Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Caga nos contos e ditos,
e manda fode* esses otarios.
acredita meu irmão vence sem medo,
para poderes evoluir desde muito cedo.
Quando é paixão
Você me suspende
no ar de cabeça pra baixo
em movimentos giratórios
e oscilando de lados.
Me fazes escapar do planeta
às vezes e por fases.
Me deixa flutuando sobre
o reflexo do céu no chão.
some e assume.
Me materializando paraíso na tua extensão.
De tanto tempo prostrado,
eliminando sentidos,
sustentando palavras,
esquecendo o vivido.
Castrando vontades
pra valer o que é dito.
Mata-se à vida,
com sentimentos omissos.
Viva as vontades!!!
"Minhas lembranças sempre querem começar tudo de novo...
No meio disso tudo só estou lembrando das coisas que entram na gente e vão até o fim..." (...)
Música
em altar de templo pagão
reza aos deuses
os quais
como majestades
de pedra
Jazem esquecidos
e sem emoção...
DIFAMAÇÃO
Quem faz
Já tá
No chão
Poema MINDIM estilo criado por Luna Di Primo
construção em 3 versos de ATÉ 2 silabas gramaticais; pode marcar tônica, porém, dentro das 2 sílabas gramaticais. Vogal sozinha pode ser usada livremente, pois não tem valor de sílaba,ou seja, só conta como sílaba quando formar palavras.
Cheguei até a pensar que escrevia.
Durou até o dia em que percebi o papel preenchido e a tela inundada.
Era algo mais que palavras.
Eram versos…
com alma…
Ei vamos curtir a vida é curta,
ouve aquilo que te dito e escuta.
Deixa de ser rap da net e mostra o k vales,
acaba com essas merdas e deixa-te desses males.
A Tom Jobim.
15 anos sem Jobim.
Realmente, tudo que é bom, tem fim.
Tanta coisa ruim pra ruir
e vai se embora meu maestro.
Cancionar, harmonizar o sol de Copacabana.
Eita saudade corroída pelo tempo,
eita tormento, piano com pano.
Consigo ouvi-lo quando em silêncio, ponho-me
na enevoada manhã dessas montanhas.
Estrangulo com as mãos, o pecado do ócio.
A ansiedade dessa cidade.
O tribunal de inquisições formais.
As bruxas de hoje não usam vassouras,
usam a mídia para se locomover.
Cansado dessa euforia do tempo,
de passar gota a gota pelo relógio,
coloco um vinil de Jobim e pronto!
Agüento mais um tempo até o disco acabar.
Túmulo de pesares.
Pensa, pensa, pensa,
túmulo de pesares.
Produz sua dor em mágoa,
pra mais tarde em paz, chorares.
Busca, busca, busca,
filho do desprezo e do escuro.
Busque encher seu embornal,
de todo mal e costure os furos.
Não perca um grão de desesperança,
que faz falta pra essa velha criança.
Melhor ter solidão do que nada.
Melhor só ter uma estrada,
do que procurar nos caminhos já percorridos,
sua morta amada.
Sejam bem-vindos as ruas sujas da cidade,
onde hoje em dia a pouca liberdade.
Que se lixe o governo e a sua falsa democraçia,
é por causa desses ladrões k o povo anda com azia.
Oh estrela que brilha
Oh estrela brilhante
Se vistes meu demasiado sofrimento até hoje,
Por que não me acolhestes?
Ristes da minha desgraça...
Ou simplesmente me esquecestes?
Solidão dos pensamentos.
A pior solidão que existe, de dia, a noite ou a todo momento é a solidão dos pensamentos.
Mesmo repleto de virtudes, sorrisos e gemas, correntes de ouro o prendem a realidade, lavando de suor, os sonhos.
Ser repleto é ser completo, só com os pensares que povoam o ar.
To dear Sue.
Meu Deus, meu Deus, meu Deus,
como acontece toda hora,
uma presença grandiosa e bela,
bela ninfa, esplendorosa aurora.
A caminho da Alemanha se vai,
aquela que tocou meu coração.
Meu refrão, minha canção, meu bolero.
A poesia, a trova, a canção.
Como faróis num mar sem fim,
seu sorriso ilumina a manhã,
uma saudade boa, uma fina garoa,
é o pensar que em minha alma assanha.
Querida e bela Sue,
Onde estará dentro de mim?
Num barco qualquer, bem longe no mundo,
torcendo os desejos, arranco do fundo,
forças que não possuo para continuar.
Estrela da manhã,
aura estelar grandiosa.
O acaso trouxe você,
a vida te leva a voltar,
para seu lugar, para seu lugar.
Borboleta errante.
Eu vi borboletas voando em duplas.
Depois de um tempo, só uma voltou.
Bem vinda borboleta ao meu mundo
De possuir o céu,
de voar sem rumo,
de amar o prumo da vida,
de ter a esperança perdida,
de encontrar nesse quintal mundano,
a outra borboleta que errando,
foi com o vento passear.
Brisa implacável.
Olha quanta coisa se perdeu,
olha onde escondeu a solidão.
Nunca foi morada tal esfinge,
tão nobre és teu coração.
Veja quantas noites nós choramos,
tristes, desolados, separados.
Sou mais que a bela borboleta,
que perdeu uma asa na brisa implacável.
A arte emana.
Passa por mim, passa por nós, pega você.
Isolado em seu mundo, ator maior moribundo, poeta.
Sub-quarto só e liquido, tendo ainda a grandeza de ser inteiro, completo e só.
Que a chuva lhe traga calma,
Através dela, limpe toda sujeira de tua alma.
Se livre de toda agonia.
Expira aquilo que não lhe inspira.
Viva a poesia!
Faça de hoje um novo dia!
Adoro escrever em versos
Neles expresso
N é tão complexo
N paro quando começo
Pra n ficar sem nexo
Aqui me despeço.
