Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
As religiões não matam, mas as pessoas morrem por causas delas. Milhares de mortos, sendo hoje 717 mortos, é um sinal de que DEUS não estava presente nem domina seus seguidores, por ser negligente ou por não existir. No cristianismo, a “inquisição”, “idade das trevas” milhares de pessoas foram mortas por uma espécie de tribunal religioso.
Tudo isso é por DEUS?
Não há nada tão verdadeiro que possamos estar seguros quanto aos dogmas religiosos. As verdades são apenas leis sagradas, guia para a moral dos hábitos, fundamentos apenas humanos, ideias, opiniões, talvez possamos não conhecer nada do mundo das verdades. Para Nietzsche
...No Cristianismo, nem a moral nem a religião contactam em ponto algum com a realidade. Somente causas imaginárias («Deus», «alma», «espírito», o «livre» ou também o «não livre-arbítrio»); só efeitos imaginários («pecado», «salvação», «graça», «castigo», «remissão dos pecados»). (NIETZSCHE, Friedrisch. O anticristo. P. 15).
Não pretendemos ser apenas céticos criando meios para criticar ideias filosóficas sobre as verdades. Os filósofos talvez pretendam ajudar as pessoas a encontrar algo em si como verdades e acostumá-los com a ideia das verdades, verdades que estão muito além do controle. Então acreditamos que nada na vida é garantido ou verdadeiro. Emancipamos das expectativas sobre as verdades em relação ao advento e a existência da piedade, e não atê-los sobre todas as coisas. Assim, evitaremos o desespero quando as verdades não acontecerem.
O cético acredita com desconfiança sobre as verdades e sustenta dúvida sobre um juízo geral ao indiscutível, “Deus, piedade divina”. Assim, todas as verdades são apenas afirmativas que também seja passível de provas contrárias.
Para o cético é necessário que todas as verdades sejam movidas por questões, dúvidas frequentes, suspensão do juízo, oposições, não aceitar, mas também não rejeitar. As verdades devem ser considerações dadas sempre que possíveis, até que sejam possíveis outras verdades.
Portanto, uma oposição, dúvida ou questão faz-se necessário e não pode ser absoluto. Todo saber, toda a verdade é opinável e pode ser muito má, como vício, ódio, amor capaz de tornar o homem imoral.
A.Valim
Ela queria um príncipe, perfeito, mas perfeito não existe!
Daí... Postou uma caveirinha com as mãos no queixo, desolada.
Viver em plena liberdade não é um plano de vida eficaz, um espírito liberdoso não é conveniente, justamente pelo fato de o individuo não saber como lidar com a liberdade. A liberdade implica em grande parte a abstinência de alguns costumes, rituais, grupos socialmente organizados; o que pode levar seu isolamento ou exclusão. O estado de liberdade ocorre em indivíduos que não se submetem e ou que não deixam ser dominados por líderes ou ideologias.
É humanamente impossível viver em plena liberdade. A liberdade é apenas uma concessão momentânea regrada dada às vezes por si em estado demente, vista como libertinagem pelos conceitos de bondade e religiosidade. Bom e conveniente é o estado de bondade bíblica que torna mais fácil à submissão e aceitável ao plano clérigo. Em um pensar subjetivo, descomprometido para com a bondade divina, cabe ao desigrejado utilizar do viés dessa bondade para a interpretação das fabulosas narrativas bíblicas. O pensar místico de rituais sagrados é tão importante quanto um espírito livre/liberdoso.
É necessária a avaliação sobre o estado de liberdade que se encontrar e desdém sobre o que não parecer intelectual. Almejar ao menos a meia liberdade dentro dos planos patriota e religioso, por serem esses planos os vícios da virtude, aonde essa virtude pelos viciados sobrepõe à intelectualidade do ser.
- Cumé que vai o vai-e-vem da cumade? - O vai-e-vem vai bem.
- O vai-e-vem vai ou não vai? - O vai-e-vem, não vai. Se o vai-e-vem fosse e viesse, o vai-e-vem ia, mas o vai-e-vem vai, vai, vai, e não vem. O vai-e-vem não vai, não vai.
(Moral da história: o compadre que foi emprestar o serrote e não lembrava o nome)
O progresso da humanidade não estabelece um controle eficaz para a felicidade devido uma falta de adequação para os prazeres imediatistas e baratos em que o humano vive, difícil também é formar uma opinião sobre ela, talvez não haja uma fórmula, mas uma estimativa pela beleza, saúde e riqueza como requisitos básicos e algo mais que completem as emoções.
Para Freud “A felicidade não nos ensinou quase nada que já não pertença ao conhecimento comum”.
Em uma perspectiva para a felicidade no futuro, talvez seja necessária ajustar a felicidade de hoje, se houver.
Não se estabeleceu na bíblia com clareza sobre os acordos de ódio e paz. Sendo a maior fonte para a detenção das verdades religiosas a bíblia também revela as maldades de deus. Uma sequência de maldições, crueldades e castigos. São pela falta de domínio de um pai e pelas desobediências de seus próprios filhos. Assim o humano segue transgredindo a exemplo de seu pai, um pai que não consegue dominar seus filhos e como prova de poder lhes impõe castigos e maldições. As verdades bíblicas utilizadas pela religião são além de controversas, incompreensivas, mas sobrenatural é o clímax em que se encontra a Bíblia, uma combinação de verdades e resultados das crenças e superstições religiosas, escritos por homens supostamente guiados por deus através do espirito santo para dar veracidade.
Para Nietzsche
A bíblia é um conjunto de livros que oferece condições para poucos chegarem ao poder glorificado pela divindade onipotente e muitos outros tê-los como uma referência para suas fraquezas humana. (NIETZSCHE).
“Se os ateus estiverem certos, ninguém irá para o inferno.”
(A. Valim)
Deus é o maior personagem da história, a maior ficção da mente humana, mas não é saudável abandonar a ideia de sua beneficência. A teologia aliada à filosofia tem a compreensão lógica do plano infalível do pensar, agir e coagir em nome de Deus.
(A. Valim)
Na fidelidade a Deus também se conota o radicalismo e o egoísmo, os praticante não estão tão sujeitos a todas as argumentações contrárias, são ideias resistentes cultivadas por anos de doutrinação e rituais religiosos que são executados com muita perspicácia, a prática é temerosa e eficaz, mas somente com uma inteligência e muito otimismo natural seria capaz de superá-lo da fé religiosa. A doutrinação se incide sobre a criança hereditariamente, são incentivos dados para o vício da prática da religião.
(A. Valim)
Cristo foi humano e é Deus substituto.
Não há um ser superior ao humano, mas devido à insuficiência no sustento de seu potencial o humano criou algo superior para dar seu próprio veredito. Uma pessoa pode se tornar divino depois de sua morte, por exaltação de seus seguidores como não havia tornado antes. Jesus é a visão mais primitiva cristã das divindades, uma cristologia para aceitação, onde a teologia sustenta as verdades há mais de dois mil anos. A ressurreição de Cristo é um dos mais fortes argumentos para à formação de divindade e continuidade no endeusamento de humanos (tidos como santos). As visões sobre Deus, Cristo e divindades pós Cristo, podem ser (supostamente) alucinações e devaneios, o que acabou levando a crença de seus seguidores.
Jesus está morto, Deus não! Para tanto o Natal de luzes para simbolizar o nascimento e uma cruz como máxima das simbologias de uma tragédia anunciada. Deus o todo poderoso cheio de dotes colocou o homem sobre um muro em todas as suas peculiaridades para utilizar-se do livre arbítrio, mas conforme o lado em que cair ele usará de seu poder de condenação.
Sobre o nascimento de um salvador ainda requer dúvida na função “salvação da humanidade”, porém a morte desse filho permitida aos olhos do pai é o ápice para as crendices. “Com deus não se brinca”, frase jargão, do tipo religiosamente correta, para fazer valer a máxima em um possível castigo dos deuses. A humanidade não segue religiosamente os ensinamentos de Deus, desde Eva e Adão, então ele já acabou com o mundo em fogo. Não sendo possível melhorar o mundo com o milagroso nascimento de Jesus, Deus permitiu a maior atrocidade já feita a um ser humano, dado ao sacrifício e morte em benefício do mesmo povo já condenado; de nada adiantou!
Faz-se necessária uma nova ideia ou à vinda de um deus todo poderoso raiando sobre nuvens, até mesmo um fogaréu do inferno, por que já se acostumou com essas ideias, acaso enviar mais um filho será de tamanha crueldade e fim, porque nada é superior a ridicularidade e vontade do ridículo homem.
Amauri Valim.
As crianças são vítimas vulneráveis e sofrem com as mentiras dos adultos.
Não há proteção divina sobre elas, porque as maldades dos homens recaem e as vezes até a morte. Há uma justificativa pelo mal praticado, o " livre arbítrio, em que o homen tem a liberdade em pratica-lo, porém a criança não está possuída de livre arbítrio em sua defesa. Deus o todo poderoso não deu a criança o livre arbítrio para se defender das maldades de seus tutores. Justificar as maldades pelo livre arbítrio e atribuir a um castigo de Deus para compensa-lo é ao mesmo tempo ser tão mal e esperar a maldade quanto a de Deus.
1- Por que mentem às crianças?
2- Já pensou quantas vezes por dia mentem ao seu filho?
(A V)
''Não é a estatura que exibe a grandeza de um homem,
Apesar de serem as grandes árvores as que dão mais sombra,
Pois das pequenas vêm o alimento que o homem consome
E são muitos os mortos quando uma sequóia tomba''.
''Eu queria ter sido
O cavalo de Tróia,
Mas em mim teria escondido,
Não soldados, mas apenas cupidos
E assim teria mudado o rumo da história''.
''Preferirei falar ao calar
Mesmo que cometa enganos
E se alguém me julgar
Não me importarei com o que possam pensar,
Pois as piores palavras são as que não pronunciamos''.
''Abster-se do mal é ser digno
E a dignidade não é medida pela eloqüência,
Mas por aquilo que traz em seu íntimo
E que surge como um rio límpido
Cujas águas seguem com total transparência''.
''Já que você não tem o poder
De determinar tudo aquilo pelo que vai passar,
Ao viver o que não pôde escolher
Aproveite para determinar como você
Permitirá que tais experiências possam lhe afetar''.
(Leia também de baixo para cima)
'DEUS NÃO EXISTE'
Pois Deus existe!
Jamais acredite
Nesta estupidez
Use a sua inteligência e
Se esforce para crescer
Sendo um ateu com lucidez.
Eduardo de Paula Barreto
SP-09/02/2014.
Ame-se pelas qualidades que tem
E não se odeie pelo que lhe falta
Pois faltam nos outros também
Aquilo que você faz tão bem
Portanto o compartilhar a todos exalta.
Eduardo de Paula Barreto
INTOLERÂNCIA
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A religiosidade individual
Não justifica o ódio
Na interação social
De quem se julga um sóbrio
Seguidor de bons preceitos
Dentre os quais o respeito
É uma regra de convívio
E quem se diz religioso
Mas discrimina os outros
É adepto do extremismo.
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O extremismo se baseia
Na profunda ignorância
Daquele que alardeia
Que o uso da intolerância
É um método aceitável
Para cercear o inquestionável
Direito à liberdade de crença
O extremista tem mente que ora
E que em louvores adora
Mas não tem mente que pensa.
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Nos livros sagrados
Há milhares de conselhos
Sejam como santos ditados
Ou como evangelhos
Que têm em seu teor
O exercício do amor
Como base da relação
Entre os filhos do grande Deus
Que nas entrelinhas escreveu:
‘Sem amor não há religião’.
