Poemas Tristes
A tristeza me veste, um manto de cinza,
As lágrimas silenciosas, que ninguém jamais viu.
No fundo do meu ser, a chama da esperança,
Que se apaga aos poucos, sob o peso do meu sofrimento.
O poeta, um eterno sonhador, perdido em um labirinto,
Onde a tristeza se instala, em cada canto do seu ser.
Em seus poemas, a tua imagem, um fantasma que o aflige,
Um amor impossível, que o condena a sofrer.
Para muitos a solidão é triste;
Para poucos é apreciada e desejada;
Mas digo com certeza!
Se buscas a liberdade e a compreensão;
A solidão te guiará.
Uma vida a dois, é mais alegre, mais
produtiva... Para que está união se
concretize, é preciso que ambos
cedam em prol do relacionamento que se deseja vivenciar..
Protagonista
Sou um triste enterpretando um cara feliz
Todos gostam do personagem mais não do autor.
Sou um ator que interpreta por não gostar de si mesmo.
Sou um ator que interpreta em todos os dias e lugares sou a dor interpretando o amor
Perco as pessoas mais ganho a liberdade
Ganho a liberdade mais perco a vontade
Entre indas e vindas o ator tem que interpretar o herói.
Sou oque as pessoas querem ver mais não sou a que querem conviver.
Como um bom ator quero que gostem de mim porque o protagonista e o ator são iguais mais diferentes.
Como um bom ator quer tirar risadas e felicidades de todos.
Com um grande preço de perder a sua
É uma tristeza funda, uma angústia que quase não se explica, ver quem se mede pelo que tem. Carregam, sem saber, o peso de títulos e bens que brilham por instantes, como o ouro que o tempo consome. Ignoram que a verdadeira luz não vem da ostentação, mas do silêncio profundo que habita na alma.
Lá no alto, os que se julgam poderosos deliciam-se na adulação dos que rastejam. É nesse louvor vazio que buscam o sentido da sua grandeza, um valor inchado por pobres de espírito que aspiram a ser como eles. Esses poderosos só existem pela bajulação; se os deixassem a falar sozinhos, não seriam mais que pavões, gritando por atenção, adornados por um brilho que nunca será verdadeiro.
E os que rastejam, sem coluna, vendem-se na busca de um lugar ao sol, dispostos a tudo para se elevarem e serem iguais aos que veneram. Perdem-se na sombra de uma ambição vazia, almejando um brilho que não lhes pertence, esquecendo-se de que a verdadeira grandeza não se mede em posses.
No fim, o que resta? A certeza de que o valor autêntico não se encontra em aplausos ou no eco oco de títulos. O tesouro real reside na essência, no caráter que se mantém erguido quando o silêncio envolve e a vaidade se dissolve. A dignidade não se curva ao ouro ou à adulação, mas ergue-se na simplicidade do ser.
E, se pararmos para refletir, perceberemos que a verdadeira sabedoria não se encontra na acumulação de riquezas ou reconhecimentos, mas na liberdade de ser fiel a si mesmo. Quando se vive com autenticidade, abrimos espaço para a verdadeira beleza da vida, que se revela nos gestos simples, nas conexões sinceras. A vida é uma arte, e a sabedoria está em saber viver cada instante com plena consciência de que somos mais do que o que possuímos; somos a soma dos nossos valores, das nossas escolhas e da luz que irradiamos no mundo.
Triste é quem se mede pelo que tem,
como se o ser se escondesse atrás de títulos e bens.
Essas coisas são sombras, não são luz,
brilham por instantes, como a espuma do mar
que logo se dissolve, deixando a areia nua.
Lá em cima, os que se acham importantes,
cobrem-se de aplausos, como quem se agasalha
num manto de palavras vãs,
sem perceber que a grandeza
não está no brilho, mas na essência.
E os que rastejam, sem coluna vertebral,
fazem de tudo por um lugar ao sol,
venderiam a alma por um pouco de reconhecimento,
esquecendo-se de que a verdadeira luz
vem do interior, não do que se ostenta.
No final, o que importa?
Não é o que se tem, mas o que se é.
A vida é simples, feita de pequenos gestos,
de momentos de paz, onde a vaidade se dissolve,
e a dignidade se ergue, firme,
sem precisar de aplausos ou bajulações.
A grandeza é um estado de espírito,
uma forma de estar no mundo,
um caminho sem adornos,
onde o verdadeiro valor
é apenas ser, simplesmente ser,
no silêncio que nos rodeia.
Quantos olhos tristes
Me olham sem parar
Com sorrisos largos a me enganar
Cuidado extremo, pensamentos soltos
Casa arrumada, coração em desordem
Quantos olhos tristes sorrindo
Deixando os dias passar
Folgaremos assistindo sem mudar
Outros olhos largos, triste sorrir
Jamais ouvirei aquela voz novamente...
Um timbre que me atraía, acalmava e alegrava.
Nunca mais verei aqueles olhos cor de chocolate,
Que me deixavam sem palavras, perdendo-me em seus mistérios.
Apeguei-me a cada detalhe, a cada defeito e qualidade,
Mas nos afastamos, como um sino que perdeu seu som,
Como um avião sem asas, flutuando sem direção.
Ainda sinto sua falta!
Ainda desejo te ver,
Te ouvir,
Trocar palavras com você.
Mas não quero te incomodar.
Era isso que eu sentia:
Você nunca me revelou o que te incomodava,
Nunca disse se algo que eu fazia te fería.
Simplesmente decidiu partir, sem um adeus,
Sem promessas de um reencontro no horizonte.
Agora, luto contra o vazio que você deixou,
Tentando convencer a mim mesma que não importa,
Mas a verdade é que você importa. E muito.
Só queria uma última conversa,
Não para retomar a amizade,
Mas para esclarecer o que se perdeu:
A nossa quase amizade, um laço que ficou desfeito.
REVELAÇÃO
Carinhosos versos meus, que revelam
Do agrado em riste a alegria suprema
rimas de ventura, e ritmada vibração
paixão, suave magia, sincero poema
Canto, canto a envoltura da emoção
a suspirar o amor! Tão castiço tema
ardente, sim, e intenso de sensação
versejos, com perfume de alfazema
De certo no poetizar reaverei, eu sei
em um sabor suave vindo do coração
e eu, na cadência então encanto terei
Vós, enlevo, testemunha da satisfação
ah! quanto, quanto sentimento hei...
Carinhosos versos meus, que revelam.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
25/10/2024, 20’22” – Araguari, MG
S•O•L•I•T•U•D•E
Estar só não é tristeza,
é um abraço de calma e certeza.
Na solitude, encontro paz,
um lugar onde o silêncio me refaz.
Já busquei, em noites vazias,
uma presença que suprisse minhas agonias.
Mas aprendi, no caminho da vida,
que sou minha melhor acolhida.
Não é pesar ou desamor,
mas um mergulho em meu interior.
A solitude é a chave que abre a porta
para quem busca se entender, se importa.
Hoje, para alguém entrar no meu ser,
há de compreender e entender
que não é egoísmo, tampouco vaidade,
mas um gosto pela minha própria verdade.
Estar sozinha é um afago sereno,
é afastar o que não ressoa pleno.
Por isso digo: não se engane, não me tome a mal,
aprecio minha companhia, meu porto, meu ideal.
Pois descobri, com o tempo e o vento,
que em mim mesma encontro alento,
e, em meu próprio abraço, sou mais feliz,
a melhor companhia que sempre quis.
Nostalgia
Conta pra tua tristeza
Que ela é um rio,
Que deságua, em alto mar,
E, por vez, parece forte,
Como se fosse zarpar,
Entremeando a brisa fria,
Em busca do horizonte.
Meia noite, meio dia,
Sol que nasce atrás do monte
Neblina turva e brilhante
Cai na madrugada fria,
Lua cheia, lá no céu
E em meu peito nostalgia.
Pensa que não sei lhe esquecer
E acha que ainda sofro por você
Mas não vê que eu
Não estou ligando
E ficou até me perguntando,
Como eu pude perder tanto!
Tempo com você?
Que não sabe o que é querer
Que não sabe dar valor.
Quando não é o suficiente
Quando o andar não leva a lugar nenhum
Quando a risada não traz alegria
Quando o aconchego nos deixa confortável
Quando as palavras assustam mais que a morte
Quando o meu barco afunda
Quando eu me afogo na minha própria imensidão
Quando o que não é o suficiente
Até quando vou esperar o abraço frio no final da minha jornada
Cais
Era uma tristeza genuína
de quem é triste.
A solidão
sua fuga
um cais vazio
sombra cobria-lhe
o corpo e o casario
nas trevas
fechado em mágoas
dizem que delirava
era triste
imotivado
não queria ser alegre.
Quem ama não se perde, não se engana e nunca enganará.
Quem ama não tolera o mal, não se alegra com a injustiça.
Não se torna frio ou trata com descaso na primeira ausência de gratidão e reciprocidade.
Quem ama sempre encontrará bons motivos para desejar a felicidade ao outro, ainda que existam adversidades.
...Senhor, - Cuida de nós!Vem transformar rios de choros em mares de consolos e alegrias!
Mesmo nesta floresta densa,entregues por nós mesmos que somos nossos próprios Judas,a corda nos asfixia,mas dentro dessas trevas,clamamos por tantos nomes e ninguém se nos apresentou,mas lembramos enfim de ti e sei que nos ouve,pois a quem mais recorrer,uma vez que afirmastes: - Eu estarei convosco até o fim dos séculos?
Há um ar de tristeza quando chove
Frio, saudade e muta solidão
É uma melancolia que nos absorve
Nessa úmida desolação
Chuva que cai e alegra a alma;
Espírito que vibra com a sintonia de tanta alegria;
Percorre todo nosso ser e transborda com paz e mais vontade de viver;
Ah essa alegria chega ao êxtase;
Está além da compreensão dos muitos desafortunados apaixonados pela verdadeira vida.
Ao longo destes anos, tenho encontrado
alegria em mil e uma coisas.
Porém, agora, tu tornaste-as completamente
novas para mim. Vejo-as pelo teu olhar,
tão bem como pelo meu,
ouço-as como nova intensidade.
O palco tem mais luz,
o bailado mais alegria,
as árvores, o mar, as montanhas
tomaram vida nova.
Que a idade não me traga peso
Que eu aceite com alegria
Com coração sempre aceso
Ao nascer de cada dia
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