Poesia Amanda
“Eu acho que a gente se acerta.
Na mesma fagulha, no mesmo teto. Na correnteza contrária, no elo infinito. Num beco da vida, num banco de praça. Ah, a gente se ajeita. Num cômodo pequeno, em foto 3x4. Em ideias fúnebres, em um blues anos 60. A gente se ampara até nos desencontros. Nos contrapontos, rumo contra o tempo. A gente se restringe a uma história por dia e três sorrisos por mês. Matamos quatro lembranças e dois dragões por sonho. A gente se acerta nos erros, na curva do engano, na rota do ego, na estrada dos ensejos. Ah! Sim. E chegamos a fingir que os sentimentos suspiram como balas perdidas inesperadas, e nos enganamos, pela milésima vez, de quê somos de naipes diferentes, peças de quebra-cabeças totalmente distintos que se encaixam de vez em quando. Que não ligamos para a laceração do orgulho ou pro precipício da eternidade. Acho que a gente se acerta. Você aí e eu aqui. Evitando os olhares certos, os lugares errados, a hora hipotética apenas para não se render aos encantos de um perfume doce. E posso até cogitar que a gente se equilibra. Na solidão das queixas, no vazio ao qual o preenchimento ainda é uma incógnita. Na carência flamejante, na cama desarrumada, respiração desregulada. Percebo então a falta do xeque-mate, da surpresa que não surpreende mais, nos carinhos intermitentes. Porque eu aceito as circunstâncias da confusão para que o segredo das mordidas no pescoço continue oculto. Eu suporto o peso regresso, as sensações anacrônicas, mas nunca a risada sarcástica das despedidas que pesam os teus ombros, e nos meus olhos. E assim eu acho que a gente se acerta. Você com os olhos negros distantes e eu poetiza dissimulada. Ambos sonhadores e criminosos.
Ah, a gente se ajeita.
Quando dá, a gente até se fantasia de criadores de caso e adoradores do caos pra nunca se perder de vez.”
- Ao regresso que odeia despedida.
pro dia cinza.
E se os trovões bruscos fossem palavras de calmaria
Que aos enamorados a tradução fosse uma canção de ninar
Saberiam os outros decifrar as notas dos relâmpagos por aí?
Se os trovões fossem um abraço esperando por aceitação
Um estrondo procurando seu amor no eco inóspito
Se os trovões pudessem sentir a amargura dos homens
Cairia a tempestade
Assim como lágrimas do céu
Se os flashes fossem meros sorrisos
Esperando outro sorriso
A ventania então seria quem aproxima a solidão do dia
Dia nublado, dia que não cessa
A tempestade uniria nuvens
Apaixonadas, quem sabe?
E os trovões seriam apenas fagulhas
Sinfonia de uma nota só
Até o infinito cinza atravessa o céu
De ponta a ponta feito obra-prima
O relâmpago traz nas costas o peso
O peso de não cair duas vezes no mesmo lugar
Mostrando que até o impossível
O impossível
Não tolera segunda chance
E é tudo um carnaval fúnebre
Dança mal ensaiada
Que borda o céu de tristeza
Tristeza bonita de se apreciar
Quando os trovões não são sentidos
Eles choram
E eu sou assim também
A chuva cai e eu choro junto.
E até a alma explode em tons de cinza
Escapou ali então um beijo sussurrado ao vento
Palavras tão doces quanto a Dona Moça
Tinha uma risada tão única
Como quem compôs sozinha
Ela sorria doce como quem solta frases bonitas
Distribuía beijos na ventania
Nada que precisasse ser dito
Enquanto cada relicário meu se acomodava a ela
Escapou ali as minhas epifanias e o meu mal de poeta
Ela sorriu
Eu deslumbrei nos seus olhos
Eu quis migrar em seus braços
Ela falou baixo em francês
Um Je T'aime que não se lê por aí
Escapou ali então a alma perdida
Que não se encontra em qualquer mesa de bar
Do vinho tinto com gosto de cerveja
O corpo pedindo um porre de qualquer coisa
Naquele instante surgiu a certeza
Do amor que não precisa ser dito
Que o importante é esperar
Esperar alguém tropeçar na sua vida
E encontrar a paz
No sorriso de outra pessoa
Sei o quanto amo você.
Amo mais, que o equivalente a toda a massa de grãos de areia necessários para encher toda a Terra.
Amo mais, que o equivalente a todos os octilhões de átomos que constituem o corpo humano.
Amo mais, que o equivalente a toda força e velocidade de expansão do Universo.
Amo mais, que o equivalente a todos os cosmos.
Amo mais, que o equivalente a todos conjuntos de sílabas, mais que todas as letras e todos os números.
Amo mais, que o equivalente a todas as regras ortográficas e gramaticais de todas as linguagens.
Amo mais, que o equivalente a todas as Culturas.
Amo mais, que o equivalente a toda a Arte e criatividade do Mundo.
É mais caloroso que o Sol, mais lindo do que toda a magnitude e grandeza esplêndida, das Auroras Boreais.
Te amo hoje, na perspectiva de te amar sempre.
“Sabe, está sendo tão, mas tão difícil. Tão, mas tão vago e sem graça. Não tem mais cor, mais nada. Você levou tudo. Tudinho. Você levou a parte que mim que eu mais gostava, a minha risada mais engraçada e o meu abraço mais confortável. Talvez eu ainda os use, inconscientemente. Talvez tenha apelidado um dos beijos com o teu nome, não sei. Eu tive que me tornar tão má e ir além de fazer das pessoas que eu conheço apenas uma imagem em preto e branco ao redor de mim. Nada mais importa, entende? Não faz diferença quem cruza o meu caminho agora, até porque, algum beco daqui de dentro tem um outdoor com os teus olhos estampados e, com certeza, alguma rua também traz o teu nome completo.
Eu te quero tão bem ao ponto de me fazer mal. Quero o meu nome gravado em um dos teus sentimentos confusos, - porque não em uma das tuas melhores lembranças. Você me deixou uma marca tão profunda, mais que profunda; você tatuou em mim as tuas birras e hesitações. Ensinou-me a ser medrosa e aparentemente convincente, cigana dissimulada feito Capitu, me ensinou a ser do mundo, das crises, dos elementos água, terra, ar e ah, o fogo. Aprendi a ser fria, dormente por dentro, desconfiada, ranzinza, chata, metódica. Aprendi a ser tua.
Fecho os olhos por você ainda, ontem e amanhã. Na verdade, bem verdade, eu nunca vou amar alguém como amei você. Como eu amo você. E como eu amo o modo como o meu batom fica borrado na tua boca. Eu respiro você, eu zelo pela tua vida, pela tua morte, pelas tuas faltas. Eu sinto a dor de um parente querido que foi embora. Mas, sem eufemismo, o seu “você” meu, morreu. Morreu pra sempre. Morreu tão fatalmente que eu simplesmente mal consegui acompanhar. É o que dizem, morreu tragicamente em um acidente. Acidentes acontecem. E foi um acidente desde o primeiro “oi”.”
— E quem disse que quem não é visto não é lembrado, certamente não te conheceu.
“Então, Helena, quando tua recordação for apenas cinzas, você irá sentir falta dos dias coloridos e das pessoas arco-íris que te sorriam todos os dias.
Minha doce Helena, quando o vazio estancar o teu sofrimento, sentirás saudade da própria dor.
Helena, enquanto tuas células morrem, eu sinto a perda delas, pois assim como eu amo as sardas do teu rosto, também amo o que se regenera em ti.
Sabe, Helena, quando eu me for, sentirei falta das tuas pálpebras cansadas silenciando lentamente o teu olhar.
Mas te cuidarei lá de cima para que não lhe falte raios de sol para iluminar os teus dias.
Pequena Helena, quando a solidão se alojar no teu peito, a cumprimente como uma velha amiga. Abrace-a e recite uma de minhas tantas poesias sobre o brilho dos teus olhos.
Quando eu me for, Helena, ainda te amarei por mais alguns segundos antes de passar pela porta dos céus.
Então, Helena, caso sinta vontade do meu gosto, beba aquele chá no fim de tarde de domingo assim como fazíamos, conte as tuas queixas ao silêncio que lá estarei te escutando.
Minha doce Helena, quando os anos passarem e o último grito da tua garganta ser o meu nome, lembre-se que estarei te esperando do outro lado.
Um lado tão belo quanto as nebulosas da tua íris.
Um lugar tão tranquilo quanto o encosto da tua clavícula.
Quando eu me for, Helena, conte as estrelas por mim e pelo futuro que nunca tivemos – porém que já amo.
Helena, quando o céu não for tão azul, o mar não tão calmo, a tormenta não tão assustadora, você perceberá que cresceu e tomará um rumo diferente.
Minha Helena, lembre-se sempre: Nada é tão assustador quanto crescer.”
— eu te espero do outro lado
Hoje eu entrei em outro coração.
O assoalho não rangeu e a luz não se apagou.
Eram batimentos ritmados e esperançosos.
Estranhos.
Aceitou-me que uma forma tão sutil, serena.
Eu vi paz nas ramificações, nas veias azuis, vermelhas e multicores.
Porém percebi que ali não era a minha casa, e que, apesar de muito querer ficar e aprender o que pudesse sobre uma felicidade real, eu levaria tristeza para este mundo tão bonito e orquestrado.
O queria bem.
O queria regular e sem arritmia.
Queria que alguém realmente merecesse e ocupasse este lugar.
Certamente não aguentaria a minha solidão e teria uma parada cardíaca dos meus dramas.
Não me suportaria.
Não que seja fraco ou irregular.
Apenas não quero acabar com a sua paz.
Fica bem.
PRA ELE.
E em cada olhar um novo rosto!
Em cada sorriso uma alegria
Em cada olhar uma armonia!
você é linda como uma deusa,mas tem coração de humana!
Isso foi pra você <3 AMANDA <3
Eu esperei.
E comigo a janela, a calçada, o portão. A casa esperou. Ansiosos pela chegada. Sonhei com a presença, meditei na conversa, envolvi minhas mãos no vazio. Falei ao vento, mirei-me ao sol, sorri para a nuvens brancas. Brinquei com a primavera, e chamei, chamei...
A chuva caiu e a tristeza com ela chegou, eu estava eufórica, ria da chuva, das poças que se formavam. E, no entanto, eu não te vi. Meus olhos vagavam, minhas mãos buscavam.
Eu não te vi.
Olhei pra tua janela e nada, nada de ti. Senti teu perfume que na minha mente se fez de homem, poesia e nós. Embriagava-me a vida. Mas não te vi.
Espelhei-me em vitrines, vi teu nome em diversos cartazes, soletrei letra por letra, cada uma com um carinho intenso, procurando gravar em cada uma as parcelas do meu sentimento. Em cada porta aberta tua pessoa era uma pergunta sem resposta. Um ponto de interrogação disperso em um vazio imenso, as beiras de um precipício insondável.
Meio sem jeito, olhei para o lado. Sorri. Pisquei. Não iria chorar, deixaria as lágrimas pra mais tarde. As paredes do meu quarto, os móveis, o silêncio, seriam testemunhas de mais uma desilusão.
E eu não te vi...”
“ – Na melhor das hipóteses, eu não te esperava
O entardecer era sempre uma incógnita. As horas passavam, sucediam-se perdidas em milhões de pensamentos que não eram, nem poderiam ser traduzidos para o real. O sol declinava lentamente, acompanhando a espera. Querendo presenciar o encontro, as nuvens passavam rápidas, uma empurrando a outra. Todos queriam ver.
O encontro não se deu.
Não ri. Nem chorei. Senti um vazio imenso, como se alguém absorvesse tudo de bom que eu tinha.
Na melhor das hipóteses, eu não te esperava.
Sentia-me leve, caindo sem ter um apoio, um chão, um fim para a descida.
A casa tornou-se grande e a minha solidão ecoou em cada canto dela. Ouvia. Conseguia perceber os lamentos que por ali perambulavam. As paredes estavam impregnadas de desilusões, alimentando-se das alegrias que antecederam ao encontro.
Que não se deu.
Andei de lá pra cá levando a solidão e a amargura. Foi então que minha amargura contida de repente explodiu em fases distintas e desconexas. Era um riso escabroso, um choro enfurecido, imprecações injustas. Briga com tudo e todos. Pisei na flor que se abria cálida para o orvalho. Desabafei em prolongadas falas, gestos carregados que denotavam tudo o que tinha de você em mim. Senti desejos arrasadores, explosão de ser o que não era. Desejei transpor o invisível que, aos meus olhos, eram enormes e insuperáveis. Eu sinto falta do inexistente. Do sonho que não consegui sonhar. Do amor que nunca tive. De um passado ausente.
A espera que virou espera.
Na melhor das hipóteses, eu não te esperava.”
Utopia
Ela tem uma constelação tatuada um pouco a baixo da costela e eu me pergunto se faria mal eu dedilhar aqueles traços escuros em uma noite qualquer. Ela tem calos nos dedos da mão esquerda e eu nunca tinha associado as coisas. Ela canta baixinho na cozinha quando faz o café e cruza os braços quando aparentemente está sem paciência. Ela traz o tom do fogo nas tramas do cabelo e a relva nos olhos. Ela é diferente, quando a tristeza lhe inunda a vida, ela não alaga os olhos, ela apenas escreve, escreve, escreve... Ela é perfeita. É o que completa a minha insuficiência. Logo eu, vazio da realidade, tratei de ocupar-me com os sonhos. E a quem engano? Ela não existe. Ela é minha realidade inventada. E me aventurar num mundo perfeito sem sair da minha zona de conforto não me transtornava tanto. Por ora.
Sempre haverá alguém que falará de você, então o que devemos fazer é baixar as expectativas de todos, até dos mais próximos, logo quando acontecer não será o fim do mundo. Deixando claro que não importa o que falarem ao seu respeito, isso não muda quem você de fato é, você não precisa provar nada a ninguém, o tempo se encarrega disso. Não mude para demonstrar que não gostou, pois é isso que esse tipo de pessoa espera, aja naturalmente e mostre que nada lhe atingiu e verá o feitiço caindo sobre o feiticeiro, seja inteligente, não entre no jogo, deixando claro que no seu quebra-cabeça a opinião do outro é uma peça que não cabe.
𝓜𝓪𝓻𝓲𝓪 𝓐𝓶𝓪𝓷𝓭𝓪
@ₑᵤ_qᵤₑᵣ🌻_ₑₛcᵣₑᵥₑᵣ
"O coração de Joelma:
Ela dá o seu melhor em tudo o que faz. Se entrega ao máximo, aproveitando os melhores momentos de sua vida. Sensível, inteligente, criativa, verdadeira. Ela sabe o valor que tem e cuida desse mundo só dela com tanto carinho e sabedoria, que inspira e motiva todos ao seu redor. O coração dela carrega determinação!"
O que seria do eu sem você?
O que seria de mim sem te ver?
O que faria por você?
Penso a todo momento
Te invento se o tempo não ajuda
Te enlouqueço quando a tarde cai
Te enalteço com o vento
Te declaro meu sentimento
Te amo quando a vida passa
Sem você meu mundo não teria a menor graça.
Hoje é apenas mais um dia que eu penso em você.
Hoje não senti fome, frio, cheiro e nem sabor
É como se meus sentidos não existissem
Apenas resignaram-se com as amarguras de anteontem.
Mais do que nunca estou sem chão.
Um, dois, três, quatro ou cinco anos não farão diferença,
dia esses que virão, assim como aqueles que passaram,
que se foram e que obedecem uma frequência inexata.
Eu, embora seja fraco,
penso em continuar resistindo, pois de nada adiantaria se não estivesse pensando em
você.
Desesperado
Na incerteza de um amanhã, meu corpo segue resignado,
Olhos fundos, peito fechado e pensamentos x, y e z na mesma equação.
É como se as forças que me prendem estivessem aumentado
Meu fantasma, esprito, alma, éter, estão fora de comunhão.
Nesse embaraçar "entranhoso", uma angústia permeia-me
Sem pedir licença, esta me faz rogar por cessar
E inconformado com a vida, procuro-te
Para que possas me ajudar.
Embora seu coração seja bom, optas por me deixar
Ao léu, sem explicação.
E eu, por me deixar levar
Acabo sempre sozinho numa longa e fria escuridão.
Com tal zelo eu te dei meu endereço
Com apreço você decorou a rota
Com desprezo você fechou a porta
E foi entrando sem pedir licença
Com meia luz você sorriu fraquinho
Com inocência pediu um vinho
Com olhar baixo meio tristinho
E foi descarrilando meu coração
Com certeza arranjou desfecho
Com dúvida sussurrou um fim
Com tranquilidade sorriu pra mim
E foi desenterrando a minha aflição
Com convicção você foi embora
Com pesar mudou de sentido
Com tristeza segui sorrindo
E foi saindo sem pedir desculpa
Com o teu mal eu fiz um poema
Com desgosto foste a última linha
Com pena gargalhei sozinha
E foi assim que te eternizei
“Então, senhora
Vista-te com a tua melhor ironia
E cace os teus sonhos no infinito
Minha doce senhora
Não rompa o teu encanto
O mundo vai estancar teu pranto
Menos a tua dor
Ó mulher da armadura de cetim
Despe os meus sentidos
Brinca com a minha ternura
Me faz teu refém
Pequena dama que exala cereja
Dê-me aquela certeza
De ser minha também
Quiçá, menina
Eu ache os teus espinhos
Enquanto te mato de carinho
Apenas para ver-te sorrir
Desculpa a gentileza
Por contemplar a tua beleza
Que enamora os querubins
Pois sim, estranha
Esconda os teus cacos
Mascare as tuas veias
Descubra o amor
Comigo, teu senhor
Enfim”
“E mais uma vez, mais um maldito final de semana, eu comprovo a teoria de que você não consegue viver sem mim. Talvez o álcool no seu sangue tente nunca me matar dentro de você. E isso é bom. Talvez, só talvez, eu nunca tenha morrido aí por dentro, quem sabe eu estava adormecida este tempo todo apenas esperando um momento vacilante de guarda baixa. Ou, eu seja tão sua, de uma forma tão especial que você só lembre de mim em momentos especiais. Contudo, querido, preste atenção, a coisa mais especial que aconteceu na tua vida, você jogou de um penhasco e parece não se importar com os hematomas. Eu explodi por dentro, amor, eu explodi todos os dias aos quais eu sabia que estavas respirando sem a minha ajuda e conseguindo se reconstruir sem mim. Ai vem a minha sorte por ser o primeiro número da tua agenda, porém não tua primeira prioridade, vem o meu pensamento de sempre atender aos seus chamados para que, ao menos, eu possa te salvar do que você se transformou. Ou talvez que tente me salvar do que eu me tornei.”
Você me chamou e eu te devolvi um “hoje não dá, desculpa”.
o coração explodiu, mas a alma ficou em paz
AMANDA SEGUEZZI
EU VI
Na primeira vez em que te Vi,
Eu vi, Vi que não haveria como não te Amar.
Que não Haveria como não tentar te Conquistar.
Eu vi, vi uma alma Santa e Pura,
Uma alma na qual eu sabia que podia confiar.
Uma menina pela qual poderia me expressar, me declarar.
Vi, vi isso, vi que posso me jogar e mesmo assim confiar.
Amanda, Amanda é o nome da menina que eu vi,
A menina na qual sonho beijar, abraçar, me expressar.
Eu vi, vi que não há como não lhe amar!
