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Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

Cerca de 523527 frases e pensamentos: Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

Réquiem 2

Para falar da morte
Tem que se falar da vida
E o que nela é contida
Tendo o amor de estandarte

Alegrias e dores também fazem parte
Em suma vontades sem sentido
Faz da razão um bandido
Tornando a vida uma arte

Sem certo ou errado
Onde nada é proibido
Para um coração inspirado

Na pratica um pecado
Por conta da libido
Então o amor é desferido

Inserida por Mattenhauer

Sobre o Réquiem

Vou apenas esclarecer
Que o amor dramático pode fazer
Parte das minhas poesias
Mas não dos meus dias

Não que não tenha amores ou rancores
Apenas vivo sem pensar
você já deve ter ouvido falar
Dentre todos esses rumores

Que a vida está a passar
E nós somente a olhar
Se dou um tempo de tudo
E ao final fico mudo

Não é por desafeto
E sim porque o futuro é incerto
Como tudo nessa redoma de concreto

Que um dia se desfaz
E no outro se refaz
Estes são os meus sentimentos
Que nuca são sãos mas sempre verdadeiros

Apenas acredite na fantasia
E siga a melodia
Assim como a que dizia

Neste ciclo infinito de perguntas
E respostas prescritas
Mas que nunca são ditas

Se não entendeu
Ou apenas se perdeu
Fique tranquilo
E veja aquilo

Que falei inúmeras vezes
Para todos os deuses
Nada é tão complicado
E nada é tão simples

Já que é assim que é a vida
Porque não ter uma bela despedida?

Inserida por Mattenhauer

Somos alma gêmea....
K. Mesmo com a distância jamais deixaram de ser amar...
O amor k. Sentimos um pelo outro e tão puro e verdadeiro....
Como as ondas do mar....
Como as flores são da natureza...
Como as estrelas pertencem ao céu...
Como o sol tem seu calor....
Deus nos uniu e nos ungiu com sua benção celestial...
E lá do céu os anjos entoam noite e dia louvores e nosso amor.

Inserida por PedroGoncalvesDias

AMOR DA LUA

É nessa calçada...
Que um dia tivemos o abraço da lua
olhares serenos das estrelas
... Te quero, você me dizia...
Imenso é meu querer,
e meu amor, por você,
amor meu... Se você me deixar,
de saudade eu vou morrer.

A noite com sua brisa
nos aconchegava em seu peito
e o seu cheiro inebriava a minha vontade,
enrolávamos, sobre o apetite do silencio
e só os suspiros dos nossos corações
apontava vida para o nosso amanhã.

O momento, pespontava o nosso amor medonho
nos trazia sonhos e trepidava nossos corpos,
com a felicidade dos nossos risos
e, dos nosso rostos risonhos.

Os segundos, minha querida...
Transformou-se em flechas cúpidas
Fixando a nossa união...
No eterno alvo da vida,
e no pulsar do nosso coração.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Goteja dos teus lábios o mel
O sumo do teu amor.
Qual colibri.
Suga a essência divina
Do sumo de uma flor.

Inserida por JorgeMaciel

EU IMAGINO

Imagino se existisse de fato...
A coerência política,
o amor da humanidade
o aperto de mãos das nações
e a verdade das verdades.

Imagino se não existisse...
Gambelações religiosas
Gente perseguindo gente
abuso de autoridades aos inocentes.

Imagino se...
O poder não fosse povoado por,
calhordas que surrupia a nação
e inventam leis, em benefícios
próprios
e estão sempre de chibata nas mãos.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

HOUVE DIAS...

Houve um dia em que ela cedera ao amor
No rosto um olhar brilhante e riso de sol...
Mares azuis de calmaria, poentes de louvor
Mãos dadas, beijos doces sob o arrebol.

Mas para ela não houve sequer um ensejo
Mirrou-se a rosa no jardim de primavera
Aquele para quem era o riso, foi-se dela
Na alma o pesar. O gosto apenas do beijo.

Hoje as ondas já não marulham lá no cais
Apagaram deles as pegadas na areia branca
Carícias e ternuras são "ontens". Não há mais...

Agora tudo é marasmo. Nem lágrima. Nem dor
Apenas um cansaço que tecem seus dias..
Mas houve sim. Tempos em que Ana foi amor.

Inserida por elisasalles1973

A MORTE DOS SONHOS

Há nos escombros de sua pobre mente
Um bicho papão que devora todo o amor
Tudo o que um dia fora doce, desmente...!
Fermenta ali: A raiva. O medo. O rancor...

Fica preso às paredes úmidas de su'alma
Busca o momento propício para a loucura
Até a poesia perde o rumo. A luz. A calma
Rasteja na memória. Sem alento. Sem cura.

Há os que falam dela nos perfis das ruas
A chamam moléstia. Bruxa. Amaldiçoada
Mas só ela sabe. As lembranças são suas...!

De tempos que buscara a face da fantasia
E crera numa carícia de tez branca e alada
Seus sonhos? Jazem, já. Numa lápide fria.

Inserida por elisasalles1973

RASCUNHO DA CANÇÃO

Rascunhei as curvas do nosso amor
sobre paginas de papel canção e nos desenhos...
Fiz rabiscos de ciúmes,
borrões das desconfianças...
Então esfreguei a borracha sobre as;
encrencas, os ímpetos das descrenças.

Descobri que nosso amor ficaria perfeito
se existisse coerência, adesão e paixão
e troca mutua em nossos corações.

Eu estava compenetrado em nosso rascunho
quando percebi que o nosso amor
não teria dissipado na ausência d'essas
coisas ... Foi quando uma lagrima dos
meus olhos, movida pela saudade, se
transformou em água, despencou e,
encharcou o rascunho da canção.

N'aquele momento, tudo que sobrou
foi a ótica de um grande amor.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Dissabor

Meu amor resistiu ao tempo.
Percorreu nas diretriz de grandes espinhos,
chocou-se nas inclinas de nossas vidas,
tropeçou na solidão,
e estacionou na rotina.
Debateu-se na indiferença,
nadou em pedras ferozes dia após dia.
Foi do sorriso a dor,
da alegria ao dissabor.
Em um mar negro deságuo,
por não ter mais forças
naufragou.

Inserida por JulianaBarretos

Quando O Amor É Cego E Surdo

Entre minhas paredes,
mais um dia, todos os dias,
dia após dia,
já não sei onde tudo se perdeu,
onde encontrar meu eu depois do seu adeus.

Tomei um cego amor que me extasiou,
me embriagou, viciei e me desesperei,
suas roupas rasguei, os versos queimei,
livros joguei e o celular molhei,
te expulsei e te busquei.

Quando o amor é cego e surdo se torna tudo.
se eu soubesse amar, o amor não me cegaria.
ceguei-me de paixão
e me ensurdeci de solidão quando bateu o portão
e foi segurar outra mão.

Inserida por JulianaBarretos

Amor Prístino

Com atos e palavras o amor me peguei a declamar,
em grilhões vivi por anos a te invocar,
vi meu sofrimento delongar,
meu sorriso depredar
e um mar de lágrimas derribar.
Vi seu corpo em outros braços se deleitar
e os sentimentos decidi de todo meu ser decepar.
Aquele amor parei de decantar,
pois feneceu o desejo de nos unificar,
o tempo decidiu delegar,
então vi aquele amor prístino se findar.

Inserida por JulianaBarretos

O amor...
Se explode em mim como um vulcão em erupção...
Arde como brasa...
E ao mesmo tempo suave como a brisa...
E simbolicamente eternizado pelos grandes e apaixonados seresteiros do amor.

Inserida por PedroGoncalvesDias

Amor é acreditar que tudo melhore, mas a vida é um suspiro para o grande mestre.
Serei apenas o amor.

Inserida por biohelioramos

SOFREDOR

Como se fosse um navio
ancorei o meu amor
no cais da minha paixão...
Então, me tornei sofredor,
sofrendo pelo seu coração.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

Como é que tu querias
que te desse o meu amor,
se tu lá no fundo
nunca me deste teu valor.
Tu nem presta-vas
atenção ão que fazia
e muito menos
as coisas que dizia.

Inserida por TiagoSuil

Lágrima que meu sorriso sepultou,
o amor no deserto ardente me deixou.
Joguei todas as cartas, perdida estou,
para o abismo da solidão ele me puxou.

Inserida por bel_aquino

No apogeu do amor
Os anjos tangem o sino da alegria
É hora de juntar os sonhos
Para realiza-los um dia.

Inserida por JorgeMaciel

SONETO DO AMOR AFETO

O afeto amor, nos faz revestido
Da jura mais atraente do fervor
Enche os dias de colorida cor
E o coração de olhar conhecido

Se dele se é um querer fingido
Aos seus apelos nenhum dispor
Culposos encantos no propor
E dor nos sonhos então parido

Pra não ter ilusão e ter sabor
Tenha poesia no doce sentido
E nas mãos uma ofertada flor

Mas, se não quiser ser querido
Jamais será dele um coautor
E de ti então, o amor, terá partido

Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, março
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

BÚSSOLA DO QUERER

Transformei esse amor em navio
e a nossa ancora, eu arremessei
sob o cais do meu peito.

Senti o vento da ansiedade
balançar as bandeirolas da emoção,
e atraquei-me a esse amar...
Com as cordas da minha feição.

Como se fosse chuva...
Jorrei, minhas lagrimas ao nó d'essa
tensa paixão, e hoje, eu te firmo...
Como tic, tác do meu coração,
como bússola do meu querer, o qual...
Os ponteiros dos meus sentimentos
estarão sempre, pontuando você.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes