Poemas e poesias sobre dança
A dança sou eu, você, todos nós.
A dança é o ar, o fogo, o mar e minha terra.
A dança me define e reestrutura, é a carne, minha armadura brilhante por estar em êxtase contínuo e delirante, me faz crer é divina, uma viagem pelo universo sem sair do lugar, estando em movimento do eu quero, eu posso e eu vou, nem mais , nem menos.
A dança é minha loucura perfeita sem receita, no entanto o remédio que se faz revelar o espírito.
K2-18b: O Oceano Celestial
No vasto abraço do espaço sideral,
K2-18b dança em sua órbita mágica,
um mundo além das estrelas, surreal,
onde o tempo se perde e a luz se aplaca.
Seus mares não são de água, mas de mistério,
um oceano celeste que reflete o infinito,
onde as ondas de hidrogênio e hélio
sussurram segredos cósmicos no vento.
Nuvens flutuam como sonhos dispersos,
tecelando histórias em fios de prata,
e tempestades elétricas cintilam,
como versos escritos nas estrelas em cascata.
Que criaturas habitam suas praias de luz?
Serão seres etéreos ou sombras dançantes?
Talvez seus céus escondam constelações
ainda não imaginadas em nossas noites errantes.
K2-18b, exoplaneta dos sonhos e enigmas,
onde a ciência se entrelaça com a poesia,
convida-nos a olhar além das estrelas,
a buscar respostas nos confins da galáxia.
Nossos olhos se perdem na vastidão,
enquanto K2-18b continua sua dança,
um poema cósmico escrito em estrelas,
um convite para explorar o desconhecido com esperança. 🌟🪐✨
Punhal afiado que corta a alma...
Sangra calada na escuridão da noite..
Corpo nu que dança vulgarmente...
Esconde o pudor de quem a ama...
Que deixa-se sangrar de dor, de si...
Punhal vulgar corta a solidão da alma..!!
Cabelos em trança, dança!
Lembrança, palpitação
Troca, destroca.
Volta, até terminar a canção.
Intrigas, brigas e orgulho ferido
Tantas outras tentativas e nenhum perigo
Tenta, re-tenta, é lenta a reconciliação
O tempo age
E quem se disse: "relaxe".
Agora aguenta mais não.
Flui o tempo, vai o vento
E arranha, escuridão
Sai a lua, vem o sol
mais um dia, decepção
E quem ainda agora foi embora
sofre de culpa
pede desculpas
E traz de volta a paz que merece o coração
As andorinhas voltaram.
Amanheceu, olhei o céu, e elas vieram. O seu vôo formando uma dança na felicidade infinita do viver. A alegria de vê-las assim eufóricas, no cruzar incessante de asas e bicos, me fizeram lembrar de dar as boas vindas, como elas, ao novo dia e á vida que se inicia a cada acordar. Porque todos os dias é um renascer das esperanças e dos sonhos, como o esvoaçar das andorinhas a cada verão.
A gente tá dançando essa dança sozinhos, amigos.
Eu, em particular, tenho um histórico interessante sobre isso.
Dançando sozinha.
Sempre foi assim.
Sempre vai ser
Dani Dandanis
Dani Dandanis, nome que dança nos lábios como um segredo encantado,
flor que desabrocha onde o sol hesita em pousar.
És a aurora vestida de silêncio,
a estrela que não pede espaço no céu —
simplesmente o ocupa com graça infinita.
Teus olhos, dois mares onde navegam sonhos,
guardam tempestades suaves,
ondas que acariciam a alma,
não a destroem — a redescobrem.
Neles, vejo mapas de mundos não escritos,
histórias que a poesia ainda ousa sonhar.
És inteligência em forma de riso,
sabedoria que dança nos gestos,
palavras que nascem como música
e não como discurso.
Falas e o tempo se curva,
como se o universo quisesse ouvir
o que só tu sabes dizer.
Não és bela por acaso,
nem por moldes que a sociedade impõe.
És bela por essência,
por seres inteira,
por carregares dentro de ti
a chama que ilumina sem queimar.
Teu sorriso é um poema não publicado,
teu andar, um verso em movimento.
Entre todas as meninas,
és a que faz o coração parar
e depois bater em ritmo novo.
Entre todas as mulheres,
és a que ensina com o silêncio,
a que cura com um olhar,
a que transforma o comum em sagrado.
Dani Dandanis, nome de melodia rara,
és o encontro do céu com a terra,
da razão com o encanto,
da força com a ternura.
Não és apenas a mais bela,
nem apenas a mais inteligente —
és o equilíbrio que o mundo
nunca soube que precisava.
E se a poesia um dia se cansar de rimar,
bastará sussurrar teu nome:
Dani.
E tudo fará sentido outra vez.
Fama
A vida é uma dança louca, cheia de passos improvisados. Seu aprendizado, desde a gênese, é desafiador, e seu processo, imprevisível. Há momentos em que cada passo se encaixa perfeitamente e outros em que você se sente um completo desajeitado, sem ritmo para o que é proposto. E então surge a pergunta: qual o propósito?
Uma incógnita, talvez. Mas entre as perguntas, há uma certeza: precisamos buscar algo pelo que viver e seguir em frente, sem permitir que o meio nos influencie a desistir. Afinal, sob qualquer ângulo, em algum momento, seremos indiferentes aos olhos de alguém—mesmo que sejamos excelentes no que fazemos.
Até que, num dia fatídico, você se torna um grande dançarino. Seus movimentos são perfeitos, e isso te leva aos melhores lugares, projetos.E, de repente, aquelas mesmas pessoas que antes olhavam sem interesse agora te notam. Dizem que sempre souberam do seu talento. Chamam seu nome com entusiasmo, como se tivessem estado ao seu lado o tempo todo.
E aí você se pergunta: qual o propósito disso?
O que mudou? Foi você? Ou foi a forma como agora enxergam você?
Talvez, no fim, nunca tenha sido sobre a dança.
Alex souza
No céu, nesta manhã, um recado:
um arco-íris, suave e encantado.
É da chuva que nasce a dança...
e quem disse que, após a tempestade,
não há esperança?
MONÓTONO
Viajava a lembrança
naquela dança leve
o espaço abraçava a dama
e a dama saía alla breve;
O resto é irrelevante
Nada no todo que sinto
A luz da dança da dama
no opaco labirinto do instinto;
Aqui há tudo que lembro
No fundo é menos que digo
Habita no tolo um poema
das cinzas de um sonho antigo.
🌌 Mas o mundo das raízes
(aquele que pulsa no poema) sussurrará:
"Dança!
Cada passo teu ecoa no eixo das galáxias.
O que chamam de 'loucura' é a única sanidade:
honrar o ritmo que te habita,
mesmo quando os relógios do mundo param.
Os que riem ainda não ouviram
o compasso das folhas caindo,
o gemido do átomo enamorado,
o silêncio que canta por trás de tudo.
Fidelidade em Silêncio
Não é ao mundo que juro minha alma,
Nem às promessas do tempo que dança.
Minha aliança é com a chama que acalma,
Com o princípio que em mim se lança.
Não sou fiel por medo ou corrente,
Nem por contrato que o tempo desfaça,
Mas por amor ao que em mim é semente,
Que floresce em silêncio, e nunca passa.
Já fui tentado a vender meu destino,
Trocar valores por trégua e prazer...
Mas algo em mim, antigo e divino,
Me ensinou a perder para não me perder.
Fidelidade não é resistir ao afeto,
É amar sem trair o próprio caminho.
É sorrir, mesmo andando discreto,
Com a alma vestida de sol e de espinho.
Não nego a dor que o amor traz consigo,
Nem os riscos de viver com o peito nu.
Mas prefiro errar seguindo comigo,
Do que vencer negando quem sou e fui.
Se me vires distante, não é indiferença,
É só que às vezes é preciso calar.
Para manter a aliança, a consciência,
Com o Céu que insiste em me visitar.
Monica,
Nossos corpos se encontram na dança ardente,
Um fogo que queima, paixão que não mente,
Teu olhar, labaredas que incendeiam,
Cada toque, chamas de desejo me incendeiam.
Como o vinho que aquece nossas veias,
Somos lobos aproveitando várias Luas Cheias,
Teus lábios, uvas maduras de desejo,
Em teus beijos, encontro o paraíso sem ensejo.
Tua pele, seda que escorrega em minhas mãos,
Segredos que preenchem todos os vãos,
Somos poesia escrita nas madrugadas,
Em nossas carícias, descobrimos as estradas
Dedico a você estes versos,
Pois meus pensamentos, a você estão submersos
Meu corpo grita com paixão
E minha mente deseja-te com emoção.
"A vida é o palco onde o amor dança em
silêncio — e cada gesto sincero é um milagre
que o tempo jamais apaga."
Ela o ama, e cada gesto é brilho,
O perfume dele dança no ar leve,
No cristal de seus olhos há um rio,
Que reflete um coração que o ama até breve.
Mas ele se afasta, em sombras se enrola,
A voz dela, às vezes, não o alcança.
E ela se pergunta: amor ou ternura só que consola?
Há piedade no olhar ou só esperança?
Ele mal retribui esse fogo ardente,
Será que acolhe? Ou apenas comove?
Ela se vê iludida, mas ainda vivente,
Quer crer que entre os dois o amor se move.
Amor não floresce quando é só um lado —
Sem reciprocidade, é jardim murado.
O canto das cordas
No silêncio além da matéria,
onde o espaço é dobra e dança,
vibra uma corda invisível,
tecendo o mundo em esperança.
Ela canta sem voz, sem tempo,
no palco de onze dimensões,
como harpa em vácuo absoluto
ressonando antigas canções.
Seus fios não são de aço ou vento,
mas de pura equação,
laços que sonham ser tudo:
luz, gravidade e criação.
Numa dobra de Calabi-Yau,
o universo se esconde em flor,
cada pétala uma partícula,
cada simetria, um rumor.
E nós — poeira que pensa —
tentamos decifrar seu segredo,
mas talvez só escutemos o eco
do mistério que teme o enredo.
Pois a corda, em sua elegância,
não jura ser real ou verdade,
é talvez só uma hipótese bela,
nascida da nossa saudade.
Saudade de unir o que é tudo,
de fazer da física um poema,
onde cada partícula é verso
e o universo, um dilema.
Então seguimos — sonhadores —
entre buracos e brilhos quânticos,
escrevendo, com lápis de fóton,
as partituras dos campos românticos.
E se um dia ela se quebrar,
não será fim, será abertura:
a física, como a poesia,
vive da sua mais bela ruptura.
Ecologias de Mim
Sou feito de círculos concêntricos,
onde o eu se forma na dança do outro,
na casa, na rua, na pele dos dias,
na palavra que me disseram
e naquela que nunca ouvi.
No primeiro círculo, tocam-me os olhos,
as mãos que me embalam e moldam;
no segundo, cruzam-se caminhos,
ecos de vozes e silêncios de quem passa.
Mais longe, decisões sem rosto
alteram o chão onde caminho —
leis, rotinas, ausências e horários,
tudo aquilo que não vejo,
mas que me constrói por dentro.
No mais vasto dos mundos,
vive o tempo, o espírito, a cultura,
as ideias que nos formatam o sentir,
as crenças que pesam sobre o corpo
como uma herança invisível.
E entre cada camada de mim,
há um fio que me costura: a história.
O tempo a escorrer-me nos ossos,
a infância que volta,
a mudança que nunca cessa.
A Dança da Reciprocidade
E nessa dança, a reciprocidade é a melodia que embala a relação. Não é só dar, nem só receber, mas um fluxo constante de troca.
É a atenção, o carinho, o respeito e a dedicação que se manifestam de ambos os lados, criando um equilíbrio perfeito.
Quando a reciprocidade floresce, cada gesto ganha um significado especial, e o amor se fortalece na certeza de que ambos estão igualmente investidos nessa jornada.
Ela dança na terra
com os pés fortificados,
junta tudo o que já possui
e não deseja bens preciosos.
Seis meses se passaram, meu amor floresceu,
Na dança dos dias, encontrei você.
Teus olhos são estrelas que brilham sem fim,
E em cada sorriso, eu vejo a luz do nosso jardim.
Teu toque é suave como a brisa da manhã,
E em teus braços, encontrei minha paz e afã.
Juntos construímos um laço tão forte e profundo,
Um amor que transcende os limites do mundo.
Vamos celebrar essa história que começou,
Com cada risada e sonho que já se realizou.
Strimani, minha musa, meu eterno querer,
Ao seu lado quero sempre aprender a viver.
