Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um pouco de solitude. Ouvir essa voz é fundamental para um dia de paz. Tem dias que simplesmente não sabemos o porquê de estarmos aqui, tendo a estranha sensação que não pertencemos a nada, mesmo em meio a outros, nos sentimos sós. Em outros acordamos distribuindo abraços, porque o simples fato de estarmos aqui, é o suficiente para sermos gratos. Na verdade, nunca estamos sozinhos, essa “bipolaridade” é própria do ser humano. Quando finalmente entendemos isso não nos cobramos tanto! Aprender e entender tudo isso é uma parte difícil do processo. Compreender que devemos nos cuidar e autoconhecer para estarmos bem em qualquer um desses dias.
Amor! Quando o café estiver pronto mande um "Bom dia". Tudo será perfeito, seus beijos, sorrisos e abraços. Por enquanto deixe-me dormir, ate que chegue a alegria.
Enquanto existir Amor, virá a dor. O amor reflete nosso melhor, mas nos deixa sensível, vulnerável e algumas vezes tristes.
O bem que você planta, cresce e volta para você. O amor que você dá ao mundo, cura e te transforma. O seu sorriso contagia e cada respiração sua é importante para alguém. Você é uma pessoa rara, merece todo o amor que dá aos outros. E mais: muita coisa boa vai acontecer na sua vida.
Oh amor demonstrado em "palavras" duras e verdadeiras é bem melhor do que nas lisonjeiras pescadas no mar da falsidade, pois quando alimentados por mentiras somos contaminados por uma razão robusta e até arrogante capaz de matar em nós a esperança tão necessária à vida..
O amor é algo complicado de se falar, particularmente subjetivo demais, porque pode ter várias formas e jeitos para expressar e ao mesmo tempo simples por ser um só, apenas uma essência.
O amor é tudo que levamos desta vida e junto com ele as lembranças que são a essência do amor, ou seja amar é lembrar.
A quantidade de amor que vemos no mundo é proporcional ao amor que faz morada dentro de nós mesmos.
A curiosidade e o conhecimento se entrelaçam; o amor e o respeito se afeiçoam. Juntos de mãos dadas, felizes seguirão.
Acredito muito na construção do nosso respeito e amor-próprio antes de deixar alguém acessar a nossa vida, bem como antes de ousarmos estar na vida do outro. É necessário termos prudências em nossas escolhas. Ocorre que, muitas das vezes centralizamos em excesso o nosso amor-próprio, logo, por um descuido, ficamos racionais e perdemos um pouco da nossa flexibilidade em se doar para o próximo. Por isso, as vezes, não achamos critérios suficientes no outro que possa nos agradar e isso gera em nós o perfeccionismo e por consequência a intolerância. Diante disso, corremos o risco de cultuarmos o nosso egocentrismo e de criarmos um escudo emocional em nome do amor-próprio. É preciso entender que o amor ao próximo passa pela nossa compreensão de sabermos que todos nós somos dotados de imperfeições e que amar também é se doar e correr riscos. Permita-se.
Olham-me com desconfiança por ser mais nova que meu amor. Eu rio da ignorância, afinal, sei que onde a falta de amor anda não existe passaporte de idade. Entendo que as pessoas se entregam aos desamores e tornam-se amargas, mas conheço bem o sentimento de amar. E o amor não é rotulado por nada. Nada que existe pode barrar esse sentimento, pois é indomável e rebelde por natureza. Não obedece regras, tampouco as banais, como rotular sentimentos por faixa etária.
“Circunspecto, ponho-me a refletir e, diante de tantas intermináveis elucubrações, defino: o amor não é senão um salto à sua própria origem!
De todas as flores que vi e de todas que achei ter amado, você foi a mais linda, meu amor. E a única que amei de verdade... Meu amor.
"Amor criativo é aquele que usa o que quiser e faz o amor acontecer. Amor preguiçoso é aquele que você nem lembra pois já estava cansado."
Os buracos do asfalto que eu passo, me lembram as decepções que eu chamei de amor. Dentro deles, esfarela a poeira daquilo que um dia nutriu vida. Terra. Íngreme de viver.
São pequenos momentos, fragmentos guardados de cada amor já vivido, sonhado e partido, que se juntam, se colam e fazem dela esse emaranhado de amor, de loucura, liberdade, calor e doçura.
Porque ela é intensa... tudo é profundo, e basta um segundo de amor, de carinho, pra ela se sentir em casa, se sentir amada, e sentir que encontrou seu ninho.
