Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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O amor de sempre...!

As letras que escrevo choram... Pérolas...
Sentidas... Quais lágrimas que morrem no canto da boca...
Aonde caminham as canções perfumadas
Que arrastava além dos sonhos e risos...
Antes de se perderem no tempo...
Na loucura dos dias...
Então escrevo...

E sinto a brisa em meu rosto
E os arrepios da alma...
Escrevo versos e muitos versos...
E assim preencho as páginas vazias
De tua ausência...

Eternizo assim meus sentires...
E vou escrevendo poemas horas a fio
Tentando descobrir-te num aglomerado
De letras... quem sabe poderás estar num
Poema distante ou no crepúsculo que
Invade o esboçar das noites de solidão!

celina vasques

Inserida por celinavasques

Até o ultimo arrepio...

Prisioneira que sou
Do teu amor...
Um pássaro sem voo... Sem partida...
Como num sonho entre brumas...
Procuro por ti... Em algum lugar
No firmamento... Entre céus...
Talvez...
Onde perdi também a alma e a paixão...

Já me reinventei dentro de todas as viagens...
Por entre mares... Por sobre as ondas
Sem chegar nem partir... Sempre no mesmo lugar
A te procurar... Até o ultimo arrepio...

Mas apenas um olhar pra trás onde
Somente um vazio e as palavras que versam
Quais gritos de amor... Nas rimas do meu poema...
A tua ausência e nada mais...!

Inserida por celinavasques

Sou apenas...promessas de amor!

Escrevo às vezes
Simplesmente para rasgar o silencio
Da solidão das noites de insônia... Sem sonhos...
Talvez para contemplar as estrelas e
Esta lua fascinante de Misteriosa beleza transcendental...
Ou quem sabe ser testemunha de um novo nascer do sol...
Momento em que todas as esperanças renascem
Num novo dia...
- Sol brilhante em eterno dia -
Serei eu uma rosa que se abrirá após o orvalho
Das madrugadas sem fim... Trazendo o perfume
Inebriante das manhãs primaveris...?
Então descubro que sou apenas poesia
Versos escritos por ti poeta...
Sou apenas promessas de amor...!

Inserida por celinavasques

Tens medo do amor...

Mas ele existe quanto maior mais profundo
Pelo mar onde reflete o azul do céu
No nascer e do por do sol
O sorver da terra... E as flores de todas as cores...
Das canções cujas melodias falam de encanto e nostalgia...
Enquanto o teu coração temeroso arquiteta uma saída
Teus lábios sussurram não...!
Mas teu coração... Quer o meu amor...
E fazes poemas que a cada dia
Vão-se inflamando sozinhos
Em sopro de ventos estranhos
E eu falo-te de amor em mansa oração
Pela solidão que me toma por dentro
Um vazio triste oculto de inquietude e revolta
Deste amor por ti que nunca terá fim!

Inserida por celinavasques

Grafite de amor...
Esboçando no papel a imagem de meus sonhos impossíveis..
Fecho meus olhos... E deixo que minha alma te veja...
Não quero desenhar o partir... Apenas o sorrir...
O reencontro mágico do sol com a lua...
O sussurro do anoitecer ansiando rever a alvorada...
O milagre do amor dos versos castos
Poesia e oração são tudo igual...
Quais as canções... Que encantam...
Musicas dos pássaros em frente ao mar a te chamar...
Ah...O amor pode ser eterno...E vejo teus olhos
Que doce miragem... E a solidão me faz sentir um abraço
E sinto em meus lábios a fantasia infinita de um beijo...e
Assim minha grafite de amor...está finda !

Inserida por celinavasques

Harmonioso amor!

Ontem em meu piano toquei canções
Com harmonias infindas...
As compus em noites de luar... Musicas
Cujos versos trazem luz para a minha alma!
Falando do mar... Das tempestades... Das estrelas...
E me vesti de pássaro
Qual fosse uma gaivota sobrevoando o horizonte...
Harmonioso amor...
E apaixonada por ti... Continuei tocando enfeitiçando teus dias azuis!
Na noite fascinada... Teu corpo é sinfonia quando te afago...
Amo-te imensamente... Com sublime paixão!

Inserida por celinavasques

Sem destino...
Exalei expectativas de paz ardente
Lutei por um amor...
- Vários amores -..
Todos hoje sem rosto...
Eram ilusões... Mágicas do deserto... Miragens...
Que me acompanhavam em sonhos...
Há trevas entre mim e esses amores...
Para onde foram? Que caminhos percorreram?
Não os achei em nenhuma estrada... Perdi-me nos caminhos por onde andei...
Os céus soluçaram pingos de azul
Tempestades... Invernos tristes e solitários...
E nesta manhã tão repleta de sombras...
Sinto-me cansada... Sem fulgor... Ouvindo somente o eco
De meus passos... Sem destino!

Inserida por celinavasques

⁠Amor Eros. Talvez você nem saiba o que significa, mas, antes de eu te explicar, preciso te dizer algo: é um sentimento assustador. Você tem medo de se machucar ou de machucar alguém. É o amor mais confuso que existe. Por que confuso? Você se pergunta. Porque esse amor beira o amor Philia e o amor Ágape. "Você é maluco!", deve ser o que pensa. Mas vamos lá: quantas vezes você já se apaixonou e pensou que amava aquela pessoa mais do que tudo na vida, e, no final, descobriu que apenas confundiu com o amor Philia? Quantas vezes se afastou, perdeu uma amizade por causa dessa confusão? Agora deve estar pensando: "Que amor horrível é esse?". Mas não é horrível. É um amor que precisamos entender e diferenciar. E, para explicar melhor, vou fazer uma poesia.
Amor, paixão e confusão
Amor, qual amor? talvez seja o maior enigma,
calma aqui eu te conto,
é o eros ou romantico,
aquele amor que sente por um conjugue
Mas eis que a confusão se insinua,
entrelaçando a mente com o mundo da lua.
Será desejo ou ilusão?
Um furacão ou só uma contramão?
Mas na bagunça há beleza pura,
um caos que a alma não censura.
Pois quem ama, mesmo em desatino,
abraça o fogo e o destino.
Então que venha a confusão,
queimar de amor é nossa missão.
Entre beijos, lágrimas e calor,
vivemos o doce enigma do amor.

Inserida por Patrick_Vieira

Primavera

Todo o amor que nos
prendera
como se fora de cera
se quebrava e desfazia
ai funesta primavera
quem me dera, quem nos dera
ter morrido nesse dia

E condenaram-me a tanto
viver comigo meu pranto
viver, viver e sem ti
vivendo sem no entanto
eu me esquecer desse encanto
que nesse dia perdi

Pão duro da solidão
é somente o que nos dão
o que nos dão a comer
que importa que o coração
diga que sim ou que não
se continua a viver

Todo o amor que nos
prendera
se quebrara e desfizera
em pavor se convertia
ninguém fale em primavera
quem me dera, quem nos dera
ter morrido nesse dia

Inserida por pensador

⁠Meu amor ………
O que é o tempo perdido , senão nossa escravidão diária as convenções
E , obrigações sociais .
O tempo nos mostra como somos impotentes diante das leis imutáveis do universo
Esse tempo quando perdido , escraviza , fere , pune ,faz dos nossos dias horas intermináveis , posto que estamos tão distantes .
Mas tão próximas em sentimentos
Longe de minhas mãos , presente nos meus versos ,na minha canção
desperta no meu dormir , sonho do meu acordar .
Como posso te definir , como posso te decifrar ?
Se estás tão longe de mim
como assim eu vou te amar ?

Inserida por Bia-Domingues

⁠Chega a ser engraçado, como somos volúveis
em relação a paixão.
Já o amor, esse lindo...
Perdura, e se renova sempre.

Inserida por Bia-Domingues

⁠O amor é um monstrinho bom,
quando ele acorda e nos sorri de jeito perfeito,
a gente leva sim, pra casa do coração.
E quando se faz morador, ainda que se mude é eterno.
O espaço que ele ocupou...será sempre dele.

Inserida por RaquelOrdones

⁠Quero conquista a moda antiga
Sem whatsapp
Facebook
e lista de contatinhos
quero tudo clichê
amor em tom degradê
quero encontro repentino
mensagens com carinho
sussurradas no ouvido
entregues na ponta da língua
Quero tudo bem clichê
No meu mundo
Eu e você
mundo que você não vê
com todas as versões que você não crê
quero o preto no branco
escovas de dentes encaixadas
cama de casal
lençol bagunçado
gemidos inexprimíveis
um misto de dor e prazer
nós lado a lado
quero tudo bem clichê
amor em tom degradê
quero tempo
e um lugar pra gente sossegado
te quero pra mim
de papel passado
quero tempo
com você
sem status
sem fotos perfeitas
tudo bem clichê
apenas eu e você
ultrapassando qualquer necessidade de expressão

Inserida por AlessandraBenete

poesias são lágrimas, são falas, sussurros de amor,
é autoestima, mas também flagelo,
poesias e você, são sinônimos no meu dicionario, arrancas de mim sorrisos, mas também choros aos bocados,
és a minha glória, mas também o meu declínio,
sinceridade, mas também fingimento. fingimento que dói, que destrói a gente.

Inserida por pensamentolivre

⁠Usando as curvas do seu sorriso, consegue mostrar a viveza da sua felicidade, o amor existente no seu íntimo, detalhe que a deixa ainda mais bela, que faz menção ao fogo de esperança do seu espírito e à chama poderosa dos seus sentimentos,
Que contribui bastante para uma sedução farta que não se limite ao seu físico, uma arte de muitas camadas, existência naturalmente aprazível, poesia profunda que tem mais do que palavras, sem dúvida, uma mulher inesquecível,
Calorosa, verdadeira, um lado atrevido, tamanha sensibilidade, sempre voltada para o que é recíproco, que satisfaça a sua essencialidade intensa, aprimorada pelo poder Divino, que alcance a bênção de incentivar frequentemente o seu belo sorriso.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠⁠⁠Mais do que palavras soltas sãos os versos vivos de um poema feito com amor e as frases sentidas de uma linda música cantada com a alma como o que é falado nas páginas de um bom livro, um "Eu te amo" que não é dito apenas da boca para fora sem nenhum tipo de compromisso.

Assim, a poesia e o canto são duas formas de arte que se correspondem facilmente, ambas demonstram uma melodia que passa fortes emoções, verdades do íntimo, as intensidades de corações, a rara profundidade de uma sensibilidade incrível baseada em memoráveis ocasiões.

Das mais simples até as mais grandiosas, sejam pessoais ou alheias, um sincero desabafo, um sábio conselho, momentos vividos ou muito desejados, fruto de alguns receios, de algo que é melhor ser evitado, uma similaridade notória de muita expressividade, lindo resultado.

Notas e trechos reunidos por uma bela dança, uma voz que ecoa, que recita, quando podem dançar livremente no ritmo emocionado da vida, dos sentimentos recíprocos, uma relação genuína, inconfundível, felizarda à semelhança dos atos de afetos correspondidos, mais do que palavras.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠O teu sangue é nobre, oriundo da nobreza do amor, consequentemente, és um tipo singular de princesa, o lindo esplendor de uma realeza muito especial.

Quanto a mim, posso ser apenas um simples plebeu, mas o meu apreço por ti é bastante real assim como as estrelas estimam o céu, um grande zelo constante, certamente, ideal.

Meu reino é poético, nada de trono, nem de riquezas, mas sei que isso de fato não te importa, dessarte, és muito bem vinda, uma honra tremenda te receber em meus versos, a minha poesia viva.

Um dia serás promovida à Rainha e eu no máximo a Bobo da corte, todavia, em tal função, serei pelo menos diginifino da tua confiança e trarei um pouco de alegria ao teu coração.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Colo seguro, braços que acolhem, aquecidos pelo amor, um canto aconchegante,

onde um pequeno rosto aos poucos encosta e sente o coração de quem acolhe,

então, seu sono infantil fica à vontade e logo fica dormindo tranquilamente,

sem preocupar com o tempo e nem com qualquer adversidade

em um momento simples, breve, marcante, de confiabilidade,

uma poesia pulsante de tamanha expressividade.

Inserida por jefferson_freitas_1

AMOR IMPOSSÍVEL. – Ao meu genitor (em memória).
Autor: Gonçalves Colar de Arrudas.

Se você dissesse para mim, que me amaria para sempre!
E que para isso, teria que me dar um castigo.
Eu tivesse que catar, todos os grãos de areia da praia do mar,
Para que você fosse minha para sempre...
Eu sei que é impossível, mas eu tentaria: por quê?
Porque o mundo fica parado.
Porque com você ao meu lado.
Eu tentaria tudo até mesmo o impossível.

Inserida por GermanoGoncalves5

⁠Melodia Inexprimível

Quando o amor se revela,
Silente, busca um olhar,
Parece dançar com ela,
Mas, nas palavras, hesitar.

Quem ousa exprimir o que sente,
Encontra o peito a pulsar,
Fala, e, por vezes, mente,
Em silêncio, pode sufocar.

Ah, se ela visse em mim,
Seu olhar me alcançar,
Soubesse que a amo assim,
Sem um som, me revelar!

Mas quem sente, cala,
Procura em vão a voz,
Fica só, com a alma opaca,
À mercê do tempo atroz.

Se pudesse enfim contar-lhe,
O que por temor não ousou falar,
Já não precisaria buscar-lhe,
Pois, em poesia, estou a lhe falar.

Inserida por francisco_dantas