Poesia de Medo
Mergulho no profundo dos meus sonhos
O medo, faz-me permanecer aí.
Venho à superfície, apenas respirar
Volto sempre... lá, eu sou feliz.
Quem sabe o que a vida lhe reserva?
Para quê construir barreiras de medo?
Sabe Deus, quantas coisas boas não vivemos, sendo responsáveis pela nossa própria infelicidade.
É ótimo ter coragem para enfrentar a verdade!
À noite, tudo parece muito maior: AMOR, medo, pobreza, solidão, lembranças ...
Buscas e amas pela imagem
Tudo o que é profundo cria raízes
e tu tens medo!
Na tua vida tudo é superficial, falso, traições e desamor!
E assim vais vivendo, insatisfeito(a), frustrado(a).
Já não consiguirias viver doutra forma
Por isso, não te queixes!!!
"A vida só nos dá, ou livra,
conforme o nosso merecimento."
"Desabafo.
Estou a lutar com meus sentimentos,
Medo da solidão me consome lentamente.
Mesmo sendo uma mentira, vivi momentos felizes.
E agora me pergunto: valeu a pena?
A verdade dói, mas a ilusão me mata.
E eu me perco entre o que foi e o que nunca será.
Mas vou aprender a voar sem asas; Eencontrar a paz em minha própria voz.
E na superação, encontrar meu verdadeiro lar."
Remorso, medo e ambição, engrenagens da máquina usada pela religião tomada pelo legalismo e moralismo.
Se vc não cumpre, geram o remorso,
Se vc cumpre, geram o medo,
Se vc cumprir, geram ambição,
só foi assustador até aceitar que eu tinha medo,
contava os dias da semana em cada dedo,
agora reclamo: porque os dias acabam tão cedo?
redescobrindo tudo como uma criança ganhando um novo brinquedo.
agradeci pelo céu continuar existindo
e bem alto, sinto a ventania voando entre as nuvens misturadas com a atmosfera azul,
indo de brasil a istambul
sonhando em ser um cowboy fora da lei como cantava o raul.
sou o fogo que surge em cada uma das brasas,
desenhando na terra, o futuro incerto com as penas de minhas asas,
enchendo as antigas almas rasas,
vivendo vidas diferentes dentro de cada uma dessas casas.
a finalidade é morrer de tanto viver,
não ficar onde não pode me caber,
congelar onde já me fizeram derreter,
voltar a tocar onde já me deu prazer.
depois da morte, que eu seja o ar que passa pelo globo dentro das frentes frias,
o primeiro oxigênio de um nenê, um cantor rodando o mundo em uma turnê
ou um professor ensinando o planeta todo a como
libertar os corvos que habitam dentro de você.
meus segredos só eram assustadores até aceitar que eu tinha medo,
os quais você só se tranquiliza quando sente o toque do meu dedo;
quando minha música toca no seu rádio,
sem fingir de coitado, pois antes pagava de santo
mas era o que mais fazia pecado.
Pode ser assustador descobrir que erramos sobre alguma coisa!
Mas não podemos ter medo de mudar de opinião,
Aceitar que as coisas estão diferentes, seja pra melhor ou pra pior.
Temos que estar preparados para desistir do que acreditávamos.
Quanto mais estivermos prontos a aceitar o que é,
E não o que achávamos que era, mais vamos ficar onde devemos estar.
Mudanças são inevitáveis, não adianta querer atrasá-las ou apressá-las,
Uma hora elas veem e não tem como se esconder.
As vezes elas dão muito medo, mas é normal, afinal é algo novo,
E o desconhecido assusta e não se preocupe,
Muitas vezes elas são a melhor coisa que podia lhe acontecer.
Amor ou carência
Amor ou solidão
Amor ou ilusão
Amor ou vontade de ter alguém
Amor ou medo de ficar sozinho (a)
É o que passa pela minha cabeça quando olho suas fotos
As vezes penso que seja amor,as vezes apenas apego,mas enquanto a mente fala tudo isso o coração grita, você sabe que é amor,é amor porque conheceu a pior versão dele e decidiu ficar,amor porque apesar dos defeitos dele,você não o julgou, amor porque quando você o viu pela primeira vez mal conseguia falar,Amor porque entre a distância que existe entre nós não mudou o que eu sinto por você, amor porque quando falo de um futuro é ao seu lado que eu quero está!
Eu existo?
Os outros me notam. Eu existo!
Por dias e dias eu me procuro. Eu existo!
Sinto medo do reflexo e raiva de quem o percebe. Eu existo!
Todos apontam sorrisos e encontram a linda trilha de pedrinhas que leva ao por do sol. eles vivem!
Eu ainda analiso o meu terreno pra saber se posso permanecer em pé no ato de existir.
Eu só existo?
Se eu tirar minha amardura ao se aproximar a ti.
e conseguir amar você sem medo.
Então você será a primeira que me amou, e não me machucou.
-construindo confiança
"O que a lua faz com as marés
Poema - Sou O Que Sou
Sou o que sou
Não o que falou
Tenha respeito
Não medo
Sou da paz
Respeito é a chave
Que abre qualquer porta
E isso que importa.
Seja homem ou mulher
Você é, o que é
Não o que veste
Então investe
Do lado de dentro
Seja um bom elemento
Quem julga por aparência
Se liga na sequência.
Você tem que saber
Você tem que entender
Que cada um tem o seu jeito
Não aponta o dedo
Procura conhecer
Pra depois dizer
O que acha da pessoa
Se é gente ruim, ou gente boa.
Medo da idade?
Com a idade vem a sabedoria, as respostas, a segurança, aprendizagem do caminho certo, definição de si, o pensar antes de falar, o falar depois da certeza das palavras certas. A idade é o melhor presente que a vida pode nos dar. Aproveite cada novo dia , certamente, ele é tudo isso a mais que ontem!
Todos estão a todo momento tentando construir sua história. Com medo ou coragem. Quando você interfere com seu egoismo você não é esperto, leva apenas uma vida de sentimentos medíocres.
Assuma suas escolhas. Não tente transferir.
A sua conta só aumenta com o que é sentimental e espiritual.
A queda vem sempre antes de levantar.
O medo precede o superar!
Se levante, o medo nos proporciona possibilidades. Aproveite-as!
O medo costuma ficar mais presente na vida de quem tenta alcançar voos mais altos, já que ficar no chão, rastejando, não oferece tantos riscos
Mulher
Porque estás ao meu lado?
Escolhi a ti sem pensar
Num espasmo de loucura
Com medo da solidão
Afoito e imediatista
Agonizo na mesma situação.
Hoje noto que, não tens a idade que eu queria,
Não possuis o corpo que eu pretendia,
Não me agarro a ti com os olhos da paixão.
Mulher
Tira-me deste dilema
Ainda preciso de ti,
Que pretensão,
Mas, o meu esquema,
Por linhas tortas foi traçado.
Não vês mulher
Que o teu sorriso e outro sorriso marcado em minha memória
Teu cabelo não tem a seda que eu imaginava
O teu cheiro vem de aromas artificiais,
E o teu dançar não o da minha bailarina.
Mulher, o que te fiz, e agora não consigo,
Ser honesto em dizer-te
Vai-te embora.
Recôndito
Não pega na minha mão em público
Nega o meu beijo na praça
Tem medo de fazer juras
Mas, diz acreditar em disco voador
Secretamente, no lusco-fusco
amor selvagem, abrasador
Veja a loucura
desse fugidio senhor
Encobre-se por todos os cantos
quando o momento é para o amor
Mas, para destroçar o encanto
profere à luz do mundo
blasfêmias com fervor.
Dualidade
Poesia e fraqueza
a primeira, o medo, a utopia
a outra, covardia
Ao medo, a minha estima
à covardia, antipatia
Obra poética divina
temor, fantasia
revelada na emblemática pintura
da Capela Sistina
à irreverência do grafite
não menos belo
não menos poesia
Caída no abismo, a fraqueza
o lado obscuro da dicotomia
o veneno? A covardia
ocultando a dor
realçada na pupila
picha, rasga, queima e ridiculariza
o medo, a poesia.
