Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Tem horas que o silêncio se faz necessário. Assim sendo não criamos cicatrizes difíceis de serem removidas!
..."Por mais engraçado que ele seja, um palhaço não faz rir um circo onde as cadeiras estão vazias." ... Ricardo Fischer
A justiça não vem àqueles que a buscam, mas sim àqueles que buscam somente a Jesus. A fé não vem àqueles que a buscam, mas aos que buscam a Jesus.
"- Não sei se o que sinto por você e verdadeiro,mas faz um tempão que não tiro você da minha cabeça, você está nos meus sonhos,quando tomo banho e quando olho o por do sol,e lembro de seus olhos e do teu sorriso,por que eles brilham mais do que esses raios de sol,queria tanto lhe falar isso pessoalmente,mais quando te vejo eu fico tímida e meu coração acelera.
Quando tuas lágrimas secarem mediante a dor revisa teus pensamentos e volta a chorar, tua Alma não pode secar
Os verdadeiros romances de hoje não são vistos por aí como se vê os chocolates no mercado. É preciso procurá-lo como se estivesse procurando ouro. O verdadeiro romance é muito mais que dois corpos cheios de desejos e vontades individuais. O romance real é composto por dois indivíduos que se respeitam e se amam,como diz Jane Austen, ardentemente.
O Professor não deve tratar a educação como um laboratório de experiências, em que a cada seis meses testa a metodologia da moda! Mas é desejável que traga coisas novas para metodologias consolidadas!
O problema da humanidade é que o único bem comum à todos é a esperança e não a disposição para o trabalho.
Não peça a Deus para abençoar o seu dia, porque se você acordou hoje, você já foi abençoado, apenas se esforce para que essa bênção se multiplique.
A vida não é uma linha reta e linear, muito pelo contrário, é curva e imprevisível. Estar preparado para os imprevistos mais do que inteligência é uma forma de sobrevivência. Se o problema não pode ser resolvido de imediato, não brigue com ele, improvise e continue. A vida não para, não espera e o show tem que continuar.
Realmente não importa o que alguém escreve em uma constituição. O importante é o que o instinto coletivo acaba fazendo com isso.
A vida do indivíduo não tem importância para ninguém além dele: a questão é se ele deseja escapar da história ou dar a vida por ela. A história não se preocupa com nada da lógica humana.
Não se reflete sobre um ponto de honra - isso já é uma desonra. Submeter-se ao insulto, esquecer uma humilhação, ceder diante de um inimigo - tudo isso são sinais de uma vida que se tornou inútil e supérflua.
O homem comum não deseja nada da vida, exceto saúde, longevidade, diversão, conforto - “felicidade”. Aquele que não despreza isso deve desviar os olhos da história mundial, pois ela não contém nada disso. O melhor que a história criou é um grande sofrimento.
A vida, se fosse ótima, é difícil; permite escolher apenas entre a vitória e a ruína, não entre a guerra e a paz, e à vitória pertencem os sacrifícios da vitória.
Cada coisa que se torna é mortal. Não apenas povos, línguas, raças e cultura são transitórios. Daqui a alguns séculos, não haverá mais cultura ocidental, nem alemã, nem inglesa, nem francesa, do que havia romanos na época de Justiniano.
O romantismo não é sinal de instintos poderosos, mas, ao contrário, de um intelecto fraco e autodestrutivo. Eles são todos infantis, esses românticos; homens que permanecem filhos por muito tempo (ou para sempre), sem força para se criticarem, mas com inibições perpétuas que surgem da obscura consciência de sua própria fraqueza pessoal; que são impelidos pela ideia mórbida de reformar a sociedade, que para eles é muito masculina, muito saudável, muito sóbria.
Nascemos nesta época e devemos seguir bravamente o caminho para o fim previsto. Não há outro caminho. Nosso dever é manter a posição perdida, sem esperança, sem resgate, como aquele soldado romano cujos ossos foram encontrados em frente a uma porta em Pompéia, que, durante a erupção do Vesúvio, morreu em seu posto porque se esqueceram de socorrer ele. Isso é grandeza. Isso é o que significa ser um puro-sangue. O fim honroso é a única coisa que não pode ser tirada de um homem.
Não escolhemos este momento. Não podemos evitar se nascemos como homens do início do inverno de plena Civilização, em vez de no ápice de ouro de uma cultura madura, em uma época de Fídias ou Mozart. Tudo depende de vermos nossa própria posição, nosso destino, com clareza, de percebermos que, embora possamos mentir para nós mesmos sobre isso, não podemos escapar. Aquele que não reconhece isso em seu coração, deixa de ser contado entre os homens de sua geração e permanece ou um simplório, um charlatão ou um pedante.
Hoje, um democrata da velha escola exigiria, não liberdade para a imprensa, mas liberdade da imprensa; no entanto, enquanto isso, os líderes se transformaram em parvenus que têm de garantir sua posição perante as massas.
