontro consigo mesmo; porque nesse encontro morre o personagem, desmorona o ego e nasce a única pergunta que a mente sempre tentou silenciar: quem sou eu quando deixo de fingir que sou quem nunca fui?”
“O maior medo do homem não é perder a vida que construiu; é perder a mentira que construiu sobre si mesmo, porque quando a máscara cai, não resta o personagem que aprendeu a ser — resta o ser que sempre teve medo de encontrar.”
Quando os pais têm mais medo de desagradar os filhos do que de fracassar como educadores, a infância vence, a maturidade perde e a família inteira paga a conta.
