Poesia de agradecimento

Cerca de 102775 poesia agradecimento Poesia de

⁠Ninguém renasce, no mundo físico, para sofrer,
senão para reeducar-se, para recuperar-se
dos delitos infelizes, para crescer
em direção a Deus.

Inserida por droplets

Quao precaria e a condicao humana: luta-se apenas para sobreviver com um corpo tao fragil quanto a alma que se espatifa a cada sonho frustrado.
.

Inserida por Rogerio727

O Brasil é um paciente febricitante, sua miserável existência é a morte antes da morte, a morte acachapante, a morte total, a morte em vida, a morte na morte, a morte irreversível!
A pior e mais desprezível das mortes, acontece de modo preternatural no Brasil. O brasileiro é, porquanto e desgraçadamente, um ente aziago!

Inserida por Rogerio727


Esse supremo horror de existir...cada um de nós, mesmo morrendo, mesmo morto, estará condenado a nunca morrer? E, ao morrermos, esse horror chamado vida prosseguirá, infinito?

Inserida por Rogerio727


A ficção apenas reporta, aumentando mais o fato histórico, a ficção é uma velha fofoqueira que conta verdades aumentando a verdade histórica.

Inserida por Rogerio727

Com um gesto fulgurante o Arcanjo Gabriel
Abre de par em par o pórtico do poente
Sobre New York. A gigantesca espada de ouro
A faiscar simetria, ei-lo que monta guarda
A Heavens, Incorporations. Do crepúsculo
Baixam serenamente as pontes levadiças
De U.S.A. Sun até a ilha da Manhattan.
Agora é tudo anúncio, irradiação, promessa
Da Divina Presença. No imo da matéria
Os átomos aquietam-se e cria-se o vazio
Em cada coração de bicho, coisa e gente.

E o silêncio se deixa assim, profundamente...

Mas súbito sobe do abismo um som crestado
De saxofone, e logo a atroz polifonia
De cordas e metais, síncopas, arreganhos
De jazz negro, vindos de Fifty Second Street.
New York acorda para a noite. Oito milhões
De solitários se dissolvem pelas ruas
Sem manhã. New York entrega-se.
Do páramo Balizas celestiais põem-se a brotar, vibrantes
À frente da parada, enquanto anjos em nylon
As asas de alumínio, as coxas palpitantes
Fluem langues da Grande Porta diamantina.

Cai o câmbio da tarde. O Sublime Arquiteto
Satisfeito, do céu admira sua obra.
A maquete genial reflete em cada vidro
O olho meigo de Deus a dardejar ternuras.
Como é bela New York!
Aço e concreto armado
A erguer sempre mais alto eternas estruturas!
Deus sorri complacente. New York é muito bela!
Apesar do East Side, e da mancha amarela
De China Town, e da mancha escura do Harlem
New York é muito bela! As primeiras estrelas Afinam na amplidão cantilenas singelas...
Mas Deus, que mudou muito, desde que enriqueceu
Liga a chave que acende a Broadway e apaga o céu
Pois às constelações que no espaço esparziu
Prefere hoje os ersätze sobre La Guardia Field

Vinícius de Moraes
Crepúsculo em New York
Rio de Janeiro , 1954

Inserida por nyllmergello

⁠"Há aqueles que se bastam com o grão de mostarda e aqueles que necessitam do Cosmos...
Há aqueles que creem sem saber e aqueles que sentem a necessidade de saber para poder crer."

Inserida por neliomachado

⁠“O Senhor que deu o bom começo,
nos dê a graça do crescimento
e da perseverança até o fim.”

Inserida por DaniloNunesSoares

⁠Os cães uivavam no alto do morro, a luz da lua transpunha a resistividade das nuvens e lá embaixo, a carruagem passava sob o clarão do luar.
(José Nilton de Faria)

Inserida por jose_nilton_de_faria

⁠Não devemos fazer do conhecimento um fim, devemos fazer do conhecimento um meio.
Um meio de se conseguir desenvolvimento sustentável, um meio de se combater a fome, a pobreza e a miséria no planeta.

Inserida por jose_nilton_de_faria

⁠Para uma vida feliz, alegre e saudavel, ao amanhecer contemple o verde das plantas, o azul do céu, o cintilar das aves, a manifestação da vida e agradeça o criador. Alimente-se bem, movimente-se, preencha seu dia com atividades criativas e produtivas e ao anoitecer, contemple o firmamento, um céu estrelado, o manifestar da vida e agradeça o criador pela lei eterna e universal que mantém todo esse equilíbrio em perfeita harmonia e extraordinário.
(José Nilton de Faria)

Inserida por jose_nilton_de_faria

⁠A FÁBULA DO GUANDU E O PÉ DE BOLDO

Até uma certa altura eles cresceram próximos, bem juntos e mantiveram o mesmo tamanho, o Guandu e o pé de Boldo, mas como as espécies possuem naturezas diferentes, o Guandu precisava crescer e se tornar árvore, mas veio o impasse, se a planta crescesse na mesma posição vertical a qual se encontrava, naturalmente que seu largo caule engoliria e mataria o pé de Boldo pois os mesmos estavam muito próximos, portanto a partir de uma certa altura equidistantes o Guandu despediu-se do pé de Boldo, inclinou-se cuidadosamente num ângulo próximo de 45° tomando o cuidado de não tombar e ao mesmo tempo poupar e salvar seu amigo pé de Boldo e o Guandu tornou-se uma árvore explendorosa com suas maravilhas de flores, mas em sua memória seu amigo pé de Boldo jamais será esquecido.

Inserida por jose_nilton_de_faria

⁠No horizonte, no mais completo silêncio, o astro rei põe-se para o hemisfério sul e nasce para o norte.
Contudo, na trajetória solar rumo ao escuro, o hemisfério austral tem a certeza de que, em questão de horas, o magnificente Sol voltará a iluminar com toda sua energia e exuberância.

Inserida por jose_nilton_de_faria

— Por que então Ele não se cansa de fazer isto?


— Vai ver é puro tédio.


— Sua desculpa não justifica Ele ter prazer no sofrimento alheio. Há muitas maneiras de fugir do tédio sem precisar matar as pessoas todos os dias.


— Tem razão, mas com ou sem suas orações, Ele vai continuar fazendo o que quiser.


— Engraçado, Ele não matou você.


— Por que eu posso fazer o que Ele gosta de fazer: matar pessoas. Quem, em sã consciência, vai aniquilar um aliado?

Inserida por LazarusLong

Qualquer Deus que exija que você se ajoelhe e implore por misericórdia enquanto crianças morrem de câncer ósseo, não é um criador santo. Ele é um chefe de máfia sádico e sanguinário, e sua igreja não passa de um esquema de extorsão multibilionário.


​Richard Dawkins

Inserida por LazarusLong

⁠DEPOIS DA CURVA, HÁ UM RIO

Pouco importa o sol ardente,
O rosto molhado e a garganta seca;

Pouco importa a poeira da estrada,
Os pés descalços e as pedras no caminho;

Pouco importa o andamento sem fim,
As pernas cansadas e o quase parar;

Pouco importa as quedas sofridas,
Os laços desfeitos e o tempo perdido;

Pouco importa o pensamento distante,
A saudade no peito e a incerteza constante;

Pouco importa se a vida é dura,
Os sonhos são muitos e o tempo é pouco;

Depois da curva, há um rio.


Inserida por chicogente

⁠1968 - AI, Brasil...

Gritos mudos,
Mudos, calados,
De tantos gritos,
Roucos, sem eco.

Olhares cegos,
Cegos sem olhos,
Mirando um sol;
Grande sol apagado.

Ouvidos surdos;
Tapados porque
Não conseguem ouvir
Os morcegos gigantes.

Mortos vivos,
Vidas mortas,
Querendo viver;
Apenas viver.

Inserida por chicogente


Muitas vezes, mesmo discordando, precisamos aceitar. Diminui a dor e favorece a manutenção da paz.

Inserida por chicogente


Nenhuma mulher pode tolerar qualquer tipo de agressão física de seu esposo ou companheiro, nunca; jamais. Se, por infelicidade, acontecer uma vez, que seja, definitivamente, a última.

Inserida por chicogente

ASSIM NASCERAM NOSSOS FILHOS

Em vastas noites tranquilas,
Gotinhas de orvalho caíram,
Do céu, buscando uma flor.

Desceram, em paz, perseguindo
O botão de uma rosa se abrindo,
Num jardim cheinho de amor.

E ali fizeram morada,
Na rosa mais perfumada,
Mais bela e mais singular.

Irradiando alegria,
Felicidade e harmonia
Em minha vida, em meu lar.⁠

Inserida por chicogente