Poemas Vinicius de Moraes de Mar

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Ela é como um mar de poesias
Ondas fortes e cheia de mistérios
Um mar revolto longe do cais
E eu corajoso marinheiro que sou
Com meu barquinho remo ao encontro do seu porto
Que é o seu corpo.

Inserida por FarleyDosSantos

No calendário: Verão!
No céu: Sol!
No a(Mar): Você!
No coração: Amor!

Amor: minha estação sem fim
Minha melhor estação!

Antigamente amor era coisa sem pé, nem cabeça,
sem nome que só sabia fazer doer
Agora é alegria, inspiração, saudade
É vida com flor, é você!

Inserida por reginaldopinheiro

Fogo Ardente

Assim como o vento bate a brisa do mar... Por ti meu coração bate, a ti dizendo que está a amar... Como fogo que queima lenha lentamente... O fogo do meu peito arde por ti intensamente...

Inserida por rafael_farias_silva

Olha o mar, amor
Perceba.
Sou agua doce
De rio calmo
Desaguando
no mar.
Teu amar. Teus olhos
Meu gostar

Teu corpo
No meu
Se torna
Oceano
Vastidão
Cama de amar.

Inserida por pensador

radiograma

Alegre triste meigo feroz bêbedo
lúcido
no meio do mar

Claro obscuro novo velhíssimo obsceno
puro
no meio do mar

Nado-morto às quatro morto a nada às cinco
encontrado perdido
no meio do mar
no meio do mar

Inserida por pensador

Não é possível cansar do teu olhar
Esses olhos, mais profundos que o mar...
Em uma dessas sonoites...
Foi notório! Eles são mais bonitos que o céu da noite.

Descobrir que mistérios guardam
Revelar a entrada do portão ...
Ouvi dizer... lá do céu...
Que sus olhos... Estão ligados ao coração

Inserida por Mr_Hyde

janela para os ceus...
o amor atrai os astros...
o desejo deixa os anjos caírem num mar de solidao...
no profundo do espaço sinto a solidão
e o desejo de te amar atravessa eras...

Inserida por celsonadilo

"Parado em frente ao mar
me peguei a pensar
as ondas são como nossas memórias
nos trazem que queremos esquecer
E nos leva o que queremos lembrar".

Inserida por jluciano

Covid-19

Há relatos de portugueses agredidos além-mar,
Culpando-os do novo vírus propagar.
Muitos media não noticiam estas atrocidades, nem encontram os culpados.
Coitados… permanecem por lá, assim, desamparados!

Será que estas hostilidades não revelam racismo,
Ou, de certa forma, desejo de vingança ou segregacionismo?
Pois, muitos povos vivem no recato e tranquilidade
E, sempre, imunes a qualquer atrocidade…

by António Vilela Gomes

Inserida por antoniovilelagomes

Fogo

Pele macia, olhos que me fazem lembrar do mar e um sorriso que acalma feito a maresia.
Bela
Forte
Um caminho só de ida
Um ponto de chegada
Não é ponto de partida.
Profundidade
Entrega
Mas não é submissão!
É fogo
É terra
É mar
É coração!
Você é coragem e sabe lutar, mas não anda na contramão
É sim
Ou não.

Inserida por nildinha_freitas

Vejo o sol, quero o mar.
Vendo a tua beleza quero amar.

Do seu sorriso vi brilhar
a luz da felicidade a me radiar.

Sem delongas...

É você a quem eu quero
para sempre namorar!

Inserida por Cleibson

Amor, tava andando na beira do mar
Contando as horas pra você voltar
Nem vi o tempo passar
Ó, meu guri, vamos sonhar
Você pra mim me faz pensar
Na noite em que você chegou
Pra me acompanhar

Inserida por pensador

É preciso ter cuidado ao fechar os olhos
e não naufragar como um navio à deriva no mar.

Segue a vida, marinheiro
Pois se escolhestes a liberdade
Tens um preço a pagar.

Chora tuas mágoas
Recolha suas frustrações
Olhe a frente, vento em popa

Construa com cada parada
A fortaleza que te sustentará
Até finalmente o barco ancorar

Tens dentro desse oceano no peito
Todas as pérolas da sua jornada
Para que você nunca se esqueça
Que mesmo tal beleza foi um dia
Um pequeno grão de areia.

Inserida por IcaroApoema

Afundado.

afundando meus sentimentos no mar estou.
me arrependendo de cada momento
que chorei e me magoei que sofri por você.

Sera que eu quebrei as regras ou não ?
Mas, morrendo em cada pensamento,
sofrendo em cada sentimentos de solidão que
você foi em bora e deixo em meu caixão .

Inserida por almanegra1306

O ESTRANHO SORRIR DAS FLORES

O mar de cimento frio...
Ficou frio como é.
Motores não gritam mais,
Não se anda nem a pé.

Ninhos empoleirados
Guardam homens apressados
Que não sabem como agir.
São prisões sem cadeados,
Onde o invisível inimigo
Assusta pelo perigo
De não saber para onde ir.

Hoje se escutam os pássaros,
Com maior facilidade.
A família desunida,
Pela obrigação reunida,
Falando de Humanidade.

Ah! Homem confuso,
Que não aprendeu o que quer.

Agora a ambição se acalma,
A vaidade perde a alma,
O ateu fica inseguro,
Seu pensamento não fica puro.
Não há amparo para o que vier.

Estranhamente as Flores
Sorriem pelos caminhos.

Mãos não as matam mais.
Com seus instintos materiais.

A posse e a propriedade,
Sinônimos de sucesso,
Por instantes têm regresso
E perdem sua validade.

As palavras não resolvem,
Mas revelam a verdade.

Na inteligência Suprema,
Não prosperam os dilemas.
Porque Deus reside na consciência
E as escolhas de cada existência
Se tornarão ou não,
Nossas futuras algemas.

Estranhamente as Flores
Continuam a sorrir.

Inserida por umbertosussela

Vai na reta, porque eu sei que as ondas do mar
Vai chegar, tu só não pode navegar contra à maré
Ou quer ser como caranguejo, que só anda pra trás
De lado, dando marcha ré.

Inserida por sindromesdapoesiaofc

vigia de mar


eu jogava tintura Márcia
no bigode branco do navio
e o tempo passava ao largo
distante da proa e de mim

Inserida por lasana_lukata

A música
A dança
A poesia
O contemplar do mar, do sol, das estrelas e da lua, da natureza,
O prazer de estar com os amigos
Ser afortunado comuna família amorosa e harmoniosa!
Isso é riqueza! Isso é felicidade genuína! É a beleza e graça da vida

Diante do mar

Oh, mar, enorme mar, coração feroz
de ritmo desigual, coração mau,
eu sou mais tenra que esse pobre pau
que, prisioneiro, apodrece nas tuas vagas.

Oh, mar, dá-me a tua cólera tremenda,
eu passei a vida a perdoar,
porque entendia, mar, eu me fui dando:
"Piedade, piedade para o que mais ofenda".

Vulgaridade, vulgaridade que me acossa.
Ah, compraram-me a cidade e o homem.
Faz-me ter a tua cólera sem nome:
já me cansa esta missão de rosa.

Vês o vulgar? Esse vulgar faz-me pena,
falta-me o ar e onde falta fico.
Quem me dera não compreender, mas não posso:
é a vulgaridade que me envenena.

Empobreci porque entender aflige,
empobreci porque entender sufoca,
abençoada seja a força da rocha!
Eu tenho o coração como a espuma.

Mar, eu sonhava ser como tu és,
além nas tardes em que a minha vida
sob as horas cálidas se abria...
Ah, eu sonhava ser como tu és.

Olha para mim, aqui, pequena, miserável,
com toda a dor que me vence, com o sonho todos;
mar, dá-me, dá-me o inefável empenho
de tornar-me soberba, inacessível.

Dá-me o teu sal, o teu iodo, a tua ferocidade,
Ar do mar!... Oh, tempestade! Oh, enfado!
Pobre de mim, sou um recife
E morro, mar, sucumbo na minha pobreza.

E a minha alma é como o mar, é isso,
ah, a cidade apodrece-a engana-a;
pequena vida que dor provoca,
quem me dera libertar-me do seu peso!

Que voe o meu empenho, que voe a minha esperança...
A minha vida deve ter sido horrível,
deve ter sido uma artéria incontível
e é apenas cicatriz que sempre dói.

Inserida por pensador

⁠Já é noite mais uma vez
Vejo o seu barco a ver o mar
Volta, Capitão
Que em terra você e o rei

Inserida por pensador