Poesia Borboleta
O poema que fala
sobre nós pousa como
a Borboleta-Órion
sobre as rosas do jardim,
És minha Via Láctea
em noite de Céu aberto
e meu paraíso poético.
Nas sublimes asas
da Borboleta oitenta-e-oito
leio o infinito deste amor
que na poesia do destino
está escrito e me aguarda
com todo o candor divino.
A Borboleta-do-manacá
dança no caminho,
Sou a poetisa do meu
próprio destino
e de quem também
deseja poeta vir
a se tornar e espalhar
poesia por onde precisar.
Conto cada Borboleta-aro-vermelho
que vem se aproximando ao redor,
Sem receio mergulho em mim
para escrever sobre o amor.
O fel alheio não me sufoca
porque tenho vida anterior,
Sei da onde vim e para onde vou:
ser ainda melhor só cabe a mim.
De mãos dadas com o tempo
o interminável minueto,
ele sussurra e eu apenas solfejo.
Porque quem tem razão
não precisa se antecipar,
tem tranquilidade para continuar.
Borboleta de encontro raro
é a Capitão-do-mato,
Que põe o coração de quem
a encontra em disparo,
É assim que quero ser
para você quando te ver
e te retribuir colocando
no pedestal mais fino e caro.
Borboleta encontrando
o seu par para se juntar
as outras sem parar
rumando ao panapaná,
Na beirinha do rio
vejo o destino refletido
e nas correntezas leio
o poema da vida escrito.
Morpho Helenor Cramer,
linda borboleta azul
voando livre pelo Esequibo
é ali que nasce o Sol
da sua terra e do seu destino.
É estranho te olhar e não sentir o que sentia antes e te confesso que me surpreende te ver aqui me perguntando, O que aconteceu? Por que sumiu? Eu também passei por vários porquês, Por que não responde? Por que me deixa pra depois? Pois é, o tempo foi me dando as respostas, é que eu não era pra você o que você foi pra mim,eu não fiz seu coração bater mais forte , não te fiz sentir borboletas no estômago tão pouco fui a causa de uma possível insônia então decidi mudar sabe aquele Bom Dia que fazia questão de dar independente do quão ocupada estivesse nao o enviei mais, e aquele boa noite também deixei de dar porquê já sabia que raramente ia ser recíproco na resposta. E quando dei por mim nem o Você está bem? eu enviava porquê minha preocupação era um estorvo pra você, e foi isso que aconteceu e se quer saber está tudo bem agora, não se preocupe o tempo vai te dar as respostas que você tanto procura, a única coisa que coisa que tenho pra dizer é não se iluda, você não gosta de mim você gosta de ser gostado ,sente falta de alguém pra alimentar seu ego de ter um colo pra colocar sua cabeça quando seu mundo parecia desabar, enfim essa saudade que você sente vai passar, no começo vai ser ruim mas você vai sobreviver eu não morri, você também não vai, agora preciso ir estou ocupada demais sendo feliz sem você, Até outro dia. Ass: A borboleta que pousou na flor errada.
Sejam borboletas!
Mulher, antes de ser filha, esposa, mãe, avó, seja a mulher que você nasceu. Saia da caixa. Decida.
Se quer permanecer lagarta e viver rastejando de um lado para outro é uma escolha,
mas se quer ir além, se feche em um casulo, analise tudo e a todos, faça das experiências que adquiristes durante toda a vida e te trouxe onde você está agora, bases para fortalecer suas asas.
Quebre essa casa que te prende, estenda suas asas e voe como borboletas.
Alcance voos e, por onde passar, deixe a cor e a beleza que possas.
Nada somos diante da eternidade, na trama invisível do destino. Simples assim...
Somos apenas vida fluindo em sonhos e fantasias, sorrisos, lágrimas...
Para que temer o fim ?
Os vinte anos remetem ao fim da mocidade
Inicia-se um ciclo escorregadio, o prêmio marcado pela idade
Tem marcas mais profundas, o deleite de uma esperança
Calada tão cedo por uma política de amargas alianças
Meu país não é meu lar
Não me restam forças, inda na mocidade, para lutar
Essa profundeza de abismo coberta por purpurina
Não engana minha mocidade, trágica euforia
Ser não mais nova
Ser inda não velha
Resistir para que os versos em mim resistam
Insistir para que as saudades em mim não consistam
Com o eterno esperar
Olhos de alma inquieta
Tão só, naufragada
Refugiei-me em ilusões incertas
Sonhei como marinheiro, a espera da alvorada
Vinte anos, o nada
Bilhões de anos, astrais
De que me valeria a estadia
Se a alma não regozija? Se a alma não tem paz?
E de que valeria a paz
Se só se mostra ela presente
Ao término do ciclo
Da vida intermitente?
Se tantos sonhos ainda sonho
Se tantos versos não sou mais capaz de compor
Por onde anda o sonho de marinheiro
Que um dia em meu peito desabrochou?
Se puder, eu, enfim, ser borboleta
Sem rumo, vagar entre flores do equinócio primaveril...
Por que não veneramos também as mariposas
De vidas noturnas, outonais de abril?
Se tantos sonhos já desisti de sonhar
Por que ainda é latente no peito
O esboço do desejo
Da eterna desventura?
Eu quero me calar
Eu quero gritar aos mares
Para a moça bonita que passa
Que traga a vida na morte
A resposta inconstante
De como se navega para o norte
Fatigada dos sonhos
Do deixar de sonhar
Alçar os céus no prumo da borboleta
Nos ventres da mariposa, repousar.
reinava no mar solitário
um destemido tubarão,
tinha tudo, seu relicário,
mas nadava sem paixão
voava tímida e distraída,
sorridente, fazendo careta,
mas meio descrente da vida,
uma pequena borboleta
até que uma forte corrente de mar
e um vento de temporal,
fizeram os dois se encontrar
no meio de um coral
na magia do momento,
se surpreenderam apaixonados,
marcaram o casamento,
com que foram abençoados
juntos aprenderam tanto...
ele lhe apurou os sentidos
e ela, para seu espanto,
o ensinou a criar campos floridos
foi assim que ouvir dizer,
vou contar até morrer,
o tubarão e a borboleta,
que dupla perfeita
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As borboletas ensinam que a vida é feita de fases, algumas fases temos que nós arrastar pra conquistar o queremos, sofremos passamos por chuva e sol mais nunca devemos desistir. Em alguns momentos ficamos dentro do nosso casulo mais quietinho mesmo temos que respeitar nosso espaço, parar um pouco pra nos olhar por dentro. Só depois que passarmos por tudo isso vamos poder voar.
Ah... as borboletas, como as admiro, livres e perfeitas com sua súplica singela no ar.
Medo, já sentiu medo? Medo de não realizar seus sonhos? Medo do dia seguinte? Medo de não estar vivo?
Será que as borboletas sentem medo?
Aprendi observando elas, em seus voos singelos mas precisos, que o tempo é inserto mas certo. Em outras palavras, percebi na incerteza a clareza de cada coincidência.
Existe tempo para nascer, tempo para crescer, tempo para transformar, tempo para voar e tempo para morrer. Essa é a vida de uma borboleta. Mas como ela sabe o tempo de cada etapa? É ela que controla as etapas ou o tempo?
Impressionante e intrigante como a imprecisão temporal é a precisão mais perfeita na vida. Será que esse é o segredo para uma transformação completa de realidade?
Realidade ou fantasia? Até onde a realidade pode ser considerada real? E se não for real, mas sim um ideal criado por nós mesmos?
Nos encanta com suas cores
e sua bela simetria
Parece tão delicada
mas é capaz de alterar o clima
com o simples bater de suas asas
Da lagarta que rasteja
que se mantém enclausurada,
até romper o casulo transformada
é um capricho da natureza
uma verdadeira flor que voa
um grande mistério, a borboleta!
que eu me divirta nas minhas diferentes formas,
que eu tenha sabedoria em cada processo,
que eu esteja preparada para todas as mudanças,
que eu possa encantar e alegrar por onde passar.
que essa metamorfose seja diária,
e que tudo tenha o seu próprio tempo.
Leticia Canova
É no seu respirar ofegante que você sente seu coração bater mais forte,
No seu olhar de alegria,
Naquele segurar de mãos,
Foi por muitas vezes nas chuvas, nos frios que saí para te ver,
Fui bobo, foquei demais em ser o melhor para você,
Em tentar te entregar nossos sonhos,
Você foi meu melhor sorriso,
E o aperto no peito de felicidade,
Você foi aquela brisa leve,
O olhar que desperta a alma,
Você foi a mais bela borboleta do meu jardim,
A rosa mais linda,
Foi no clarear do dia, que você sempre esteve presente,
E no entardecer,
Você foi toda a minha felicidade em forma de gente,
E meu mundo ficou mais completo com você nele,
Você foi as batidas do meu coração,
A cada batida continha seu nome, seu jeito, seu beijo,
Foi no toque de cada beijo seu, que me perdi em pensamentos,
Você foi a estrela mais radiante do meu céu,
E o amor mais puro que senti,
Eu te amo pituquinha, verdadeiramente, sinceramente e simplesmente você!
Por que me deixar te amar mesmo sabendo que não me ama?
Por que continuo te amando mesmo sem me amar?
Por que esqueço de tudo quando lembro de ti?
Por ora não tenho resposta. Apenas posso sentir as borboletas, que uma vez mortas, voltando a voar quando sinto teu "CHERO".
Eu nunca estive no céu mas acredito que a sensação é a mesma de quando eu toquei sua mão pela primeira vez.
A delicadeza do seu abraço me fez sentir envolvido em confortáveis pétalas de rosas.
Seu cheiro me fez viajar até o mais belo dos jardins.
"Olhar em seus olhos foi como olhar o mar pela primeira vez"
Sentir seus lábios provando do seu beijo foi um intenso voô, uma união que cortou ares e mares, não foi borboletas no estômago, lá elas estão presas e a sensação foi de liberdade.
