Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Instinto Selvagem
( O Libido )
Suas pernas cruzadas
me faz desconcertar
que vergonha
não pude disfarçar o olhar
súbita adrenalina
as mão em suor frio
impossível controlar
e quando penso que consigo
levanto os olhos por puro instinto
vejo pernas a descruzar
levanto um pouco mais o olhar
chego aos seios sendo expulsos do decote
quase tenho um troço
sinto a carne latejar
que vergonha foi aquela
quando a olhar o olhar dela
transpassando o meu olhar
que vergonha, que vergonha !
muito além de um substantivo
tão pois então instinto
apaixonante-mente
libido.
SER POETA
Sou poeta, finjo,
Não se iluda por mim.
Ser poeta é mesmo assim:
Fala o que não existe,
Feliz, se faz de triste
sempre só para encantar!
Um poeta finge amar
deveras o desconhecido
Achado, se faz perdido
Perdido não quer se achar.
Um poeta faz tudo isso
sempre só pra encantar!
Estes caras querem entrar pro movimento,
mas eu digo-te uma coisa eles não tem andamento,
fds roubam dicas a torto e a direito,
depois como é k querem ganhar o caralh do meu respeito.
Queres ganhar dinheiro a custa do artista,
então meu menino vai a luta e faste a pista.
Não fuja das lutas, que a vida traz pra ti.
Pois o importante não é perder ou ganhar, mais sim a razão pela qual está lutando.
Oração
Não acredito em Destino
Acredito que Deus tenha um plano
Para cada um de nós
Mais o caminho que escolhemos
Nessa vida, as vezes nos afastamos
De nosso Pai, podemos pagar alto preço
Uma vez vi, uma cena do Filme
Que disse:
As vezes o diabo, deixar a gente
Viver uma ótima vida, dentro de uma jaula
Com a porta a aberta, mais quando percebemos
Que estamos dentro da Jaula, será tarde demais
Para sair dela, pois a porta estará trancada
Talvez nesse plano, não achamos tão assustador
Passar a eternidade no inferno
Um lugar de dor e sofrimento, sem a presença de Deus
Porque o mal vende um bom comercial
Que as vezes se não focamos nossa vida a Cristo
Podemos pagar caro, pro esse produto
Que se chamar a perda de Salvação
Confesso que as vezes, fico com medo de só não querer ir pro Inferno
E não ter uma vida, de comunhão com Cristo
Não quero chegar ao fim desse jornada e descobrir
Que vive com medo do Mal e não acreditei no Bem
Pai o senhor me conhece, melhor do que qualquer pessoa nesse mundo
Guarda minha vida, renova todas as manhas esse coração
Pois não imagino mais, continuar sem ti...
Obrigado Cristo por teu Amor, por nossa Cruz
Tentar
Medo do qual você se esconde
Esconde medo que pode te achar?
Não tentar lembra aquilo que prender
Veja mais, que seus olhos podem ver
Respire mais do que seus pulmões podem aguentar
Exista para viver, viva como se não houvesse a morte
Espere ate chegar, corra ate parar.
E quando acabar comece em outro lugar.
Portas Brancas
Meus pés estão tão cansados, que não vejo mais seus passos
Mais sua voz ainda me guia (enquanto eu pude ouvir não vou para)
Problemas do mundo, podem nos ter afastado
Isso só me mostrou o tanto que eu te amo
Lembra quando éramos jovens, que nosso maior objetivo
Era passar maior parte do tempo juntos
Piadas sem graças, sorrisos encantadores e seu olhar que me fazia calar
Se soubesse como fosse o futuro, ficaria pra sempre no passado.
Pois foi a época que vive e não só seguir com a maré.
Agora existir a FALTA, que ela nunca me deixar esquecer.
Talvez as portas brancas, não foram necessárias!
A vida é composta de ciclos...
Sempre iniciando uns...
Sempre finalizando outros...
Não sofra por isso...
Faz parte.
Faço Rap em qualquer lugar por uma causa,
então nao venhas com merd*s,
porque onde à HipPop qualquer rapper joga em casa.
Poeta não e o que faz belas rimas,
ou o que dissemina palavras que a lingua portuguesa soa com a mais bela pureza, o verdadeiro poeta é aquele que faz seu poema com o mais puro amor com a lágrima escorrendo em seu rosto e com a emoção explodindo de seu corpo com sua própria obra.
Ser poeta não e pegar um papel e escrever frases de amor, poesia vem da alma seu nervo se acalma e te leva para um lugar que não te traz dor, sinta isso e depois se batise de PENSADOR.
Começou a amar.
Olhou pra direita, um jardim. Olhou pra esquerda, um pomar. Não soube o que fazer para se livrar do que o rodeava, decerto que estava enrascado.
Mas, à frente, havia um precipício. Caminhou, pensou e não teve mais dúvidas.
Se jogou do precipício e morreu.
fim
Sem você...
Sem você, a vida é cinza.
Sem você, não há "porquê".
Sem você, não há motivos,
Pra continuar a viver.
Sem você, não existe sorrisos.
No entanto, nem alegria.
sem você, "eu" não sou "eu".
Sem você, a vida é só agonia.
Sem você, não sou poeta.
Sem você, poeta não quero ser.
Sem você, eu não vivo.
Sem você, não sei viver.
Sem você, não brilham as estrelas.
Nem no sol, há calor.
As flores ficam sem perfume,
E minha existência, sem valor.
Saudade
Diga-me agora então.
Onde estás tu agora.
não se vá, volte para mim.
Por favor, não vá embora.
Olhando o infinito.
Sinto sua saudade.
À noite, a solidão aumenta.
Parecendo maior que a eternidade.
Se fores embora.
Contigo também irei.
Você é meu tudo.
Pois sem você, não viverei.
E assim ficarei.
Por toda vida a te amar.
Sem te não posso viver.
Pois vivo pra te amar.
Você.
Não sei qual o seu encanto.
Que a mim enfeitiçou.
Só sei que só penso em você,
E meu coração, por você se apaixonou.
Não consigo te esquecer.
Pois só em te vivo a pensar.
sinto seu perfume na brisa da manhã.
pois só vivo pra te amar.
É difícil explicar,
O que é amor, o que é paixão.
Com esse sorriso lindo,
você conquistou meu coração.
Esse jeito de mulher.
Com esse sorriso de menina.
Você me enfeitiçou.
E meu coração, por te desatina.
Quem sou?
Sei que não sou poeta,
Nem poeta quero ser.
Só quero ser um ser que ama,
E por isso, amo você.
Nunca fui poeta,
Mas, escrevi esta poesia.
Sem saber que ser sou eu,
Mas sabendo que você é minha alegria.
O mundo é a casa do poeta.
A solidão, sua companhia.
Desejo que aceites o meu amor,
Para minha total alegria.
Sou poeta do mundo,
Do mundo da solidão.
Dedico a você este poema,
Minha vida, minha paixão.
Vírgula, Começo depois da pausa que você não leu.
Não interrogue meus pretéritos.
Dois pontos já prenuncia uma nova história, seja em parágrafos ou versos livres.
Ser ponto sozinho no final, te deixa mais próxima da oração seguinte, com seus novos adjetivos e predicados, mas desta vez não será mais subordinada a mim.
O verbo que escolhemos é irregular e não se conjuga no presente.
Por hoje não exclamo nada, apenas lhe ofereço minhas sinceras reticências…
Enquanto você cantava
Eu me definia
Não na doce letra da música
Muito menos em sua voz desafinada
Eu pressentia sua intensidade
Na melodia que em seu coração retumbava
Tu me causavas suspiros, arrepios, e as vezes crises de risos
Me entreguei ao teu perfume
Até me misturei as suas lagrimas
Já não podia fazer nada
Entre todas as distrações
Você era a melhor
Talvez a mais fantástica
LULA MOLUSCO DA SILVA
Lula cefalópode
Não aquele que tudo pode
Aquele de pés na cabeça
Como o náutilo, choco e polvo
Com muitos braços
O da Silva tem dois
Mas é como se tivesse oito
Molusco carnívoro
Mandíbulas em forma de bico
Corta, rasga e tritura
Não sobra nada
Só herança maldita
Molusco contagioso
Doença viral
Se espalha, contamina
Mesadinha, mensalão
Olho grande e petrolão
Bandidagem que dá rima
Fez da esperteza
Não mais inteligência
E sim corrupção
Hino de guerra
Lula lá
Lá longe
Nesse mar de marolinha
Tomara que venha
Um tubarão bem grande
Para comer esse molusco
Boi-gordo gigante
Com alma de lulinha
Mas coitado do tubarão
Mesmo com tanto apetite
Ainda vai ter que Deus o livre
Uma baita indigestão
Título: Não ache, aja!
Se você me achar metido, é porque não me olhou à mesma altura;
Se você me achar egoísta, é porque não me olhou com compreensão;
Se você me achar triste, é porque não me olhou com alegria;
Se você me achar calado, é porque não percebeu que tem pessoas que falam com os olhos;
Se você me achar bruto, é porque não me olhou com carinho;
Se você me achar feio, é porque só me olhou.
Autor: Nélio Joaquim
Pensamento Pensativo
Olhando para o vento,
Minha voz não sai do meu cérebro,
Prefiro a voz, pois as letras choram,
Prefiro o dia, pois à noite me arrepia.
Olhando para o nada,
Meu cérebro não esquece minha voz,
Prefiro o cérebro, pois as letras brincam,
Prefiro a solidão, a multidão.
Olhando para dentro,
Vejo os meus pensamentos,
Prefiro ver, a maldizer,
Prefiro tu, a você.
