Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
Fogo é fogo, água é água desejo é insano e amor é humano, mas sou poesia em tempestade calma que deságua o querer da alma;
O amor só é belo nos contos de fada ou na poesia que fantasia a realidade, pois na vida real machuca;
Eu já falei de amor com poesia, atitude, palavras, provas, trovas, lagrimas, risos e gestos. Hoje discuto com meu pensamento por que sei o que amar é bom.
No coração materno florescem os jardins mais preciosos, onde cada gesto é uma poesia de amor e cada sorriso, um raio de sol que ilumina o caminho da vida.
A poesia pode despertar o amor e acordar o coração , pode ser a cura para uma dor e o renascer de uma paixão , ultrapassa os altos montes e te leva além do horizonte ; numa viagem nas asas literatura e de pura emoção , beijando nas nuvens e amando na imensidão.
A poesia de amor é a alma do autor em conexão com a alma do leitor , como chuva de carinho no chão do coração, libertando a semente presa na escuridão ; debaixo da terra num ciclo que não se encerra , paciente a espera da chuva a cair , para de novo florir a cada primavera.
Na rima do seu verso, o poeta te envia amor e alegria, voa pelo universo nas asas da poesia, te lembra de amar o carinho e a beleza da flor, para amenizar a dureza do espinho da dor.
O amor precisa ser demonstrado, a qualquer momento, em poesia, ou em prosa, qualquer que seja a forma, em bom argumento!
" Nas estrelas a brilhar está o amor a encantar...Poesia estrelar que faz o céu se abrir com fúria de paixão e sede de beijar seu coração."♥️✨
A poesia vem da alma se revela com o que a gente sente e se junta com o amor do coração e vai a nossa mente que desce em nossas veias para fazer o amor resplandecente ao olhos dos viventes.
Faça a sua poesia, o seu amor, a sua verdade e saberá que de toda batalha mesmo que ferido será vencedor ou herói.
Chocolate, amor e poesia. Gotejam por entre os labirintos instintivos o prazer, a sensação e a imaginação.
Na convivência, no amor e na guerra tudo deve ser proporcional. Poesia sempre para clarear a reflexão, porque soluções reais só ocorrem sem batalhas.
O amor move o mundo para a poesia que virá, Um dia ela chegará, E consigo o meu coração levará, O coração não se nega, ele se dá.
O amor se espalha no cosmos, Somos sinestesia poética, Pego na mão da tua poesia, Nós dois vamos nos escrevendo com alegria...
Esse amor canção que há de me escrever um verso, Estou aqui a esperar, Vou te amando em poesia, Como é bom sonhar...
O sonho de amor aquecido pela poesia é chama acesa, A poesia distrai a paciência enquanto o amor infinito não vem...
Eu posso tudo com você, Eu posso tudo no limite que só a poesia de amor pode fazer, Estando sempre na tua companhia...
Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.
Nota: Esse texto vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Marcos Lara Resende ou Oscar Wilde. No entanto é uma adaptação do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
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