Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac

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⁠não precisamos enfrentar todos medos de uma só vez, num mesmo dia; escolha um e enfrente, a vida é cheia de etapas, ninguém assiste alguma coisa pulando para o final.
ninguém desce uma escada grande pulando do último degrau embaixo.
aceite seu tempo, imponha limites na sua própria vida, mas jamais deixe que seus próprios limites te afetem.

existem ⁠pessoas que nos tratam conforme o interesse delas.
muitas vezes não percebemos por questão de ingenuidade e bom coração, mas; só prestamos se tivermos algo há oferecer.

⁠tem histórias que acabam. mas tem outras que são um ponto de partida;
isso não é uma história.

sou um tipo de pessoa que não guardo rancor de ninguém, mas cada um tem de mim, aquilo que merece.
e mesmo que possa ter me machucado, sempre que precisam eu tô ali.
na pior, eu tô junto, no melhor, eu tô na plateia.
e me sinto muito bem assim.
mandou uma mensagem, eu respondo, podemos até ter nos falado anos atrás. mas de uma única coisa, eu sei, somos todos temporários, e se for pra deixar saudade, que fique a saudade de que um dia, quando mais precisaram de mim, estive ali.
-eumaria

sabe uma coisa que muitas vezes não percebemos, é;
quando nós escolhemos a paz,
em conjunto com ela vem, a despedida;
despedidas aquelas que talvez doam,
podendo doer hoje, agora, amanhã, e depois,
mas quando você percebe que o fim, de uma certa maneira é o necessário, ele não se torna tão ruim.
sendo tudo uma questão de visão, pois, aquilo que os meus olhos veem, o seu não enxerga,
ao menos que você tenha a mesma percepção que a minha.
obras são consideradas obras, quando elas saem da caixa, e não permanecem numa bolha.
loucos são considerados loucos, por que eles não são iguais a maioria.
e, apesar de muitas coisas custarem sua paz,
quando se tem concepção de aquilo é o certo para você.
nem você mesmo irá se contestar tanto, por que até o seu próprio contentamento lhe tira paz.

⁠não pule de cabeça num mar, onde você não sabe quão profundo ele é,
principalmente quando se está agitado.
as ondas podem te arrastar para longe, assim como, podem te afogar.
mesmo que conheçamos bem o “mar” que estamos nadando, nunca sabemos verdadeiramente o que se encontra em baixo dos nossos pés.
o mar é como uma ponte de madeira, balança, da medo, e a qualquer momento pode ceder;
mas, sempre que atravessamos a ponte vemos que o caminho, tem perigos, e muitas vezes foi, é, ou está sendo difícil.
mas quando alcançamos o outro lado, olhamos para trás e percebemos que se não enfrentarmos os nossos próprios obstáculos, não iremos atravessar a ponte, e talvez, nunca colocaremos os pés na beira do mar.

⁠ontem eu te vi, só não posso afirmar que foi pessoalmente, ou físicamente, já que eu poderia ter tocado em seu corpo,
mas infelizmente não foi dessa vez, não dessa vez.
talvez o problema seja meu, e claro, ele é.
por que quem insiste em ligar, em pensar, e olhar as fotos sou eu.
o passado condena, ele fere, machuca, e tira a paz.
eu poderia ter deixado você ir, de uma só vez, mas talvez, eu poderia ter deixado.
quem sabe, amado, ficado, esperado, mas infelizmente você só está ali, do outro lado.
e nem sabe quem sou, talvez, eu seja seu amor.
seu amante, amante amado.

Nas virtudes do ser humano.
Achamos que vemos algo não conseguimos ver diante do universo.
Crer que materia escura existe e fazer cálculos e criar equações pelo fato de crer que existe por algumas evidências.
Assim paradoxos são criados e sua materia vira materia de estudo. E evoluimos. Experiências são feitas e questões são resolvidas ou dão palco novas questões.
Enquanto isso vejo o asfalto aonde pessoas passam e carros passam sobre as ruas ignoram o fato que petróleo que compõem o asfalto era dinossauros os maiores animas da existência deste planetas..
Pois materia compõem o petróleo é decomposição organica a milhões de anos. Olhares navegantes se fixa numa tela de celular aonde mesmo dinossauros estão vivos interagindo com ser humano.
Mais interessante ver um espaço em branco se tornando meus pensamentos fragmentos pela mesma tela. Para ser ignorado como mesmo dinossauro serve de pisante para ser humano. Pois vídeos rápido abrem o fid e Feedback da alienação.Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.

"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."


Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.


Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existência a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais não damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

Êxodo para o Desconhecido
​O Sistema Solar já não pertencia mais à lógica dos homens ou dos deuses caídos. Tornara-se um santuário selvagem, um novo mundo biológico onde os dinossauros de energia rompiam a casca da Lua, os besouros-peixes pastavam na matéria escura e os vermes policéfalos governavam os céus de Saturno. O universo antigo havia morrido para dar lugar a uma ecologia cósmica indomável.
​Para os últimos remanescentes da raça humana, a única chance de sobrevivência não estava em lutar, mas em fugir.
​Subindo aos céus a partir das ruínas desertas de Nova Atacama, os sobreviventes embarcaram nas colossais naves arcas deixadas pelos invasores alienígenas extintos. Utilizando a engenharia reversa daquela tecnologia biomecânica, os engenheiros humanos ligaram os motores de dobra hiperdimensional das naves e traçaram uma rota desesperada.
​Pelas janelas de quartzo das embarcações, a humanidade olhou para trás uma última vez.
​Eles viram o Sol ser cercado pelo balé radioativo dos navegantes dos ventos solares. Viram as sombras massivas das Baleias Planetárias emergirem dos asteroides, abrindo fendas no tecido da realidade ao redor da estrela para retornar ao seu lar primordial, o Objeto 13 Atlas.
​Seguindo o rastro gravitacional dessas mesmas baleias, as naves humanas mergulharam na fenda transdimensional. O chiado ensurdecedor nos radiotelescópios — o bater de asas das gaivotas invisíveis — cessou abruptamente. O silêncio finalmente reinou.
​Atrás, ficava um Sistema Solar transformado em uma selva de energia viva, silício e plasma. À frente, cruzando o portal cósmico, a humanidade avançava em direção a um universo completamente novo, intocado e vazio, carregando nas costas o peso de ser a última herança do carbono no infinito.

Dentro do déjà vu, a expressão caótica. Pois o que somos diante do que sou? Não sei. Apenas sou no reflexo, transmutação do eu.
Na pragmática, o eu se difere do eufemismo. Eu sou espelho — sem suavizações. Tento sorrir, mas os olhos não me compreendem como eu.

Todo ato da necessidade de um início pois sem ação não se tem reação.
Na resiliência da ação.
Neste fato Feedback da alienação apenas é desculpa para continuar a musica do rebola.

"Diante do pensamento, vivemos a discriminação.
Não podemos expressar o que somos, apenas olhares vazios.
Pois ainda somos escravos da constituição.
Somos livres, e somos a cultura que criou esse país, sem amarras da ignorância e do relativismo do imperialismo."

​Manifesto: A Gaiola Coletiva
​O futebol não é a nossa cultura; nossa cultura é a estrutura, a crença e a raça da nossa gente que, com o próprio suor, levantou esta nação. Uma nação que não foi construída pelos senhores escravagistas, mas sim apesar deles.
​Hoje, somos governados por democratas da alienação. Promovem a futilidade e a ganância, alimentando a luxúria de um espírito podre — para aqueles que acreditam em alma, pois para o sistema, ela nunca existiu. O velho "pão e circo" continua de pé. No jardim da nossa sociedade, a flor é devorada pelos ratos da extrema-direita democrática. Mas há um preço: todas as flores precisam de espinhos para proteger e expor a sua beleza.
​Somos obrigados a engolir a corrupção e o negacionismo. Na transição do ser político e analítico para o ser inerte, fomos engolidos pela alienação social e religiosa que viralizou. Junto com ela, viralizaram o racismo, a intolerância espiritual e a indiferença. Sob esse teto, a pobreza tornou-se sinônimo de ignorância e de escassez política.
​Somos uma rica mistura de raças e credos, mas os governantes ainda nos enxergam como meros objetos de manobra. Criam-se políticos de estimação e cargos previsíveis. Candidatos corruptos desfilam impunes, esfregando na nossa cara as provas do roubo. Mesmo assim, a alienação vence, porque a mente da massa está presa em uma gaiola coletiva.
​O senso da razão ainda sobrevive, resistindo bravamente em meio a deepfakes e fake news. No entanto, dividimos o espaço com aqueles que lutam para viver na utopia de uma "Matrix". Somos peças de um jogo político focado nas riquezas do povo, onde a vida é sofrida e onde lutamos diariamente pelo direito de existir em um mundo onde tudo — absolutamente tudo — tem preço.

O que testemunhamos parece o interior.
Mas, ainda não aprendermos nos compreender. Diante o espelho ainda, vemos nuvens massivas no exato que momento morreu.

Veneno do ar

​O frio que faz em São Paulo não é um frio úmido e macio; é um frio matinal, quase rarefeito, que dá a sensação de ser ainda mais gelado. A poluição aumenta a tensão desse inverno cortante. Diferente do frio do sul do país — que, embora mais acentuado, tem um ar menos pesado e menos agressivo —, aqui o gelo dói nos ossos.
​Às vezes sinto que a Era do Gelo está mais perto, mas provocada por esse choque extremo entre a temperatura, a poluição e o calor. O frio só faz exaltar o tempo que nos fascina.
​O desejo humano tenta transformar o deserto em floresta artificial, mas os nossos sonhos ainda são gelados. No sentido mais profundo, vemos aglomerados urbanos que viraram neblina. O Sol aparece, às vezes parecendo mais opaco e distante, pois as nuvens de fumaça sufocam a alma.

Temporal
​Se viajamos no limite do espaço e do tempo relativos, a diferença em casa já não existiria. Talvez as crianças — que outrora estudavam a origem da vida e os frutos da alienação — seriam agora apenas pontos ancorados na sua própria mente. Uma mente que se manteria em uma forma constante, pois o coma o reteve exatamente ali: no último e eterno instante de consciência.
​— Por Celso Roberto Nadilo

​"O estado não analógico do fluxo temporal, apenas envolto no voo da pipa no céu, relembra os olhos abertos nas nuvens carregadas ou em céus sem nuvens de ar seco. Em uma flor estática, a luz compila o ar de uma atmosfera desgastada; nas fronteiras de cada camada, revela-se o arco do frio rarefeito.
​O vento ganha desenho e paira sobre as camadas da atmosfera. Através do ar e do passar das horas, sofremos a alienação dos estados do tempo, que flui pelas heranças de um dia inflamado."
— Celso Roberto Nadilo

Ser por ser
Ate ser
Ser ou não ser porquê não ser...
O que sou diante meu ser sou o ser então...
Entenda melhor o ser dentro do seu ser.
E sera seu ser comprendo o ser...
Contemple seu ser magnífico ser...